Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Um propósito pode ser, às vezes, tão incomum, puro e grandioso em sua subjetividade e planos que, por sua aparência exterior e, por ser obrigado pela escassez material da realidade a adotar parcialmente os meios comuns tradicionais para se perpetuar, será automaticamente rotulado, generalizado e então julgado comumente pelas pessoas que confiam nessa equivocada lógica humana racional para, finalmente, arruiná-lo ou prejudicá-lo barrando a sua realização tendo como justificativa unicamente que, “por ser isso, terá isso (ou vice-versa)” ou “por se apresentar tal forma, obrigatoriamente deverá conter ‘esses’ elementos e/ou se regerá por ‘essas’ regras”.
Essa maneira de raciocinar pareceria muito célebre, se não se escondesse sob máscaras de políticas padronizadoras quase imperceptíveis aos próprios que as movimentam (nós), fazendo do desenvolvimento social um mito e transformando bons propósitos em desvios que devem ser hostilizados.
Que, por imaginarem ser a realidade tão padronizada quanto suas mentes, condenam propósitos maiores por elementos rejeitados socialmente que “muito provavelmente” estariam lá.
Julgando falsas realidades, gerando consequências reais.
"Um dom incomum de ser um artista completo, que transite pelas artes e deixe um pouco de si em cada uma delas".
Observar sua sombra me faz contemplar sua beleza incomum: homem alto, nariz perfeito, boca bem desenhada. Põe o desodorante, em seguida um bálsamo spray e como fica ainda mais sedutor quando se perfuma, (reflito). Enquanto veste a calça vejo o quão elegante é.
Apanha a camisa branca de seda, passa por trás de suas amplas costas e abotoa-a com tranqüilidade enquanto se direciona ao lavabo. Ouço o barulho da água caindo em pranto, enquanto escova seus dentes
Sigilo das forças do firmamento
Paládio incomum dos sidéreos
O santuário até de mártires se usou
Para homiziar de tudo que tem e buscou
Nem o ouro e muito menos pedras valiosas
Aceitaram em suas permutas
Pontífices sujos e imundos se beneficiaram da grandeza
Sem se importa com seu real benefício
Mancharam suas paredes de pestilências
Alimentaram as bestas, tiravam os pães das crianças
Sem concerne do futuro que reservavam
As exultações da carne eram mais férteis
Esquecendo que o tempo passava é o alicerce da abadia ruía
Que cause a hecatombe da sua biocenose
Se isso trazer frutos mais proveitosos pelas falhas
O sofrimento começou a pigarrear com esse erro
Nas lágrimas dos que caíram no colo da dama de ferro
Estejam suspensas por hora a persuasão que se tem em sua adoração
Até o trem dos séculos passar o sangue frio irá rojar
Independente dos segredos que se tem ainda a revelar.
Relógio incomum
Tempo verdadeiro foram os que me marcaram, mesmo sendo em um relógio nada habitual. Meus ponteiros as param, e não é uma experiência ruim, descortino meu eixo em forma de fragrância. E a ampulheta da vida, talvez escapou das minhas mãos, perco o nexo das estações e só tenho entendimento que quente é ruim o morno é indiferente e o frio é psicológico.
Desejo que você corra para além do domínio comum.
Desejo que toque o incomum e o mágico.
Desejo que desperte da futilidade e da banalidade.
Desejo que saia da mediocridade.
Desejo que atente para os desejos da sua Alma.
Desejo que você creia no poder que o Amor exerce.
Desejo que durmas abraçado aos teus Sonhos.
E que eles te mostrem a beleza de ser o que tu és em Essência.
O incomum me atrai, o pouco não me serve, o médio não me satisfaz, metades nunca foram meu forte, palavras até me conquistam temporariamente... mas atitudes, ah essas me perdem ou me ganham para sempre!
Turva como água de corredeira. Difícil de lidar, complicada de entender. Afeiçoada ao incomum, feita de extremos. Complexa e completa. Mutável, instável, de lua. Singular demais para te remeter a outro alguém.
As vezes Tenho medo.
Medo Incomum.
Medo Impróprio.
Medo de seguir em frente.
Medo de ter você .
Medo de ter medo.
Medo de nunca chegar a ter você.
Mais o meu maior medo ainda é de perder Você.
Linda paixão nesta forma incomum de escrever! Voam as letras neste poema com destino, a lua cheia!...
Em um lugar comum e ao mesmo tempo incomum, com pessoas comuns e incomuns, me deparo com alguém incomum que admira meu trabalho comum, que ao conhecer a pessoa passou a ser "comum" e pra registrar esse encontro, fiz uma foto comum nesse lugar comum.
Procuro ser incomum, para compreender o comum e apresentar da forma mais comum ao olhos dos que pensam conhecer o comum.
SER POETA
Ser poeta, antes de tudo,
é ser louco, incomum,
sensível, sutil, pensante,
falar das coisas,
do abstrato, do rústico e do real,
com poesia.
É exprimir sua língua,
difundir sua dor, pela íngua.
Sentir-se eterno e
morrer à míngua,
num sentimento só seu...
Ser poeta, além de tudo,
é não saber, sensato,
se sentiu, se sonhou,
pensou ou escreveu algo...
Aí, um crítico lhe aparece
e, ao seu modo,
cômodo, imperativo,
decifra, resume e limita sua vida...
Como se lhe pudesse conhecer
ou, como tal, fosse possível.
Neste momento a desordem é que norteia a minha vida! A desordem é um tipo de ordem incomum; muitos naufragam em suas espumas, por não compreendê-la.
É estranhamente compreensível, a não rara e incomum ausência, o modo de aceitabilidade à coisas eminentemente desprezíveis, o adaptar a que nos submete a vida, a simples questão de tempo, tempo, tempo, é estranho e diferente, aceitar o que não se aceita, falar para ouvir, sentir sem dizer, falar e não fazer, harmônicos e contrários comportamentos, não hão de se entender, nem mesmo assim deixam de ser, uma frustante tentativa de compreender a contraposição inerente a cada palavra, ato ou fato cotidianamente externado; tudo tem um preço, mas quanto será custa compreender?
Trator do Amor
(Poema de Ju Assunção)
Myriam Salum
Tem um jeito incomum
Não importa-se de
Incomodar
Pois sua luta tem que
Continuar
Veste a camisa
Arregaça suas mangas
Mas jamais perde
As esperanças
Na luta por mudanças
Se denomina um
Trator
Mas é com este fator
Que nos mostra
Todo seu Amor
Com seu timbre diferente
Mas que luta pela a gente
Brava feita um general
Com instinto maternal
Manda logo a real
Não mede esforços
Nunca cruza seus braços
Diante desses palhaços
Mesmo com todos os
Estilhaços
Sempre junta seus pedaços
Neste mundo tão Diverso
Ela encara o universo
Como um soldado leal
Tem uma força surreal
Mas brilha como a
Aurora boreal.
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