Juventude e Política
Vivemos em um país de tribulação, desastres naturais, assassinatos, a política vai de mau a pior. Se o simples fato de tentar fazer a diferença lá na frente deixando algo que no futuro possa a ser aproveitando para pró do beneficio político ou social, então começamos a fazer agora, só de falácia disto lá em Brasília está cheio...
A esquerda politica nunca foi prejudicial em se tratando de avanços científicos e tecnológicos e a direita politica nunca foi prejudicial em defesa das posses e família o que é prejudicial é um Brasil de esquerda tacanha e de ideais de corruptela e libertinagem e a direita com ideais preconceituosos e de vilipêndio.
A política é tão destruidora quanto à guerra. Pessoas morrem por crueldade da batalha e incompetência política.
Nunca misturem política, desporto ou quaisquer rivalidades com o amor, sobretudo com o amor próprio.
A ciência política começa no instante em que Platão e Aristóteles estabelecem a diferença entre o discurso do agente político e o do observador científico. Quem quer que discurse em nome de um partido, de um grupo ou de uma instituição é, por definição, um agente político.
Discutir política com um Moçambicano da Frelimo, não se difere de jogar xadrez com pombos: eles irão desorganizar as peças, cagar no tabuleiro e ainda se acharão vitoriosos.
A doença política do Brasil é a condensação de um handicap cultural crônico, a pequenez da alma e o estreitamento do imaginário ante a complexidade da existência. Os brasileiros vivem citando Fernando Pessoa, mas não tiram de um de seus versos a conclusão mais necessária e urgente: Nada vale a pena quando a alma é pequena.
Há uma visão estereotipada na sociedade do que seja política.
Sempre se pensa em política como algo vinculado aos gabinetes públicos,
partidos, agremiações políticas ou sindicatos e, pior ainda, existe a convicção de que as pessoas que fazem política são somente aquelas ligadas a esses órgãos de representação popular, jurídica ou pública.
Segundo alguns estudiosos de comunicação, a política não se
faz na arte, a não ser quando a arte tem caráter ideológico; há preconceitos, às vezes por parte dos mesmos, em contextualizar novelas, filmes, livros ou desenhos animados como obras políticas. Veremos que elas, mesmo os desenhos animados e as histórias em quadrinhos (que parecem serem obras ideologicamente inocentes) nada têm de inócuo, pois são muitas vezes impregnadas de características de cunho político.
Cercados por “fetiches” e conceitos rudimentares em relação ao que seja política, alguns estudiosos de comunicação e profissionais da área
dizem que não estudam ou fazem política em suas atividades profissionais e, pior ainda, afirmam que não fazem política porque não se envolvem em política de militância ou de representação sindical, que são apolíticos por serem apartidários, sem filiações em partidos políticos.
Obviamente, nem sempre a questão política ocorre em via direta
como nas produções de filmes em série sobre questões da guerra realizados
por exemplo nos períodos da Primeira e da Segunda Guerra; nem sempre
vão ser desnudadas aos olhos do receptor. Ao contrário, na maioria das
vezes, passam de forma sutil, são sedutoras por outras maneiras, e não
precisam de manifestos para se manifestar, nem de operários nem de
políticos tradicionais.
Quando os meios de comunicação passam a ser elementos de
formação política, temos que ver que isso faz com que sejam também
modificados todos os contextos políticos, bem como a historicidade da
humanidade, enquanto agentes próprios de suas ações históricas.
FALANDO EM POLÍTICA
Os eleitores que se acham sábios querem que os seus oponentes mudem de candidatos chamando-os de burros mas os burros não são tão burros assim em obedecer os que lhes insultam,pois quem quer convencer que convença com sabedoria e educação.
