Logo ali na Proxima Esquina
Tem dias que nos sentimos mais vulneráveis. Uma coisinha aqui, outra ali, já sentimos o desconforto da dor interna, aquele mal estar de viver aqui passando por tantas coisas desagradáveis, que nos desanima e nos traz tristeza. Trazendo aquela vontade de jogar tudo para o alto. Mesmo que aparentemente pareça sem precedentes essa dor, cada um sabe o que passou e as marcas que a vida lhe fez.
Bom diaaaa! Vou ali na Bahia trabalhar. Hoje é um dia especial. São nove meses sem meu filho e minha irmã mais velha faria aniversário hoje tb. O câncer de útero foi a causa da sua morte. Quando chega o dia 8 de cada mês eu começo a chorar dois dias antes com mais intensidade. Ainda que eu chore todos os dias. Tem pessoas que dizem pra eu esquecer. Deixar o passado pra trás. Mas o passado já ficou pra trás esse é o meu presente. No meu futuro ainda constará essa falta. Nenhuma mãe, por mais tempo que passe consegue esquecer ou aceitar o filho que se foi. Vivencio cada instante de dor. Sei que estou sendo preparada para ajudar outras mães e mulheres que também sofreram essa perda. Nunca diga a uma mãe pra esquecer. O filho é tatuado no coração e na alma! De qq forma hj é domingo e viver é viver. Bahia me aguarde, tô chegando!!!! 0812/2019 Facebook.
De repente,
descobri que a paixão
estava bem ali...
com um aroma
peculiar
e um olhar penetrante...
Logo me encantei
e explodi por dentro!
Em Monchique nasci e ali vivi.
Aos cinco anos para Alvor desci.
A Monchique depois voltei...
Quando enfim casei! ...
Depois fui a Évora histórica terra,
Fui também a Monção terra do "vira"!
Depois de conflitos e guerra...
Para Lamego me mandaram com muita ira.
Então fiquei doente, com esta doença,
Vim para Alcobaça, terra linda,
Onde estive cinco anos ainda.
Ali aumentou esta doença. de forma imensa.
Assim a Alvor voltei, muito cansado,
Mas não de modo nenhum acabado.
Hoje em Albufeira estou neste tempo,
Onde também não ficarei, para sempre!
Ali fizera curso brilhante e mais brilhante concurso em concorrência com a fina flor da inteligência e cultura de vários Estados, tirando o primeiro lugar, recusando alta colocação no Rio de Janeiro, afirmando que estudara e fizera aquela prova não só para brilhar e sim para servir Goiás, sua terra, e que voltaria.
Sou o tipo de pessoa que sente e que cuida,
que se você adoecer, vou querer estar ali,
trazendo o conforto e o carinho que só a presença de alguém que verdadeiramente se importa pode dar.
Sou aquela que anseia por flores fora de datas marcadas,
por um "você é importante pra mim" ao acaso,
por um "como foi seu dia?" vindo de um interesse sincero.
Eu sou do tipo que faz planos, que acredita,
que quer fazer dar certo, mesmo com as marcas do cansaço,
com o peso de esperas e promessas ainda não cumpridas.
Mas, ainda assim, eu espero…
espero o grande amor, aquele como nos filmes,
onde adormecer ao seu lado se torna o refúgio perfeito,
onde, ao acordar, seus olhos me dizem "não vá,
eu te procurei tanto, e agora que te encontrei,
não posso te perder."
Um amor como o de uma bela e sua fera,
onde o olhar transforma, o toque cura,
e o amor, em sua essência mais pura,
é tudo o que precisamos para acreditar de novo,
mesmo quando tudo parece apenas sonho.
E talvez um dia, alguém veja a beleza
no jeito como eu me importo e cuide,
e sinta a mesma vontade de ficar,
de fazer o amor ser real, de verdade.
O sorriso mais doce, mais sincero,
ali, naquele instante, se fez eterno.
