Ja me Disseram q eu sou uma Mulher Incomum
Que eu já morri tantas vezes é fato... Que o amanhã a Deus pertence, também... Mas apesar dos pesares, vou vivendo, um dia de cada vez, me limitando ao que me eleva... Buscando em Deus, a força necessária p suportar o q eu não posso mudar... Movida pela minha fé inabalável, e vida q segue... E assim, eu vou indo... "Que a vida é trem-bala, parceiro... E a gente é só passageiro, prestes a partir"...
Você me deixou com o seu cheiro, levou meu coração ao desespero, você mal chegou e parece que eu já te queria o tempo inteiro.
“Antes que no seio fosses formado, eu já te conhecia; antes de teu nascimento, eu já te havia consagrado, e te havia designado profeta das nações”(Jr 1,5)
Será que já não sei mais reconhecer o amor, talvez eu tenha perdido a mão, e me assuste com alguma circunstância nova.
Talvez eu esteja me protegendo do ato de se apaixonar que sempre foi complexo pra mim.
"Já havia algum tempo
que eu a tinha notado.
Já de outras farras.
Outros pileques.
Ela costumava passar
perto da minha rua.
As vezes de nariz empinado,
outras tão na sua."
- Magaiver Welington
[entre pernas, garrafas e afins]
Eu já chorei com o peito inflado de dor, eu já chorei partida de familiares pra nunca mais, eu já chorei a dor da humilhação, eu já chorei a dor na pele, mas hoje meu choro vem em forma de sorriso. E em minha alegria, em companhia de amigos ou mesmo sozinho, o sorriso é bem maior.
TALVEZ
POR: José Luiz Mak.
Eu já fui tão longe que não pude voltar, já fui depressa demais, envolvido e entusiasmado, vivi dias por semanas e meses por anos, ganhei, perdi tão estupidamente que não percebi qual era o melhor e qual o pior. Sonhei o que não pude alcançar e alcancei o que não deveria, me entristeci, chorei, gritei, quase desisti, cheguei ao fundo do poço, amarguras, mal tratos, humilhações; não vivi achando que teria vivido, destruí amigos, amores e o meu próprio brilho, foi tudo válido?! Talvez!? experiências ruins, muito tristes e decepcionantes, contestei a Deus, a vida e a mim mesmo, me julguei, me pus na obscuridade, acabou?! Talvez!? mudei de vida, de cidade, de atitudes, fiz novos amigos e novas promessas, cresci na estatura, cresci na puberdade e na maturidade, cresci na mente e na dignidade, ganhei da vida o que eu nunca poderia ter imaginado, ou, sonhado e que nunca poderia alcançar depois de ter perdido quase todas as esperanças, priorizei algumas coisas, abandonei os vícios e os velhos costumes, levantei o mento, me renovei, ouvi os mais velhos e mais experientes, absorvi tudo e qualquer benefício para minha vida e meu caráter, acolhi, ensinei, ajudei, emprestei, até mesmo doei o meu próprio ego, renasci novamente para a vida, perdoei a minha própria alma, fiz o possível e o impossível, acreditei, apostei meus dias e minhas noites, no final das contas valeu?! Talvez!?
Eu já nem vivo mais
Talvez morri e meu espirito não sei o que faz
O meu corpo anda, mas minha mente parou
Cansou
Desertou
O ar entra pesado, sai sangrado
Porque aqui dentro os órgãos estão todos ensanguentados
De tanto apanhar da realidade
Que faz cada minuto parecer uma eternidade
Doí ficar de olhos abertos
Ver que a morte não é tão ruim assim de perto
É só uma parte do todo
Ou o início do nada
Eles me venderam esperança
A preço do meu tempo
Baixos movimentos
Desentendimentos
Fazem parte da dança
Talvez seja exagero
No fim é só um reflexo no espelho
Metamorfose de gigantes sem amor
Eles guardam rancor
No cofre mais seguro
Para que você deseje ficar no escuro
Não é fácil entender
Que aqui em baixo é ganhar ou perder
Ou mata ou morre
Mas não é sobre tirar vida, é matar a vontade de vencer
Noite ou dia
Tanto faz
A vontade é de ficar na cama
De gritar cada vez mais
Mas quando penso em desistir
Vem o amor
Assim
De um jeito tão fácil
E me faz sorrir
Incongruências do verbo amar
Tu, eu e o mundo, somos confusos.
Eu já perdi vários parafusos.
