Instante

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Um instante e...




Basta um instante para tudo mudar,


A crise foi interna, os pontos foram extensos,


As paredes foram levantadas rapidamente, o teto não existia, pois o principal a ser visto durante a noite brilhava sem interrupção,


O sol bate forte no deserto e bateu tão forte aquele dia que a areia virou vidro e dele se fez um espelho que iluminou o cenário reproduzindo várias miragens e em todas elas tinha uma rosa vermelha perdida aos ventos e ao tempo, em todas elas eu vi você,


No fechar e abrir dos olhos a respiração do sonhador se revela mostrando a realidade e o imaginário no seu limite,


Um raio, um cometa e um instante tem suas semelhanças, mas não são iguais,


Num instante sou rei, no outro posso ser apenas um duende na corrida atrás do pote de ouro logo ali no pé do arco-íris,


O amor tem raízes e ele não nasce do vazio, assim como não vira pó à toa.

Tudo é extremamente passageiro. Estamos aqui em um instante, e no seguinte não há mais nada. Mas não tenha medo, nem apresse as coisas. Deixe seu coração fluir, sua verdade permanecer, e ao final, seja como for, terá valido a pena.
- Marcela Lobato

“Um dia sendo um dia... até o instante em que eu permito fazer desse meu dia, o início de todos os que me levaram à liberdade de ser, ter e estar em presença.”

Não precisamos de muitos recursos para viver momentos prazerosos.
Todo instante, em qualquer tempo ou lugar, já é e pode ser eterno. São as boas memórias, imagens inesquecíveis, experiências realmente vividas, histórias de um livro, relatos de um amigo, o riso dos filhos e a companhia de quem amamos.
A verdadeira plenitude está em contemplar o infinito com sabedoria, com a paz de Deus e com a paz que nasce do simples.
Isso é um eterno momento feliz.
Rosinei Nascimento Alves.
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

“A fotografia não captura o instante; ela preserva o sentido que o olhar soube reconhecer antes que o tempo o dissolvesse.” - Leonardo Azevedo.

A agência emerge no instante em que a existência abandona
o papel de efeito
e ensaia autoria no mundo.

QUANDO O SILÊNCIO APRENDE A RESPIRAR.
Há um instante oculto entre o que fomos e o que ainda não ousamos ser.
Um intervalo quase imperceptível onde o mundo silencia.
E é ali, precisamente ali, que a alma se revela sem máscaras.
Tu carregas universos não explorados sob a pele.
Catedrais invisíveis erguidas com lágrimas que ninguém viu.
E mesmo assim, caminhas, como se fosses apenas mais um corpo na multidão.
Mas não és.
Há dentro de ti uma centelha que não aceita o esquecimento.
Uma força antiga, anterior ao medo, anterior à própria dor.
Ela sussurra, mesmo quando tudo em volta grita desistência.
Escuta.
Não é o fracasso que te define.
É a insistência silenciosa de continuar mesmo sem aplausos.
É o gesto invisível de reerguer-se quando ninguém está olhando.
Porque a verdadeira grandeza não nasce do êxito.
Nasce do abismo atravessado em silêncio.
E cada noite que te visitou não foi abandono.
Foi lapidação.
Cada perda não foi ausência.
Foi espaço aberto para algo maior que a própria ausência ainda que não compreendas.
Há uma arquitetura divina no caos que te molda.
Uma ordem que teus olhos ainda não decifraram.
Mas que teu espírito já reconhece.
Por isso, não te apresses em fugir da dor.
Há ensinamentos que só florescem no escuro.
E quando finalmente compreenderes,
não serás mais o mesmo que buscava respostas.
Serás a própria resposta.
Ergue-te, mesmo que em fragmentos.
Avança, mesmo que em silêncio.
E confia, ainda que tudo em ti vacile.
Porque existe um momento, inevitável e sagrado,
em que aquilo que te quebrou
será exatamente aquilo que te fez inteiro.
E nesse dia, sem alarde, sem testemunhas,
tu olharás para trás e entenderás:
Nunca foste fraco.
Apenas estavas aprendendo a tornar-te vasto.

