Linha Reta e Linha Curva

Cerca de 3373 frases e pensamentos: Linha Reta e Linha Curva

⁠O ser humano
dança na linha tênue
entre a complexidade
e da simplicidade
que é existir.

Inserida por ShandyCrispim

⁠Eu gosto de gente emocionada

Em algum momento nessa linha do tempo eu me perdi, na parte de que você ser uma pessoa emocionada virou sinônimo de coisa ruim. Claro. Eu entendo que existe o extremo dos dois lados, mas aqui não vim falar de exageros, no sentido literal da palavra.

Quero falar daquelas situações que não nos importamos com os “limites” que a sociedade impôs, sobre o quanto você deve sentir ou não sobre uma determinada situação. É como se em seu consciente, tivesse de estar sempre atento sobre quais formas e intensidade deve-se expressar ou não. Porque de acordo com o que dizem, existe uma linha tênue entre ser uma pessoa ''dentro dos padrões'' e uma pessoa emocionada.

Ser considerado uma pessoa emocionada para mim, é alguém que sente com toda sua intensidade e está presente de corpo e alma, que não se importa de fato de como é que vão interpretar aquilo, importante é que consiga se expressar verdadeiramente o que existe em você. E não necessariamente isto precisa ser uma declaração imensa e nem o tempo todo, mas o fato de não importar com opiniões alheias, nem mesmo o amedrontador sentimento de vulnerabilidade ao expor o que sente, já é uma forma muito boa de praticar a liberdade.

E a liberdade carrega consigo a aventura e a mania constante que a vida tem de surpreender. E para romper esse estado de torpor que a sociedade aplica sutilmente, é preciso aventurar por essa liberdade, e para isso é também preciso tal ato de coragem.

Portanto, eu gosto de pessoas emocionadas, assim como que ter qualidade de tempo é mais importante do que ter tempo, viver com intensidade é melhor do que simplesmente viver.

Inserida por ShandyCrispim

⁠A poesia transborda em minha alma,
Em cada palavra, um novo sentimento,
A cada linha, uma nova história é escrita

Inserida por Branca_Ofc

A cada passo nessa linha tênue, que eu chamo de minha vida.⁠
Vou desembaraçando essa cama de gato, onde eu fiz meu caminho.
Um dia meus braços se cansam de nadar, e eu morro afogada.
O orgulho ou a criação, nunca me deixaram pegar a bóia, pedir ajuda nunca foi uma opção.

Inserida por JoiceAL

⁠Quem não começa, não consegue enxergar o caminho e muito menos cruzar a linha de chegada.

Inserida por eliane_aparecida_braz

⁠O Tempo que Nos Mora

O tempo não passa,
ele se aloja.
Em cada dobra da pele,
em cada linha que cruza o olhar,
em cada silêncio que responde
a perguntas que deixamos de fazer.

Ele não corre,
ele escava.
E dentro de nós, abre corredores,
salas abandonadas onde ainda ecoam
as risadas de um outro “eu”,
mais leve, talvez mais ingênuo,
mas inteiro.

Somos morada do que fomos.
E o presente, esse inquilino instável,
vive batendo portas
entre o que sonhamos e o que aceitamos.
Traz nas mãos promessas que esquecemos
e nas costas cicatrizes que fingimos não ver.

O tempo nos ensina pela repetição,
não dos fatos,
mas das dores.
Cada erro renomeado é uma lição que retorna,
com nova máscara,
mas com a mesma essência.

A vida, no fim,
não é uma linha reta —
é um espiral de retornos,
um eterno reaprender.
E quem não escuta o tempo,
repete os passos
no mesmo chão partido,
acreditando ser caminho novo.

Inserida por silvano_eising

⁠**Ponta Porã, Princesinha dos Ervais**

*por Yhulds Bueno*

Na linha sutil de um mapa sem muro,
Onde o Brasil e o Paraguai se dão as mãos,
Nasce Ponta Porã, em abraço maduro,
Terra de ervais, de cheiros e canções.

Princesinha cercada de verde e neblina,
Com a alma gelada do vento europeu,
Nos dias frios, o céu se inclina
E acaricia o mate que alguém aqueceu.

Aqui, o tereré canta em roda de amigos,
Fronteira sem porteira, só coração,
Mistura de línguas, de risos antigos,
De lendas que cruzam o chão do sertão.

Brasileiros e paraguaios se encontram,
Sem barreiras, sem pressa, sem porquê,
As histórias se fundem, os olhos se contam,
E a cultura floresce onde a paz quer viver.

Ó cidade das neblinas e do chimarrão,
Dos mitos que dançam no campo molhado,
És poesia na palma da minha mão,
Ponta Porã, meu canto encantado.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Ponta Porã Linha do Tempo

Por Yhulds Giovani Pereira Bueno

Na linha tênue que separa e une o Brasil e o Paraguai, repousa Ponta Porã — ou como carinhosamente dizem por ali, *a Princesinha dos Ervais*. Uma cidade que não se contenta em estar na margem de um mapa: ela ocupa o coração de duas nações, dois idiomas, duas culturas... e muitas histórias.

É difícil caminhar por suas ruas sem perceber que o tempo se mistura como o chimarrão servido em roda de amigos: quente, forte, com traços guaranis e sotaques sul-mato-grossenses em perfeita harmonia.

O português e o espanhol se cruzam como os passos de quem atravessa a linha internacional sem perceber — porque, em Ponta Porã, fronteira é apenas um detalhe simbólico.

