Insanidade Amorosa
Meus pêsames, pois enterrei mais um amor, amor fatal, acalentador, inconsequente, insano e imortal.
Não sou de acreditar em vida após morte mas abro essa exceção acreditando que esse amor que enterrei vai brotar em outro coração.
Um amor para chamar de meu.
Já tenho esse amor para chamar de meu e tenho motivos insanos para não quer compartilhar com ninguém! Fiquem atentas borboletas sobrevoem onde puderem para que nada de ruim possa nos acontecer, enquanto nos tocamos, nos beijamos, nos mordemos... Sejamos apaixonados uns pelos outros pelo resto dessa vida, e se houver uma vida após sejamos o mesmo amor, e se você se esquecer de mim sejamos amantes, porque irei te conquistar mais uma vez, fazer com que se apaixone por nós e não por mim.
O amor chamado e conquistado, reconquistado, amado, odiado é só meu... Só eu posso atender aos seus maiores desejos de amor e você aos meus. Não me deixe na espera, não me deixe na saudade, pois a minha memória é curta demais e sim sou capaz de esquecer um amor da vida toda. Até o fim de nossas vidas sejamos amor em borboletas apaixonadas.
O amor, e só o amor, deve pautar nossas agendas. Reduzir o amor a uma disputa insana do tipo "quem ama mais" é um absurdo. Ame e permita-se ser amado. Sem culpa, sem medo ou desejo de se afirmar... O detalhe, o segredo... é amar por amar.
Pensamentos insanos, sonhos ardentes, amor fluindo como uma cachoeira, assim é esse sentimento louco e gostoso, pensar só, não é o bastante, ver é bom mas ver, pensar e ouvir é melhor ainda.
♥
amor , onde você foi morar ? Te busco com insanidade , pois sei que vc estar em algum lugar , não se aculta de mim , eu vou te encontrar e vou ama -lo , como ninguém nunca te amou ..
Amores
Amor te entende,
Que mesmo insano,
Não está doente.
Amor estranho,
Que remete a superação,
Me deixa sem chão,
Diante desta redenção.
Amor que me fadiga
E agita meu coração,
Não sei se é batida ou decepção.
Amor quando verdadeiro,
Sem paixão,
Com o tempo envelheceu,
E se tornou irmão.
Amor de uma só unidade
Plural nunca se torna a ser,
Triste quem vive este amor,
Sozinha sempre há de viver.
Amor...
modernos amores...em tempo
piu
.....os tempos
....modernos foram
...virtuais tornardos são
..insanos atemporalizados
.finitos enquanto eternos
.mas, e amores
..nem amordenados nem ultrapassados
...tem sabor tem veneno
....partem de que valores
.....em tempo...modernos amores
AMOR DE UMA INSANA.
Sentada em um banco de um jardim
Vi-o, Vendo sua imagem como que,
pirografou em minha mente,
Para nunca mais dela se apagar.
Tentei fugir para bem longe pois
tinha a certeza que minha vida
a partir dai seria um tormento um inferno
Faltava-me a coragem para renunciar a
felicidade ao vê-lo sempre.
Desde esse momento em diante não mais
foi possível retirar de você os olhos
Meus pensamento em você me matavam me
enlouqueciam.
Meu cérebro é um caos, as vezes quero,
coordenar os meus pensamentos.
Mas doi-me a cabeça, tenho medo, náuseas
e uma confusão aterradora domina minha alma
de uma mente doente.
Mas acesa e linda permanece a chama
de meu amor por você.
Um amor de perdição! amor de uma insana
Já sofri demais, paguei todos os meus pecados
agora encontro-o em meus caminhos dolorosos
Sinto que foi você o homem que amei em toda
a minha vida.
Que venham todas as dores do mundo, todos os amores loucos e insanos, agora mais do que nunca estou me sentindo preparada pra superar qualquer embate por mais doloroso que seja eu aprendi que se é preciso levantar eu consigo.
Amor ou Carência
Será amor ou carência,
Esta insana incoerência,
Que diz tudo e nada ao mesmo tempo?