Pensamentos me levam ao futuro distante,
um lugar onde o tempo nos brinda o bastante.
Entendi que a vida sabe bem dar,
o que merecemos, sem pressa chegar.
Não adianta medo, nem o passado olhar,
é no presente que a alma deve morar.
Você, de blusa rosa e olhar brilhante,
me contou da vida de modo cativante.
Simples, porém profundo, sem disfarces,
como se cada palavra revelasse verdades.
A música tocou, dançamos sem fim,
naquele momento, tudo era enfim.
A cada dez vidas, uma há de fazer,
o coração vibrar, a alma renascer.
Na mesa, havia um papel, e de todas palavras li amor.
A mais bela que ecoa no meu interior.
Você a leu, e minha alma voou.
Recitei belas poesias minhas repletas de vida e calor.
Em cada palavra, entreguei minha essência,
pois amar é viver em plena presença.
O amor, este é o sentimento que me guia,
uma entrega sem medo, que pulsa, que brilha.
Amar e ser amada, um desejo tão real,
onde cada entrega é um gesto vital.
Deus, em Seu amor, me faz compreender,
que viver é amar, sem jamais temer.
O amor é o espelho oculto da alma, refletido na essência silenciosa do nosso ser. É a chama que alimenta um poder sutil, mas que se apaga delicadamente quando a vida perde seu sentido.
Se a zona é de conforto, você deve ficar ali sim, se está te ajudando, você está feliz ,realizado é o que importa , agora se a zona de conforto é de conformismo, se você está ali na ilusão que estar bem, é conformismo seu e não da zona.
Neste caso você deve inovar correndo, saindo ou não da zona de conforto!
Ninguém vê, ninguém percebe
para alguns é tão subliminar, no oculto da multidão. Mas ali está! Segurando e empurrando , firme porque ele sabe de tudo e basta!
DEUS
SAUDADES DO MEARIM
Ali, sentado na areia
da praia,estive a esperar
a formosa lua cheia
vir espelhar-se no mar.
A verdade nua e crua
foi que, na água agitada,
a imagem da bela lua
ficou feia e deformada.
Bateram dentro de mim
saudades do Mearim
que, ao luar, poesia inspira
e, em sua lenta passagem,
nunca deforma a imagem
do céu que nele se mira!
Não vejo a hora de um dia ao seu lado acordar
E a Deus agradecer pela pessoa que ali está, a que chegou de mansinho, me ganhando com jeitinho, e no meu coração fez seu habitar, e em meus braços seu mais querido e confortável lugar.
Hoje perdi um texto
Estava ali quieto a pensar. Ele veio, apareceu do nada como é de seu costume fazer. Contou-me sua história. Que tinha ido lá e lá aconteceu aquilo e que se sentiu assim e quando ela apareceu tudo mudou, porque ela fez isto, olhou assim, apontou aquilo. Ele naturalmente respondeu que aquilo não era assim e sim de outra maneira e que o que via se apresentava como de outra vez e por isso tinha feito assim. Ela ao contrário retrucou que tudo era pouco para tanto.
E de repente como não era de costume, nada escreveu. E em uma distração que nem sabe dizer qual, o texto foi-se e deixou o gosto e a saudade do que poderia ter sido, mas não foi. Um branco papel sem o seus devidos traços de grafite a percorrer suas linhas.
Pensou que talvez fosse assim um amor não vivido. Um texto perdido, uma página não escrita, um algo qualquer que se perdeu e não recupera mais.
E assim sentindo, como para cobrir uma parte do que se perdeu, deitou os dedos sofre teclas e ao acaricia-las, um pequeno conto surgiu. O texto original se perdeu, mas o amor ficou e por ficar, criou novo encontro. Desta vez nada foi perdido e ficará marcado como que uma tatuagem na pele. É assim um texto expelido, é assim um texto perdido.
Um dia, num incauto, num piscar, ela apareceu . Um pequeno disco no canto da tela a avisar que ali havia uma mensagem.
