Literatura de Cordel

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Para que serve a literatura, a poesia, a arte, a música, se não for para tornar o mundo mais justo e mais humano?

Quando escrevo um poema, um ensaio ou um livro, faço como se fosse meu último ato consciente nesta vida, como minha última oportunidade de fazer algo de valor. Saber que um texto ou um poema meu causou algum tipo de reação positiva em outro ser humano, me faz sentir que não é inútil meu ofício.

De fato, tudo vale a pena, quando temos pelo menos o desejo de que a alma do mundo seja grande, e que a vida não seja assim tão absurda quanto parece.

Inserida por EvandoCarmo

Qualquer outra coisa que eu tenha feito, em forma de arte, que não seja no universo da literatura, poderá ser descartada como lixo, não fiz com pretensão de ser importante, foi momento de distração, fuga da minha verdeira vocação.

Inserida por EvandoCarmo

Em literatura, a verdade é que menos importa. Um fato de hoje gera a ficção de amanhã. Basta que seja bem escrito para valer a pena ser lido, absorvido e até repetido.

Inserida por EvandoCarmo

"A boa literatura, (poesia) só pode nascer de duas fontes: Da indignação e do encantamento."

Inserida por EvandoCarmo

A literatura tem a força essencial para nos convencer, de que as coias comuns são bem mais importantes do que parecem ser.

Inserida por EvandoCarmo

⁠TODAS AS CANÇÕES DEVIAM SER SOBRE AMOR.

Eu sempre vivi entre a música e a literatura, tive meus momentos de presunção, sobretudo com a literatura. Porque a arte de escrever, não raro faz com que o escritor, poeta ou filosofo pense que tem um poder supremo, e uma certa divindade. Contudo, a música tem uma força superior ao texto, a melodia invade a mente e o coração instantaneamente, o mesmo não ocorre com o texto.

Quando afirmo que toda canção devia falar de amor, digo com justa razão, pois penso que todos os afetos se resumem no amor, este sentimento que nos traz paz e segurança emocional.

Durante este ano de pandemia, foi a música que me manteve vivo, foi a música que me sustentou a lucidez. Produzi muita música, mas não fiz nenhuma que não fosse sobre amor, e revendo todas as outras que compus em 30 anos de carreira, percebo que o amor é o tema central das minhas canções. Embora eu tenha escrito mais de dois mil poemas, alguns romances, contos e outras formas de literatura, são as canções que realmente me representam. Quero ser lembrado pelo amor que semeei, na vida e na arte.

Sem amor nada somos, sem amor somos infrutíferos, estéreis, nunca o mundo precisou tanto de amor como agora, nunca vimos tanto sofrimento, e ao mesmo tempo tanta intolerância, então só arte pode nos redimir, especialmente neste tempo de isolamento, de falta de abraço e de afeto físico.

Amar, em ações, em pensamentos e atitudes é um desafio. Penso que as canções podem ser uma saída, um oásis, um porto seguro, para que possamos suportar as agruras dessa vida atual.

Inserida por EvandoCarmo

⁠O Alter Ego e o Labirinto

Na literatura, o alter ego do autor raramente é um só.
Ele se desdobra, se infiltra em múltiplos personagens, e por vezes se oculta no que não é dito, no que se evita.

Em Labirinto Emocional, meu primeiro romance, publicado em 2005, meu alter ego se dividiu em dois homens: Valter e Paulo.

Valter é jornalista, alcoólatra, devastado por uma perda que o tempo não cura — um filho perdido na Europa, tragado pelos rastros da guerra.
Ele carrega o peso da memória e do fracasso, mas também da lucidez crua de quem já viu o mundo pelo avesso.
É um homem que já foi centro, mas hoje gira em torno de um vazio.

Paulo é músico da noite, filho da boemia carioca.
Conhece Valter em Copacabana, num tempo em que os bares tinham alma e a amizade era vício raro.
Paulo vê em Valter um espelho trincado — e, talvez por isso, não foge dele.

Eles criam uma amizade intensa, marcada por silêncios, desconfianças e lealdades tortas.
Enquanto Valter afunda nas suas crises, entre surtos e lapsos, Paulo se aproxima de Rute, a filha única de Valter — a mais bela, a mais viva — e casa-se com ela.

Não há escândalo. Há destino.
Paulo se torna o cuidador de Valter, quase um herdeiro não nomeado.
É ele quem permanece quando o mundo se vai.

Talvez o alter ego não esteja só em Valter. Nem só em Paulo.
Está no abismo entre os dois.
Na fronteira tênue entre decadência e continuidade.
Na pergunta silenciosa: quem somos quando os outros começam a cuidar do que um dia foi nosso?

Labirinto Emocional é isso.
Não é apenas um romance sobre amizade, amor, decadência e lucidez.
É um romance sobre o artista diante do espelho:
partido entre o que viveu e o que ainda insiste em escrever.

Inserida por EvandoCarmo

⁠A literatura é, antes de tudo, uma forma de questionamento e de ampliação do olhar sobre o mundo. Não é um campo de batalha entre fé e razão, mas um espaço de reflexão no qual diversas vozes e interpretações podem coexistir.

Bruna Martiolli
É tempo de morangos. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2026.
Inserida por pensador

⁠Enquanto houver literatura, haverá resistência

Inserida por Paulo6565

⁠A literatura fala no silêncio... aumenta e libera o saber.

Inserida por simproducoes

⁠A literatura promove em nossas crianças experiências muito importantes envolvendo pensamento crítico, ludicidade, brincadeiras e emoções. É a forma de arte com o repertório mais completo sobre a verdadeira essência e funcionamento do mundo.

Inserida por simproducoes

A literatura é um refresco doce e gelado que inunda a alma e energiza o seu interior.

Inserida por simproducoes

⁠A Literatura Brasileira, expressão artística que transcende fronteiras, é um espelho da alma e identidade do povo brasileiro. Em suas páginas, encontramos reflexões profundas sobre a condição humana, a busca pelo sentido da vida e as complexidades da sociedade. Através das palavras dos nossos escritores, mergulhamos em mundos imaginários e reais, confrontando nossos medos, questionando nossas certezas e despertando a consciência para as nuances da existência.

Inserida por lirioreluzente

⁠As mulheres na literatura são como estrelas no céu noturno, cada uma brilhando com sua própria luz, trazendo profundidade, beleza e perspectiva a um universo de palavras.

Inserida por lirioreluzente

A literatura é a arte dos mortos que nunca partiram, que mesmo ficando entre os vivos, retratam tudo o que vivem no além em forma de poesia ou trova.

Inserida por EdgarFonseca

A literatura é o ar que respiramos, é o bálsamo colocado sobre as feridas proporcionadas pelo tempo e pela vida.

Inserida por EdgarFonseca

A literatura é a voz dos que falam no silêncio da sua própria existência.

Inserida por EdgarFonseca

A literatura é a dor dos que verteram suor e lágrimas pelo seu povo e pela sua pátria a troco de nada.

Inserida por EdgarFonseca

A literatura é a chave que liberta o oprimido mental das prisões da sua própria ignorância.

Inserida por EdgarFonseca

A literatura é o mundo que habita em nós, mesmo que não sejamos seus habitantes reais.

Inserida por EdgarFonseca