Liberdade Infinita
Fomos criados livres e com livre arbítrio na Soberania do Único que é Livre. Seria contra a natureza do Deus Livre e Soberano nos criar sem liberdade e sem responsabilidade. Na liberdade que Cristo nos libertou, Marcelo Rissma.
"Saibamos levantar acampamento sem apegos, afinal o Destino nos convida a seguir em frente... Não se há tempo para viver uma vida toda em um só lugar...Fazemos apenas breves paradas."
Altos e baixos.
Vivendo nos extremos.
Sem conseguir encontrar o equilíbrio.
Permanência na dor e o apego a ela, porque se ela se for o que farei sem ela?
O medo é mais forte e latente, é o malvado favorito acorrentado, alimentado, assistido. E o que fazer? Enfrente, em frente.
O retrovisor revela o que vai ficando, é só referência pra seguir; ficou, passou, acabou.
A identidade assume o controle.
A direção aponta o caminho.
A liberdade desfaz o caos.
O mais miserável dos Homens não é o pobre que passa todo o tipo de necessidade, aquele que mal consegue sobreviver com dignidade numa sociedade dita democrática, mas sim todo aquele que o condena a essa condição.
Esse sim é miserável!
O fanatismo político, tal como o fanatismo religioso e todos os fanatismos, são a máfia da Humanidade em pleno Séc. XXI.
A Sophia de Mello Breyner
Aquela madrugada que irrompeu em nós
*“dia inicial e primeiro”,
esses ventos anunciando germinação
aquela madrugada em que das cinzas renascemos
Sophia,
repousa-me na garganta em estilhaços.
Aquele hino que ao colo do meu Pai
há décadas ansiado
sorrindo cantarolei.
Aqueles belos cravos vermelhos
a transbordar sangue fervilhante
de mim
hoje são farpas rasgando-me as entranhas
toda a quimera que inventei.
Aquela madrugada algures já perdida
é como um denso nevoeiro
onde ouço o grito da fome
do meu Irmão
a sussurrar clemência pelo chão.
Passa por ele tanto capitalista
mas nenhum lhe estende a mão.
Cegueira instalada e brutal
desdém!
Pobreza mais miserável que a própria fome
é a condenação à mesma!
Tal qual uma manta de retalhos
velha e dolorida.
Fomos vendidos
hipotecaram nossas vestes
cobrindo-nos de maldição e vergonha.
Vertem lágrimas
os craveiros vermelhos que gritaram
no peito daquela madrugada
repousa tu aí sabedoria eleita,
teu leito de Liberdade.
Eu permaneço pela enseada
nas asas de uma gaivota
cantarolando como se ainda estivesse
ao colo do meu Pai.
(*Sophia de Mello Breyner)
© Célia Moura (2015)
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.
Por um momento na vida entramos no calabouço de nossas ansiedades, incertezas e absurdas convicções. A chave que abre a prisão nem sempre é encontrada e muitos morrem nas correntes sem ao menos tentar sair. O cativeiro tem a missão de te libertar, a chave está em suas mãos...Seja mestre de si mesmo!
E se nós soubéssemos...
Que todas as nossas palavras revestidas de sentimentos se tornam roupa e que antes de chegar a quem abençoamos ou amaldiçoamos elas nos cobrem como um manto?
E se soubéssemos que cada outro ser tem um pedaço nosso e que pedacinhos nossos estão no outro?
E se enxergássemos a cor que nos circunda nossos olhos chorariam ou sorririam os nossos lábios?
E se soubéssemos que ao ver a cor da nossa energia veríamos o coração do avesso, como nos sentiríamos?
E se as nossas vestes fossem a maldição que lançamos ou as bençãos com que abençoamos estaríamos andando no mundo como um trapo ou como um rei?
Todas as respostas estão em nós...todas as perguntas só se quisermos saber...
O Todo que está em tudo brilha em cada um com sua centelha invisível, quando ferimos somos feridos por nós mesmos, quando amamos o outro nos completamos...
O bem e o mal são duas forças que empurram a vida, mas o bem tem um poder de reverter que o mal não possui, é por isso que a boa vontade é o que nos move para o bem e o amor nos faz repousar nEle,
Assim como pensamos em nosso coração, assim somos nós.
Não seria a vida mais que um corpo, mais que pele ou ossos ?
A vida principia no invisível e no visível ela se faz ...daquilo que fazemos.
A centelha que pulsa em nós pulsa em tudo, sendo uma conexão perfeita na sua "imperfeição" cabe a cada um sentir e conhecer a vibração que emana para reconhecer a que recebe...
A vida responde, quer saibamos ou não, conforme doamos o nosso amor ou nosso ódio...e a mesma vida coroa o rei ou o réu conforme suas ações.
São livres nossas escolhas, nossos resultados são prisões ou asas...
Rita Celi
Quero parar, parar com tudo! Chegar ao ponto zero, não sentir nada! Quero o silêncio mais completo, mais intenso, mais vazio! Quero parar de ouvir ruídos dentro e fora da minha mente. Quero parar de sentir esse misto... quente e frio de toda angustiante confusão que se desenrola e se embrulha no meu descompassado coração. Quero só fluir como um rio sem correnteza, sem pressa de chegar ao mar... Quero parar!... de pensar de sentir de saber. Quero só ser, e deixar o ter que me atormenta morrer...
"Viver e' viver.
Onde vives?.
Viver não e' morar!..
Onde moras?.
Morar e' ainda viver, mas aonde morar?.
Nem sempre moro no mesmo lugar, mas
sempre vivo no mesmo lugar.
Há muitas moradas e somente um viver...
Os outros viveres são sobreviveres.
Diante do inevitável, fantasiamos uma sobrevida.
Há ainda outro viver que e' aquele que transcende
o ser e reside no pensamento, depois de desgarrar
da certeza existencial e buscar acalento na poesia da vida.
No limiar do instinto desperta a intuição que funciona com
a liberdade do pensar.
_assim diz um viajante do tempo.
"MUNDO NOVO"
Estava radiante este dia, estava radiante...
Dia de passeio ao parque, sol, luar, ar puro.
Aos que vivem em cidade deviam... avante!
Levanta e vá de encontro ao nosso futuro!
Neste percurso encontrarás nosso caminho!
Não em casa, não na volta, não no parque.
O "caminho esta lá fora"; e' o jeito , sozinho!
Sozinho; encontrar o jeito que se embarque.
No parque reina a liberdade de expressão:
Vi crianças, liberdade, direito, democracia...
E todas brincavam ora no balanço ora não.
La' pras tantas do relógio o apito; o' dureza!
Pois o que todas temiam e' a hora de voltar.
Agora eu vejo! Tudo passa, e' só a natureza!
poeta_sabedoro
O que ela [a vida] quer da gente é coragem.
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