Num momento o dedo deslizou com o disco para guarda-lo, mas por desavisado escorregou e voltou ao canto da tela. Lá ficou aguardando que momentos mais importantes se acabassem.
Uma segunda mensagem gritou no fim do dia. Precisava de atenção.
Então aquele dedo ingênuo passou por lá e abriu um portal.
Lidas as palavras que la estavam, produziu-se uma resposta.
E naquele momento ele caiu na armadilha.
Um diálogo logo se manifestou.
E arredio acabou sem pensar por passear e gostar daquele caminho de letras que ia se formando entre os dois.
Quando percebeu estava a convidar para um vinho com música e o aceite selou o destino.
No dia seguinte nova mensagem alteraria o plano inicial e a felicidade dela atropelou qualquer possibilidade diferente. Combinado, recombinado, tudo para apenas satisfazer Ela
No fim do dia partiu com toda a determinação que lhe é peculiar.
Lá chegando, Ela na escadaria do outro lado esperava.
Que linda estava!
Quando o viu sorriu e dele arrancou um sorriso.
A chegada com cumprimento de beijo mineiro no rosto.
Que cheiro gostoso e pele macia, disse perto do ouvido: esta linda!
Se dirigiram logo para dentro onde um senhor logo explicou como e onde seria o show que traria felicidade a ela.
Para lá se deslocaram e ela nervosa, com vergonha tentava parecer tranquila e deixar para ele a decisão de encarar a fila abandonando o vinho. E nos olhos dela o medo do Ogro não topar a mudança de planos.
E aí, planos mudados, a alegria volta ao sorriso dela.
Ele, de olhos grandes, atraído foi pelos olhos dela. Ela falava e ele olhava, ela desviava e ele olhava, ela contava histórias e ele ria e olhava.
Que olhos lindos! Que boca linda!
E a falação continuava e o olhar também.
Ela um pouco agitada e o ele pega suas mãos para acalma-la. Ela fica mais nervosa, mas ele esquenta suas mãos e ela não tem como escapar.
A fila anda e pequenos bancos são encontrados para o aguardo na porta do teatro.
Um carinho nas mãos, no rosto e ele a beija. A mágica se faz. Que Linda, que olhos lindos e marcantes, que pele macia e que boca gostosa.
O teatro abre as portas, encontrar lugares e lá parecem enamorados. Acabaram de se conhecer e tudo conspirou para que cada detalhe fosse especial.
O show, as músicas, o lugar, os abraços, os beijos e o aconchego dela no peito. O pular e dançar e cantar, as fotos e filmagens, o olhar alheio para a felicidade dele e dela.
A noite passou, as horas passaram, o tempo não foi justo e a noite chegou ao fim.
As mãos se deram e entrelaçaram os dedos.
Mas ainda reservava surpresas e o plano inicial voltou à tona e foram se sentar e tomar vinho de mãos dadas, carinhos, conversas.
Deu-se a hora e lá se foi ele a levar a linda em casa. Lá ele a deixou e se foi depois de mais um beijo.
Olhou-a entrar.
Tudo ali, naquela noite, longe do Pântano, fez o Ogro mudar. E indo embora ele já sabia que a Linda seria sua. Mais ainda e estranho, ele queria ser dela. Voltou com seu cheiro, seu gosto, seus olhos e sorriso a lhe acompanhar.
Assim por arredio estava e por saudade voltou. Saudade do que passaram, do que viveram naqueles instantes e a magia se fez para novos encontros.
Como não me apaixonar por ela!
Beijos com Amor
" No mundo não há o repartir do pão, cada um tem que buscar o seu, mas ele está ali pronto para ser conquistado e saboreado, por quem batalha e não se deixa vencer...
Ali adiante, o futuro mostra um muro
onde a maioria bate por andar na contramão
levados pela falta de respeito
ou abraçados com a solidão...
