Ja Gostei de Vc mais Hj Nao Gosto mais
Eu sempre gostei daquelas boas sensações que não me pegam apenas nos meus sonhos..
Quando é no "ao vivo" não se tem como descrever..
Gostei da sua realidade é tão vazia…
E a minha é tão cheia…
Cheia de problemas que não podem ser resolvidos
De sonhos, que não podem ser realizados
Momentos unicos que não puderam ser concretizados
Pensamentos Fracos que não puderam ser fortalecidos
Me leva, me guia nesse teu mundo Esbolsado por alegria
Me joga no vazio aonde não tem frio
Não tem foco,nem dor, nem amor.
Só a maldita luxuria…
“Não me culpe por estar na sua vida. Você deixou a porta do seu coração aberta, eu olhei, gostei, entrei e fiquei...”
Nunca acreditaste que eu gostasse de ti e sempre gostei nunca acreditei que não me amasses e afinal não chegaste sequer a gostar de mim.
...
não aceito que
mediocridade
seja um caminho pra admirar alguém.
nunca gostei
de vitimização.
é uma forma
de magoar
mas chorando.
Conheci o Cristianismo é achei ótimo, incrível. Aí conheci os Cristãos, não gostei, detestei e odiei!
O Peso dos Dias e a Leveza do Tempo
Nunca gostei de comemorar aniversários.
Não me entendam mal — não é um desprezo pela vida, tampouco um capricho melancólico. É, talvez, um desacordo silencioso com o calendário. A data do nascimento me soa arbitrária demais para conter em si todo o mistério e a beleza de estar vivo. Há algo estranho em reduzir a celebração da existência a um dia fixo, como se a vastidão da vida coubesse numa vela, num bolo ou num parabéns apressado.
Eu prefiro envelhecer a fazer aniversário.
Gosto da ideia de envelhecer porque ela carrega marcas. Rugas, histórias, memórias e silêncios. Envelhecer é a confirmação de que estive aqui — que sangrei, sorri, perdi e me encontrei. Cada linha no rosto é uma frase escrita à mão pelo tempo. Cada ano que passa é mais uma página virada com esforço e sentido. Envelhecer é a prova irrefutável de que vivi — ou ao menos tentei viver.
Mas viver, veja bem, é diferente de estar vivo.
Estar vivo é biológico: pulmões funcionando, sangue correndo, agenda cheia. Viver é outra coisa. É quando a alma respira, quando os olhos se demoram num pôr do sol, quando o silêncio não assusta mais. É quando a dor ensina, quando o amor transforma, quando o tempo passa e você sabe que ele passou por você — e não apenas ao seu lado.
E é exatamente por isso que não temo a morte física. Essa virá para todos, no tempo que não escolhemos. O que realmente me assusta — e profundamente — é a morte em vida. Aquele estado em que os olhos seguem abertos, mas o mundo já não causa espanto; em que o coração bate, mas não se comove; em que se respira, mas não se sente mais o perfume da existência.
Essa morte silenciosa, discreta, cotidiana, me aterroriza. Porque ela se instala devagar, sem anunciar-se. De repente, já não se sonha. Já não se espera. Já não se luta. É essa a morte que me recuso a aceitar.
Por isso celebro o cotidiano. Todo dia é um aniversário da minha consciência desperta. Todo gesto de sensibilidade, toda lágrima sentida, toda esperança cultivada é uma prova de que ainda estou vivo — e não apenas biologicamente funcional, mas inteiro.
Não preciso de presentes nem de aplausos. Preciso apenas do milagre cotidiano de seguir. Porque todo dia que me é dado é, por si só, um aniversário da minha resistência. Um lembrete de que estou aqui — apesar de tudo, apesar de mim.
E assim, envelhecendo sem pressa, vivo celebrando o que realmente importa: a arte rara de continuar sendo.
Baseado em fatos reais.
Eu fumei.
Gostei.
Se é enganoso, não é do meu coração.
Ingênuo e inocente.
Aceito.
Deleito nessa condição.
Mesmo assim, Alcatraz, 43 anos de condenação.
Sim, agora livre.
Não pelo engano.
Não pela conspiração.
Um sangue poderoso.
Que vai além da revelação.
Boiada marcada.
Trincheiras lotadas.
Ouro, prata, mentiras.
Caixão.
É real, baseado na salvação.
Hoje vi a eternidade, o plano Santo em ação.
Diante de sangramentos e prantos.
Desenganos e traições.
Ai que tantos e muitos covardes não mereçam.
Contudo a benevolência da cruz.
O amor que faz juz.
Não permite que os arrependidos pereçam.
Salve, salve a coragem de viver.
Sobretudo a verdade.
Livre de toda maldade.
