Mãos
BRINQUEDO EM SUAS MÃOS
Fui apenas um brinquedo em suas mãos
Para assim navegar em min.
Minha tristeza por si só,
Não era bastante para nós dois.
Durante dias me consumi.
E todo tempo se passou.
Eu bobo não percebi.
Que era apenas um brinquedo em suas mãos.
Suas intrigas esqueçi, neste tempo que nos deixou.
Aquele seu beijo dentro do carro compreendi.
Que seria a última imagem em min.
Seu perfume me perseguiu.
E durante o dia todo tentei lhe esqueçer.
Por Deus o que mais deveria fazer.
Oque faço a voçê, se nem ao menos por perto o tenho.
Foge para assim não mais nos ver.
Nossa distancia tornou-se grande.
E assim nossa esperança se foi.
Sonhos lindos vivemos.
E hoje só à dor em min.
Este foi o pecado entre nos dois.
A marca que deixou não foi o mal que me fez.
E sim a dor das palavras ditas em horas de calor.
A que nos fez sentir, chorar, despertar.
Não sou assim perfeito para voçê
Somente desta forma podemos enteder.
Quem não passamos de brinquedos em suas mãos.
see the way he holds the stars in his hands
[veja o caminho ele mantem as estrelas em suas mãos]
see the way he holds my heart
[veja o caminho ele mantem meu coração]
God is a lover looking for a lover
[Deus é um apaixonado procurando por um apaixonado]
so he fashions me
[e ele se preocupa comigo]
“As palavras não são necessárias,
Apenas o toque de suas mãos e o perfume
do seu corpo Me faz sentir-se feliz por estar ao
Lado de quem amo.”
Para que servem peomas feitos com palavras escritas com as mãos de ditas com a boca, se o que importa são os sentimentos de um coração e os sonhos de uma alma apaixonada.
Queria não precisar ter pernas trêmulas, mãos em frio, copos vazios, camisas com o cheiro teu... Queria não querer antes, precisar de você, mas meus olhos fitam em roer de unhas o som que faz o aparelho de receber ligações tuas e temo e tremo e finjo estar tudo bem escrevendo assim comendo vírgulas períodos que conto num relógio imaginário me testando te testando somente pra saber até quando meu coração e meus lábios aguentam res(PIRAR) sem os líquidos teus e vendo o vento soprar no meu rosto o riso teu de quando desenhamos estrelas em paredes de quando desenhamos estrelas nos nossos corpos em dimensão sem amplidão e eu preciso dizer que amo você e resolvo pontuar para dar: ênfase para que alguém credite esses devaneios frenéticos!
Arrumo melhor a mala com os olhos de pensar em arrumar
Que com arrumação das mãos factícias (e creio que digo bem)
Acendo o cigarro para adiar a viagem,
Para adiar todas as viagens.
Para adiar o universo inteiro.
Volta amanhã, realidade!
Basta por hoje, gentes!
Adia-te, presente absoluto!
Mais vale não ser que ser assim.
Comprem chocolates à criança a quem sucedi por erro,
E tirem a tabuleta porque amanhã é infinito.
Mas tenho que arrumar mala,
Tenho por força que arrumar a mala,
A mala.
Não posso levar as camisas na hipótese e a mala na razão.
Sim, toda a vida tenho tido que arrumar a mala.
Mas também, toda a vida, tenho ficado sentado sobre o canto das camisas empilhadas,
A ruminar, como um boi que não chegou a Ápis, destino.
Tenho que arrumar a mala de ser.
Tenho que existir a arrumar malas.
A cinza do cigarro cai sobre a camisa de cima do monte.
Olho para o lado, verifico que estou a dormir.
Sei só que tenho que arrumar a mala,
E que os desertos são grandes e tudo é deserto,
E qualquer parábola a respeito disto, mas dessa é que já me esqueci.
Ergo-me de repente todos os Césares.
Vou definitivamente arrumar a mala.
Arre, hei de arrumá-la e fechá-la;
Hei de vê-la levar de aqui,
Hei de existir independentemente dela.