O TRIUNFO SILENCIOSO NA APARENTE DERROTA.
Há um instante na história humana em que o olhar superficial se equivoca e a consciência apressada julga ter assistido ao fracasso do mais elevado dos ideais. A figura de Jesus Cristo suspensa na cruz, sob o peso da matéria e da incompreensão coletiva, parece, aos olhos comuns, o símbolo máximo da derrota. O corpo ferido, a solidão extrema, o abandono dos próprios discípulos e o escárnio das multidões compõem um quadro que, à lógica mundana, só pode significar aniquilação.
Entretanto, é precisamente nesse ponto que a leitura espiritual exige maior acuidade. O que se observa não é o colapso de uma missão, mas o ápice de sua consumação. A cruz não representa o fim, mas o método. Não expressa impotência, mas a pedagogia mais elevada que já se ofereceu à humanidade.
Sob a ótica espírita, compreende-se que aquele momento não foi um acidente trágico, mas uma culminância deliberada dentro das leis de causa e efeito. A trajetória do Cristo não se mede pelo êxito político, pela aceitação social ou pela preservação do corpo físico. Mede-se pela transformação silenciosa das consciências, pela semeadura de princípios morais que transcendem séculos e civilizações.
A aparente derrota revela, em realidade, a vitória sobre as ilusões do mundo material. Enquanto os homens esperavam um libertador que se impusesse pela força, Ele apresentou a soberania do espírito sobre a matéria. Enquanto aguardavam domínio externo, Ele ensinou o domínio interno. Enquanto ansiavam por vingança, Ele ofereceu o perdão.
O clamor "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" não é uma frase de resignação passiva, mas uma declaração de superioridade moral absoluta. Ali, na hora mais densa da dor, estabelece-se a ruptura definitiva com o ciclo da violência e da ignorância. Trata-se de uma revolução ética que não se impõe pelo grito, mas pela consciência.
Do ponto de vista psicológico e espiritual, esse episódio inaugura uma nova compreensão do sofrimento. Ele deixa de ser visto apenas como punição ou desventura e passa a ser compreendido como instrumento de elevação quando enfrentado com lucidez e propósito. A cruz, nesse sentido, transforma-se em símbolo universal da transmutação interior.
A história demonstra que o que parecia o fim foi, na verdade, o início de uma influência que jamais cessou. Ideias que nascem da força se dissipam com o tempo. Ideias que nascem do sacrifício consciente enraízam-se na essência humana. O Cristo não venceu evitando a cruz, mas ressignificando-a.
Assim, o olhar que se detém apenas na aparência vê derrota. O olhar que penetra a essência reconhece a mais elevada expressão de triunfo espiritual já registrada entre os homens.
E é nesse contraste entre o visível e o invisível que repousa a lição definitiva: aquilo que o mundo chama de queda pode ser, no plano superior, o instante exato em que a alma alcança sua mais alta ascensão.

Neste instante oportuno, adentro numa ⁠fascinação hipnotizante por sua venustidade de cor calorosa, natureza exuberante, a suavidade de belas curvas, ondas exultantes de um mar veemente, um banho aprazível de ternura através da sua desenvoltura que é bastante atraente e em certos momentos, misteriosa, de qualquer forma, sempre avivada por seu fervor incessante, uma paixão ardente que se renova com um lindo florescer ainda mais impactante, assim, sua presença é maravilhosa, fortemente, emocionante.

Inserido em um ⁠evento celestial num instante imaginado, poético, voando entre as nuvens pela liberdade de um céu grandioso, sentindo-me amado por um amor próprio mais leve, uma emoção incomparável, tendo uma experiência surreal, fora do alcance desagradável dos problemas, da pressão frequente da vida adulta, desfrutando de uma oportunidade especial, intensa, simplesmente, transformadora, onde a loucura é bem vinda, o mal não chega, sonho desperto que fortifica a minha sanidade, que incentiva a minha resiliência, que traz um pouco de estabilidade para a minha complexa consciência.

⁠Observo neste instante sem pestanejar o brilho poderoso de um dia ensolarado, iluminando uma beleza grandiosa, uma arte de pele afável, estrutura charmosa, vislumbre de um mundo feito de intensidade, provido de fartos atributos, um frescor de liberdade, fogo vigoroso, simplicidade revigorante, o calor emocionante de um amor de verdade, vividade entusiasmante, sabor de felicidade, por conseguinte, uma sedução abundante graças a estas maravilhosas qualidades.

