78 frases sobre livros para celebrar seu amor pela leitura

Se existem tantos livros excelentes sobre como promover o crescimento produtivo da igreja, porque a liderança não investe recursos e treinamento de novos membros?

Autores de bons livros escrevem com motivação, inspirados e determinados a ajudarem os seus leitores a serem inteligentes, amados, compreeensíveis, ousados, usados e aptos para direcionarem seus alvos, desafios e propósitos para tornar a sua existência recompensada, segura e abençoada, inserindo em suas páginas as belezas da escrita, das ideias, dos objetivos sonhados, apresentando-lhes os caminhos e as direções dos seus pensamentos de como viver na prática com disposição, ânimo, vontade, alegria, determinação e criatividade, os seus dias e anos de vida, buscando os melhores relacionamentos e ao sucesso almejado, curtindo ao mesmo tempo a sua saúde mental, emocional, financeira e espiritual, que promovam a sua felicidade pessoal, conjugal e familiar.

⁠Aos amados leitores de livros: toda vez que você pega em um livro para abrir a sua inteligência, escolhendo o que lhes é útil, produtivo, edificante e atrativo, vocês conseguem se divertir, se relaxar, aumentar o seu vocabulário, se relacionarampliar a sua compreensão humana, ser cheio de novidades, informações e conhecimentos, etc., além de exercitar o seu cerébro para novos hábitos e desafios, apenas revisando o que aprendeu para exercer ou praticar todos os dias estes e outros respectivos ensinamentos.

Os melhores livros são aqueles que mostram uma estrutura inteligente: cada compartimento atrai a sua atenção para outros.

Economize tempo e dinheiro lendo livros empreendedores durante a sua viagem, descanso e férias: recursos esses que enriquecem a sua disciplina intelectual para uma vida de contínuo aprendizado.

“A Bíblia é fenomenal, diferente de todos os demais livros. Como dizia Karl Barth: ‘Tenho lido muitos livros, mas a Bíblia é o único livro que me lê’. A Bíblia é o livro por excelência.”

⁠Conectar a leitura com as tecnologias digitais é dinamizar o mundo dos livros.

Tercetos de férias


Para as férias, o que planejar?
Ler muitos livros, escrever
Listar lugares ‘pra’ conhecer


Filmes e séries, assistir
Parques e museus, visitar
A beleza das praias, contemplar


Um novo instrumento, aprender
Com atenção, da saúde cuidar
Atividade física, praticar


Criar memórias, se divertir
Refletir, luzir, devanear
Juntar a família e conversar


Tudo é essencial para a existência
Com momentos de descontração
É a vida com mais emoção


17/12/25

Eu e os livros,

mares de encontros que me atravessam,

ventos que me levam a navegar saberes.

Cada página acende em mim

a chama esquecida,

essência adormecida que desperta

no entrelaçar de vidas,

na confluência dos caminhos

que me habitam.

“O Doce Lugar Onde os Livros Moram”

