Linguagem
Linguagem do coração
Uma parte de mim é fé,
a outra sonho.
Uma parte de mim é sol,
a outra girassol.
Uma parte de mim é casulo,
a outra borboleta.
Uma parte de mim é café,
a outra vinho.
Uma parte de mim é árvore,
a outra passarinho.
Uma parte de mim é flor,
a outra fruto.
Uma parte de mim é pensamento,
a outra liberdade.
Uma parte de mim é multidão,
a outra silêncio.
Uma parte de mim é canção,
a outra vento.
Uma parte de mim é estrela,
a outra estouro.
Uma parte de mim é você,
a outra ainda estou escrevendo.
Porque quando o detalhe é você...
Ah, meu amor, não há
matemática que possa explicar
se é mais ou se é menos!
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 27/04/2021 às 23:30 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Precisamos falar em uma linguagem que as pessoas entendam. Usar uma oratória fora do alcance de uma plateia, é pura burrice.
Mil formas de Amar
Epílogo:
O Amor pode se expressar em suas mil formas!!! É a linguagem mais antiga da natureza!!! Estava lá! Mas não percebia! Me chamava,Mas eu não ouvia!Até que no silêncio fechei os olhos! então pude senti-lo e decifra-lo !!!
E compreender todas as suas mil formas!!!
Não questiono a importância da linguagem inclusiva.
Só acho que esse tipo de pauta tem pouquíssima ressonância na população brasileira carente de necessidades básicas como: comida, moradia, saúde, trabalho, segurança, lazer...
Não falamos mais a mesma linguagem.
Os meus olhos se abrem e você some como em uma neblina.
Você chora
Asteróides se colidem e eles têm o nosso nome.
Em orion's já não ouço a sua voz.
você ainda me vê?
Por que não vem até mim?
Nossos dias de folga viraram presentes gregos
Sangrando sem dor, sem sangue e sem ferimentos.
Mais um grito sem som.
Eu me sinto em Tróia, onde todos são traidos.
A sensação inerte de ser jogado de vênus sem paraquedas
e cair eternamente em segundos.
De um lugar, uma vontade, um sonho. E em direção a uma realidade que só era real na minha mente.
-Matsumoto
Estude em busca de um conhecimento que te faça falar uma linguagem que ninguém mais te entenda, e se torne um fundador, um criador, ou até mesmo um gênio.
Minha linguagem é de tato, experimental, defeituosa e inacabada.
Se sua visao é perfeita, sua audição e fala são irreparavéis, nós não vamos nos entender.
Minha linguagem de amor com amigos: não cobrar presença, atenção, exclusividade, enfim, deixar completamente livre. Só exijo reciprocidade na linguagem.
Para além da longuíssima era de comunicação gestual e gutural que precedeu o surgimento da linguagem humana há cerca de 200.000 anos atrás, e para além da 'era da oralidade' que daí de seguiu, podemos dividir a aventura humana em três grandes eras no que concerne aos modos predominantes de se produzir textos’. Desde o surgimento da Escrita, parece ser pertinente destacar três principais épocas que introduzem novos modos de se relacionar com a experiência textual: a ‘era dos manuscritos’, a ‘era dos impressos’, e a ‘era dos textos digitais’. Antes desta sequência – e, na verdade, também ao mesmo tempo – podemos ainda considerar a incontornável dimensão da ‘oralidade’. Afinal, toda civilização – independente de ser uma ‘civilização do manuscrito’, uma ‘civilização do impresso’ ou uma ‘civilização digital’ – é também uma ‘civilização da oralidade’, seja na sua vida cotidiana, seja através de certo percentual de suas realizações culturais.
Não obstante os três grandes períodos que se apoiam no predomínio de uma ‘civilização do manuscrito’, de uma ‘civilização do impresso’ ou de uma ‘civilização digital’, convém lembrar que estas ‘unidades de época’ se referem apenas ao modo predominante de divulgação da escrita textual pública. Afinal, quando um novo padrão de lidar com a feitura e divulgação de textos se estabelece, este não cancela, de modo algum, as práticas relacionadas aos padrões históricos anteriores. O próprio aparecimento histórico da escrita com as primeiras civilizações urbanizadas – evento matricial que introduz essa grande sequencia de possibilidades de textualização que definiremos como três sucessivas ‘unidades de época’ (a do manuscrito, a do impresso e a do digital) – não excluiu, como já mencionamos e com bastante obviedade, o padrão da oralidade. Além da fala mediar uma parte preponderante das relações e práticas humanas, podem ocorrer mediações e trânsitos diversos entre o oral e o escrito (este último na sua forma manuscrita, impressa ou digital). O discurso escrito pode ser lido em voz alta. A entrevista, uma vez pronunciada, pode ser transcrita manualmente para o papel, e depois circular através de um jornal sob a forma impressa (ou mesmo ser disponibilizada em algum site através de recursos já típicos da civilização digital). O texto de teatro, é o que dele se espera, pode dar origem a uma performance pública, oralizada. Filmada esta performance, ou digitalizado o seu roteiro, ambos podem ser disponibilizados digitalmente na Internet. [...]
As três grandes eras textuais, enfim, não cancelam as suas antecessoras. Como se fizessem parte de uma interminável composição musical polifônica que gradualmente vai oferecendo a entrada de novos temas musicais, os novos modos textuais apenas se apresentam em certo momento como uma melodia dominante que passa a se superpor e a conviver com as melodias antecedentes. Assim, a civilização digital, além de suas próprias práticas trazidas a primeiro plano, ainda contém a civilização do impresso, a civilização do manuscrito, e a civilização de oralidade. Ela é uma ‘civilização digital’ porque este novo mundo que a constitui passa a ser francamente regido pela internet, telefonia celular e recursos digitais, bem como pelo espraiamento dos computadores e práticas informacionais, com a consequente adaptação do textual a todas estas novas possibilidades. Uma civilização é digital não por ter banido a forma impressa e as práticas manuscritas, e muito menos a oralidade.
[trechos extraídos de 'A Fonte Histórica e seu Lugar de Produção'. Petrópolis: Editora Vozes, 2020, p.71].
É a linguagem a única e magna forma de síntese de que dispomos para a ligação entre o exterior e o interior, entre o mundo lá fora e o que se passa dentro deste mundo interior que, segundo Peirce, nós egoisticamente chamamos de nosso.
A linguagem metafísica e dualista de (luz/sombra, ciência/opinião, essência/aparência), podemos afirmar que somosprisioneirosde 'máquinas tiranas'.
Há correntesque nos retém como os hábitos retrógrados e nocivos (os vícios, opostos da virtude) que, se não impede, ao menos dificulta o acesso ao conhecimento. Aquelas também são nossos pseudoprazeres, a rotina e ilusão de realidade, resultado da simulação neurointerativa (redes sociais).
É natural que acreditemos nelas como sendo a própria realidade - quando na verdade não são.
Se você está sonhando e não percebe, como pode saber que tudo aquilo não é realidade?
A poesia é de linguagem universal
Fala ao coração do ser humano
Na sua intimidade
Na sua consciência
A poesia fala de tudo
Nunca se cansa, nunca se esgota.
A dança é a linguagem alegre do ser, corporal que dança, expondo a amostra da alegria, da dança, alma dançando!
