Lua Sol Estrela
O sol ilumina a vida, as estrelas cintilam com o brilho da nossa alma e a lua acaba por seguir os passos da nossa jornada
O homem é como sol, e sempre será o sol,
A mulher é como a lua, e tem fase,
Amar a esposa, é mais difícil do que entender a esposa, e o melhor é que; quando você não entende, você ama.
Ali não há templo — o Senhor é o santuário.
Não há sol nem lua — o Cordeiro é o luminário.
Na cidade que não se fecha de noite ou de dia,
só entra quem anda em verdade e alegria.
Rios de vida fluem do trono,
árvore da cura, folhas que curam o abandono.
Ali não há maldição nem escuridão —
há tronos, coroa e adoração.
O Sol e Lua ao redor
do mundo testemunham
o absurdo do século
e toda a diplomacia
que se cala por covardia
sobre as bombas de Israel
em Gaza na Palestina.
Os jornais anunciam
a possibilidade de uma
invasão terrestre sem data
e sem hora marcada,
acontece que neste
mundo ninguém está
a fim de resolver nada.
Sou como a palmeira
que balança e resiste,
as bombas e as rajadas assiste,
não há como fingir que não vejo
um povo sendo levado ao limite
e sem ter o poder de fazer.
Apenas sou a poesia que não
se cala porque não admito
ver um povo sendo vítima
de uma devastação apocalíptica,
a cada dia ando testemunhando
mais e mais ruínas no chão,
e toda Humanidade escorrendo
entre os dedos das palmas das mãos.
Nas mãos siderais
estão o Sol e a Lua,
nada desfaz o poder
dos teus sinais
que me fazem tua.
Com suas tramas
as Eta Aquárideas
os cabelos da noite
como chuva molham
e os lábios adoçam.
De nenhum passo
teu eu me perco
porque por nós
tudo quero, posso
e os nós desfaço.
Nas mãos do tempo
o amor insubstituível
está a caminho,
ainda não nos vemos,
e mesmo assim eu sinto.
Sublime Sobrasil sublime
te ver esplendoroso
sobre o Sol e Lua me traz
o sentimento amoroso
de todos o dias fixar a paz
tão imprescindível
e escrever poemas profundos
para o despertar do amor
em todos os mais distantes mundos.
As araucárias do meu Sul
dançam com o Sol e a Lua
neste Solstício de Inverno
que coincide com o Lunistício
que está sendo vivido
pelos Hemisférios Norte e Sul,
Os dias serão mais longos
para sonhar com os meus olhos
abertos e traçar mistérios
para que todos os teus desidérios
no absoluto só encontrem os meus.
A minha Pátria sob
a dança do Sol e da Lua
neste Solstício de Inverno
é a Pátria que se identifica
por duas árvores de flores
amarelas que sempre
que florescem parecem
com pequenos sóis
suspensos e atraem
os mais lindos sentimentos.
Amazônia Brasileira
O dia que pela primeira
vez me senti um pássaro
voando sob o Sol e a Lua
do Hemisfério Celestial Sul
jamais será esquecido,
porque nascer brasileira
nas estrelas foi escrito.
Sobrevive a profunda
e heróica Amazônia Brasileira
símbolo da nossa existência
enfrentando o pior
o nosso berço pátrio e protetor
até quando não sei vai resistindo
em nos manter vivos por amor.
Na sua marcha tumultuada
pelos nossos dias de vida
a nossa Amazônia Brasileira
continua pagando o mais
alto preço da existência
superando com sacrifício
os limites da própria resiliência.
Oxalá que não seja tarde demais
para que uns ganhem a consciência
de que um país com floresta de pé
é sinal de que ainda há um povo livre!
Indaiá
A minha poesia é Indaiá
sob o Sol, a Lua e a estrelas,
Assim venho crescendo
no seu coração e na sua cabeça,
O teu divino amor do destino
e o teu carinhoso abrigo.
Metapoesia
A conversa na Via Láctea
entre a Lua, o Sol,
as estrelas e o tempo
pode ser entendida
como poesia para quem
sabe interpretar,
A poesia que é capaz
de falar sobre poesia
é metapoesia a se explicar.
O poeta como súdito
do tempo sabe colocar
tudo no lugar: o Sol, a Lua,
a Chuva e as estrelas
sabendo muito bem ordenar
a memória nos seus poemas,
Assim ele segue guardando
o tempo, a memória
e o sentimento sempre necessário
que venha ser resgatado,
Tudo depende do coração que sente
estando ou não ao lado,
porque lidar com gente
pede jeito, amizade com tempo
e delicadeza com o sentimento.
.
Na bela Ilha Margarita ver
o Sol se pôr e a Lua se erguer,
Enquanto uns dizem querer
amar e deixam o amor escapar.
O Mar do Caribe canta
diferente em Pampatar,
Não quero outra coisa na vida
a não ser o seu amor encontrar.
Sei o quê quero, o quanto quero
e como quero para vir a encantar
quando a gente se emaranhar.
O meu querer é sério embora
o meu amor seja risonho,
és confirmado o meu maior sonho.
Nasce igual o Sol e a Lua
aqui em Santa Catarina
o rio do nosso destino
na Serra da Boa Vista:
o amoroso Rio Tijucas.
Com o nome de água
de mangue que mantém
vivo o pulmão do mar:
é preciso fazer de tudo
um pouco para ele durar.
O medo do absurdo
e o medo do futuro
não irão sequer esbarrar
enquanto ele e cada rio
forem com o mar se encontrar.
O Rio Pelotas une duas fronteiras
nascido na Serra Geral junto
com o Sol, a Lua e as estrelas,
é parte do espírito campeiro.
Um rio que cumpre o destino
para a nossa gente ficar de pé,
se deve guardar com toda fé,
é por isso que lembro e louvo.
O meu sangue gaúcho permite
ignorar sempre quando alguém
chamar cada poema meu de louco.
Minh'alma de pouso, galpão e tropa,
nasceram para falar do que importa:
por isso homenageio o Rio Pelotas.
O quê nasce em mim nasce
com o Sol, a Lua, as estrelas
e o Rio Canoinhas na Serra Geral
de maneira lírica e sentimental.
Vivos estão em cada porção
os sinais desta Pátria Austral,
trazidos na minh'alma e coração
nas canções totais das cheias.
Ninguém segura o curso do rio,
todos podem proteger ele,
o destino é eterno herdeiro dele.
Sempre que chegar o verão,
nós podemos nos encontrar
e com alegria plena nos banhar.
A minha roupa de caipira
foi lavada e perfumada
pelo Sol, pela Lua e estrelas.
Porque sob as bandeirinhas
coloridas de São João
alegrias irão se encontrar.
Eu e você iremos dançar,
e adivinhando no que vai dar
o meu coração está a cantar.
As roupas e as ideias no varal
deixo por conta do Sol, da Lua,
das estrelas e das tempestades,
Esta alma fresca é mantida
por conta absoluta da poesia.
Tudo é cultivado no fino afã
de nada deixar dever a alegria
autêntica de dar graças a vida
até quando a danada desafia
no festival da virada dos instantes.
O pleno caminho de ida e volta
o quê prende somente tem a ver
com a liberdade sem receio,
Acostume-se com este jeito
de quem nasceu selvagem mesmo.
