Mas Vc Nao tem Culpa de Nao me Amar
MaL Da mUlhEr
Na verdade as mUlhEreS tem um mal muito feio que fazer para cm os homens!
Pos elas so valorizam o homem apos de perder.
Traduzindo
~Elas dao valor ao homem errado!
E dispresam o homem certo...
By: edgarsanpaiostellonemax@facebook.com
Quem tem Deus no coração, e no comando da sua vida, enfrenta qualquer problema com serenidade e esperança.
O ASSASSINO TEM QUE DAR SEU TEMPO SE QUER FICAR
O tempo para quem sofre e o tempo para quem causa o padecimento são sempre distintos. A urgência é do primeiro, o sufoco e o desespero. Não deixe que o segundo inverta os papéis.
O tempo para quem sofre passa empacado no remoer e esperar, pausado na história que pingou o sangue, mesmo que passeando por outras. O tempo para quem tomou um escorregão é sempre o tempo do precisar. Precisa de muita coisa do mundo que antes que não havia tamanha necessidade. Precisa de muito mais testes antes de dar uma nota, de muito mais labirintos antes de abrir uma porta, de muito mais evidências, de muito mais tempo. Precisa que até aqueles nos quais confia, deem uma nova amostra de que podem ser confiáveis. Precisa de um universo de comprovações, porque seus olhos não cansam de catar qualquer peça do hemisfério que possa causar um novo hematoma. Precisa que o criminoso faça algo para diminuir aquele impacto ou, no mínimo, precisa que alguém o ajude a fazer o tempo ser tempo de novo. Quem está nesse tempo é quem pode exigir, quem está nesse tempo é quem pode reclamar e indagar.
O tempo para o destruidor passa, mesmo que sentindo a culpa, mais brando. O matador não precisa de hospital, de remédio ou de explicação. Ele navega saudável pelas retas inclinadas. Não o pertence a falta de ar. Ele não tem direito ao protesto, não tem permissão honrosa para dar queixas. Ele tem um tempo que passa, um tempo que não o enche de dúvidas e itens que trituram seu relógio com o passado fazendo ecos inescapáveis. O tempo da revolta não o pertence, a sua obrigação é apenas a de afagar o tempo do sofredor ou de ir embora, não de se fazer de ferido também. Porque ele tem o tempo, para ele a vida anda, ele não precisa estancar o buraco.
Para quem sofre, um dia emenda no outro e a cama não significa uma pausa para um novo nascer do sol, é somente um descanso entre abrir o corte mais uma vez. Para quem sofre, o tema foco é sempre o mesmo, ainda que não seja citado. Para quem sofre sempre há o incômodo de tentar entender como pode o cruel continuar a dirigir. É sempre preciso parar no ponto que machucou e reler, é preciso que o malvado releia também. Não há uma paz total até que o vilão pare o seu tempo e volte para a injúria ou até que o tempo passe o suficiente para que aquele que sofre, já não seja mais sofredor. Mas ainda assim, mesmo depois de anos, mesmo após o tempo aprender a passar de novo, só quem pode fazer reivindicações sobre o tempo em que houve a mágoa, é quem parou seu tempo por estar debilitado, por estar doendo. Nunca, jamais, o assassino pode fazer requerimentos enquanto o espírito da sua vítima fala.
Quem tem que ter paciência não é o sofredor. Ele pode gritar o quanto quiser. O seu relógio está pausado no roxo da sua garganta. O sofredor é quem necessita. Ele não tem que esperar por nada, ele pode querer agora, ele pode querer com velocidade, é tudo emergência para quem tem a faca cravada em si.
Quem tem que ter paciência é quem feriu. Paciência para provar que pode continuar ali e para não dar um "ai" de objeção enquanto tenta se redimir. Paciência para ouvir as inúmeras vezes sobre o seu erro saindo da boca do golpeado, sem poder tentar se justificar por meio de deslizes alheios. Paciência para entender que o tempo de quem foi sofredor sempre fica um pouco parado e retrocedido. Paciência sem exigir, jamais, que o maltratado tenha paciência. Paciência para sempre ter tempo de ter paciência. E se o violento não tiver a paciência, é simples, tem que correr para a segunda e única outra opção: a de se mandar. E deixar, de longe, bem longe, que o tempo do ferido possa aprender a dar seus tic-tacs gradual e novamente, sem nunca voltar com algum grito de guerra sobre o tiro que cometeu.