Grandes são os desertos e tudo é deserto,
Salvo erro, naturalmente.
Pobre da alma humana com oásis só no deserto ao lado!
Mais vale arrumar a mala.
Fim.
Nota: Trecho do poema "Grandes são os desertos"
Fecho os olhos procuro uma solução.
O tempo esta escorregando pelas minhas mãos...
E eu nem sei se o certo é esperar...
Anjos e demônios disputam meu coração
E eu não sei a quem devo entregar a minha alma
Você não esta aqui agora, para passar a mãos em meus cabelos,
E com um sorriso singelo me mostrar à direção
Eu fiz de tudo, e encarei todos os desafios que surgiram na minha frente
Mais ainda não venci...
Aprendi a controlar toda a minha energia, aprendi a falar com as ondas do mar
E acredite é lá que parece que eu consigo reencontrar o meu antigo eu
Podem me chamar de louca, mais não encontrarão mentiras nas minhas palavras
Nem toda a dificuldade do mundo poderá me parar
Eu apenas sou a brisa do verão
Apenas mais uma garota movida pelo coração!
Mais que maos dadas.
Eu finjo sonegar muita coisa, mas o amor me conhece dos pés à cabeça; os lados, lábios, dedos, sentidos... Cada curva, cada toque; sabe do meu gosto, do meu cheiro, sabe de mim, por inteiro, pleno. Briga, diz que não, e volta.
- Não, eu não te quero. – Beija-me os lábios, diz que vai ficar, que não vai me perder, e eu sorrio ingênua caindo em seu jogo.
- Beijo-te, amor. – Beijo por esperar que seja o último dos primeiros, que ele sugue cada insegurança despejada dentro de mim por suas mãos meticulosas que me manipulam feito ventríloquos. Sinto-me vulnerável, isso não me faria bem, mas a culpa é toda dele por ser um artista assaz.
- Para você deve ser comum viver de amores em amores. – E eu contesto com receio – Você já me amou? – Permanece um silêncio e o nervosismo me toma conta. – Então você já me amou.
- Eu te amo.
Uma falha de entendimentos alastra-se em minha mente. Por que ele jamais se avigora para evidenciar tão nobre cálice? Suo frio, em gotas, e diluo-me nas mesmas. Não sei o que fazer.
Ele morde e sussurra em meus ouvidos, beija-me o pescoço, e eu fico ali, entorpecida, mas volta a contemplar meus olhos.
- E o que podemos fazer quanto a isso?
- Beije-me.
Quem sabe...
Pulsando perfura-me o íntimo como que tal adaga outrora posta em minhas próprias mãos frias. Eu o sentia próximo, corpo a corpo, mas de minhas mãos longe; no côncavo das mesmas não permanecia. Ele apenas feria-me o dorso e ali deixava sua marca, – mesmo sabendo que meu corpo era dele, insistia em minutar suas iniciais na minha pele - ali eu o reconhecia, mas era fora do meu alcance. Minhas madeixas já não mais na curva dos ombros, logo seu perfume se ausentava das minhas noites gélidas. Queria-o por perto, dormir abraçado e no calor do mês de fevereiro, transpirar o mesmo suor que meu amor, quiçá pelo próprio ar cáustico de verão, quiçá por junto a ele por em prática nossa literatura tão delineada há tempos atrás por versos meus.
CIRCUNFLEXO
Quando me chegas colada a mim
Eu te afianço os cuidados das minhas mãos
Como se fora uma ode para ti
E me esguicho frente aos teus olhos
Tornando-me rio de águas de cristais.
Para o meu infortúnio
Tu pouco me abraças
E neste desejo calado
É que eu te amo amordaçado.
Me ponho a olhar para o meu jeito
Nma postura bem comum e torturada.
Entregues a ti, os meus braços me castigam
Refreio em minha boca algum gesto
E me perguntas: como vais comer
Como vais beber do que tu gostas
Como, depois, desta besteira
Vais acariciar novos amores?
Recostado em mim na posição de escora
Um anjo dorme seu sono do céu
E quando acordas da premonição acertada
Falas o meu nome e me dá-me
Tudo o que tinha apagado de mim
E tudo o que me fazia falta.
