Me Deixa que hoje eu To de Bobeira
RELEVO SENTIMENTAL
Às vezes, sou um abismo tão profundo,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Sinto vertigem – caindo-me nas entranhas do mundo.
Às vezes, sou uma planície tão extensa,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Perco-me num horizonte vago – sem fim.
Às vezes, sou um deserto tão escaldante,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Não sei se paro ou sigo adiante.
Às vezes, sou um planalto tão irregular,
Que, ao olhar para dentro de mim,
Embrenho-me em depressões cheias de espinhos e cipoal,
Cercadas de montanhas difíceis de escalar.
No mais das vezes, apraz-me ser este relevo,
Pois, ao olhar para dentro de mim,
Sou nova paisagem a cada dia,
Não conheço monotonia:
Se hoje sou depressão;
Amanhã, sou majestosa montanha,
Com meu olhar otimista,
Olhando o mundo a perder de vista;
Depois de amanhã, sou verdejante colina.
Com flores, pássaros e rios de água cristalina –,
Sou vida que não conhece rotina.
Mesmo se o dia for nublado ,o sol sempre brilhará em sua vida!
Acredite !
As vezes é preciso chover ou cair uma tempestade em nossas vidas, para que saibamos que existe a luz do sol e de DEUS, para iluminar nossas vidas e fazer brilhar novamente ,nosso sorriso e aquecer nossos corações !
AMAR É ....que saudades do romantismo !Agora só dá Smartphone !
CRÔNICA DA VIDA VIRTUAL 1
autor: Gilberto Braga
AONDE FORAM PARAR O AMOR, O ROMANTISMO ....?
Na lua de mel ...não se larga o smartphone...o tablet...o Note...
E enquanto isso....o romantismo..o amor....o namoro...tudo trocado por essas malditas teclas !
Que pena !
Não se namora mais, apenas se: curte ...compartilha....adiciona ....
Que falta de criatividade!
Larga esse celular gente !!!
Se namora por celular...se casam pelo smartphone !!!
Caramba !!
Bons tempos do : AMAR É ....que não voltam mais !
...Às vezes recebemos grandes lições de quem nem imaginamos. As prostitutas ficam como sempre, esperando por algo melhor para suas vidas. Quem sabe um dia serem reconhecidas como gente.
" Feliz é o homem que constrói sua história. Mais feliz ainda é aquele que sobrevive para conta-la..."
Apego é ilusão
Ninguém pertence a ninguém.
Quanto mais teimosia a pessoa tem vibrando no apego, mais sofrimento ela terá e ou várias pessoas entrorno terão.
A vida é escola de aprendiz.
Ninguém veio só para ensinar.
Lutar contra o que sua alma quer é ir contra seu plano reencarnatório que foi traçado por você mesmo, junto a espiritualidade.
Pais não são de filhos, filhos não são da mãe e ou do pai, são da vida, do universo, de Deus...
São espíritos encarnados vivendo em suas experiências individuais.
Um dia, durante o desencarne, todos terão que se separar por um determinado tempo.
Ou porque o trajeto de cada um não será mais lado a lado mas pode ser paralelamente e se cruzando, se houver possibilidade.
Todo temos em parte uma trajetória diferente um dos outros. Que pode diferenciar por experiências a serem vivenciadas.
É preciso muitas vezes maturidade na aceitação para que a necessidade de resgate, o aprendizado e os planos de Deus sejam realizados.
Por favor... A conta deste amor!
Este som é meu ritmo...
Sim... Letras com teu nome!
A linguagem que entendo,
O número que ligo na fome.
Entrega meus pedidos,
Sacia-me... Fecha porta!
Fica comigo...
Este pedido não se anota.
Retira a minha roupa...
Com teu olhar me rendo!
Incendeia meu corpo,
Deixa teus vestígios...
Quero de tudo um pouco,
Teu amor, mimos e perigos...
E do mundo me desligar.
Vou roubar tua paz!
Aprisiona-me no teu peito,
Como feitiço que não se desfaz...
Deixa-me de amor tonta!
Saciada de amor, tudo aceito...
Inclusive, no fim de tudo... A conta.
DO JEITO QUE O CALHORDA QUER
“O montealtense sempre se mostrou forte e com potencial de desenvolvimento em vários âmbitos quando unidos, mas como a política sempre nos divide não avançamos e, vivemos sempre estagnados pela nossa divisão.”
Será que nos falta uma iluminação para um dia entendermos que a divisão em nossa sociedade só faz mal a nós mesmos? Gostaria que os jovens de hoje rompessem com o pensamento obsoleto que nossos antepassados (pais, avós, tios e tias mais velhos) trazem consigo. Se pararmos para pensar um pouco iremos perceber que estamos do jeito que os calhordas que nos governam querem — pouco pensantes no coletivo e preocupados com partidos, grupos e interesses pessoais — o que facilita a atuação de maus gestores que se explicam dizendo que o outro é pior, mas nunca fazendo algo melhor do que se existe. É mais fácil dizer que é melhor que fulando porque fulano é pior, difícil é fazer melhor que si sem se comparar com o nível abaixo.