Eu morava em Macabéa, no Beco dos Milagres, e fique sabendo: Meus Passos Vêm de Longe. Talvez venham de um lugar onde os homens aprendem cedo que a vida é maior do que a estrada que conseguem enxergar e que, para atravessar certas distâncias, basta abrir um livro e aceitar o risco de nunca mais voltar sendo o mesmo.
Foi assim que um dia encontrei Dom Quixote. Vi aquele homem magro levantar sua lança contra os moinhos e compreendi que há uma espécie de dignidade reservada aos que ainda ousam lutar contra aquilo que o mundo inteiro já aceitou. Chamaram-no de louco. Talvez fosse. Mas desde então desconfio que algumas loucuras são apenas sonhos que se recusaram a aprender a linguagem da resignação.
Continuei andando.
Entrei no Grande Sertão: Veredas e descobri que o sertão não termina onde acaba a terra seca. O sertão entra no homem. Tem encruzilhadas, medos, demônios e perguntas que nenhuma estrada responde. Foi ali que encontrei também o Burrinho Pedrês e atravessei Campo Geral, percebendo que Guimarães Rosa sabia uma coisa que poucos sabem: até o silêncio de um bicho pode contar a história inteira de um homem.
Mais adiante encontrei Vidas Secas. E aquelas vidas me ensinaram que a fome também possui linguagem, embora quase nunca tenha voz. Vi homens, mulheres, crianças e uma cachorra atravessando uma terra onde até a esperança parecia precisar economizar água. Depois entrei n’O Cortiço e encontrei outro Brasil: apertado, barulhento, desigual, fervendo de desejos, misérias, preconceitos e sobrevivências. Ali compreendi que algumas casas possuem paredes, enquanto outras possuem destinos.
Mas continuei.
Porque meus passos vêm de longe.
Passei pela Memória do Cárcere e descobri que existem grades capazes de prender o corpo sem conseguir aprisionar o pensamento. E foi talvez por isso que, quando encontrei A Rosa do Povo, compreendi que a poesia também pode nascer no meio do concreto, da guerra, do medo e da injustiça. Há rosas que não foram feitas apenas para perfumar. Algumas nascem para incomodar o mundo.
Carreguei comigo O Livro dos Abraços, porque depois de tantas dores precisava acreditar que a humanidade ainda cabia no gesto de dois braços. Mas Eduardo Galeano não me deixou descansar por muito tempo. Abriu diante de mim As Veias Abertas da América Latina, e eu vi um continente belo sangrando através dos séculos: ouro, prata, terra, suor, povos e sonhos atravessados pela cobiça. Percebi então que há feridas que pertencem a uma pessoa e outras que atravessam gerações inteiras.
Foi nessa caminhada que encontrei O Santo e a Porca e aprendi a rir das contradições humanas, porque Ariano Suassuna sabia que até nossa miséria pode carregar graça, esperteza e uma profunda vontade de continuar vivendo. Depois veio A Cabeça do Santo, lembrando-me de que o extraordinário às vezes escolhe justamente os lugares esquecidos para acontecer.
Mas houve um livro diante do qual precisei diminuir os passos.
O Avesso da Pele.
Porque existem histórias que não pedem apenas leitura. Pedem consciência. Há peles sobre as quais o mundo escreveu violências antes mesmo de perguntar o nome de quem as carregava. E quando viramos essa pele pelo avesso, encontramos memória, identidade, amor, ausência e uma humanidade que tantas vezes tentaram reduzir à aparência.
Então compreendi por que havia caminhado tanto.
Eu não estava procurando o final de nenhuma história.
Estava procurando pedaços de mim.
Um pouco de mim ficou com Dom Quixote diante dos moinhos. Outro atravessou as veredas do grande sertão. Uma parte sentiu sede com as Vidas Secas, outra espiou pela janela d’O Cortiço. Fui prisioneiro por algumas páginas na Memória do Cárcere, segurei A Rosa do Povo entre as mãos, recebi O Livro dos Abraços contra o peito e senti correr diante de mim As Veias Abertas da América Latina.
Ri com O Santo e a Porca. Escutei os mistérios d’A Cabeça do Santo. Toquei, com cuidado, O Avesso da Pele. Atravessei Campo Geral ao lado de um Burrinho Pedrês e, depois de tanta terra, tanta gente, tanta dor e tanta beleza, cheguei aos Contos do Mar sem Fim.
Foi quando finalmente entendi:
eu nunca morei apenas numa casa.
Passei por Macabéa e pelo Beco dos Milagres. Cruzei sertões e veredas, conheci o cortiço e senti de perto as paredes do cárcere. Andei entre santos e porcas, colhi rosas, recebi abraços e encontrei homens, bichos, loucos e retirantes pelo caminho.
No fim, descobri que minha verdadeira morada sempre esteve nas páginas.
E fique sabendo, caso algum dia encontre minhas pegadas entre um livro e outro: meus passos vêm de longe.
Vêm de todos os escritores que me emprestaram seus olhos para que eu pudesse enxergar um pouco além dos meus.
Porque existem livros que a gente lê e coloca de volta na estante.
Mas existem outros que fazem justamente o contrário:
abrem a gente,
entram devagar,
e passam o resto da vida morando em nós.


“existem livros que a gente lê… e outros que passam o resto da vida morando em nós”

Há que se pensar na literatura como um agente cultural da sociedade.