OUTRA ESTAÇÃO
Nada explica um sentimento tão grande
Sentir-se nas mãos de alguém tão plenamente
E tudo se esvair em poucas horas
Meu coração que batia aceleradamente...
Será que você não percebia que era verdade
Descem lágrimas dos meus olhos, ainda
Ainda pássaro voando perdido
Já não temos mais chance e era uma coisa linda
Agora tantas estações nos separam
Agora nenhuma imagem finda
Pois suas pegadas fincaram e ficaram
Por não suportar a partida
Sonhei em viver esse imenso universo
Mas não era hora; não era pra mim
Eu quis ser seu e você passou
Por que tinha que ser tão forte? Tinha que ser assim?
E assim lhes digo o graffiteiro usa as mãos para fazer um letreiro wild style ou um piece todo trançado
O bboy pernas e pés, e se no tenis tivesse tinta, a cada session teria um graffiti wild style feito com footwork.
Eu tenho um coração quebrado. E está partido em mil pedaços, e nunca consigo colar. Minhas mãos se gelam, e meus olhos lotados de lágrimas. Aí eu peço para você ter controle… Quando nem eu mesma tenho. Quando eu sofro todos os dias um pouquinho mais do que deveria sofrer. Eu digo que não me importo, mas como me importo… E isto fica no meu cérebro até eu não querer mais viver, pois se torna inútil. Sim, eu sou tão fraca de vez enquanto… E que Deus me perdoe.
Construir uma relação em cima de mentiras e falsidade é ter em mãos uma faca de dois gumes. No final, a pessoa que está sendo enganada vai perceber que seus sentimentos eram falsos porque a pessoa a quem amava nunca existiu e por perceber isso sofrerá, mas, será um sofrimento sem culpa e por isso temporário. No entanto, quem mentiu e foi falso, pode até achar que se deu bem,
mas, quando o tempo passar e a ficha cair verá que sempre esteve com o lado mais afiado apontado pra si próprio.
Dilema de centenas de jovens que vêem escorrer pelas mãos a chance de ter um emprego.Nós não temos a "bendita" chance para demostrar na prática o que aprendemos por quatro anos,(alguns até mais),no banco de uma faculdade.
Onde está a fiscalização para nossa aréa,onde o lugar que cabe a nós formandos,estão pessoas sem a minima qualificação.Tudo bem qualquer um pode ser jornalista,assim como um indio pode ser médico,mas,não são todos que confiam em um indio,alias isto é primario,é "coisa de indio",os tempos são outros,é preciso a qualificação básica no minimo.
E nós jornalistas graduados temos algo,que só se aprende na faculdade,que é a ética e o profissionalismo.
Portanto,queremos nosso espaço!!!
Nessa mesma sintonia, sabemos que os olhos nunca se cansam de olhar, o nariz de respirar, as mãos de tocar, os pés de andar, o coração de sentir e de amar, a mente de pensar, o corpo de querer o sono ou o exercício físico.
Queria ter o poder de segurar o tempo com as mãos para conter o seu sorriso pra sempre naquela tarde de verão.
Desejo de Perdão
É senhor trago os meus pecados em suas mãos
Muito ja errei
Também chorei
Muitas vezes desacreditei na vida
Muito já sofri
Melhor seria não errar senhor!
Algo me segue
Me persegue
E faço errado o meu mundo
Quando deveria ser mais correto
Eis aqui minha vida em seu perdão senhor
Banal seria os meus pecados?
Ou fatal espero não ser
Se terei o seu perdão senhor
Eu sei ,eu sei
Mas só se eu merecer .
Gosto de te olhar nos olhos, gosto do gosto dos teus lábios e de percorrer com as mãos o seu cabelo, gosto do teu cheiro e da tua pele macia, gosto do teu abraço caloroso e da tua voz que me inspira confiança, gosto dos teus olhos que se fecham quando você rí, gosto mesmo dos teus olhos, mas na verdade eu prefiro os meus, pois sem eles jamais conseguiria olhar nos teus.
