Janela
Senti a brisa que chegava á minha janela
Observei a paisagem lá fora, tudo era tão fresco.
Conte-me um segredo, pedi ao pássaro que avistava.
“O dia está lindo, minha menina”, disse-me ao pé do ouvido.
Concordei assim balançando a cabeça. Realmente o dia está lindo, senti assim com o coração.
Olhando pela janela do céu tudo parece tão claro,é claro,o fim se aproxima dia após dia, passo a passo como em um corredor da morte,então elevo meus pensamentos até você tentando entender o por que destas lágrimas e o por que desta dor que cria em mim rancor.Buscando uma maneira a todo custo,pensando saber demais,pensando ter as respostas,e sem perceber isso me levou pra longe de Ti para uma terra longínqua,me fazendo desperdiçar os tesouros que colocaste em minha alma e em meu coração.E agora que tudo acabou,me sinto sozinho,em uma prisão sem muros,perdido e por dentro a uma vazio e uma fome com a qual não consigo conviver e nem preencher com as bolotas que os porcos comem.O chão já não parece tão desconfortável,e o frio aquece bem mais que o calor,tudo se tornou tão natural pois já se foram tantos dias sorrindo para disfarçar a dor que já nem consigo discernir entre dia e noite.Olhando ao meu redor e vendo meu mundo desabar,me fez entender o quanto sou frágil sem você,e mesmo caindo em mim e tendo consciência de que tenho que voltar pra casa,não tenho forças.A minha esperança está nas verdades de tuas palavras,pois mesmo morrendo sei que viverei,por isso peço oh Pai querido liberte-me,me leve as campinas verdejantes a um lugar de descanso,onde podemos sentar e conversar,sinto muito sua falta e já não sei o que fazer para voltar.Preciso que me mostre o caminho,por que meus olhos estão cansados de olhar para o horizonte sem nada conseguir enxergar,talvez deva deixar a revolta pra lá e parar de contigo lutar,para que sua mão possa até mim chegar.Será mais um dia ou uma noite?Não sei ainda...por que essa dor não se finda,essa dor não se finda...
O sol já não bate na janela, o escuro, torna-se sua melhor companhia.
Será que é o fim? Será que não existe mais razão para viver?
Lebre-se de tudo que aconteceu em sua vida, lembre-se que em algum momento de sua vida você sorriu, lembre-se de quantas pessoas estão em situações piores, mas nem por isso perdem o sorriso que brilha e ilumina à todos em sua volta. Se lamentam sim, pois todos nós pecamos em uma hora, ou várias vezes na vida, mas sabe qual é o bom da vida?? '' ERRAR'' - '' RECONHECER''
Chorar muito, não é sinônimo de fraqueza, sinônimo de fraqueza é se culpar demais, e esquecer que quando você para e pensa com calma, sempre irá achar a solução!
Se tivermos toda felicidade do mundo, não haveria mais razões para viver.. estamos em busca continua da felicidade.. e isso é que nos faz pensar e repensar, como é bom VIVER!
Mas ó, hoje eu olhei da minha janela... E estava uma noite tão linda, e um céu tão estrelado. Seria pecado pensar em chorar, seria pecado não querer encher-me de novo...
A vida é como uma janela: Através dela vemos uma paisagem e vemos como ela é bela, porém quando nos distraimos, sem querer nossa respiração "embaça" essa janela fazendo com que mude nossa percepção. Não deixe que suas ações embacem a vida! Viva ela intensamente!
Dizem que os olhos são a janela da alma.
Por isto tem muita gente cega no mundo.
Quando deixamos o coração falar,não precisamos
jurar ou prometer coisa alguma.Pois se não ouvirem e por que
não merecem verdade apenas a aparência do real.
Jamais prometa alguma coisa que jamais irá cumprir,
porque se passaria por tolo?
Em toda madeira a vida, não é atoa que a janela que abre seu dia de manha empena,se sua janela não for de madeira não importa, o importante é que existira vida la fora após abrir sua janela e que na madeira também sempre existira pois ela se move de acordo como ela é posta independente que seja como uma simples janela em sua vida ou em sua varanda posta junta a uma rede em seu descanso eterno.
"Atenue"
Atenue... Nesga de luz
Que surge na fresta da janela
No amanhecer que se levanta
Eu... Nada faço?
Estou a contemplar
O que pela janela vem á me saudar
Como afugentar?
O que destrói me por dentro
Saudade, solidão
Desembarca na minha mente cansada
Lembranças de outrora
Sonhos, acalento...
Vai além da imaginação
Anseios e desejos
Abraços e beijos
Desatino e labor
Saudades de um amor
( Cleonice Ap. Iori Rosa)
Reflexo na Janela
Sozinho na sala em uma noite qualquer desvio minha atenção de pensamentos banais para apreciar meu reflexo nos vidros da janela,
Uma imagem tímida avivada apenas por uma fraca luz do ambiente, mas suficiente para acusar um olhar frio e distante de um homem cansado.
Volto toda minha atenção agora mais fixamente para aquela figura em volta ao silencio,
Pergunto-me então quem sou,
Mesmo com traços e marcas produzidas no semblante de meu rosto pelo tempo e pela vida, procuro desesperadamente no fundo daquele olhar um menino,
Depois de décadas de uma vida calejada pelo destino, estou aqui, de pé em frente a uma vidraça empoeirada procurando no reflexo embaçado de um rosto uma resposta,
Procuro numa construção seu alicerce,
Procuro num rio seu caminho
Procuro numa musica seu refrão,
Procuro num olhar uma alma,
De frente a janela fixamente estou olhando,
No fundo daquele olhar por de trás da frieza, do cansaço e da tristeza, esta lá, adormecido o menino,
Buscá-lo no esquecimento e no tempo talvez seja mais difícil do que ter vivido até aqui, mas como até hoje na vida, fácil não haveria de ser,
Agora vou desviar meu olhar da janela...
