Melancólicas
O nada, me parece um tanto melancólico... só parece mas não é até dentro dele há algo! talvez por não sabermos apreciar.É apenas padrões de crenças ,quando pensamos em estar feliz com algo ou estamos em alguma festa ou em algum acontecimento,pois não preciso do frenesi pra me sentir viva.Simplesmente a alegria pode ser um tanto calma e serena,leve e sem fundamentos,não ser que seja de paz de espirito,aquela que me dá uma verdadeira noção do que posso,sem que exija algo de fora.A sabedoria hoje me dá mais que o conhecimento!
sentir
parei
perplexa
melancolicamente perdida em meus sentimentos
senti, senti demais
todos eles
por cada milímetro do meu corpo
eu só não consegui identificar qual gritava mais alto
(...)
me senti desamparada
procurei em mim um refúgio, um conforto e não consegui encontrar
mas encontrei na arte
a arte ampara
conforta
olhei, me apaixonei e chorei
a realidade destrói e a arte consola
A Penumbra do Âmago Melancólico.
Novamente volto à penumbra, um local onde meu âmago melancólico, que um dia virá a ser eu novamente, como uma força brutal da natureza, me obriga repetidamente a ser aquilo que mais me causa náuseas. Essa força me compele a contemplar gritos tenebrosos presentes em signos e códigos indecifráveis que ecoam aflitamente na imensidão oca que habita em mim.
Em vão, tento buscar uma alternativa, mas como Drummond disse, "os muros são surdos". Sinto-me forçado e aprisionado em um quarto decaedro que me puxa em direções opostas o tempo inteiro. No centro desse quarto, onde os gritos dão espaço ao vácuo, aquele ser tão deplorável dá lugar a apenas uma imagem: o "POR QUÊ?".
Banquete melancólico
Estou num abismo mas a minha estima está mais baixa
Está tipo o diabo me deu banquete de melancolia
Só para tirar a minha alegria
Mas fecho os olhos e digo que está tudo bem
Mas eu sei que não está nada bem
Já faz tempo que eu não durmo
É tantos conflitos no meu cérebro
Nem vou falar do coração porque está partido
Mas isso é só mais um porém...
Essa maldita vida me fez de refém
Já tentei mudar o rótulo da minha vida
Mas é sempre a mesma história
Eu não gosto ficar sozinho mas me sinto tão distante desse mundo
As vezes me pergunto se sou invisível ou transparente
Porque
Só sou visto quando estou diante de um espelho
Hoje vim pôr todas as cartas na mesa
E mostrar o que fica por trás do meu sorriso
Esse é o meu banquete melancólico
Onde o chá é depressão
E o pão
É a solidão...
Ao ouvir a melancólica melodia de Chopin,
O cheiro da camomila no ar
E o meu corpo totalmente inerte em meio a essa sensação:
um alívio, uma dor, ansiedade, caos...
Sentimentos sem explicação
Que alimentam o meu 'auto-desamor',
Vida, eterna caminhada
Nunca explicada,
Mas aberta para ser explorada.
“A vida começa aonde vocênão
sabee termina quando você
não quer, melancólicae
passageira comoo
sonhoquese
evapora
ao
amanhecer.”
Sem cinto, sinto que eu tô melancólico
Algumas drogas e muito vinho, mas calma, eu sou católico
Melancólicas
Avançamos
Em ciências
E
Tecnologias
A desejar
Em
Civilização
Em melancólicas
Sinécleses
Em
Depressão
"A solidão, embora possa ser uma companhia melancólica, é também um retiro profundo onde a alma encontra espaço para refletir, autoconhecer-se e florescer na quietude do próprio ser."
Inverno frio chega de mansinho
manhãs ensolaradas de ventos suaves.
Noites melancólicas, voam em pensamentos
procuram um momento, uma lembrança.
Essência de amor, ausência de dor
alma que se desnuda diante da paixão.
Quatro paredes quentes, doces de ternura
adorno dos teus beijos, mimos e sorrisos.
Adormeço no dias longos, horas lentas
como um rio que transborda de agonia.!!!
O jeito é voltar á velha rotina de ser um jovem poeta, escrevendo melancólicas frases pra ver se um dia essa felicidade que por um tempo me pegou, volte!