Bate e rebate nas asas do vento,
Traduz o óbvio inaudível
A inocência
E, imperceptível a coerência?
Ver e crer, diferem
Do não ter e não crer?
Discernem do desejo humano,
Nos lançando a desejar o profano,
Desejos em gotas que reluzem,
Solitários e ermos
Na calçada, sob as nuvens...
Axo que na minha insana busca pelo amor, acabei me perdendo na floresta da dor, sujei meus pés na lama do rancor, percebi que não só de perfume é feita a flor...
Coisas.
Fotos,cores,sem cores,não cores.
Dores,amores,sonhos,medos.
Cultural,moral,insano,terno.
Sentido,incoerente,firme,contraditário.
Amor,desordem,paz,verdade,lealdade.
Eu só quero,eu tenho,eu preciso.
Eu vou,eu sou,eu quero.
Um sonho,um sorriso,um olhar.
Um dia,uma hora,agora.
Você.
Amor de verdade
Depois do meio dia
Amei demais perdi a medida
Fui insana
Louca
Evasiva
Fui mulher lasciva...
Fui doadora
Doei tudo de mim
Amor sem limite
Razão contida
Paixão desmedida...
No amor perdi
A vontade de viver
A razão de ser
O desprezo por você...
Amei de olhos vendados
Fui fantasia
Fui verdade
Fui faceira
Mulher brejeira...
No final fui teu querer
Sem noção
Sem razão
Sem maldade
Só sei a certeza
Que te amo de verdade...
Diz-me duas palavras
(Amor: sentimento insano)
O vento o tocava, era algo que lhe incomodava: o vento assanhando os seus cabelos, amarrotando suas roupas já amassadas, jogando respingos d’água em seu All Star preto, mas se conformava com o vento, pois era algo que lhe recobrava o fôlego.
Só mais uma tarde vazia como todas as outras, tentando definir uma direção qualquer, foi quando os olhares se cruzando por dentro de todos os demais e vindo em sua direção o atingiram, como um rifle carregado com balas sem som, tocando toda estrutura móvel em sua direção. Um tremor repentino, algo o acertou e ele sentira tudo aquilo como se fosse verdade. Sentindo o fim de tudo, Mr. Jeck não sabia o que lhe impunha aquele ar goro, insolente, que o deixava em cárcere privado, com força abaixo de um, onde o padrão habitual é um milhão, não sabia o que era, mas queria se livrar de tudo aquilo e tentar voltar ao padrão.
Não sentia mais o mesmo sentimento insano que antes o tocava loucamente. Mr. Jeck estava anormal, louco para que aquela troca de olhares se findasse, queria ver logo o fim daquela guerra. Então virou a cabeça na direção oposta para tentar livrar-se dos tiros sem som aos quais olhara antes, causando à Sophia pequeno desconforto, pois ela não sabia o motivo do movimento logo após a troca tão intensa de tiros sem som. Mr. Jeck saiu em passos lentos ouvindo a musica que em seu ouvido dizia:
“THIS IS THE END OF THE WORLD TO ME...” (este é o fim do mundo para mim).
Passos eternos, quase intermináveis, em direção ao nada, tocando o chão, com pouca vegetação, que se colocava a sua frente. E a cada momento se afastava mais do seu rumo, deixando Sophia para trás e seguindo em direção ao nada.
O vento o tocava, era algo que lhe incomodava: o vento assanhando os seus cabelos lisos, amarrotando suas roupas já amassadas, jogando respingos d’água em seu All Star preto, mas se conformava com o vento, pois era algo que lhe recobrava o fôlego.
Parecia que tudo aquilo era para sempre. Queria chegar logo ao fim de tudo, não queria sentir pensamentos insanos, tentou apressar os passos, mas para Mr. Jeck aquilo parecia uma caminhada de vinte quilômetros.
Já cansado de todo aquele sentimento que o aprisionava, parou, pensou em voltar e olhar nos olhos verdes de Sophia e falar-lhe toda a verdade, tudo o que ele sentia e pensara naquele momento, só queria expor sua insanidade, mas se lembrava dos dois longos passos que tinha de voltar, e isso o deixava perplexo, imóvel, no mesmo estado que Sophia.
