Julgamento
Os estranhos são os que levam a diferença e cor a um lugar
Sem medo do que o outro vai dizer ou como vão olhar, pois já se acostumaram com os julgamentos supérfluos.
As falas de incompreensão sobre como age não deve te abalar, de pouco importa se com 30 anos parece ter 15, as crianças costumam irritar ou alegrar a vida das pessoas. Se é assim, não há motivo pra se temer o julgamento, de uma forma ou outra isso sempre acontece, que seja se divertindo como se realmente é.
Até quando a razão
vai sobrepor a emoção?
Até quando o “if or else”
vai limitar a ação?
Até quando o medo
vai esfriar o coração?
Não percebe
que os teus julgamentos
são todos em vão?
Que o amor é mais forte
que o tempo, que o sim
e o não?
Perdoe meu jeito um tanto desligado de vivenciar as coisas, tanto do presente quanto do passado. Não é que eu não tenha sentimentos, mas mergulho muito fundo e onde estou é frio, escuro e pesado.
Pareço não me importar porque vivo encolhido a procura de conforto e calor.
Pareço o que não sou, pois nas sombras toda silhueta parece com um vilão, tudo vira terror.
Pareço ser rude pois sinto o mundo me esmagar constantemente com suas promessas e decepções, com sua falta de amor.
Não confunda meu sorriso e nunca julgue minha seriedade, pois sou profundo demais para ficar entendido entre suas meias verdades!
Os elogios convencionais muitas vezes tomam a forma de julgamentos, embora positivos, e às vezes são feitos para manipular o comportamento dos outros. A comunicação não violenta incentiva a expressão de apreciação apenas para celebração.
A ordinariedade julga indigno aquilo que nunca irá entender e traduzir, nem por milagre, tampouco por decadente empatia.
As palavras, que por aqui vou deixando, o meu olhar atento, o sorriso tímido, não são factores suficientes para julgamento. Assim, peço-vos ... não me avaliem pelo que é visível aos olhos, pois nada é o que parece ser. Atrás do parecer, existe SEMPRE uma alma por revelar, que apenas é sentida por aqueles ... a quem me deixo ler.
Você não desonrará as perfeições Divinas por julgamentos indignos Delas, desde que você nunca julgue Deus por você, e desde que, também, você não atribua ao Criador as imperfeições e as limitações dos seres criados.
Não é nosso dever julgar e condenar pessoas... Creio que nem mesmo o próprio Deus está a exercer o que é de direito somente d'Ele! Antes enviou um advogado "CRISTO" que nos ensinou sermos agentes de salvação e não de julgamento e condenação.
Procure se colocar no lugar do outro, para entender o que se passa, antes de fazer qualquer julgamento!
Reflita...
Se você não consegue decifrar a si mesmo, jamais compreenderá o universo interior do próximo e consequentemente não estará apto para julgá-lo. Interiorize-se, conheça-se e então não julgarás a ninguém, pois diante de ti estará o maior de todos os réus, você mesmo, tão carente de misericórdia quanto os outros.
