Mais que uma Mao Estendida
A vida é como um relógio: Cada novo dia é uma promissa de uma tarde a mais, mas cada novo "tac" é um "tic" a menos.
Para se ter um relacionamento sério com uma pessoa é preciso muito mais que um amontoado de dinheiro, um corpo perfeito é um rostinho bonito.
Bem que o tempo poderia fazer uma pausa, só para que pudéssemos ficar mais um pouco, aqui, no encaixe perfeito deste terno abraço.
Existe uma realidade a qual as pessoas tem muita dificuldade em aceitar e, mais ainda, admitir : " O ser humano está sempre sendo direcionado pelas circunstâncias e conveniências. "
Finalmente percebi que amar o próximo, perdoar, ser uma boa pessoa é algo que faz mais bem em nós do que nos outros.
Eu tenho uma visão da vida que se resume em buscar, conquistar e deixar um legado para mim. O mais importante é que esse legado ultrapasse gerações. Só assim a vida fará algum sentido.
Decepcionar-se não é só uma questão de sentimento é mais profundo que isso...
é questão de vida ou morte porque penetra na alma e dilacera os mais lindos pensamentos...
Jesus contou mais esta parábola para o povo: — O Reino do Céu é como o fermento que uma mulher pega e mistura em três medidas de farinha, até que ele se espalhe por toda a massa.
Até onde eu aprendi na minha vida, você que a recém conheci será apenas mais uma pessoa para me machucar. Por favor, mantenha sua distância de mim
Existem bocas desprezíveis que com uma pilhéria arruínam uma excelente reputação mais depressa do que com uma desavergonhada e descarada mentira.
Inicia mais uma semana Por Marilina Baccarat de Almeida Leão
Sinto-me como se
estivesse caminhando por entre lírios, íris, glicínias lilases, rumo ao caminho das minhas lembranças... Sentindo um aroma de mel, abelhas voando, levando, nas suas asas translúcidas, perfumes, cheiros, aromas dessa doce manhã, que dá início a uma nova semana... Preparei tela, cavalete, pincéis, aquarela... Mas, a magnífica alvorada trazia pinceladas rápidas, com gotas de tintas, que a natureza pintou, antes de mim. A tela da vida, que eu via, ali, era pura magia! Amanhecia, no meu jardim, dando um colorido todo especial... As flores balançavam com o vento e eu me sentia como uma menina, estragando o jardim, arrancando as flores, que davam cor e beleza ao jardim... Eu era uma criança e não sabia o valor e o encanto, que há em um jardim, vivia estragando as flores... À véspera do início da semana, pensávamos que poderíamos colher todas as flores, até que a repreensão da mãe vinha: - Flor é para enfeitar o jardim e não para ser arrancada... As flores devem ter uma constituição entre elas, pois não é possível existir tanta beleza em um jardim florido! Flores, com espinhos, não deveriam se misturar, pois, uma hora, as melífluas iriam se ferir... A rainha de todas elas, que é a rosa, certamente, acabaria por machucar as outras coitadas... E, assim, me senti como uma menina, que gostava de estragar o jardim da mãe, sem saber que aquilo não era correto. Arrancava uma margarida e esfarelava o miolo dela e espalhava pelo jardim, adorava fazer isso. Depois de alguns dias, lá estavam as margaridas brotando e enfeitando o jardim. Não deixava nem uma margarida com o miolo, coitada, pois dizem que as flores, também, sentem dores... E, assim, sentindo dores ou não, se curavam e logo estavam lindas e formosas. Um verdadeiro milagre! Continuei nas viagens por minhas lembranças e veio-me, à mente, a vida dos girassóis... Como era interessante, poder acompanhá-los, no percurso, que eles faziam, acompanhando o sol... Em minhas lembranças, sinto-me como uma menina, que adorava o amanhecer, estando no jardim, observando as flores... O sol começava a despontar e parecia que as flores tinham luz própria... Quando a noite chegava, vinha o sereno e elas brilhavam, também, mas, sem aquele brilho do sol, que lhes dava luz própria... E eu, continuando a caminhar pelas minhas lembranças, relembrando de um passado, que está bem distante, mas, dentro de minha memória, é como se estivesse no presente, colhendo flores e desprezando os espinhos.
Inicia mais uma semana Por Marilina Baccarat de Almeida Leão
Sinto-me como se
estivesse caminhando por entre lírios, íris, glicínias lilases, rumo ao caminho das minhas lembranças... Sentindo um aroma de mel, abelhas voando, levando, nas suas asas translúcidas, perfumes, cheiros, aromas dessa doce manhã, que dá início a uma nova semana... Preparei tela, cavalete, pincéis, aquarela... Mas, a magnífica alvorada trazia pinceladas rápidas, com gotas de tintas, que a natureza pintou, antes de mim. A tela da vida, que eu via, ali, era pura magia! Amanhecia, no meu jardim, dando um colorido todo especial... As flores balançavam com o vento e eu me sentia como uma menina, estragando o jardim, arrancando as flores, que davam cor e beleza ao jardim... Eu era uma criança e não sabia o valor e o encanto, que há em um jardim, vivia estragando as flores... À véspera do início da semana, pensávamos que poderíamos colher todas as flores, até que a repreensão da mãe vinha: - Flor é para enfeitar o jardim e não para ser arrancada... As flores devem ter uma constituição entre elas, pois não é possível existir tanta beleza em um jardim florido! Flores, com espinhos, não deveriam se misturar, pois, uma hora, as melífluas iriam se ferir... A rainha de todas elas, que é a rosa, certamente, acabaria por machucar as outras coitadas... E, assim, me senti como uma menina, que gostava de estragar o jardim da mãe, sem saber que aquilo não era correto. Arrancava uma margarida e esfarelava o miolo dela e espalhava pelo jardim, adorava fazer isso. Depois de alguns dias, lá estavam as margaridas brotando e enfeitando o jardim. Não deixava nem uma margarida com o miolo, coitada, pois dizem que as flores, também, sentem dores... E, assim, sentindo dores ou não, se curavam e logo estavam lindas e formosas. Um verdadeiro milagre! Continuei nas viagens por minhas lembranças e veio-me, à mente, a vida dos girassóis... Como era interessante, poder acompanhá-los, no percurso, que eles faziam, acompanhando o sol... Em minhas lembranças, sinto-me como uma menina, que adorava o amanhecer, estando no jardim, observando as flores... O sol começava a despontar e parecia que as flores tinham luz própria... Quando a noite chegava, vinha o sereno e elas brilhavam, também, mas, sem aquele brilho do sol, que lhes dava luz própria... E eu, continuando a caminhar pelas minhas lembranças, relembrando de um passado, que está bem distante, mas, dentro de minha memória, é como se estivesse no presente, colhendo flores e desprezando os espinhos.
Uma das coisas que mais ouço é que nunca se desiste de quem amamos. Mas... e se esse alguém amar outra pessoa?
Há duas formas de receber um novo dia. A primeira como uma dádiva, e a segunda como apenas mais um dia da semana. Eu prefiro a primeira opção.
O verdadeiro amor é muito mais agir que sentir. O ágape, é uma das palavras gregas para o amor que nos remonta um amor divino, incondicional inspirado por nossa vontade e pensamento.
Entre os irmãos de uma verdadeira fraternidade o ágape, não é menos afetivo e ágil pois é assim denominado para uma refeição comum na celebração ritualística do amor fraternal de cada irmão amar ao seu frater-próximo como a si mesmo. Logo comendo o pão natural e espiritual o amor é a parcela vital do fruto substancial para nossa harmônica caminhada por aqui.
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