Lábios
ESTRELA
És linda como a lua
Desejas como o sol ardente
Ilumina caminhos, veredas
Encanta os céus nas constelações
Brilha, brilha, brilha sem parar.
És verdade para os ignorantes
Ilumina a imensidão terráquea
Mostra a beleza da orbe
É nome de extraordinários
Brilha, sempre, sempre.
És encantos dos meus olhos
É sempre prazer dos meus lábios
És tu símbolo de mulher
É sempre, sempre Elisabeth
Uma estrela de verdade.
A mais bela
Olhos poderoros, sem iguais.
Após os ver
não esqueço jamais.
São lindos, brilhantes…
qual pedra mais pura.
Qual diamantes.
Cabelos brilhantes, sedosos
aos quais deviar o olhar
não posso.
Dançam livres ao sopro do ar,
assim como as ondas
do mais belo mar.
Sorriso belo e iluminado,
assim como o sol que nasce
num encantador dourado.
Alegra e enfeitiça.
Obra genial
do mais célebre artista.
Lábios tenros, chocantes…
Seus movimentos? Estonteantes.
Beleza nobre, rara…
e tocá-los é ser levado
onde a magia não pára.
Atributos do mais belo anjo
e de elogiá-la
jamais me canso.
Qualidades? Existem mais.
E se as procuro
não cesso jamais.
Falar Contigo
Eu fico pensando,
no momento em que contigo
vou falar.
Aprazível será esse momento,
diferente ficará o ambiente ,
melhor ainda quando te ouvir
falar.
Te percebo na distância,
vejo sem te poder enxergar.
O espaço que a nós separa,
não impede que eu te sinta.
O teu beijo o sinto tão perfeito,
que até o calor dos teus lábios ,
o tocar dos teus dedos pressinto-os
em mim.
Como as tardes ficam diferentes,
quando a hora de falarmos, perto esta.
Isolo tudo que existe para fazer,
porque nada é mais importante ,
do que contigo falar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista. Aclac.
Membro da Academos de Letras do Brasil
Membro da U. B. E
Acadêmico Acilbras - Roldão Aires
Cadeira 681 -
O senhor colocou nos meus lábios.
Oh! Tenho prazer na justiça, onde a ira e o furor se contém, minha raiz de Davi vive e eu a alimento, pelo meu filho amado Jesus está justificado a benevolência de minhas promessas, sabido é o coração que se rende, forte é a ousadia dos que invocam minhas revelações, manifesto a misericórdia do sangue do meu amado filho JESUS, e com justiça fulminante e cortante respaldo o clamor das gerações, oh que hoje vive, vivo está.
Giovane Silva Santos
Há conflitos que só encontram calma no choque bruto entre lábios, onde um beijo traz a paz. Um gesto simples que dissolve a tempestade.
O que não daria eu...
Num dia sem data...
A sentar-me em uma mesa...
Com aqueles que um dia me amaram...
Hoje tenho os lábios secos...
Os olhos marejados...
E arde-me a cabeça...
Do tempo passado...
O presente é todo o passado...
E também é todo o futuro...
Prossegue a música...
Entra mais na alma da alma...
E a lembrança é que entristece...
Essa terra de ninguém...
Espreito então pelas janelas de outrora...
Coisas que sempre soube mas que nunca quis olhar...
Tal a sorte às cegas...
Da nossa existência...
Ter e não perceber o valor que tem...
Perder e então compreender...
Feliz é aquele...
Que sabendo o que tem...
Ama e não se enlouquece...
Quando tudo se vai...
E nada mais vem...
Sandro Paschoal Nogueira
E a vida em sua fugacidade sutil, sempre deixa em minha boca esse gosto de eternidade quando os meus lábios tocam os teus.
Um encanto que fascina,
Beleza rara, alma cativante,
Sorriso que ilumina,
Lábios que atraem, ímã incessante.
Mente sagaz, ironia fina,
Graça que emana, luz diamantina,
Tesouro raro, de valor inigualável,
Seu afastamento, um enigma impenetrável.
Um mundo só nosso, de cumplicidade,
Entrelaçados em afeição e eternidade,
O tempo, cruel, em corredeiras a fluir,
Deixando a melancolia em meu ser a ferir.
Que a felicidade a encontre em seu caminho,
Em cada passo, em cada destino,
Que a vida lhe sorria com benevolência,
E que o amor a envolva com sua essência.
BEIJOS:
.
Onde permanecem os beijos,
quando não estão nos lábios?
Alguns repousam na espera(nça),
outros despertam na lembrança.
Os lábios da noite
Os lábios da noite beijaram meus sonhos, sussurrando carinhos. Com o batom da saudade escrevi poesia, desnudando desejos. Na aurora da paixão abri meu coração, deixando ir embora a sofrível solidão...
Élcio José Martins
Fome de teus lábios
Tenho fome de teus lábios,
sede ardente do teu ser.
Algo em mim chama teu nome,
num sussurro a te dizer…
Quero ser tua lembrança,
teu abraço ao entardecer.
Ser o vento em tua pele,
teu desejo sem porquê.
Sente…
Sente a brisa em meus dedos,
o carinho a te envolver.
Cada olhar, um segredo,
cada toque, um bem-querer.
Tenho tantos desejos…
Uns puros, outros um gracejo,
uns de cama, outros de beijos.
Que vida amarga sem tê-los!
Moça…
Dá-me apenas uma chance.
Sou de erros, sou de acertos,
mas se há algo que eu sei,
é que esse amor é tão certeiro.
Já me perdi, já voltei,
mas quando te vejo, eu sei:
há paixões que o tempo não apaga,
há histórias que não têm adeus…
E se é amor,
ele sempre renasce.
Ele é sempre meu e seu.
"O NOME
O nome que se encerra em meus lábios
não é de gente, nem de bicho,
nem cabe no estampido
de um fonema solto ou comum.
O nome que meus lábios sepultam
está além da palavra,
por isso se cala e se cola em minha boca
na saliva espessa do silêncio.
Que nome é esse que me queima a língua
e se deita frouxo
na monotonia do grito cansado,
carente de vida e de voz?
Esse mesmo nome cheio de pecado
e da nociva perplexidade
é aquele nome abstrato, quase sêmen,
quase um mantra, quase sagrado,
que cura toda a tribo quando se evoca
e entra na dança, entra na história,
e se faz verso, se faz lido
na capa negra de um livro.
O nome que caminha
entre a alvura dos meus dentes
e neles se senta
porque nas pernas não se sustenta
como se um velho fosse
sendo uma tenra criança ainda.
Louco de fazer-se ideia.
Código de guerra
num vasto tapete de procissão.
O nome que sufoca o ‘não’,
que desmancha o ‘sim’,
que desfaz o tempo impreciso do ‘talvez’
e salta à tez...
E amanhece mulher
na palma da minha mão.
Poesia errante
Que às águas do papel se precipita.
E se afoga na intenção obscura
do sentido.
E vira mito.
O nome que morre sem nunca ter sido,
Sem nunca saber quem foi,
para o poema poder nascer."
