Meio
Nenhum ser humano, pode esfriar a luz do Sol. Nem mesmo apagar a luz da Lua!
Em meio essa utopia; quem sou eu?
Para tirar do meu coração essa saudade sua !
No meio deste vasto nada de pessoas vazias, à àquelas que vão contra a natureza humana e são tão intensas quanto a gravidade que nos mantém no lugar
as veze, mim sinto so, mesmo estando no meio de, tanta gente,
Talvez seja apenas uma fase,
Mas como já está dito
"Talvez"
Meu coração ainda dói
À dor da saudade me destrói
Mim sinto meio confuso
Dentro de mim tá muito escuro
Assombro
O nó seco na garganta
O meu passo meio manco
Nada disso me espanta
É preciso ser bem franco
O Terror que me encanta
vem da alma sacrossanta
dessas páginas em branco
Passo
Sinto aperto no meu peito
Sigo andando meio manco
Sigo, canso e me deito
Sinto, tenho que ser franco
Num poema tão sem jeito
Eu percebo só ter feito
outra página em branco
Nossa vida não apenas transforma inúmeras. É o transporte, o meio, o portal de outras, entrelaçando caminhos do passado e do futuro na esquina do presente.
Acordei meio abatido, pensei ter sido engolido pelas frustrações do dia passado, mas sempre ao meu lado meu bom e velho livro o mesmo que foi escrito a milênios já transformados.
Talvez quem ouça não creia mas minha fé é segura e não há altura que desafie meu consciente, tentando desesperadamente me tirar o norte no balanço da morte desta vida consequente.
Ah! Como sinto sua falta…
Sinto falta da cor única de seus olhos.
Verdes meio bagunçados.
Sinto saudades do seu cheiro o aroma do Galbe que você impregnava o ambiente.
Quem dera por um minuto te sentir aqui.
Na verdade eu nem sei mais onde estou.
Talvez num mundo paralelo…onde não há sorrisos, alegrias.
Eu fui embora, e você ficou com a melhor parte de mim.
Se um dia encontrar isto saiba.
Ninguém te amou como eu te amo e sempre te amarei Fábio Sanchez.
Tua Re
Re Pinheiro
“FATEOR”
Tu vês, ó poesia. Estou desapontado
Calado, num emaranhado de ilusões
Em meio a várias inquietas emoções
Nesta tarde de verão, cá no cerrado
O céu no azul imenso de sensações
A saudade que fica aqui do meu lado
Definhando o peito, e já tão apertado
Nada me confortas, tudo imensidões
Estou acabrunhado, só, tão perdido
Em uma voragem dum amor dorido
Que hauri de vozear, correr e passar
Tu vês, minha poesia, quanta solidão
Se o choro alivia minha alma, em vão
Deixando o dia triste com triste olhar...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
11, março, 2022, 13’19” – Araguari, MG
Na sua mudança pra nova vida,eu sabia que não tinha espaço nenhum pra mim,então pulei do meio de toda tralha no caminho,arranhões,escoriações por toda parte,mas o amor próprio intacto.
No meio do caminho tinha o tropeço, o tombo e a dor; mas também tinha o recomeço. Se você crer, Deus faz tudo novo.
O nosso tom de voz diz muito a respeito da imagem que transmitimos para as pessoas. É por meio dela que conseguimos identificar o estado de espírito, e as nossas emoções e outros aspectos psicológicos que devemos considerar, relacionados à troca de mensagens verbais entre as pessoas.
Me sinto puro em minha pureza, mesmo que deixado para trás em meio aos escombros de desilusões que eu sabia que eram monstros de fumaças que passam e ficam a dor dolorida real, como um doce quente raio de sol. c.m.
É fácil enxergar os brilhantes, aclamados, notáveis, que se destacam no meio da multidão, difícil é enxergar os pequenos, esquecidos e oprimidos. Quando você aprende a enxergar e a valorizar a grandeza dos pequeninos, grande também você se torna.
O aprisionamento da ignorância, tem várias celas espalhadas no meio da Sociedade, das mais variegadas e disfarçadas formas. É o mecanismo de manipuladores para terem em superabundância, o máximo de prisioneiros.
O conhecimento e a instrução, são as chaves desse tipo de prisão e a concessão do satisfatório prazer dessa LIBERDADE.
