Mato
Senti o vento,
passei...
vi flores
roubei,
dancei.
corri no mato
fui a lua,
Cantei.
Achei teus olhos
senti tua boca,
amei.
Fugi,
te encontrei !
"Saudade do café colhido no sítio, do cheiro de mato, da brisa fresca, da simplicidade, do aconchego, dos pedaços de mim que deixei pra trás.
Saudade do sotaque, saudade da minha gente, saudade da minha terra, da minha Minas Gerais."
O brasileiro precisa se atualizar! Ajudar a senhora que mora no beco, na rua, no mato, andarilha ou mendiga. Ajudar a entender a situação do país, essa ajuda exige paciência, conhecimento e vontade. Somente assim! o mal ensino no país irá partir, a falta de entendimento desta senhora se acabará e com isso haverá necessidade de mão de obra para produzir. Com excelentes gestores para mostrar nossa honra para fora sem que aja esse furto qualificado da moral e ética do brasileiro que no fim apenas prejudica o Brasil. E a senhora? O nome dela é "ignorância" com essa ajuda ela vai trocar seu nome que será "sabedoria" que fará o que sempre fez quando era ignorante andar pelos cantos do país em todos os buracos, mas depois disso transformará o que fazia por, agora, saber! ela formará uma família chamada pátria e por todos será amada.
"No embaço do ato do homem fardado eu sou igual a você bicho do mato na selva de pedra eu sou igual a você debaixo do sol soldado de guerra."
eu fico aqui cantando na favela porque eu não sou covarde eu mato e morro por ela.....
Mc Otavio sp - Pra Que Copa Do mundo
"Eu sou isso: ... a voz risonha, a brisa e o mato em pessoa. Sempre leve e fresco... Sempre trocando a folhagem e cheio de alvorecer. Mesmo no inverno, ainda me encontro em pleno verão. Sou simplesmente, o coração que pula pelos olhos. " (...)
Sou flor.
Sou folha seca.
Sou mato.
Sou flor do campo.
Sou flor bela.
Sou a flor de luz.
Sou flor de esperança.
Sou flor do amor
Sou flor dos seus olhos
e de seus pensamentos.
Sou flor da paxao
e do seu coraçao.
Sou flor de outono
e nao te abandono.
Sou flor de enfeite,
contigo para sempre.
Sou flor do senhor
para você meu amor!
Sergio Fornasari
O Espantalho meu amigo confidencial;
O espantalho o boneco simples do mato
Com suas roupas lindas de da inveja...
Seu caráter está invisível aos olhos, que toda boa
Artesã tem orgulho de fazer um boneco tão calado,
Mas com significado importantíssimo que nada teme!
Que venham os pardais! Seu caráter e coragem.
FRUSTRAÇÃO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
No meio daquele mato
uma cobra engole o sapo
de não engolir o rato.
PRIMAVERA
Te vejo correndo
como uma pluma branca, ao mato verde.
Corre, corre, pegue a borboleta
a borboleta da esperança,
na esperança de te ver.
Ao meio das luzes do sol, eu vejo.
Eu vejo seus coloridos, suas veias
eu vejo seus traços aperfeiçoados.
Você é a primavera, que encanta todos nós, meros coitados.
Ao saltitar, você toca as notas do piano
o piano da vida, que traz tons de vida
que fazem sorrir brilhamente.
Em tempos de hibernar, você dorme
para o nosso sol voltar
dorme, depois volte primavera.
De: Maiara dos Santos
Para: Fernanda Winter
Data: 04/11/2015
Hora: 09:39
Faxinei.. papéis velhos fora joguei... coisas que não servem mais... reciclei. O mato que sufocava as flores arranquei... As gavetas limpei, a mochila esvaziei... as dores pra trás deixei... as lágrimas sequei... - já me haviam dito que minha tristeza estava alta demais... incomodava os vizinhos... o sono deles em paz deixei...
Com a vida mais simplesinha daqui pra frente mais leve seguirei... mais sorrisos arriscarei... mais flores em vida darei ╭✿╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ
Nosso amor é algo interminavel,
como agua do mar, nuvens das paisagens sobre a serra,
Como mato verde que cobrem os pastos que viajamos semanalmente
Quanto prazer sinto até o seu corpo entrar em colapso,
Quanta leveza nos pulmões pressionados enconstados no lençois,
Quantos beijos..
Quando queremos mais
Como a expansão ervas daninhas que quebram as pedras,
o Amor e prazer se misturam mais do que você pensava antes de mim
Pense em quão rápido alguma paisagens mudam,
No amante, na grande ideia do jardineiro,
No troco do carvalho que se curva sob a flor vermelha
É como o barco, prestes a virar
recebe a correção
Com simples reflexão da mão
Carol, o Divino fez conosco o impossível
Usou a equação do sentimento versus tempo
E nos deu um ao outro, sabendo tudo que você precisava e quer.
Ontem capitão do mato
Hoje PM de farda
Violência e arrogância estampada
Nos olhos, na cara
Abuso de autoridade
Descarada
Só os filhos pobres da cidade
É que sentem a pancada
Negligencia do estado
Abandono social
Viva a copa do mundo
Quem precisa de escola,
Quem precisa de hospital?
Muleque vira a lata
E até assalta
Atrás de comida
Não acha nada
Pra comer
Tem que matar, tem que morrer
Pra sair bem como ladrão
No país da corrupção
Só de terno e gravata.
