Inocente Preso
Estagnado
Preso sem correntes
O medo vence o desejo
Reverter o quadro, como?
Sair do ordinário, como?
Emergir à superfície, como?
Sem ar, preciso respirar, mas como?
CADEIRA CATIVA
O ser humano diz amar liberdade.
Tanto, que sua perda é punição.
Mas muitos de nós, na verdade,
Arquitetamos nossa própria prisão.
É que “ser livre” para você
Pode não ser o mesmo pra mim.
Há prisões que não se vê
Que também são agonia sem fim.
Há prisões cheias de bandidos.
E muitas prendem homens de bem.
Mas os cárceres mais escondidos
Tomam sua mente refém.
Não sei qual tipo é pior,
Mas na mental não terás um vizinho.
Mesmo cercado de gente ao redor
Estará profundamente sozinho.
Nada mal se apiedar do apenado.
Mas antes, siga um pequeno conselho:
“Reconheça o prisioneiro acanhado
Que você enxerga no espelho”
Pois o que você e eu percebemos,
Há tempos em que é tão rara!
A liberdade, que há muito perdemos,
Para ter de volta, ela é cara...
É irônico, pois cabem fisicamente
Numa só prisão, muitos párias.
Mas nos domínios da mente,
A prisão não é uma, são várias!
Tentei encontrar a chave
Para ser livre entre os mundos,
Mas essa clausura é tão grave
Que adentrei a níveis profundos
Cansado e sem mais a fazer,
Minha própria chave inventei:
Criatividade para mim é lazer.
Então minhas prisões adornei.
Pois tal como passarinho,
Por muito tempo fechado,
Se liberto, está fora do ninho.
Prefere não ser libertado...
Podes experimentar a condicional,
Repousando em sono profundo.
Mas a liberdade total,
Lhe garanto não ser deste mundo.
Então nas boas prisões,
Me enclausuro por hora.
Tentando aprender minhas lições,
Por que das ruins, estou fora!
Tudo o que possuís esteja sob o domínio do vosso espírito, para que não fiqueis presos pelo amor das coisas terenas, sendo por elas dominados.
O que me trará de bom aquilo que agora me prende, se o simples fato de sentir-me preso parece não estar fazendo de mim uma pessoa em ascensão ?
Saudade é um violino preso no peito, vibrando as cordas numa canção que sufoca, mas a queremos tocar e reviver em cada nota o que se passou no palco de nossa vida.
Pássaros presos;
Limitados à sua própria capacidade,
contidos pelo o amargo erro da cárcere,
Desmotivos em busca da liberdade.
O preço à ser pago é a longo prazo, a infelicidade de imediato
Belos e inteligentes,
Apreciados por todos
Entendidos por poucos
De forma diferente,
Ouvi um canto,
E logo me desencanto,
Entanto é tanto,
Por tanto, culpei-me
Pois, apresionei passaros
E perdoe-me,
Os chaveiros estão ocultos,
Presos juntos com escuridão do meu ser.
tenha eu a idade que tiver,os meus pensamentos não envelhecem
eu posso ficar preso no quarto da minha mente e mesmo assim me sentir livre
é de onde eu posso observar melhor a vida sem julgar,apenas analisar,
é o lugar onde eu sou apenas um observador que mantém uma certa distância do "observado"
O preso deu fuga, através do seu túnel, para a cambada toda. Mas na hora de ir, descobriu que já havia criado raízes. Estava preso.
Aquele que vive preso a regras,vive o que os outros determinam se esquece que cada uma pessoa é única, seu modo de ser e desejos também.
Esquecem que a vida é nossa e não dos outros e se estabelece preso ao tradicional e esquece de viver, na tranquilidade e paz de ser, estar e sentir!