Virou lentamente a cabeça, via o vento derrubando as folhas já secas pelo tempo, via todas aquelas aves voando sem asas, viu os anjos contemplando a imensa beleza de Sophia, parados em qualquer lugar. Mr. Jeck sentia-se frustrado por ter iniciado toda aquela loucura, e nesse momento já tinha perdido todo o controle, não sabia o que fazer.
Com o corpo já todo virado em direção à Sophia, tentou falar, mas era em vão, estava sufocado pelos tiros que havia tomado há pouco.
Ficou parado observando e contemplando a imensa beleza perfeita de Sophia, que mais parecia esculpida à mão, podendo se perceber cada detalhe com nitidez.
Há supostos vinte quilômetros de distância podia descrever perfeitamente o que via em Sophia. Os olhos brilhavam como se fossem de vidro, como duas estrelas, solitárias e melancólicas, com toda a imensidão que as rodeavam num findar de tarde. Seus longos cabelos lisos mais pareciam uma queda d’água interminável e cristalina, as curvas de seu corpo perfeitamente corretas, como jamais vistas em um corpo feminino.
Os anjos que há todo momento observavam a solene beleza de Sophia, sem sequer sair um minuto de sua presença, faziam tudo parecer ainda mais belo e difícil de encarar, não era simples para ele.
Ao tentar dar o primeiro passo para trás, não conseguiu, estava preso ao sentimento insano, se encontrava sufocado pelos tiros do olhar solene de Sophia, então, se recordou de algo que poderia recobrar-lhe o fôlego, o ar em volta, que alguns segundos atrás o incomodava, respirou fundo, e, enfim, foi solto, conseguiu dar aquele primeiro longo passo, e lembrou-se de tudo que se passara até ali, como se fosse um filme reprisado em câmera lenta.
O vento tocando-o, os respingos d’água em seu velho All Star, já gasto por dois longos passos, tudo aquilo outra vez, mas agora será diferente, está destinado a expelir aquela bomba que tanto o incomodava. Mas o som era falho e ele não queria tentar refazer os destroços depois da explosão.
Olhou subitamente nos olhos dela e levou outro tiro sem som. Hesitou e decidiu voltar os dez quilômetros restantes, deixar explícito todo aquele sentimento insano, toda essa dor que comprime o seu peito ia ter que sair. Tentou reunir o resto da mísera força que ainda havia dentro de si.
Então, algo o tocou, fez-lhe ver que Sophia não era aquilo que achara ser. Olhou subitamente nos olhos de dela, enquanto tudo o que pensava passava em sua mente como um filme.
Não mas hesitou e, enfim, conseguiu expor o que estava sufocando-o, uma simples pergunta:
“Sophia, diz-me duas palavras?”
Ela imóvel como sempre, com todos aqueles anjos ao seu redor, pois sua beleza era tão sublime que os anjos rodeavam-na, docemente o respondeu:
“AMO-TE.”
Mr. Jeck imóvel com tal resposta pensou:
“Então isso que é um sentimento insano?”
Em seguida Sophia o fez a mesma pergunta:
“Mr. Jeck, diz-me duas palavras?”
Ele respondeu:
“DEIXA-ME!”
E como antes, Sophia está do mesmo jeito, imóvel, com todos aqueles anjos ao seu redor.
Mr. Jeck outra vez virou-se como quem fosse sair, e em seu ouvido ainda tocava a mesma musica:
“THIS IS THE END OF THE WORLD TO ME...” (este é o fim do mundo para mim).
Tirou o fone do ouvido, e o mundo ao seu redor correu outra vez normalmente, como antes, e todo aquele sentimento insano fugira de Mr. Jeck, como os anjos que estavam ao redor de Sophia. Virou-se e voltou à realidade, foi quando ao longe ouviu uma voz que dizia:
Ei Mr. Jeck, você esta ficando louco?
Deixa essa ESTÁTUA ai e vamos embora.
Autor: Kenny Anderson da Silva
Mr. Jeck
Revisão: Admilson Lins da Silva Júnior
Agosto de 2009
