Intelectual
Esta mentalidade tem que findar, quando se fala em direito autoral no Brasil exclui ou esquece das artes plasticas e visuais. Assim como o mercado de arte, deve abandonar a falsa ideia que os herdeiros dos artistas são oportunistas e aproveitadores quando exercem seus direitos legais e constitucionais.
B.Gracián escreveu que a pessoa mais fácil de ser trapaceada é a pessoa honesta e justificando que o honesto vê as pessoa como honestas e em sua maioria não o são. Também afirmo que a pessoa mais fácil de ser trapaceada em termos de arte é o falso intelectual que quer se destacar na sociedade como gente que está à frente dos outros, embora não conheça nada de arte. Para estes, o artista esperto e trapaceiro prepara um espetáculo baseado no chulo e os falsos intelectuais admiradores de arte não só a aceitam e extasiados diante do chulo modificado, recomendam a outros para não deixar de ver o espetáculo. Mas como no conhecido conto infantil "A Roupa Nova do Rei" sempre vai aparecer uma criança ou alguém que tenha opinião própria para dizer em alto e bom som:"O rei está nu!" ou "Isso não é arte. É apenas um rapaz mostrando sua nudez!"
Cada um oferece o que tem...
Algumas pessoas tem a oferecer experiências incríveis, outras um conteúdo intelectual cativante, mas há aquelas que são tão, tão vazias, que por mais que se esforcem não tem absolutamente nada a oferecer e isso independe de idade, nível de instrução ou condição financeira.
O que você oferece e o que você se permite receber é quem de fato você é.
Se permitir a algo que não te acrescenta a ser melhor é a maior das perdas de tempo.
Meu mundo liberto, meu entendimento fixo, a ignorância meu sacrifício, dos olhos um herói, mas agora um culpado da evolução de uma nação, burguesia de um governo de intendimento intelectual, na mira de dessentimento sem fim, a seguro meus direitos, hó liberdade, hó silencio, apedrejados pela a maioria, a loucura do mundo me entregar.
Quando mais inteligente e informações absorvo, menos sociável me torno, me questiono todo dia, os prós e contras. E as pessoas afirmam suas hipóteses que são o pior das causas.
Temos regredido intelectualmente na mesma proporção em que progredimos cegamente em direção ao fim dos tempos.
Uma coisa que raríssimos brasileiros sabem fazer é distinguir as ocasiões de DISCUTIR e de NEGOCIAR. Em assuntos da vida prática, discutir é quase sempre inútil e só serve para transformar dificuldades em hostilidades. Discutir faz-se com ARGUMENTOS, numa gama que vai das demonstrações lógicas aos insultos e acusações. Negociar faz-se com REIVINDICAÇÕES, CONCESSÕES E CÁLCULO DE VANTAGENS MÚTUAS. É totalmente diferente de discutir.
Dormir é para Betinhos
Yoga é para capacitados
Leitura é para intelectuais
Escritura é para quem tem o intelecto apurado.
Eu pratico yoga e escrevo!
Pra mim a pior fase do ser humano, é quando ele se torna um mendigo cultural. Na verdade, é um pseudo intelectual, que se resume apenas naquilo que lê de outros.
Que se torne um hábito celebrar sua vida hoje e todos os outros dias que virão, que você tenha muitos motivos pra agradecer as bênçãos que você vai receber. Feliz aniversário!
A política é um xadrez, só bons jogadores permanecem por longas datas.
Não é obrigatório que nenhum cidadão entenda todo jogo, basta uma pequena noção rasa para que o sistema siga seu propósito tirano. Fazer política é complexo e suas estradas são traiçoeiras, logo cautela em cada movimento do jogo.
Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Ao me deparar com a seguinte pergunta de um amigo da qual perguntou: " Deyson, imortalidade é a mesma coisa que eternidade?" Logo eu afirmei : "NÃO "!!! A título de exemplo: Um imortal acadêmico, por exemplo, ao morrer, após vários anos passado de sua morte, ele revive ao passo que suas obras forem lidas, logo é imortal, porquanto suas idéias vivem ao tocar quem lê. Já a eternidade é a fé no mundo vindouro segundo a crença ou convicções individuais.
Nilo Deyson Monteiro Pessanha
( Filósofo )