Coração, paraíso, Jesus, teu poder.
Santo Espírito, sobrenatural.
Tome posse, o inimigo nunca, jamais vai entender.
Giovane Silva Santos
ouve um silêncio e ele não era assustador então me descobri e gostei das coisas que despertaram em minha vida
CARNAVAL FORA DE ÉPOCA
Acho que foi nesse período
Percebi-me e não gostei do que vi
Não era o que esperavam de mim
Assustei-me, chorei e comecei a morrer
Calado, com medo e com dor
Dor na alma, nos olhos, no corpo
Solitário, perdido, sem respostas
Diferente, tornei-me indiferente a mim
Meus desejos eram contrários e contraditórios
Como meu corpo e mente
Meus beijos impossíveis
Meus abraços duvidosos
Meus olhares maliciosos, vindo de olhos
Que deveriam ser arrancados
Tentava respirar num mar cada vez mais profundo
E turvo e turbulento
Um turbilhão
E morri no maior dos meus medos
Que hoje eu entendo
O mar
Sempre achei que tal temor vinha de outra vida
Mas hoje consigo enxergar que morri nessa
Aos sete anos de idade
E para continuar
Tive que renascer respirando outra essência
Que não era minha
A minha era proibida e ainda malvista
E condenada
Pelos que te matam
Sorrindo
Aceitando
Fingindo
E rindo
Da tua dor disfarçada
Muitas vezes numa alegria forçada
Numa roupa fantasiada
Num gesto sinuoso, ridículo, engraçado, exagerado
E provocante de defesa
Não me mataram
Me mal-trataram
Mas não me mataram
Fizeram com que eu me matasse
Tirando deles a culpa
Disfarçada em palavras amigavelmente mentirosas
Por mais que alguns pensaram estar sendo verdadeiros
Foram sempre traídos pelos olhares questionadores,
Reprovadores
E na sua grande maioria disfarçados para não magoar
Porém cortantes e risíveis
E generosamente cortantes
Assumo
Ninguém me matou
Eu não me matei
Fiz pior
Deixei-me matar
E renasci
Com medo
Receio
Raiva
Pena
Vontade
Sonhos
Desconfiança
Insegurança
Força
E máscara.
Ouvi alguém dizendo.
Fez algo que não gostei.
" Pago na mesma moeda! "
Percebe coisa mais Estúpida e Tola, que isto?
Não me entenda mal
Eu nunca gostei de você
Não sinto nem um pouco de pena
Eu me enganei o dia todo, a noite toda
Outro Sonho/outro menino -
Nunca gostei que de mim tivessem pena
mas mentia se dissesse que não sinto
uma alegria, ora grande ora pequena,
quando me encontro só, de amor faminto!
Meu caminho triste sempre o fiz por mim,
de poesia embriagado, longo e frio,
sempre o caminhei ferido de mim a mim
no alcance de outra terra, de outro rio!
Mas nunca lá cheguei! Aí onde queria ir ...
E aqui onde estou só, não estou só afinal,
estou comigo, mas estou prestes a desistir!
É que lá no fim, onde está isso que quero,
há outro Sonho, outro Menino, outro Natal,
há outro Poeta, mais doce, mais sincero ...
Eu nunca gostei dos depois e digo isso com propriedade. A aversão que desenvolvi não veio de uma decisão irracional baseada em aparência ou capricho. Ela segue a linha da ciência, foi pura experimentação. Quase todos os "depois" que vivi foram uma grande decepção, salvo minha personalidade que alcançou um elevado grau de maturidade, tudo que deixei a cargo da espera apodreceu. Algumas alcançaram o limite de sua experiência e outros foram corrompidos, como fruto repleto de larvas, devorado lentamente. Portanto, meu caro (minha cara), às vezes, é melhor colher o verde e provar de seu amargor, do que criar a expectativa pela sua doçura e acabar arrependido por ser tarde demais. "Não deixe para o amanhã o que pode ser feito hoje". Se você deixa a louça para depois ela acumula e atrai companhias indesejáveis. Se você não disser o que pensa agora pode ser impossível ser ouvido mais tarde ou até mesmo em um instante mais breve. Se você não se declarar agora por medo da negativa; pode dar a oportunidade do "sim" para outro afortunado. Não trato essas palavras como apologia ao imediatismo, mas tento incentivar um elevado, até mesmo pleno, poder de autocontrole. Se você tem consciência do que quer, do que sente, não espere a certeza do outro lado para tomar uma atitude. "A vida é feita de escolhas" e você, já fez as suas?
"Amor Pra Tolo
Amei, gostei, me apaixonei.
Porém você não foi nada, apenas um bom pensamento.
Pensei, sofri até chorei por você. Porém vi que você não passava de um bom sonho.
