Intelectual
POESIA EU MORRI NO FUTURO
Quando eu morrer, dedico e ofereço essa poesia aos primeiros vermes que de mim se alimentarem, serei todo nada, de que serviria a minha continuação se não para zombar das verdades, das cores, dos amores?
Quero morrer feliz, não estarei para chorar, nem os meus aqui estarão senão em um lugar qualquer do teatro da vida.
Alegria alegria, solta a música da favela, o forró, o pagode, a ópera, o louvor, enfim, vamos sorrir, pois daqui a uns 60 anos eu não lembrarei que um dia passei por aqui.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Um sujeito com quociente de inteligência alto, mas que o utiliza para o mal, tem menos sabedoria que um ignorante primário.
Vivemos numa época de muita farsa, pseudointelectualização, direitos acima dos deveres, aparências, individualismo, descrédito das instituições políticas, religiosas, acadêmicas, jurídicas, familiares e afins, além de afastamento da própria arte de fato, a qual só retornará quando for para anunciar o início de uma nova era, como sempre fez através de seu clássico estilo vanguardista.
Até quando continuaremos a associar complexidade ao sobrenatural? Isto, além de preguiça, é covardia intelectual.
Lamento por aqueles que se opõem aos dogmas engessados pelos séculos e nutridos pela ignorância mas que igualmente impõem as teorias que lhes convém acreditar enquanto dogmas também.
Na ponte que liga o desenvolvimento à evolução existe a dúvida que contribui para atravessar as distâncias geográficas
do intelecto.
O Brasil tem necessidade urgente de um mutirão em favor da educação. A educação formal tornou-se pobre. O tecnicismo intelectualista e ideologizado reduziu e empobreceu o ser humano. As consequências disso são perceptíveis no cotidiano!
Precisamos compreender que... ainda que venhamos a entesourar uma grande e inestimável quantidade de conhecimento, isso não nos tornara "Sábios", poderá nos tornar "intelectuais" e até "filósofos", contudo isso não nos tornará "Sábios". Em nossa trajetória podemos e provavelmente encontraremos pessoas com pouco conhecimento, contudo, mais sábios do que doutores, PHDs e etc, pois a sabedoria não se caracteriza por uma determinada quantidade de conhecimento, oratória ou bom desempenho em normas ortográficas. A sabedoria se caracteriza por atitudes oriundas da aplicação do conhecimento, por este motivo alguém com pouco conhecimento, mas que aplica o mesmo ao seu viver, pode ser e provavelmente será mais sábio do que alguém com muito conhecimento e pouca aplicação do mesmo.
Precisamos também salientar que, o princípio da Verdadeira Sabedoria é o Temor a Deus!
Autor: Eliseu Fernandes Laurindo
Data: 07/01/2015
Da necessidade da crença:
"Os elementos constitutivos da nossa existência pertencem, como sabemos, a três grupos: vida orgânica, vida afetiva, vida intelectual. A necessidade de crer alia-se à vida afetiva. Tão irredutível quanto a fome ou o amor ela é, freqüentemente, tão imperiosa. Constituindo uma invencível necessidade da nossa natureza afetiva, a crença não pode, e nisso é como um sentimento qualquer, ser voluntária e racional. A inteligência não a forma nem a governa".
Qualquer ocupação ou trabalho deve ser desconsiderado se este não trouxer uma evolução moral ou intelectual.
A criatividade e um sinal que existe uma mente ''ansiosa'' para produzir algo que traga reconhecimento Intelectual.
Em tempos de hipocrisia de que adianta se expressar? Uma PLACA DE SIGA se torna o mesmo que uma de PARE se você é intelectualmente cego !!!
Perguntar a importância da educação é o mesmo que perguntar por quê precisamos nos alimentar, parece uma analogia sem sentido...
Até o lazer deve ser exercido com dignidade. Se assim não for, a mais bela conquista do Homem esvai-se numa penosa debilidade intelectual. - É como estar de férias sem ter férias.
Por que a maioria dos professores e dos crentes evangélicos não gostam da internet? Por que chamam os internautas de pseudo-filósofos? Será se se sentem superiores por essa abstinência intelectual? Ou sofrem de uma grave 'síndrome da ema'!
"Canção de Primavera"
Ouço os pássaros cantando,
Chamando a primavera.
Que alegria, que encanto
Vê-los sempre pela janela.
Fazem ninhos e ninhadas,
Espalham flores nas estradas
Criando no caminho uma canção,
Dando boas vindas à nova estação.
É chegada a hora de colorir,
Trazer perfume a quem amamos,
Fazer sorrir.
Abraçar as mãos, unir.
Desabrocham-se margaridas,
Deixa-nos vermos o encanto das pétalas.
Traz beleza querida,
Mostre a sua essência nesta terra.
O vento grita pesado;
Primavera, primavera,
Tu és no ano a esperada,
E mais bela.
Leva a amargura embora.
Traz doçura ao coração, renova.
Exala perfume, cria novas histórias.
Assim como desabrocham as flores,
Nasce uma página nova.
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