Os livros revelam os nossos modos de viver, valores, crenças e costumes.


A escrita é, portanto, uma parte substantiva da sociedade.

Com profunda atenção,
li diversos livros,
assisti vários filmes,
presenciei várias situações humanas,
ouvi variados relatos de vida...


mas, em nenhuma das histórias,
dramas e enredos
que tive conhecimento
pude detectar traços ou nuances
que se encaixassem totalmente
na minha história de vida...


à partir desse fato,
decidi eu mesma relatar,
com total veracidade,
sem olhares subjetivos externos
e interpretações ou traduções pessoais,
a minha auto biografia ...


um inédito relato de vida,
profundamente sentido e vivido,
com episódios difíceis e cruéis
que desde a tenra idade
marcaram o meu viver
e fizeram de mim o que sou
com essa força misteriosa
que me acompanha desde sempre...


para muitos ...
vai ser um choque,
uma surpresa,
um punho certeiro no estômago,
na face
ou no coração...


para tantos outros...
vai ser apenas
mais uma entre tantas...


mas...
um fato será certo:
o leitor atento e sensível...
e sobretudo,
sem pré visões, conceitos e juízos...
vai se emocionar.


Pode ser ...
que seja nessa peculiaridade
de me emocionar
desde a raíz das minhas veias
até o florescer do meu âmago
que reside o segredo
da minha força e luz...


Talvez...
quem sabe...


Nem eu sei ao certo
de nada do mundo,
das pessoas,
e de mim...
eu só sei escrever
ou penso que sei ...


✍©️@MiriamDaCosta

* Segundo as estatísticas, em geral, os livros mais vendidos no Brasil em 2025 foram os da série de colorir Bobbie Goods e Café com Deus-Pai. 📚📖 🇧🇷


Diga-me que livro lês
e vos direi quem és…
ou em que ponto do cansaço,
da inércia mental
e do fanatismo chegastes.


Quando os livros mais vendidos
dizem mais sobre alívio
do que sobre enfrentamento,
mais sobre anestesia do que sobre consciência...
é preciso ouvir o sintoma,
não para zombar e rir dele,
mas para compreendê-lo.


Colorem para silenciar o mundo.
Colorem para não pensar demais.
Colorem porque a realidade
tem exigido mais do que conseguem
suportar sentir e pensar.


E tomam café com Deus
não para dialogar com o divino em profundidade,
mas para buscar consolo rápido,
uma fé instantânea,
em doses diárias,
como quem precisa sobreviver
ao dia seguinte
sem desabar.


Nada disso é pecado.
É diagnóstico.


O que assusta
não é o sucesso dos livros de colorir
nem da espiritualidade de bolso,
mas o vazio de pensamento crítico
que eles revelam quando ocupam, sozinhos,
o topo das estantes e das consciências.


Ler, hoje, parece menos um ato de expansão
e mais um pedido de socorro.


O brasileiro médio não parou de ler
por falta de tempo ou de vontade.


Parou porque está exausto.
Exausto de ansiedade.
Exausto de tudo
e do nada.
Exausto de si.


Por isso escolhe livros que não confrontam,
que não arranham, que não ferem,
que não exigem atravessamento interno.


Diga-me que livro lês
e eu direi
se buscas conhecimento,
fuga, sentido
ou apenas descanso da dor
e de ti mesmo.


Talvez o desafio do nosso tempo
não seja vender mais livros literários,
críticos ou filosóficos,
mas reaprender a ler
e interpretar o mundo
sem precisar colorir suas bordas
para esquecer suas veias e entranhas...


e nem tomar café, almoçar,
lanchar, jantar ou beber chá
com Deus, com Zeus, com Alá,
com Buda, com Zâmbi,
com Krishna , com Jesus,
com Adonai ou seja lá o nome que tiver...
apenas para que o mundo doa menos
e faça pensar e raciocinar
ainda menos.
✍©️@MiriamDaCosta

Ela aprendeu a ler
não somente
as letras,
as frases,
os textos
e os livros ...


qualquer pessoa
alfabetizada
é capaz disso.


Ela
já cursava a leitura
e a interpretação
dos sinais,
das entrelinhas
e dos mistérios da natureza,
do tempo e das pessoas,
antes mesmo de ser alfabetizada.