Mas não mais do menino.
Mandou-me dar então uma sacada sobre a janela, se não tornei a acreditar; o passarinho realmente a cantar... Afirmava que o sono está em mim a um bom tempo, mas poucas horas não irão sonegar.
Nuvens
Quando me deito
Olho para o céu
Através da minha janela
Vejo nuvens passando
Algumas rapidamente
Outras, bem devagar...
Penso comigo mesma:
Meu sofrimento passará a que velocidade?
Será nuvem veloz ou nuvem lenta?
O que importa...
Agora meu coração grita!
A verdade é que essa dor dilacerante
Leva-me a loucura!
Segundos, minutos, horas, dias...
Não sei! Não importa!
Meu coração ainda grita!
Qual nuvem pode levar minha dor?
Só pode ser mesmo
A nuvem do TEMPO...
Acordei cedo e abri a janela...
Para contemplar lá no horizonte todos os meus sonhos.
Abri as janelas da alma e do coração...
Para o ar fresco circular aqui dentro,
E carregar tudo o que há de impuro aqui dentro.
Olhando pela janela, vejo o sol incidindo
Derrama luz na estante, no relógio, na maçaneta
Na ampla sala vazia de cor
A mesa está posta
Toalha branca, límpida, ingênua
Pratos limpos, panos largos, pães, leite
Não há ninguém à mesa
Há o silêncio, o abandono, o não ser
Rastros invisíveis, sombras do vácuo
Tudo passa despercebido e nada é nunca lembrado
É a transmutação do tempo
A natureza sendo absorvida
para que minha sala nunca envelheça
Para que seja embriagada
no meu próprio passado
A pergunta involuntária sem resposta
Provei à cereja ácida
Provei a angústia do momento em que nasci
O início, o vazio, a quitina negra do ferrão
O ponto letárgico onde a alma encontra barreiras tão obscuras...
E não pude seguir adiante
Dissoluto no fundo da morte
encontrei teu viço jovem, infantil, puro
Entendi o que é a paz;
essa alegria distraída de viver
este sopro macio no campo
Um rubor na face macilenta
Um instante estúpido contigo
Eu esperarei por ti
na vida, na morte, na distância
No delírio da febre, na tristeza do pranto
nas noites frias, nas minhas pálpebras fechadas
Nas águas turvas do meu sono
Sufocado no escuro, enlaçado na calada
Sentei-me no chão ouvindo o ruído do nada
Do sangue ascórbico corroendo faminto
Do coração pulsando agudo por instinto
Nega-te o alimento, o sustento diário
[nega-te a vida
Acostuma teu nome ao sinistro obituário
Roga-te a praga, converte-te em semente
E da moléstia, forma-te o carpelo
de um mundo inconsolável e belo,
doses excessivas duma fome demente
E não há mais miséria na aguardente
Nem pudor nas faces coradas
Os braços rasgados de cercas farpadas
O grito à ânsia, o fruto à serpente
Terá um fim quem sabe
No fim da tarde nem a janela eu abri
Queria ficar quietinha dentro de mim
Aproveitar que não tinha lugar pra ir
Aproveitar pra lembrar daquilo que gosto
Daquilo que me faz sorrir
Das frases que me tocam
Pra apreciar o silencio confortavel da rua
e daqui de dentro
A lentidão das horas
O vento parado
O sol escondido
A vontade de não fazer nada nem por vontade
De parar e ouvir o que ninguem diz
o que ninguem quer ouvir....
Todos os dias no mesmo horario eu acordo, abro a janela para ver o sol nascer, uma coisa muito me fez olha para o outro lado do céu; uma lua cheia que insistia em continuar mostra seu brilho, mas foi ofuscada pelo astro rei.
Entendi que existindo uma ser que fez separação do dia e da noite fez um para brilhar no que foi a ele capacitado não adianta tentar fazer o que não esta na sua capacidade pois pode dar errado
Acordei, olhei pela janela e vi você indo embora, por um momento pensei “Porque não pode ser com antes?” Só que eu acordei! Nos meus sonhos você é um príncipe quando desperto é o vilão, construí você nos meus sonhos porque sei que não és real, pode se esconder atrás de suas histórias, não basta, seu amor é um delas, você podia até ser um bom garoto, mas eu sou casada com as oportunidades.
A maré está alta estou adorando e não tem nem chance de você ser meu número um, um namorado, talvez, entretanto não mais que isso, estou rindo porque você precisa desenvolver massa encefálica o suficiente pra me acompanhar.
E quer saber, você não é mesmo meu número, não volte, eu rirei, porque terás como mais importante de suas opiniões o que te faz sorrir, e descobrirá que precisa de mim para isso, tudo que precisa só eu tenho, enquanto estiveres pensando como me reconquistar, estarei curtindo a vida.
Ou esqueceu-se que eu desperto nas pessoas seus instintos mais primitivos e pra você o aviso foi “lançado”: Crescer faz bem pra saúde.
Sento em frente à janela, chove forte La fora,
Meus pensamentos correm junto à chuva
Murmúrios por caminhos desolados
Da tua cantilena se desprende,
E eu permaneço ali, sentada, imóvel,
Apenas uma lagrima corre em meu rosto