Se olharmos nossa história, em momentos que a população se uniu, a cidade prosperou; o caso que mais gosto é o de que a população se juntou para construir a cadeia publica e comprar o casarão Botelho de Andrade para ser a sede da intendência, ou no exemplo recente de um mutirão para construção de uma via-sacra diante a igreja matriz, e o que dizer de católicos e até protestantes juntando recurso para proteger o patrimônio cultural — a restauração das imagens — e mais recente contra a instalação de torres eólicas na Serra dos Montes Altos. Nesses momentos em que os gritos de “meu partido”, “meu candidato” saem de cena e entram as falas de “nosso patrimônio”, “nossa cultura”, “nossa cidade” vivemos momentos que fazem de nós uma cidade pronta para o progresso! Pronta para viver com melhor qualidade de vida.
Minha gente, sabemos que até hoje nunca fomos administrados por bom gestores, como eles próprios dizem só são menos piores que os da mesma laia. Não concorda comigo? Me diz então qual deles garantiu um progresso realmente em que o povo pudesse sair da rédea que lhe garantia voto?! É fato que todos nós hoje já olhamos para o rosto daquele para com que partidariamente não tem a mesma opinião e deixamos transparecer na face a imagem de “eu sei que em quem eu voto também não é boa coisa”, já sabemos que os que fazem política hoje em nosso município estão com vida feita e preocupados apenas em mantê-las.
De fim, deixo para você uma indagação, e aí vai continuar a ser um boçal preferindo A ou B, ou vamos todos juntos cobrar independentemente de quem seja o gestor o melhor para todos? Desejo que alcancemos a iluminação de consciência de uma sociedade que presa pelo melhor para todos.
Reconhecer-se frágil, falível, limitado...
é onde começa a busca
pelo nosso melhoramento.
Ruth Paes Araújo e Cika Parolin
Neste mundo de maldades não tem mais o inocente. O que tem, isto sim, por todo lado, é o esperto ao contrário.
Harmonia das Diferenças
Você já pensou que o nosso grande problema, nas relações pessoais, é que desejamos que os outros sejam iguais a nós?
Em se falando de amigos, desejamos que eles gostem exatamente do que gostamos, que apreciem o mesmo gênero de filmes e música que constituem o nosso prazer.
No âmbito familiar, prezaríamos que todos os componentes da família fossem ordeiros, organizados e disciplinados como nós.
No ambiente de trabalho, reclamamos dos que deixam a cadeira fora do lugar, papel espalhado sobre a mesa e que derramam café, quando se servem.
Dizemos que são relaxados e que é muito difícil conviver com pessoas tão diferentes de nós mesmos. Por vezes, chegamos às raias da infelicidade, por essas questões.
E isso nos recorda da história de um menino chamado Pedro. Ele tinha algumas dificuldades muito próprias.
Por exemplo, quando tentava desenhar uma linha reta, ela saía toda torta.
Quando todos à sua volta olhavam para cima, ele olhava para baixo. Ficava olhando para as formigas, os caracóis, em sua marcha lenta, as florzinhas do caminho.
Se ele achava que ia fazer um dia lindo e ensolarado, chovia. E lá se ia por água abaixo, todo o piquenique programado.
Um dia, de manhã bem cedo, quando Pedro estava andando de costas contra o vento, ele deu um encontrão em uma menina, e descobriu que ela se chamava Tina. E tudo o que ela fazia era certinho.
Ela nunca amarrava os cordões de seus sapatos de forma incorreta nem virava o pão com a manteiga para baixo.
Ela sempre se lembrava do guarda-chuva e até sabia escrever o seu nome direito.
Pedro ficava encantado com tudo que Tina fazia. Foi ela que lhe mostrou a diferença entre direito e esquerdo. Entre a frente e as costas.
Um dia, eles resolveram construir uma casa na árvore. Tina fez um desenho para que a casa ficasse bem firme em cima da árvore.
Pedro juntou uma porção de coisas para enfeitar a casa. Os dois acharam tudo muito engraçado. A casa ficou linda, embora as trapalhadas de Pedro.
Bem no fundo, Tina gostaria que tudo que ela fizesse não fosse tão perfeito. Ela gostava da forma de Pedro viver e ver a vida.
Então Pedro lhe arranjou um casaco e um chapéu que não combinavam. E toda vez que brincavam, Tina colocava o chapéu e o casaco, para ficar mais parecida com Pedro.
Depois, Pedro ensinou Tina a andar de costas e a dar cambalhotas.
Juntos, rolaram morro abaixo. E juntos aprenderam a fazer aviões de papel e a fazê-los voar para muito longe.
