Lado Emocional
Nosso corpo material está preso e condicionado a uma vida efêmera, nosso emocional preso àqueles que ama e se apega, e nossa mente racional está presa aquilo que aprendeu, e às regras da sociedade. São inúmeros tipos de armadilhas que podem manter nossa alma iludida e nossa consciência num nível inferior ao do que deveria estar.
Quanto mais despimos o Eu de roupagens ilusórias e condicionamentos externos mas livres estaremos, pois dentro de nós está uma parte do EU SOU e é aquilo que não nasceu, que não envelhece e não morre.
Ser um ser de luz, ou estar iluminado não significa ser melhor que alguém, é estar o mais próximo possível identificada e consciente dessa essência imortal e usá-la não para ofuscar ou controlar o próximo mas para ajudá-lo a se lembrar e acender a sua própria centelha interior.
Mudança, morbidez
risos, insensatez...
transcendentalismo visceral
frustração emocional,
equívocos apropriados
com teor de suor amargo,
nem doce, nem salgado...
gelado, vasto, árduo.
Resquícios do nada
que nunca imperou,
como lâmina afiada
que rasga sem dor,
que corta sem marca,
machuca, maltrata,
corrompe a alma...
amor, rancor, fervor...
inexistente e presente
sem fábulas, sem graça!
Que a sabedoria adquirida em mais essa graduação te traga o equilíbrio emocional necessário para o sucesso, que sirva de base para suas futuras conquistas, realizações pessoais e profissionais.
O progresso espiritual e a estabilidade emocional das pessoas é um processo lento porque elas, no fundo, não se ajudam, verdadeiramente, entre si. Todas preferem pactuar com a omissão das verdades que essencialmente precisam ser ditas e se aliarem à preservação das mentiras que sustentam as fraquezas dos outros trocando bilateralmente a "sensação" de amizade e apoio, mas na verdade cada um só está preocupado em não se expor, se beneficiar com a relação, cuidar só de si e preservar sua língua devido ao pavor de ter que "pagar" por ela, bem como preservar suas próprias particularidades defeituosas que as deixam sem argumento moral.
Caridade demais "pode" causar dependência emocional pra quem pratica, quando este passa a depender da dependência do beneficiado pelas suas ações pra se sentir importante, ser visto e ser essencial, além de achar que sendo útil incansavelmente pode driblar seus próprio medos, culpas, inseguranças e fracassos.
Quanto mais valor "emocional" agregamos ao valor "real" do dinheiro, mais pobre fica o nosso espírito, e mais comprometidos ficam os nossos valores.
Retiro emocional...
Algumas vezes, precisamos diminuir o ritmo, prestar mais atenção ao nosso redor, ouvir nosso coração, organizar as ideias, tomar novo fôlego, criar novas metas, sonhar novos sonhos...
E vou seguindo, em ritmo de reflexão, todos os sentidos em alerta, buscando a minha verdadeira plenititude...
Peito, coração e braços abertos...
Hoje e sempre...
Mergulhando em mim
“Todo Reikiano procura o equilíbrio físico, emocional, mental e espiritual, através do uso correto dessas ferramentas maravilhosas que denominamos mãos.”
O NOSSO CORPO SE RELACIONA COM A ALMA!
PRECISA ENTENDER QUE TUDO PARTE DO SEU EMOCIONAL.
SE SUA ALMA ESTÁ BEM COM DEUS, SEU CORPO ESTARÁ SARADO.
Bem um dia eu vou me livrar desse masoquismo emocional,não me importar mais com o que você me fez e vamos voltar a ser amigos.Mas isso em outra vida.Só em outra vida.E devo lhe falar que é um caso sério,já que eu não sou espírita,e se você também não é,haha,então vai ficar pro dia de São Nunca mano.
Pais que dão amor, carinho, disciplina para seus filhos, certamente terão filhos saudáveis emocionalmente.
Quando você finalmente se dá conta do quanto já perdeu de saúde (física e emocional), apenas por alimentar aquela ideia fixa de que precisava, a qualquer custo, encontrar alguém que aceitasse a árdua missão de lhe fazer feliz, muita água terá passado por baixo da ponte.
Só que esta missão – acredite – é única e exclusivamente nossa! Com o outro a gente soma. E partilha.