✍@MiriamDaCosta

A escrita revela


Os livros falam,
As poesias interagem,
Os versos cantam e encantam,
Os sonhos ganham o direito de viver,
As linhas dão suas direções e seus diversos sentidos,
O abraço com o imaginário pode ser a escrita reproduzindo a realidade do amanhã.

Todos nós já escrevemos diversos livros: somos escritores de nossas próprias vidas.⁠

O MAGO FAZ A VIDA COTIDIANA TORNAR-SE TÃO HERMÉTICA QUANTO OS LIVROS.

Dolce Peccato!


Sabe aquela pessoa
que a gente só encontra nos livros,
que aparece nos filmes
e que, por alguns segundos,
faz a gente acreditar
que certas pessoas simplesmente não existem?


Pois bem...


você existe.


E talvez seja justamente isso
que mais me desconcerta.


Porque não é sobre perfeição.
Eu não acredito em perfeição.
Também não acho que você tenha vindo
de outro planeta,
embora, às vezes,
seja difícil acreditar
que alguém como você
possa caminhar pelo mesmo mundo que eu.


É sobre ser incomum.


Sobre ter alguma coisa
que eu ainda não sei explicar,
mas que meus olhos reconhecem
antes mesmo que meu coração consiga entender.


Você é sem igual.


E, sabe...
eu acredito que você é o meu número,
meu tipo,
aquela combinação improvável
que a vida parece esconder
até o dia em que, de repente,
coloca diante dos nossos olhos.


E então a gente olha
e pensa:


“Era você?”


Ah, Dolce Peccato...


Você é aquele tipo de mulher
que muitos desejam.


Mas talvez desejem errado.


Porque alguns vão olhar para o teu corpo
e parar exatamente ali.


Eu não.


Eu quero saber da tua alma.


Quero conhecer teus silêncios,
entender teus medos,
descobrir aquilo que você esconde
quando sorri para o mundo
e finge que está tudo bem.


Quero saber o que te faz rir
até esquecer da hora,
o que te faz perder o sono,
quais sonhos você guarda
e nunca contou para ninguém.


Porque o teu corpo pode chamar atenção,
mas é a tua essência
que me prende.


E talvez seja isso
que me assuste.


Porque desejar alguém
é fácil.


Difícil é sentir vontade
de conhecer cada parte invisível
que existe dentro dela.


E eu sinto.


Sinto vontade de ficar
quando o mundo inteiro
talvez queira apenas passar.


Sinto vontade de te proteger
não porque você seja frágil,
mas porque até as pessoas fortes
merecem, às vezes,
ter alguém ao lado
quando o mundo pesa demais.


Se eu pudesse te proteger do mundo inteiro,
eu me colocaria em sua frente.


Seria o teu escudo humano.


Não para impedir o mundo de chegar até você,
mas para lembrar que,
se algum dia ele tentar te derrubar,
você não precisará enfrentar tudo sozinha.


Porque eu estaria ali.


E talvez você nem saiba
o quanto isso significa para mim.


Talvez você nunca perceba
que, em meio a tantas pessoas
que poderiam simplesmente passar pela minha vida,
você fez morada
sem sequer pedir licença.


E é estranho...


Porque eu não sei exatamente
quando aconteceu.


Só sei que, em algum momento,
você deixou de ser
apenas alguém que eu admirava


e se tornou
aquela pessoa que eu procuro
mesmo quando não estou procurando ninguém.


Dolce Peccato...


talvez você seja mesmo um pecado.


Mas não daqueles que a gente se arrepende.


Você é o tipo de pecado
que a gente guarda em segredo,
protege entre os pensamentos,
sorri quando lembra
e, no fundo,
agradece por ter cometido.


Porque existem pessoas
que a gente conhece.


Existem pessoas
que a gente deseja.


E existem aquelas raríssimas
que a gente sente.


Você...


eu sinto.

⁠A bíblia são livros contendo 428 MENTIRAS 463 CONTRADIÇÕES, e não de estudo porque o CONHECIMENTO se resume em VERDADE e não MENTIRAS.

⁠Livros dão ao leitor sabedoria.