O esfaqueador tem que dar seu tempo se quer ficar, se quer misericórdia. Tem que doar com gosto seus ponteiros para o ensanguentado, porque das horas do atingido ele já tirou uma parte.
O tempo para quem sofre e o tempo para quem causa o padecimento são sempre distintos. A urgência é do primeiro, o sufoco e o desespero. O machucado não deve permitir que quem não sabe entender seu alarme prossiga em seu tempo.
Tem horas que desejamos um "golpe da sorte" que nos livres do que está travado em nossas vidas. Daquelas áreas que não andam. Esquecemos que tudo é resultado de nossas próprias escolhas. Então pare e pense: nestas áreas, você repetiu as mesmas decisões? Ou não investiu em promover as mudanças necessárias? Tudo depende do ângulo entre o que muda e o que não flui em sua vida!
O Brasil deve ser o único país onde quem tem mais acesso à informação insiste em ser mais ignorante do que aqueles que não o tem.
Para o meu amigo que tem um amigo que perdeu a sua querida…
Hoje escrevo para todos e para alguém especial, hoje escreverei sobre o meu país que carrega esperança através das suas cores, das suas pessoas e seus costumes. O meu país não é velho nem novo, tem a idade do tempo, e o tempo sabe-se lá que idade tem!?
Hoje falarei para todos e para um amigo especial, que tem alma pura, que sente e sofre por todas nós, Mulheres e crianças, por todas mulheres que carregam no ventre o peso do amanhã e de África nos seus retalhos: família, trabalho, comida, prosperidade, tristezas, lutas, vitórias, derrotas, luxuria, vulnerabilidade, amores e desamores. Mulheres que devem parir um macho para que elas sejam dignas de orgulho e sejam reconhecidas no clã como boas mulheres, o que é isso de ser boa? Não entendo, mas continuemos, falo daquelas que são consideradas boas parideiras, a escolha acertada, bem vistas pela sogra, por aceitarem caladas e em dobro aquilo que elas viveram de mais amargo, como se de um troféu falássemos! A essas mulheres exige-se um macho e se não vier que faça pelo menos filhos fortes e saudáveis! Se porventura fêmea pariri, não será renegada mas, será preterida, não será excomungada, mas, será olhada de lado, embora para os anciãos mais vale fêmea que pode parir que mulher estere, porque essa última será devolvida por seu ventre ser oco, ou por seu Homem não dar filhos (blasfémia, Homem que é Homem, sempre dá filhos!?!? Dizem…).
Mas, meu amigo é de longe e não entende muito bem o tempo do meu país, mas ele tem compreensão apurada para o amor e a dor que são universais, por isso escreveu-me que sentia muito o sofrimento das mulheres moçambicanas e eu compadeço dessa dor tamanha, nós mulheres, somos um megapixel no dito “mens world!”, enfrentamos diariamente dramas socias e culturais, de afirmação, de posição e o pior de todos centra-se na saúde! Meu país, que tem o tempo do tempo, também é doente, logo sua saúde física e espiritual também padece de males maiores, de cuidados intensos, de ligaduras, pois sofre constantemente de escoriações e de feridas expostas. Hora vejamos, como se justifica que nos dias de hoje mulheres e crianças morram no parto? O que nos falta para priorizar a vida, se ela é que será o garante de um Moçambique de um novo tempo? De votos renovados e de esperanças e conquistas sábias?
Quando o meu amigo me falou sobre este assunto, tentei perceber donde ele vem, para saber de onde sou. Eu sou do lugar em que a história castigou sua evolução e que o presente castiga a sua afirmação e dignidade. Ele vem de um lugar distante em que a saúde e a vida são prioridades e valores essências do seu país em que o tempo tem mais tempo do que o meu. A vida lá, não é alienável, não porque não se morra, morre-se sim de outros males, morre-se de solidão, de solidariedade ao vizinho, de corrupção, entre outras coisas mas, não falarei disso agora e aqui, porque o que falo sobre o meu país é mais profundo, mas urgente, mais nauseabundo!