Solidão ou Solitude?

Há um instante em que o silêncio pesa,
como se o mundo tivesse esquecido o meu nome.
A casa respira devagar,
e cada canto guarda um eco que não responde.
Chamavam isso de solidão.
Mas o tempo, esse artesão invisível,
foi mudando a textura dos dias.
O vazio deixou de ser ausência
e virou espaço.
Aprendi a ouvir o que antes doía:
o som do vento na janela,
o compasso tranquilo do meu próprio existir,
a leveza de não precisar ser para ninguém além de mim.
E então, quase sem perceber,
a solidão se desfez em outra coisa—
mais mansa, mais inteira.
Virou solitude.
Agora, o silêncio não pesa: acolhe.
Não cobra: oferece.
É um lugar onde me encontro
sem pressa, sem ruído, sem máscara.
E nesse encontro sereno,
descubro que nunca estive só—
apenas não tinha ainda aprendido
a me fazer companhia.

"Se tivesse o poder de voltar no tempo,
Queria só um instante, eu pararia naquele instante que te vi,
Naquele momento que te olhei pela primeira vez.
Só pra te admirar, este momento se tornaria uma eternidade,
Uma eternidade pra te amar.
Onde o amor ficaria congelado no tempo e jamais, jamais passaria.
Neste momento o amor seria o olhar
Onde pela primeira vez que te vi me apaixonei.


Se pudesse voltar no tempo naquele momento que te vi pela primeira vez,
Eu pararia o tempo naquele instante com o beijo que desejei te dar.
O tempo se ficaria por toda eternidade no nosso beijo.
Eu te vi pela primeira vez e me apaixonei.
Naquele momento o tempo nunca mais passou pra mim,
Ali naquele momento o tempo parou.


Eu te vi."


Por Marcio Melo

“Nada fere mais do que o efêmero que parece eterno por um instante.”

"O ponto mais alto da oração não é a fabricação de imagens ou pedidos, mas o instante em que a mente para e o coração apenas repousa no Mistério."

"A existência humana se manifesta no exato instante em que o pensamento se volta para si mesmo e reconhece sua própria atividade."

⁠⁠⁠⁠Tudo um dia se desfaz
num imprevisível instante,
Manter a Paz é um
desafio constante,
Mas a cada amanhecer,
Deus refaz as suas forças
para seguir adiante.

Quando falei de saudade,
não era de um tempo qualquer,
nem de um instante perdido —
era de alguém especial.
A pessoa mais linda que já conheci,
não apenas no rosto,
mas na essência que não se explica:
alma pura,
coração iluminado,
luz que não se apaga.
Há em teu olhar
um brilho que me atravessa,
que derrete o meu eu,
desfaz minhas defesas
e me reconstrói em silêncio.
A saudade…
ah, essa companheira discreta,
é paciente como o amor.
Ela não grita — ela espera.
Espera como a finitude da vida
contrasta com a eternidade do espírito,
sabendo que o que é verdadeiro
não se perde no tempo.
Teu doce sorriso
preenche vazios antigos,
lugares em mim
que eu nem sabia que existiam.
E ainda assim,
a espera…
essa espera inquieta,
me faz sentir, a cada minuto,
a saudade crescer.
E eu sigo,
entre o agora e o porvir,
esperando por você —
como quem sabe
que o amor verdadeiro
sempre encontra o caminho de volta.
Atila Negri

Deus Fala no Silêncio

Feche os olhos por um instante,
serene a mente
e permita que o silêncio alcance o seu coração.

É ali, na quietude da alma,
que Deus costuma falar.

Ele se revela na calma que chega sem aviso,
na paz que envolve o peito
e na doce certeza
de que tudo está sendo cuidado.

Deus não precisa gritar para ser ouvido.
Muitas vezes Ele apenas sussurra amor
no coração de quem aprende
a silenciar para escutar.

Simone Cruvinel

"O vício te quer de joelhos, implorando por um instante de prazer. A autodisciplina te quer de pé, governando o seu próprio destino. Quem você vai obedecer hoje?"