Julgamento
Não julguemos o próximo! Cada um sabe a cruz que carrega e existem várias maneiras de torná-la mais leve! Compreensão e respeito são dicas poderosas para aceitarmos a reação de cada um!
Meu conflito de competência
está entre a razão e a emoção.
Quem me julga pela aparência
desconhece minha fundamentação.
Aqueles que te julgam, julgam por que não sabem amar o próximo, não há espaço num coração cheio de egoísmo, o julgamento é o resultado da inveja que sentem por não terem o seu talento ou talento algum...
O crítico deve sempre lutar contra ideias preconcebidas e se livrar de qualquer preconceito, do contrário fará julgamento sob a égide do seu ponto de vista que nem sempre pode ser justo à imparcialidade. Também não deve se preocupar sobre quem pode estar julgando e tão somente pelos fatos. Nesse mister, vemos que dificilmente - salvo raras exceções - teremos um julgamento justo, delícia das redes antissociais. Um dia, quem sabe.
A revisão de alguns episódios da história do povo leva à conclusão de que Deus é quem julga os homens. Esse julgamento, porém, não cai do céu, mas se realiza através das conseqüências que surgem dos atos de cada um. Não bastam as boas intenções: o que salva ou condena uma pessoa é a sua vida prática.
(nota de rodapé)
Mensure primeira e principalmente os fatos e, assim, qualquer juízo de valor não incorrerá no peso de julgar, com parcialidade imprópria, o indivíduo.
Não deixe que ninguém tire sua paz, pois seu juiz deve ser sua consciência, para que sua alma não seja a sua prisão!!
Algumas pessoas são julgadas diferentes, e odiadas por isso. Simplesmente não admiram o brilho que uma estrela diferente pode ter, por serem todas iguais.
Por que a maior parte das pessoas julga as outras? Todos nós somos muito centrados em nós mesmos. Projetamos nossos pensamentos e sentimentos na realidade externa e muitas vezes cometemos o erro de confundir a realidade com a percepção limitada que temos dela. Na maior parte das vezes criticamos os outros porque eles fazem as coisas de um jeito diferente do nosso. É como se quiséssemos dizer: “O que há de errado com você é que você não é como eu”.
Superar uma perspectiva excessivamente autocentrada e abandonar a visão estreita com que encaramos a vida é um sinal de verdadeiro crescimento e maturidade. Quando fazemos isso, começamos a valorizar mais plenamente os outros, sem julgamentos. Não importa se estamos falando de crenças religiosas, posições políticas, idade, raça, cultura, atividades de lazer ou estilos de vida.
Sujeira, sangue, vermelho.
Poeira, fumaça, cinza.
O que está acontecendo?
Vida, viva e o valor?
Crença, crente e a Fé?
Medo, rancor, ódio e o amor?
Humano, Humana, SERES e existe diferença de gêneros?
Vivemos ainda em um mundo sem valores, porque não nos importamos mais com nada disso.
Por que?
Pra que?
Em troca de QUE MESMO?
Em falar nisso...prefiro nem falar...pelo simples fato de que se você fala você se expõem e você se expondo; você é julgado.
Há quem julgue e há que faça a diferença.
Então, ao invés de só julgar, seja a diferença que tanto gostaria de ver no outro o qual você só julga.
(...) É muito fácil apontar o dedo, julgar,ser dono da razão, esquecemos que também somos imperfeitos, tentando evoluir, cada um ao seu modo, seu ritmo, sua capacidade. Geralmente criticamos erros e defeitos que muita vezes cometemos também, até quando a vida do outro vai ser mais interessante do que a nossa própria? Até quando vamos tacar pedras? Mesmo sabendo que nosso teto também é de vidro. Amar todo mundo ainda é uma meta muito difícil, mas não odiar ninguém é totalmente possível. Chegou a hora de viver a verdade, a sua verdade, ela vale pra você! Seja feliz, se arrisque, mude, perdoe, tente, VIVA.!!
Por muito tempo tive os meus limites violados, hoje tenho algo libertador: a consciência de que não sou obrigada a dizer sim para tudo. Porque não importa o que eu faça, as pessoas vão me julgar.
