Julgamento
Deus aguarda a sanção judicial quando o Rei da terra, após a Sua vinda, pronunciar o julgamento de todos homens, um a um, no espírito, para a condenação ou para a salvação eterna.
Deus trará justiça às obras dos homens e no Dia do Julgamento Eterno não há como se desculpar ou reconhecer a Sua equidade.
É Preciso ter cuidado no teu julgamento, antes de condenar alguém, saibas que muitas vezes os inocentes têm o azar de estar no lado errado da justiça.
A Verdade de Jesus é Paz, União, Liberdade, Igualdade, Compartilhar o Pão e o Não-julgamento!
Deixem de distorcer a Verdade dele!
"Cada um sabe a alegria e a dor que sente, não julguemos as atitudes em base de um julgamento infundável"
Há um grande julgamento sobre a depressão, por favor, pare, você não sabe como é o sentir de quem está passando por isso, não pense que é frescura, não existe frescura naquilo que você nem sabe explicar.
A PRIMAZIA DA EXPERIÊNCIA SOBRE O JULGAMENTO ESTÉRIL.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A história do pensamento humano ensina que o conhecimento verdadeiro jamais se constrói à distância da experiência. Desde os primeiros filósofos da Antiguidade até as reflexões morais da modernidade, permanece constante a constatação de que o saber que transforma nasce do contato direto com a realidade e não da contemplação passiva de seus erros alheios. A máxima segundo a qual " Quem age e erra aprende mais do que aquele que apenas observa. " revela uma verdade interior sobre a condição humana e sua jornada formativa.
O erro, quando vivido com consciência e responsabilidade, não representa fracasso moral nem falência intelectual. Ele constitui uma etapa legítima do processo de amadurecimento do espírito. A ação, ainda que imperfeita, insere o indivíduo no fluxo da experiência concreta, onde a consciência é confrontada com limites, consequências e escolhas reais. Nessa travessia, a falha deixa de ser estigma e passa a ser instrumento pedagógico. O erro vivido ensina porque toca a alma, fere o orgulho, desperta a reflexão e exige transformação.
Em contraste, aquele que apenas observa, julga ou aponta falhas a partir da segurança do distanciamento mantém-se preservado do risco, mas também da aprendizagem profunda. O observador imóvel preserva a ilusão de superioridade intelectual, porém abdica do conhecimento que nasce da vivência. Sua crítica, ainda que por vezes correta, carece de densidade existencial, pois não foi forjada no embate com a realidade. Tal postura gera estagnação, não sabedoria.
A filosofia clássica já advertia que o saber autêntico não se transmite apenas por discursos, mas pela experiência do viver. A ética não se forma no conforto das teorias isoladas, mas no exercício cotidiano da escolha, do erro e da correção. Cada tentativa frustrada contém um valor pedagógico que nenhuma observação distante pode substituir. É no tropeço que o ser humano se reconhece limitado e, exatamente por isso, capaz de crescer.
Assim, errar não diminui o indivíduo. Ao contrário, humaniza-o. Quem age aceita a possibilidade da queda e, com isso, demonstra coragem moral. Quem apenas observa, embora protegido da falha, permanece aprisionado à esterilidade do julgamento. O verdadeiro progresso espiritual e intelectual exige envolvimento, risco e responsabilidade diante das próprias ações.
Que cada consciência compreenda, portanto, que viver é ousar, aprender é errar com dignidade, e crescer é transformar cada falha em degrau silencioso rumo à própria elevação.
O Juízo Final não é um julgamento coletivo, ele é individual e ocorre todos os dias, sem prévio aviso.
Você não vive quando o medo do julgamento dos outros passa a ser a sua maior preocupação na vida. Acredite, olho gordo só atinge aquele que tem suas bases fragilizadas, pois quem não tem medo de viver, possue alicerces fortalecidos por uma força ainda bem maior.
A vida das pessoas seria muito mais próspera se, a mesma energia que elas dispensam no julgamento, fosse utilizada na busca dos seus próprios objetivos. O mundo só é ruim na visão daquele que se vitimiza. Compreender a vida requer ter consciência dos próprios atos.
Vivo em eterna reflexão do julgamento à si próprio, para tentar melhor julgar aos outros. Já fui injustiçado, já causei injustiça e sinto-me injustiçado constantemente, mas nem por isso eu busco a justiça com a injustiça que recebo. Agora é um dia propício à esta reflexão, onde se diz "está escrito" que "o bem venceu o mal" sem mal causar, sem revidar, sem ao menos desejar aos outros o mesmo mal assim recebido.
Eu, condicionado a me defender, a sobreviver à todo o mal à eu direcionado, preso à este "jarro" frágil e cheio de limites, buscando essa eternidade "prometida" e pensado o fim deste "jarro" como o fim de todas as grandes possibilidades para bem lutar, bem fazer e assim justificar a eu mesmo, sempre foi quase que impossível nada fazer.
Já corri de muitos males, corri para não apanhar, corri para não morrer, me escondi do mal a me perseguir. Banhado de verdade já calei-me para a mentira, mas nunca, nunca consegui fazer como Ele fez, entregar-me sem realmente nada fazer, ainda que para muito, para muitos e muitas situações eu já fiz e ainda faço assim, exatamente nada, apenas confiando, mantendo as esperanças e a fé de um dia ser recompensado.
Ser perfeito nas condições em que me encontro é impossível. O mal sabe disso e apesar de também saber que não vou desistir, insiste em tentar me ganhar, ainda que saiba não me vencerá e isso tudo apenas para tornar essa de muitas outras de minhas jornadas exatamente assim, um sacrifício a ser vencido, a ser superado.
Aprenda como deter o julgamento
Aprenda a escutar
Entre em contato com seu próprio eu interior
Olhe para a vida com alegria
Jamais chore por algo que não pode chorar por você
Cheewa James
A maldade está disfarçada em mentiras intrigas, inveja, desprezo e julgamento.
Saiba que elas podem até ganhar algumas batalhas durante essa guerra.
Porém a verdade, paz e alegria irá vencer a guerra e a justiça será feita.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
Quando te interpretarem mal, interprete-os precisamente; assim, o lapso de julgamento alheio se revela por si só.
O julgamento dos outros é problema deles,siga na intensidade,mesmo que assuste uns,e encante outros.