E não tenho tempo para consertar nada.
Quero viver: a dor, o sofrer e todo o benquerer, que em ti eu possa vir a ter. Não é uma questão de: certo ou errado.
Aprendi a amar o mundo do jeito que ele é. Porque é assim que as coisas são. Quem tem medo de se perder dentro do seu próprio mundo; nunca achará um lugar seguro para viver e amar.
JÁ EM MIM.
Já em mim havia o desejo
De mergulhar nesse beijo que eu nem sabia existir
Já em mim existia a intensa vontade
De percorrer com maldade
Cada curva de ti
Já há em mim moradia, de noite e de dia
Um desejo, alegria e um lugar pra você!
Eu não sabia se vinha, ou se ao menos existia
Ou se eu iria te ter,
Mas,
Já em mim residia a paz, harmonia,
Meu amor, poesia
Que guardei pra vc
Já em mim eu sentia um desejo secreto
De te ter aqui perto
Sem saber se era certo
Mas quem pode saber?
Já há em mim a ousadia e a vontade de um dia
Me sentir extasiada, com a pele molhada, e a alma lavada
Ter meu peito no seu...
Respirar ofegante, nascer e morrer... na explosão de um instante
E neste abraço de amante, sentir inebriante
Saciado o seu corpo, a pesar sobre o meu
Já há em mim um desejo latente
De te sentir em meu ventre
Te aconchegar lentamente
Te amar loucamente
E de ser tua pra sempre
Infinitamente dentro do minuto presente
Já em mim existia
Um amor que crescia
Devagar como o beijo
Como o toque e o desejo
Que ousamos sentir
Já em mim deus grego, meu mito
Minha inspiração. Pra você eu recito...
Homem maduro, um amor de menino
O seu nome vem fácil e mais fácil eu omito
Já em mim, meu Amor, Júpiter, Hipomene, meu Anjo, você é meu Destino!
Netuno encantado pela voz da nereide
Mergulhe ao meu lado, vem matar minha sede
Bilac, Bandeiras, te quero pra mim
Vem meu amor
Vem Já em mim!!!
INGNÁVIA
Vocês que já viram tanto!
Esperem até verem, aquele menino que eu vi...
De alpargatas, vestes rasgadas, todo sujo,
tomar banho... Até queria
mas... Nunca encontrava água,
alem, do chafariz.
Um dia aquela mulher, toda saia,
rodada em seus sentimentos
passou pelo reduto, d'aquele menino
o medo expelia n'aquele breve momento...
A fome, esticou a mão do pedinte...
'Dai-me um pão, apenas um pão'
para que eu possa, burla a minha fome
que da forma que me vem...
Muito breve ela me atalha,
e eu assim... nunca! Nunca conseguirei,
chegar a ser homem.
A mulher, por ser pedida
e com medo todo d'aquela vida
tremia n'aquela avenida...
O menino por sentir-se frágil
e com a fome em espantalho
tremia em seu medo 'no medo
de nunca conseguir ser grande.
O medo ali, espalhava-se...
Nos olhares,
nos passos sob a multidão
na aglomerações dos ônibus
e no, estiramento das mãos.
Tudo era medo n'aquela cidade
até mesmo a vaidade...
Sorria com medo de um dia,
minguar, e ficar mesquinha.
O medo, estampava-se...
Nos sentimentos das autoridades
nos amores dos namorados
nas intensidades dos telhados
e pelas ruas dos bairros alagados.
Pela noite de blecaute, medo
... Medo pelas sombras das calçadas
pelas portas abertas das casas
e pelos contos falsos das fadas.
Era medo em cada esquina
em cada quina em cada rima
nas ordens dadas de cima
e medo por ser, menina.
O medo cresceu ficou bruto
passeava pelos viadutos
pelas pontes e pelas placas
e pelas caixas de papelão.
O medo ficou de ressaca
se deitou na classe alta
e foi tremer o coração.
Antes o medo era pobre
aumentou como se fosse preço
e tomou conta da nação.
Agora todos estão com medo...
O mundo, não tem mais segredo
e o povo, não é mais irmão.
Antonio Montes
Dentre tantas que eu já levei, essa está sendo muito difícil. E eu que pensei que a minha cota de rasteiras já havia evaporado pelos ares...
O seu jeitinho
Eu hoje amanheci
Pensando em você
E só agora eu descobri
Que já não posso viver
Sem o seu amor
E sem o seu carinho
E você sabe porque
Eu gosto do seu jeitinho
Nós?!