Assim, decidi pesquisar sobre tema, para falar com mais propriedade, para não ser leviana e quando começo a pesquisar deparo-me com a seguinte manchete! “Em cada 100 mil nascimentos, 520 mães perdem a vida por complicações durante o parto no país. Estes números são constrangedores, quando comparados à realidade europeia (aqui acrescento não se trata de comparar, não está bem e pronto! Pois vidas não se comparam!), onde morrem apenas 5 a 6 mulheres durante o parto. O problema deve-se à falta de unidades sanitárias.” (…) “todos os anos, cerca de 86 000 crianças recém-nascidas morrem antes de completar o seu primeiro ano de vida, e outras 38 000 morrem antes de atingir os cinco anos – quase 340 todos os dias”.
Queridos amigos moçambicanos, vamos olhar para dentro de nós e acordarmos para esta realidade, vamos lutar por um melhor Moçambique, como mais dignidade, com mais saúde e com mais esperança, vamos exigir uma correcta aplicação dos nossos impostos, vamos ser participativos e donos dos nossos destinos e bater o pé quando o que não for certo alienar o bem mais precioso que temos…a VIDA!
P.s. querido amigo, que te quero tão bem, um abraço meu ao teu amigo, talvez tu longe onde te encontras poderás dedicar um pouco do tempo para ajudar o meu país que é novo no seu tempo mas velho nos seus lutos!
Inn Sheila Miquidade, Maputo, 10 de junho de 15.
O beijo tem que ser quente, aquele que vem e tira o fôlego, que deixa um gosto de quero mais, aquele que deixa saudade mesmo. Porque beijo frio é como gelo derretido, não faz o mesmo efeito!
Tudo aqui é você.
Tem seu cheiro e seu toque nas coisas.
Seu perfume e seu calor.
Minha vida arruinada e meus segundos de tristezas.
Tudo é você.
Vivemos numa Era onde cada pessoa vive por si. Ninguém tem tempo para uma conversa olho no olho. Está faltando interesse no próximo. Faltam sorrisos reais, abraços calorosos, palavras amigáveis. As pessoas estão se perdendo nos seus mundinhos fictícios. Vejo um grande desperdício de tempo, de chances e de pequenos detalhes que fazem a vida ser maravilhosa. A vida virtual deve ser apenas um complemente da vida real. Amores tem ser vividos, não apenas sentidos virtualmente. Amizades tem que ter abraços, sorrisos e silêncios, e não serem somente contatos online. Falta o essencial, o real, o necessário. Que voltem as visitas em casa, as conversas intermináveis, a família reunida, os olhares, os flertes, a paquera. É preciso sugar, degustar e aproveitar todos os segundos da vida real.
A verdade é que tem muitas mentiras disfarçadas de verdades. Tem muita gente jogando sujo dando as cartas. Muita gente posando de santo pras pessoas, e por debaixo dos panos fazendo sujeira. A verdade é que as vezes me bate um desespero, em não saber até que ponto a maldade humana pode chegar. Até que ponto os lobos conseguem se disfarçar. Onde vamos parar? Mas há um Deus lá no céu que (tudo) vê. Que sonda os corações, que conhece verdadeiramente cada uma de nossas ações.
E de todas elas vamos prestar contas. Benditos sejam os limpos de coração, os que falam de Deus, e de Deus realmente são...
Tem pessoas que são como latão de lixo desses de rua: podem enfeitar, pintar, desenhar flores. Mas, na essência, continua uma lata de lixo.
Antes de alguem tentar entender o mundo tem que passar pela tarefa mais difícil de nossas vidas,entender si mesmo.
Deus sempre nos capacita
e cobra isso da gente,
para cada um de nós
tem um propósito diferente
(N.M.M.)
Torturas
Nada mudou.
O corpo sente dor,
necessita comer, respirar e dormir,
tem a pele tenra e logo abaixo sangue,
tem uma boa reserva de unhas e dentes,
ossos frágeis, juntas alongáveis.
Nas torturas leva-se tudo isso em conta.
Nada mudou.
Treme o corpo como tremia
antes de se fundar Roma e depois de fundada,
no século XX antes e depois de Cristo,
as torturas são como eram, só a terra encolheu
e o que quer que se passe parecer ser na porta ao lado .
Nada mudou.
Só chegou mais gente,
e às velhas culpas se juntaram novas,
reais, impostas, momentâneas, inexistentes,
mas o grito com que o corpo responde por elas
foi, é e será o grito da inocência
segundo a escala e registro sempiternos
(...) Basta um querer, um ir, um seguir, sem medo.
A gente tem que fazer a nossa frente... O nosso futuro... Fazer nossa própria luz. Fazer apenas o que vier e o melhor de nossas vidas que está por vir...
