Medos
Não me aponte o dedo
Não me jogue pedras
Não me entregue medos
Não me corte asas
Não me tire os sonhos
Não me peça calma
Não me roube músicas
Não me leve as rosas
Não me abandone !
31/08/2017
Sinto o o sol
Queimando meus medos
Desvendando segredos,
Sinto fogo, luz !
Sinto o sol
Tocando minha Pele
Arrepiando meus olhos,
Vejo luz, voz...
31/08/2017
Recordo-me dos medos
que este mundo "perfeito" me deu,
Aprisionando-me em minha própria mente
E inundando-me com falsas ideias de igualdade.
No profundo mar de solidões do peito, existem medos que te tornam vulneráveis, os seus olhos percorrem seus medos em pontes imagináveis.
Um brilho no horizonte de uma frase indecisa, as sombras sobem o monte em terras que homem não pisa, no pergaminho encontrei saudade e também flores pela manhã, ao brotar de uma semente ou no sabor de uma maçã.
Não gritei esperando que me escutassem, apenas que me sentissem, no romper da nova aurora, apavora quem está no escuro, na luz apagada de um quarto fechado com um pensamento mais maduro, maduro para acreditar que as flores nascem no verão e morrem no outono, no horror da morte fria, leva vida e tira o sono. Sem dono o amanhã nasce com plano de mudar mais uma vida de um jovem se espressando, jovem talvez na idade, tola é fraca maturidade. Amuleto dos sete sonhos me mostraram a verdade, através de um pesadelo seja sonho ou o que for, nada irá mudar o mundo se não o tal do Amor.
APAGA AS VELAS DO MEU SONHO
No profundo mar de solidões do peito, existem medos que te tornam vulneráveis, os seus olhos percorrem seus medos em pontes imagináveis.
Um brilho no horizonte de uma frase indecisa, as sombras sobem o monte em terras que homem não pisa, no pergaminho encontrei saudade e também flores pela manhã, ao brotar de uma semente ou no sabor de uma maçã.
Não gritei esperando que me escutassem, apenas que me sentissem, no romper da nova aurora, apavora quem está no escuro, na luz apagada de um quarto fechado com um pensamento mais maduro, maduro para acreditar que as flores nascem no verão e morrem no outono, no horror da morte fria, leva vida e tira o sono. Sem dono o amanhã nasce com plano de mudar mais uma vida de um jovem se espressando, jovem talvez na idade, tola é fraca maturidade. Amuleto dos sete sonhos me mostraram a verdade, através de um pesadelo seja sonho ou o que for, nada irá mudar o mundo se não o tal do Amor.
SIM E DEPOIS
Sim
E depois?
Abraças-me com força
Roubas-me os medos
Sim
E depois?
Pegas-me na mão
Dizes que me amas
Roubas-me o coração
Sim
E depois?
Entrelaças-me os dedos
Encostas-te a mim
Olhas-me com ternura
Sim
E depois?
Beliscas-me a pele
No desejo que sentes
Sim
E depois?
Acordo feliz
Por amar-te tanto
No meu doce respirar
Sim
E depois?
O café está quente
Nasce de um novo dia
No verbo amar
Sim
E depois?
Amo-te.
🌷🍃🌹🍃🌼🍃🙏💕 2017
SOMOS TODOS IGUAIS
Iguais somos todos
Na alegria, no choro
Medos e nos denodos
Pela vida, com ou sem decoro
Nos inícios e nos finais
Na mudez e no coro
Somos todos iguais...
© Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
07 de outubro, 2017
Cerrado goiano
O medo que impede
O medo que nos deixam parados
O medos que acaba com nossas atitudes
O medo que coloca pensamentos negativos, que nos impedi de agir
Antigamente eu tinha medos dos bois na roça, hoje tenho medo de pessoas chamadas de seres humanos. 💭
Ele tem sonhos, anseios e medos. Ele tem virtudes, qualidades e defeitos. Ele ter certezas, clareza e indecisões. Ele tem coragem, ambição e cautela. Ele tem amor, carinho e cicatrizes. Ele é um humano, imperfeito e feliz! Ele é o que ele quiser. Ele tem o poder!
Nunca enfrentaremos os nossos maiores medos enquanto não dermos o real valor das nossas maiores conquistas.
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