Mediocridade
A diferença entre a mediocridade, e a excelência, e que a excelência está relacionado com a superação e transposição de cada situação resolvendo problemas ao invés de cria-lós. E a mediocridade, está relacionado com a exposição do problemas, e na sua inabilidade em resolvê-lo com sabedoria.
A comunidade acadêmica não deve sentir-se cômoda na mediocridade,
mas sim protagonista do progresso da coletividade.
O ápice da mediocridade é por os outros de joelhos, para se ter a falsa sensação de que está crescendo.
Praticamos a mediocridade a medida que tentamos nos mostrar superiores aos outros...
que tentamos impor nossa presença, desejos e necessidades...
que criticamos ou tentamos desabonar algo ou alguém!
Respeito, confiança e admiração são reflexos de caráter, humildade, boas atitudes e ações consigo e com o próximo, e essas características, nao podem em hipótese alguma ser impostas e sim conquistadas.
Vivemos uma falsa esperança de recompensa pós-vida, permitindo a proliferação da mediocridade e da contemplação da própria desgraça justificada por um futuro incerto e eterno.
A mediocridade diz: está bom.
A excelência diz: você pode ir além. Precisamos escolher as vozes que queremos ouvir!
Tenho muito respeito pelos jornalistas, mas pelos jornalistas, não pelos que procuram a mediocridade, a hipocrisia, alguém para bajular, o dinheiro, o poder e a fama.
É bom ver a mediocridade se se enchendo de orgulho vazio e alardeando que "quase conseguiu" alguma coisa.Eu não divido minha atenção a quem não realizou nada.
A mediocridade humana é tão grande que, há pessoas que só sabem julgar pela aparência e não conseguem ter a sensibilidade de ver as profundezas da alma humana.
Se eu me frustrasse a cada vez que me deparo com a mediocridade humana, jamais teria tentado mover uma palha para libertá-la de sua própria ignorância.
E nada do que faça agora, poderá munda o meu ponto de vista
sobre a sua triste mediocridade e falta de personalidade!
“Tem que se usar de extrema mediocridade para transformar e tratar uma questão sentimental como questão material. É ainda mais medíocre que o mais medíocre dos miseráveis quando isso se torna unanime em nosso julgamento e convicção. E entre os que assim procedem existem aqueles que ainda insistem em dizer que acreditam em um deus de amor, a não ser que esse deus seja o dinheiro e os sentimentos destes seja moeda de barganha.” (H. Musashi Ribeiro)