Mas até que a gente se dê conta do erro que foi cometido, já teremos nos aventurado por diversos relacionamentos desde o início fadados à frustração, devido ao simples equívoco na elaboração da meta. O que por sua vez poderá acabar por definhar aquela nossa, por vezes, já tão frágil autoestima.
Enquanto isso o tempo vai passando, novas oportunidades vão surgindo e a gente vai continuar arriscando tudo o que (ainda) tem, na esperança de que desta vez dê certo. Porque a gente merece ser feliz. E a gente já não vê a hora. Mas a cada nova frustração, sentimos que perdemos bem mais do que tempo com alguém que não se fez merecedor da nossa estadia na sua vida. Perdemos também um pouco da fé na possibilidade de um dia sermos felizes como sempre sonhamos.
Entretanto, em algum momento da vida a gente resolve mudar. Porque a gente também se cansa. E nessa hora fazemos uma análise da nossa postura frente à realidade que nos circunda.
A partir de então intuímos que não era exatamente o outro quem sempre falhara na missão. Fomos nós que entramos em campo com a estratégia errada.
E é justamente neste momento de elevação da consciência, que algumas pessoas concluirão que não faz sentido reconhecer a felicidade nas suas vidas, exclusivamente por ação dos outros. É aí que, tal qual pai e mãe que se esforçam pelo seu filho, porque vendo-o se desenvolver bem, eles ficam bem, também, elas se convencem de que fazer alguém feliz não tem preço. Pois a alegria de um, reverberará na vida do outro.
Pois eu não acredito que o amor se dê por geração espontânea. Ele se origina e desenvolve em etapas. É preciso atravessar as fronteiras das descobertas e das decepções. Caminhar pelo vale do silêncio, compreendo a dispensa dos excessos malditos e mal ditos. Dosar paciência para realinhar os acordes. Partilhar o perdão. Assumir construções e reconstruções extremamente fundamentais para o amadurecimento tanto pessoal quanto coletivo.
Então, quando chegarmos em tal nível de consciência, passaremos a dedicar toda a nossa energia no propósito de sermos, um para um outro e mais do que nunca, um local firme o suficiente onde ele(a) possa desabar sempre que preciso. Pois felizmente teremos compreendido que o lar também pode ser uma pessoa. E nós vamos querer ser este porto-seguro.
E ali ele(a) saberá que o(a) professor(a), carteiro(a), doutor(a), entregador(a) e etc, ficou da porta pra fora. Ali dentro ele(a) será apenas – e não menos importante – o João, a Maria, o José, a Camila, o Fernando... sem aquela tão pesada e desnecessária sensação de que precisa corresponder ás expectativas lançadas pelo mundo.
Porque ele(a) sempre saberá que dentro daquele curto espaço entre o peito e os braços, tudo ficará bem. Porque um pode contar com o outro. Pois estarão em casa. A salvo. Amém.
Equilíbrio emocional começa a ser adquirido na barriga de sua mãe, começa a ser destruído no berço, mas a oportunidade de ser feliz volta quando você adquire, e usa, a capacidade de raciocinar sobre si mesmo.
Inteligência emocional ou responsabilidade afetiva.
Se popularizou a ideia de que temos diversas inteligências e que precisamos desenvolvê-las, em especial a inteligência emocional.
No entanto, em minha experiência clínica, vejo que as pessoas conseguem ser inteligentes, mas nem sempre são responsáveis. Conseguem saber o que deveriam fazer, mas não conseguem escolher o que fazer.
O problema é a falta de inteligência, ou a dificuldade em se comprometer? É dificuldade em conceituar um comportamento ou em tomar consciência do que sente e do que deseja?
Em geral pessoas muito inteligentes pensam demais, questionam demais, duvidam demais, e vivem de menos.
Elas não sofrem de burrice emocional, elas sofrem da dificuldade em renunciar a uma opção.
Sofrem em escolher A e perder B, pois elas não querem perder nada e ficam com suas teorias medindo, avaliando e buscando aquela opção perfeita, que não existe, mas que a dúvida faz com que continuem perseguindo essa deliciosa fantasia.
Para o afeto é preciso afetividade e não inteligência, é preciso entrega e não cálculo, é preciso abrir mãos das réguas e das regras pre-estabelecidas, pois afeto é construção, e cada relação se constrói de maneira singular.
Desta maneira, estamos falando de responsabilidade afetividade, você responde pelo afeto que doa e também responde com o que faz com o afeto que recebe.
Faça sua escolha, mas lembre-se a responsabilidade é toda sua.