Pensei em ser tolo demais para amar. Porém você apenas não existia.
Fui tolo ao achar que o infinito não tinha fim. Porém hoje vejo que o infinito sempre foi finito; eu apenas não queria acreditar.
Por fim, adorei criar um amor inventado.
Algumas pessoas irão sair da minha vida, da sua vida, de todos nós. Apenas esteja pronto para perder."
Eu tive um passado, que me reservou um futuro ruim, que eu não gostei muito, algumas coisas me fizeram bem, outras me fizeram mal, mas estou tentando superar.
Logo eu que sempre gostei de descobrir palavras novas, refletir sobre seus significados. Não sei nenhuma que defina o amor que sinto por você, talvez este seja incapaz de ser descrito pela sua proporção imensurável. Mas enquanto não descubro algo que se aproxime de uma descrição, acho mais justo chama-lo pelo seu nome, Maria.
Eu sempre gostei de disfarces. É o que a gente faz quando não sabemos quem somos, né? Se fantasia e inventa um novo passado pra esquecer o antigo.
Capitulo não publicado- O fim
Um dia conto, o quanto gostei de você.
No dia que acreditei fielmente que ele havia apenas fingido um teatro, que as pequenas coisas que achei serem resquícios de um amor não eram reais e me fez como uma palhaça, naquele salão, com meus medos e sentimentos expostos a todos os meus amigos, aos amigos dele e a pessoas que se tornaram parte da história (que na minha cabeça existia), uma parte minha morreu.
A parte que acreditava no amor.
A parte que fazia ser doce.
A parte que me fazia o amar.
Decidi ir embora sim! Mas não podia morrer engasgada com o que sentia. Escrevi uma carta, pedi que em algum momento minhas amigas o entregassem como sinal de que pra min aquilo havia sido importante.
Ele recebeu.
Ele leu.
Esperei ansiosa por pelo menos uma resposta, ainda que não fosse através de uma carta.
Ele não respondeu.
O maior trauma, nunca foi o acidente, sempre foi ele.
Jurei amores por alguém que não fez o mínimo em me responder.
Só foi difícil processar tudo, ainda é.
Nosso magnetismo , nossa química, nosso amor, ou melhor o MEU amor, o único existente entre nós, parecem estar grudados a uma memória que não saem de mim Posso por vezes ter parecido a louca que apaixonou sozinha,e acredito que seja! De fato, na minha cabeça nossa história parecia como algo que poderia dar certo, eu te o amei, da forma mais absurda, mais catastrófica e intensa! Dessas que a gente não mede esforços, dessas que a gente quer cruzar distâncias, que cuidar loucamente e também tirar a dor do outro pra ser a nossa…
Acordei do coma, isso!
Do coma do acidente.
Ou do coma da situação, não sei…
A recuperação não foi tão fácil!
Fisioterapias, acompanhamentos com a psicóloga, alta dosagem de medicamentos, fonoaudióloga, oftalmologista.
Pareço estar falando apenas de procedimentos médicos, mas não…
Intensas fisioterapias para voltar a andar sem as muletas da dependência emocional que criei dele, das memórias que jurei serem reais por algum momento.
Incontáveis induções de drogas (medicamentos) de tarja preta, para tirar a imensa dor que estava em meu coração.
Acompanhamento psicológico, para explicar a minha mente a tamanha dor do meu coração, que era estancada pelos remédios.
Oftalmologista, pra enxergar a realidade como é: Andrew não me escolheu, nunca me escolheu e nunca irá me escolher.
Fonoaudióloga, para voltar a falar e ouvir o que sinto sem achar que estou cometendo um crime.
Não foram dias fáceis, mas consegui!
Recuperei-me do trauma de anos, em meses. A Catherine estava de volta e a famosa alta veio, acompanhada de uma esperança a todos (inclusive os médicos) de que minha vida voltasse a ser como antes, ou melhor!
Pra mim, uma missão humanamente impossível já que minha realidade tinha sido bruscamente mudada e meu destino perfeito também.
Encontro o Lucca e o escolhi.
O Lucca? Bem, ele é um analgésico pra mim, estanca a dor que ainda dá as caras de vez em quando.
Melhor ter ao lado alguém agressivo, que machuque apenas meu físico do que alguém que sempre me machucou o emocional sem dó nem piedade.
Um dia eu conto, o quanto você me magoou.
Um dia eu conto, o quanto me decepcionou.
Um dia eu conto, o quanto me torturou.
Um dia eu conto, o quanto me humilhou.
Ou talvez,
Eu não conte.
Apenas te mate na minha imaginação, memória e com sorte, na vida, assim como você matou uma parte minha, matou a Catherine, a “sua” Catherine.
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