Um com o outro, aprenderam a ser amigos até debaixo d'água. E para sempre.
Eles aprenderam que o delicioso em um relacionamento é harmonizar as diferenças.
Aprenderam que as diferenças são importantes, porque o que um não sabe, o outro ensina. Aquilo que é difícil para um, pode ser feito ou ensinado pelo outro.
É assim que se cresce no mundo. Por causa das grandes diferenças entre as criaturas que o habitam.
A sabedoria divina colocou as pessoas no mundo, com tendências e gostos diferentes umas das outras.
Também em níveis culturais diversos e degraus evolutivos diferentes.
Tudo para nos ensinar que o grande segredo do progresso está exatamente em aprendermos uns com os outros, a trocar experiências e valorizar as diferenças.
"Filhos amados. A palavra crise vem sendo pronunciada constantemente por meus irmãos na Terra. De fato, o momento é de crise inegável nos mais variados campos da atividade humana. Mas nada se encontra fora do controle do Pai que nos ama, e se Ele permite a existência de turbulências é para que possamos extrair as lições para o nosso amadurecimento.
Na crise econômica, aprendamos a viver com mais simplicidade.
Na crise da solidão, aprendamos a ser mais solidários.
Na crise ética, tenhamos posturas mais justas.
Na crise do preconceito, aprendamos a respeitar mais os irmãos que pensam diferente de nós.
Na crise espiritual, fiquemos mais pertos de Deus pela fé e oração.
Na crise do ressentimento, perdoemos um pouco mais.
Na crise da saúde, guardemos mais equilíbrio em nossa atitudes
Na crise do amor, deixemos o nosso coração falar mais alto do que o egoísmo.
Momento de crise é momento de um passo adiante.
Retroceder, rebelar ou estacionar, nunca.
A crise pede avanço. E se a crise chegou para cada um de nós, é hora de levantar, mudar e seguir em frente na construção de um novo tempo de amor e paz."
Bezerra de Menezes (mensagem recebida por José Carlos De Lucca, em 15/08/2015m
QUE SIRVA DE LIÇÃO PARA NÓS BRASILEIROS
"...Deploro o regresso a uma política externa que levou à destruição da França duas vezes neste século. Condeno o seu plano de abandonar a OTAN e a segurança conjunta do mundo ocidental. Não servirei à França sob as suas ordens, para fazer espionagem contra os Estados Unidos da América. Aviso ao senhor e ao mundo de uma conspiração monstruosa para criar a anarquia e entregar a França aos comunistas depois de sua morte.
Amo a França como o senhor afirma amá-la, e viva a digo que a traiu para promover suas ambições pessoais. Viva a França!
DOR NO CORPO E NA ALMA
Mais uma noite de insônia,
Uma noite comprida,
Uma noite doída,
Afirmo sem cerimônia!
É que as horas não passam
E a mente e a alma não cansam!
Dói o corpo extenuado, cansado
De tanto virar na cama
De um lado pro outro lado.
Dói a alma - o tempo parado,
Como um mágico cruel,
Traz-me à lembrança o ser amado
Deixando-me o gosto amargo de fel
Por ter e não ter quem amo e me ama:
Só a tenho na lembrança – que a chama!
Mas a quero em meus braços – na cama!!
INVERNO: ESPERANÇA E TRISTEZA
Todo ano, quando chega o inverno,
Vem-me à memória o inverno anterior!
Ou melhor, vem à memória a esperança
E o desejo que sinto todo ano – no inverno,
De não estar sozinho no inverno posterior!
Ano após ano, o inverno cada vez mais frio,
E minha esperança e meu desejo – não se cumpriu!
Fico a sonhar como seria uma noite de inverno
Sentindo o aconchego da pessoa amada,
Com ela abraçado, sentido o frio vento na face,
E o calor do amor aquecendo a alma – apenas sonho!
Não sei por que, no inverno, sinto tanta solidão.
É como se fosse saudades de um distante inverno,
No qual fui muito feliz por dormir aconchegado
Nos braços de quem muito hei amado!
Solidão e saudades de alguém que perdi
Num distante passado – mas que esta aqui,
Dentro do meu coração triste e magoado!
Quando se aproxima o inverno, dentro de mim, hiberno!
Fico introspectivo, em meio à tristeza, uma esperança acesa:
Este ano não estarei só, encontrarei minha amada, com certeza,
E dormirei com ela abraçado, esquecerei os invernos passados,
Finalmente serei feliz, terei meu sonho realizado!
Mas, como já estou acostumado – mais um inverno só – meu fado!
E começa em minh’alma esperançosa o sonho do próximo inverno,
Passo o ano acalentado desejo de, com meu amor, dormir abraçado!
Este ano, frio inverno, olho no espelho, dizem-me, minhas cãs brancas
Que o tempo voa, que solidão é o preço que pagarei nesta encarnação!
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