Lamentos
Não percamos tempo com lamentos. Os sábios sabem sempre tiram grandes proveitos das circunstâncias adversas e das necessidades que os limita.
Lamentos
Quanta dor...
Não queria estes versos escrever.
Minha vontade é toda dor do mundo esconder.
Mas há algo que em mim insiste.
De escrever meu coração não desiste.
Tornar palpável meu sofrimento...
Quem sabe diminui meu tormento.
Lamento.
Triste não te quero deixar não.
Não deixe esta minha dor perto de ti chegar.
Não leia esta dorida lamentação.
#LAMENTOS
Nunca ame pouco para magoar um coração sincero...
Ame por inteiro...
Por inteiro seja verdadeiro...
Nunca tente entender a tristeza de alguém...
Talvez seja você o culpado...
De um coração ter magoado...
Do olhar desviado...
Que não foi sustentado...
Talvez por medo...
De não ter se entregado...
Mundos diferentes...
Onde o destino brinca com a gente...
E certamente...
Nos fazem encontrar novamente...
Quantos amores perdi...
Por olhares que não mantive...
Não fui capaz de esperar...
Não fui capaz de me entregar...
Não fui capaz de me perder e nem de ali me achar...
Ah... como lamento por cada olhar perdido...
Por cada desejo esquecido...
Pelos sonhos não vividos...
Os sorrisos escondidos...
Toques não sentidos...
Hoje sou capaz de ver...
O muito que deixei de ter...
O muito que deixei de viver...
O tanto que fiz...
Alguém sofrer...
Sandro Paschoal Nogueira
O amor tem que ser como um navio, enfrentando mares de desafios, contra ondas de lamentos, tempestades de crises e ventanias de sentimentos. Feliz dia dos namorados
Vivo distraída
Entre meus próprios lamentos
Entre meus próprios tormentos
O mundo precisa de mim?
Sou uma desconhecida
Sou uma nau naufragada
Dentro do meu mar
Dentro do medo de amar
Falta de Decisão
Acabamos nos rendendo a lamentos,
Porque sempre buscamos uma explicação.
Contudo, Não podemos culpar ao tempo
Por nossa frequente falta de decisão.
Jorge Jacinto da Silva Jr.
Todos os seus rogos e pedidos, lamentos ou agradecimentos o Criador já os previu, em cada concepção.
Somos brasa apagada, estrelas mortas, um rastro pelo tempo, uma fagulha de luz, e como tal somos apenas uma espécie de miragem a tremular no firmamento.
Creia ou não.
A cortina de seda marinho cobre os sonhos da menina, provocando lamentos sentidos e tristes melodias pelo ar.
Eis que bem na pontinha do tecido, um belo bordado branco se desnuda tímido ante os raios do luar.
O semblante inteiro muda o tecido furta-cor, as figuras transmutando, saltitando dor e cor...
E os pontilhados insistentes pingam no coração da gente nos fazendo um sonhador.
DUAS ESTRELAS -
No meu peito há dois lamentos
nos meus olhos dois silêncios
que me prendem à saudade;
duas histórias que passaram
duas vidas que deixaram
tantas horas d'ansiedade.
Minha Mãe o teu sorriso
de que tanto 'inda preciso
em horas tristes sem vida;
e meu Pai, o teu regaço,
aquele olhar, o teu abraço,
ao dizeres, minha querida.
Esta mágoa que hoje canto
será sempre um triste pranto
uma espada no meu peito;
porque dá e tira a vida
tanto amor sem despedida
que tristeza no meu leito.
Mas no meu triste horizonte
junto à voz de cada fonte
ponho a minha voz também;
no Altar há duas velas
no meu Céu há duas Estrelas
são meu Pai e minha Mãe.
Para o Fado...
Meus lamentos e risos
Os considero unicamente
Caligrafias, líricas e alheias:
Versadas e compostas
Dentre a solitude
O homem negro.
Acorrentados em meus lamentos tantos sentimentos.