Ignorar quando a dor te torturar
E as vozes importunar
O seu coração melancólico e vazio
Vacilar quando a dor se manifestar
E mesmo assim clareie seu rosto com alegria
Sorriso, o sinônimo de agonia.
A mesma esquisitice de sempre:
Alegre, porém melancólica,
Triste, mas feliz.
Mistério exacerbado de sentimentos,
Sentidos turvos,
Uma tempestade de paradoxos.
Sou o patinho feio do mundo,
O mais bonito do qual já se ouviu falar,
Audaciosa,modesta.
Escrevo isto sem rir!
Conto piadas que não me afetam,
Mas fazem surtar quem as escuta.
Talvez psicopata,
Amante da luz boa —
A que cala o mal,
Abraça o bem
E retém a escuridão para si.
Fumada, bebida e comida —
Eu sou tudo e nada!
Só estouro com moderação
E pondero com demasias.
Gosto dos ruídos produzidos pelos flagelos do coração.
O Irmão
de: manoel jonas
Todos os sonhos acabam sempre do mesmo jeito,
com o fim melancólico, o adeus inevitável.
A despedida traz saudades que pesam no peito,
e a frustração de não ter vivido mais aquele instante memorável.
Conversas antes da partida, tão imprevisíveis,
pareciam um momento eterno, suspenso no ar.
Mas o silêncio que chega depois é insuportável,
e só resta a lembrança do riso solto antes de te deixar.
Sonhamos juntos, desenhamos planos sem saber
que jamais os realizaríamos lado a lado.
Agora a saudade ocupa todos os espaços,
onde antes existiam sorrisos, abraços e passos.
MEUS VERSOS (soneto)
Meus versos, assobio do vento no cerrado
A alma melancólica devaneando na rima
O sentimento escorrendo de sua enzima
Do grito do peito do sonho estrangulado
Mimo das mãos no verbo que a alma lima
Ternura na agonia, voz, o lábio denodado
Galrando sensações num papel deslavado
Que há no silêncio do fado em sua estima
Os versos meus, são o olhar em um brado
O gesto grifado no vazio sem pantomima
Vagido da solidão parindo revés entalado
Meus versos, da alacridade me aproxima
Me anima, da coragem de haver poetado
Ter e ser amado, o telhado, riso e lágrima.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Abril de 2017 - cerrado goiano
Amores perdidos
Anda pela estrada melancólico.
Quantos amores foram perdidos...
Habita em seu peito um coração pulsante
pela dor completamente ferido.
São demais os perigos da vida.
Depois de cada curva o que pode encontrar?
Nas noites mais escuras...
Segue trôpego seu caminhar.
É tão grande esse espaço.
São tantas rotas pra seguir.
O que virá depois do próximo passo.
Só... sente só vontade de pra bem longe fugir.
No caminho
Solitário
Segue solitário uma estrada triste, melancólica.
Amores perdidos... passos desperdiçados...
Em seu peito habita um coração pulsante...
Pela dor sentida completamente ferido.
Só buscava um hoje diferente do de antes.
Tantos são os perigos da vida.
Depois de cada curva o que pode encontrar?
No fim da rua o que lhe está a esperar?
Noites mais escuras...
Segue trôpego seu caminhar.
Imenso esse espaço por onde vagueia.
São tantas rotas pra seguir.
Sente-se preso por amargas teias...
Sofre com o medo de não conseguir: o próximo passo, apagar as lembranças, ferozmente prosseguir.
O que virá depois do hoje cinzento?
Que sentido seguir no cruzamento?
Olhar perdido.
Pés machucados.
Coração pelos enganos envenenado.
Só... sente só vontade de para bem além do agora fugir.
Manequim
Naturalmente esperançosa
Naturalmente desesperançosa
Lamentavelmente melancólica
Pacientemente sem pressa
Enganadamente no aguardo
Terrificamente dialética
Surpreendentemente útil
Explicitamente chorosa
Densamente tristonha
Caladamente gritante
Curiosamente forte
Vitoriosamente tenra
Tardiamente estudando
Saudosamente suportando
Cuidadosamente ponderando
Normalmente arrependendo
Milagrosamente adormecida
Redencialmente tentando
Desesperadamente ansiando
Inevitavelmente aqui
