Juventude e Política
Corrupta não é apenas a política que compra o silêncio da Igreja. É também a fé que se cala de graça quando o político certo está no poder. Tem cristão que não precisa receber dinheiro para vender seus princípios. Basta colocar seu candidato no poder e sua consciência já aceita o pagamento.
Música é arte, e a história política não cria arte.
Pode usá-la, mas não a cria.
Na minha opinião, o artista que grita política, grita por socorro.
A política é inimiga do POVO, enquanto eles colhem bom frutos o POVO semeia tristeza, não existe política a favor do POVO, coitado de quem achar que os políticos estão preocupados com sua geladeira vazia, a cegueira é um jogo político extraordinário no qual o POVO acredita mais em sinismo de tristeza do político do que nas migalhas que carrega no bolso.
É a política que matou essa geração, como estádio as pessoas jogam a culpa um no outro com todas possíveis técnicas.
Tome nota !
A felicidade é um ato de resistência política e espiritual contra um mundo que lucra com a nossa angústia e que se alimenta da nossa sensação de incompletude constante. Sorrir diante do abismo é a forma mais refinada de protesto, pois prova que o espírito humano possui uma fonte de luz que nenhuma treva externa é capaz de sufocar totalmente. Que a nossa alegria seja profunda e fundamentada na lucidez, nunca na ignorância, sendo o farol que guia outros náufragos para a praia da dignidade.
- Tiago Scheimann
Há golpes bem-sucedidos na política,
nas igrejas, nos comércios, nas escolas
e na sociedade, dependo dos mais interessados em passarem outros para trás.
POEMA INEVITÁVEL
Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!
#israelsoler
Aqueles que se proclamam neutros
na esfera política, sob o pretexto de indiferença eleitoral ou de rejeição
a alinhamentos ideológicos, atuam,
na verdade, como cúmplices das forças
que suprimem a democracia
e os direitos civis e humanos.
A neutralidade é uma ilusão
moralmente inaceitável.
A omissão, diante da necessidade
de um posicionamento firme,
nada mais é do que uma complacência hipócrita e covarde.
✍@MiriamDaCosta
Poema Jurídico - A Perseguição Política à Direita Brasileira
Douto STF, que em toga impõe,
O Autor, que na política se expõe,
Pede vênia para expor
A perseguição que em seu peito arde e dor.
Homens de bem, que amam a pátria,
São alvos de uma cruel insídia,
Onde o Tribunal, em seu fervor,
Decide com viés, sem rigor.
Bolsonaro, figura de luta e crença,
É tratado com intolerância, sem clemência,
Enquanto os juízes, em sua parcialidade,
Tentam silenciar a liberdade.
Sigilo em atos, sem transparência,
É arma que destroça a democracia em silencia.
Onde está a justiça, onde o direito?
Quando a Constituição se torna um defeito?
A acusação se fragiliza, sem sustentação,
Denúncias vazias, sem fundação.
Mas o povo sabe, a verdade clama,
Que a democracia nunca se inflama.
Em nome de um Estado justo e soberano,
Não se pode usar o poder de forma insana.
Os homens de bem, de direita e fé,
Não são criminosos, mas vítimas dessa maré.
Os tribunais devem ser guias da razão,
E não instrumentos de uma visão,
Que persegue, cala e condena sem provas,
Em nome de um jogo que só desova.
E o Autor, sem medo, ergue sua voz,
Exige que a lei seja feita para todos nós,
Que a justiça não se curve a um interesse,
Mas se erga, como a luz que jamais se esquece.
Que o povo, unido, clame por transparência,
E que o STF, em sua vigília de consciência,
Retorne à sua missão de ser justo e imparcial,
Porque a justiça só é justa quando é universal.
Existe, no Brasil, uma elite política e econômica que, há séculos, encontra maneiras de preservar privilégios e influência. Mudam os regimes, mudam os discursos, mudam os personagens — mas certas estruturas de poder permanecem.
O que mais me impressiona, porém, não é apenas quem ocupa o poder, mas quem acredita estar sendo representado por ele.
Vejo trabalhadores e pequenos empresários defendendo interesses que muitas vezes não são os seus, como se fizessem parte de uma elite à qual dificilmente terão acesso. Defendem privilégios imaginando que, um dia, poderão usufruí-los — enquanto os verdadeiros beneficiados continuam protegendo seus próprios interesses.
O problema não é alguém defender aquilo em que acredita. O problema é não perceber quem realmente ganha quando determinadas regras são mantidas.
Uma sociedade consciente não deveria perguntar apenas:
“De que lado você está?”
Deveria perguntar:
“Quem se beneficia com aquilo que estou defendendo?”
Porque, no fim, a maior força de qualquer sistema de privilégios não está apenas em quem os possui, mas também em quem, sem perceber, ajuda a preservá-los.
Talvez a verdadeira mudança comece quando deixarmos de escolher lados por identidade, paixão ou discurso — e começarmos a olhar para os interesses, os fatos e as consequências.