Você disse que já sabia quem eu era. Eu me pergunto se você me conhecia pelo que lia nas mimhas palavras, ou observava o que eu realmente fazia.
Eu imagino as duas opções, pois eu sou do outro mundo, não vejo como você pode saber mais sobre mim.
Quem você é? Eu já te perguntei e você desconversou. Mas, eu tenho quase certeza e penso que você percebe.
Se for verdade, eu conheço você mais do que tu cogitas. Eu lembro de você vestindo uma blusa azul e branca, isso aconteceu há meia década, eu lembro bem.
Óculos escuros pequenos. Cabelos curtos e meio molhados, escorregando na testa. Sala pequena e branca, com a luz da janela atrás de você, clareando sua imagem. Sorriso sarcástico de sempre.
Toda noite, você me encontrava, não sei como, mas você me chamava do nada, não importava como eu estava identificada, você chegava até mim com sua alegria.
Até que eu fui embora daquele lugar, triste por outras fontes de tristeza, não deu tempo de me despedir, ainda não sabia que era preciso, não na nossa amizade "diferentona".
Depois, a vida seguiu seu próprio destino e, da mesma forma como nos esbarramos, anos atrás, aconteceu o reencontro.
Eu não fazia ideia de que se tratava da mesma pessoa. Não vestias mais camiseta, o cabelo não estava molhado.
Estavas de terno e gravata azul, seu cabelo com estilo militar, numa sala diferente daquela época, era um auditório dessa vez.
Você não se expôs, não foi objetivo e nem era mais tão divertido como o garoto de camiseta, você não se ofereceu para mim igual ao seu confiante passado, não insistiu e nem se revelou de primeira.
De repente, você me disse "agora eu já sei quem você é" e eu não entendia que você estava tentando descobrir se eu o reconhecia do mesmo jeito que você me reconheceu.
Não, você não mudou nada, mas está mais discreto do que aquele menino atirado e direto, está conquistando aos poucos, talvez para não me deixar ir embora.
Sabe o que mais revelou quem era você? A hora de sempre ficar disponível. Os mesmos intervalos de noites. E as mesmas mensagens na madrugada, testando, se eu estava disponível naquela hora, igual antigamente.
Eu me pergunto se queria ser reconhecido ou já sabia que eu me lembrava de você. Eu novamente me desconectei por um longo período por motivos pessoais, e quando regressei, tempos depois, você ainda estava no mesmo lugar, chamando-me, como sempre e parecia estar me esperado, entendi que nada mudou e o tempo parou de novo.
O que isso significa?
Estive perto da sua casa umas duas vezes, numa visita a família e não fui até você, mas deixei claro que estive por lá.
Eu também não sei o que isso quer dizer.
Você ficou indiferente na última vez que nao fui te encontrar e isso eu entendo bem, não o culpo.
Mas você entende que eu não sei o que fazer? Se eu voltar a chegar perto, como você vai saber aonde estou, estando tão indiferente e distante? Será que iria me procurar, ou iria fugir de mim, se eu te pedisse para me encontrar como você queria?
O problema é a dúvida. Ela não nasceu em vão, meu velho amigo. Veja você que tudo ficou mórbido, imagine quando eu me lembrasse de ter te encontrado e não ter cultivado a amizade, como atualmente. Pior seria, embora definisse a situação como perdida.
O que eu faço agora?
Você sabe?
Eu estou vivendo minha vida, esperando que ela me mostre o que eu perdi ou ganhei. Estou esperando aquele sinal de siga ou pare, no amarelo, prestando atenção.
Não, não sei o que fazer, mesmo. Se você sabe quem sou eu, lerá isso tudo e responderá no mesmo estilo.
Enquanto isso, boa sorte para nossas vidas, que sigam em busca do melhor para cada um de nós e que os dois nos esbarremos pela quarta vez, mas agora com o coração tranquilo e preenchido, sim, não é uma despedida o que escrevo, mas um desejo de deixar ir apenas o que não quer ficar, mesmo que seja apenas a lembrança, a minha sina.
Teu sorriso é mais lindo que qualquer poesia já escrita, ao mesmo tempo que tu volta eu quero que vai embora, você tem seus amores eu tenho minhas solidões, e quando tu vem eu me perco nas ilusões, não é pra rimar pois não é poesia, só queria te ter por um dia ... Eu amo você
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