Seu peito está aberto sem seu coração...
Estou faminto...
Seus lábios frios aprecio o desejo....
Apenas aberrações dos sentimentos de solidão eterna...
Adorei o desejo encarnado na minha pele ...
O corpo apodrece nas noites que se perde a vontade de viver...
Sempre estou gritando com minhas vontades...
Aprendi a ter esperança...
Vivemos em tempos que mortos ficam jogados em hospitais...
Todos mundo tem mesmo fim...
Abraço boa experiência para amar teu sentimento...
No máximo do ardor respira fundo tornou se um sentimento singular.
Na Beira do abismo o amor é infinito.
Apenas palavras jogadas sobre seu corpo sem vida.
Sonhos obscuros parecem dançar na minha cabeça...
O vento sussurra palavras entre minhas emoções lágrimas.
No vórtice de emoções...
Tributo que se dissolve na ausência da sua alma sombria...
Espero sobre a dor que corrói vejo o tempo rui e sobre lamentos solitários aguardo seu regresso
E sombras da tarde caminhará sobre o piso e os ventos tocaram um melodia andará sobreas calçadas folhas e flores e sobreas estações os olhos fitos na esquina onde você não mais andará
e na distancia dos anos outono cobrirá primaveras...
Meus olhos envelhecidos lembrará da dor de um adeus
Na alvura da alvorada o gosto do fel na melancolia, e na gastura que aranha a mente tateio a insegurança entrelaçada na alma,
e que no meu fim desaguará em terra seca minha alma chorosa e sobre meus ossos âmbar outros pisaram
E entre os tempos contaram como o amor nascera e sufocado no tempo adormeceram na lembrança empoeirado registrado no livros a dor do poeta sonhador.
Faça-me o favor de não ignorar os lamentos
Os pedidos de socorro
Daqueles que são inocentes.
Ouçam seus gemidos
Seus pedidos nas madrugadas frias
E salve-os desse mundo mal.
branco
Minha força vem de lá
O meu canto vem de Angola
Uma voz a ecoar
Os lamentos da Guiné
Arrastado pelo mar,
veio o sangue quilombola
Carregando a minha fé...
Velhos Sinos de Santo Antão - Évora -
Há lamentos à deriva pelos montes
como nuvens que passam pelo Céu
solidão como água pelas fontes
e alegrias que o destino não me deu!
Não há regaço onde me chegue nem acoite
nem capa que me possa agasalhar
visto roupa carregada pela noite
e dores carregadas de luar!
Ó velhos sinos de Santo Antão,
por quem dobram, quem morreu?!
Foi a dor da solidão
que no meu peito apodreceu!
Morreu, morreu, morreu! Não partiu!
'Inda vive, triste, nos meus olhos ...
Todos choram, ninguém viu,
que de mim pende como folhos!
Nos olhos do meu rosto
sede rápidos a beber
e levai a ombros o meu corpo
quando eu da vida me perder!
Ó velhos sinos de Santo Antão,
por quem dobram, quem morreu?!
Quem vai no pinho desse caixão,
quem vai nele para o Céu?!
Alguém que um dia já viveu,
alguém que um dia foi alguém
que estava vivo e que morreu
e que agora é ninguém!
Pela Praça vai passando,
no ataúde, um coração,
por quem dobram sem descanso
os Velhos Sinos de Santo Antão!
O vento sussurra lamentos de desespero, Sombras dançam em triste melancolia. A alma se arrepia em desespero, E o gelo da solidão consome com agonia
Perdi a energia para certas coisas, como o amor em
desalinho, Na memória ecoam lamentos, no coração, um vazio mesquinho. Mas trago esperança no peito, ansiando por um recomeço, Para encontrar a harmonia e dissipar todo o avesso.
Deixo para trás as sombras, abraço a luz que se aproxima,
Renovo as esperanças, enquanto a alma se anima.
Encontro forças no sorriso, na alegria que se revela,
E sigo em frente, firme, em busca de uma nova tela.