Ali, as feiras fervilham com o colorido dos tecidos paraguaios, a música sertaneja divide espaço com a polca e a cumbia, e os sabores revelam encontros: chipa e pão de queijo, sopa paraguaia e arroz carreteiro. Nada ali é puro — e ainda bem. A identidade ponta-poranense é mestiça, e é nessa mistura que ela se fortalece.

Histórias de colonos vindos da Europa, indígenas resistentes, paraguaios que fincaram raízes, brasileiros que abraçaram a lindeza fronteiriça. Cada um deixou um tijolo, uma receita, um costume.
O passado ali não se guarda em livros, mas nas varandas com cadeiras de fio, nas rodas de tereré sob a sombra dos ipês, nos nomes que não soam de um só lugar.

Ponta Porã é palco de somas e divisões. Soma de sonhos, divisões de saudades. Porque todo mundo ali tem alguém “do outro lado”, e isso não separa — aproxima. Mistura que não se dissolve, mas que se reinventa a cada geração.

E assim segue a Princesinha dos Ervais: de vestido bordado com ervas mate, cabelo com aroma de fronteira e um olhar que enxerga longe, para além da linha imaginária, onde a cultura não pede passaporte, só respeito e celebração.

Inserida por yhuldsbueno

⁠🪁 O Peixinho e o Quadrado
Nas quebradas do céu da favela,
Sobe o peixinho na linha singela.
Feito de jornal, varetas tortinhas,
Mas voa ligeiro, cortando as linhas.
Lá do asfalto, vem todo montado,
O tal do quadrado, pipa de “abastado”.
Colorido, pomposo, de corte preciso,
Mas falta-lhe arte, coragem e riso.
O peixinho dança, ele gira no vento,
Desvia, mergulha, ataca no tempo.
Não tem carretel de alumínio brilhando,
Mas tem o menino que vai controlando.
Com olho afiado e alma de guerreiro,
Solta na manha, recolhe ligeiro.
O quadrado se exibe, achando-se rei,
Até que o peixinho dá o golpe da vez.
Num rasante ousado, feito passarinho,
CRÁ! — vai-se embora o quadrado no ninho.
A criançada grita, a favela aplaude:
“Foi o peixinho que fez mais um baude!”
Porque não é o preço que faz campeão,
É a coragem, a ginga e o coração.
E o céu lá de cima já sabe a verdade:
Quem corta com arte… não compra vaidade.

Inserida por betagcorrea_1103926

Entre o não querer e o não poder há uma linha tênue – frágil como bruma ao vento. Quando mal interpretada, essa linha pode se romper e abrir um abismo de desentendimentos irreversíveis.”

Inserida por igor_fernando_2

O meu nascer e o meu morrer estão decididos, mas a linha ondulada entre os dois me pertence⁠

Inserida por henriqueprado_1104308

⁠O mundo é podre, porque frutas doentes do mal o adoecem, e assim formam uma linha de doenças da qual só se pode escapar se fugir.

Inserida por sidney_gm

⁠Quando estiver cansado do cansaço
Olhe para a linha do tempo
E relembre por um momento
A força que em ti havia
Siga o norte que te guia
E viva novamente o seu passado

Inserida por VINICIUScarlos

⁠Na linha da vida
O desequilíbrio
Derruba a alma
Que anda na corda bamba
Entre o bem e o mal.

Inserida por warleiantunes

⁠É, a dor virou livro,
e o silêncio agora tem voz.
Cada linha, uma cicatriz.
Cada página, um grito disfarçado.
Escrevo pra não explodir.
Respiro entre palavras afiadas.
Viver doeu.
Escrever salvou.

Livro da Vida

Imagine ler um livro sem páginas de volta,
onde cada linha é única,
cada escolha — tinta sem correção.

Com quanta atenção você o leria?
Com que cuidado deixaria seus traços,
sabendo que o ontem não se relê
e o agora é o único capítulo em aberto?

Isso é a vida:
um livro que só se escreve para frente,
onde o ponto final não avisa que está chegando,
e o sentido está entre as entrelinhas que você ousa viver.

Inserida por matheushruiz

⁠Você pode não ler uma linha do que envio. Mas continuarei mandando. Essa é uma das qualidades dos chatos de terceiro grau de suporte.

Os quadros me encantam, por isso ponho tinta em cada linha, para expressar a paisagem em minhas reflexões.

Inserida por WesleyNabuco

Antes que a linha saia do meu carretel deixe-me pescar tuas ideias e libertar suas visões.

Inserida por WesleyNabuco


É incrível como apenas uma linha de texto de uma mulher pode transmitir tanto significado. É uma pena que muitas vezes os homens não consigam entender a verdadeira linguagem ideal para uma mulher brasileira mais romântica. A chave para entender a verdadeira essência dessa mulher está em conectar-se com a sua profunda emoção, pois é com ela que ela se comunica melhor.

É realmente uma pena que apenas algumas pessoas apreciem o formato do queixo de uma mulher. O queixo de uma mulher tem muito a dizer sobre ela, seja em termos de personalidade ou aparência. Algumas mulheres têm um queixo forte e anguloso, enquanto outras têm um queixo mais suave e arredondado. O queixo de uma mulher pode ser uma característica única e marcante, que ajuda a definir sua beleza individual. Seja qual for o formato, admirar o queixo de uma mulher é um sinal de reconhecimento do seu carisma e beleza.