Inocência
Meus Cinquenta
Ah, meus cinquenta
Tenho a experiência
Não sou mais traída pela inocência
Sou eu, empoderada na coerência
Ah, meus cinquenta
Vejo a vida com novo olhar
Tenho fé e esperança a me guiar
Caminhos continuo a trilhar
Ah, meus cinquenta
Deveras mais seletiva
É o que me ensinou a vida
Estou feliz, sou muito agradecida
Ah, meus cinquenta
Agora me aguenta
A experiência me afugenta
De tudo que não me acrescenta.
Elenir Cruz
Estão matando a inocência, sufocando a generosidade, eliminando a família e desvalorizando o amor! Se isto é futuro, prefiro viver do passado!
Um dos maiores roubos da atualidade passa desapercebido pela sociedade atual; a inocência das crianças.
Pare e observe as crianças e você vai perceber que a inocência delas é uma espécie de conselho para os adúltos.
A depressão tira sua inocência e felicidade e devolve sua filosofia e você vive como um zumbi intelectual.
Paciência, bondade, generosidade, humildade, delicadeza, entrega, tolerância, inocência, sinceridade, companheirismo, compreensão, amizade, reflexão, arrependimento, respeito, simplicidade e alegria são os ingredientes necessários para a felicidade.
O verdadeiro
amor é aquele
fragilizado pela
inocência da
mulher.
Que mesmo dis-
tante do seu
amor, consegue
sonhar e trazer
para dentro de si
o que mais precisa
"amor".
Tu és a inocência incompreendida, a doce magia que assombra, e mesmo assim tatua no coração do homem o teu DNA para toda a vida vivida.
Escandalosa, devassa, rainha da tentação,
explora a inocência com sorrisos de sedução.
Desejos furiosos, impulsos sem direção,
ama sem compromisso, é furacão em combustão sugando o melhor desejo de cada mortal.
"Se você destruir a pureza, a inocência de uma criança, certamente Deus te punirá severamente".
Anderson Silva
Tem horas em que fico me lembrando
Sentindo uma imensa saudade
daqueles bons tempos da inocência
Coloridas peças de encaixe
o brinquedo que vinha no doce
desenhar a minha mãe com tinta guache,
A moeda que meu pai trouxe da rua,
Olhar as figuras nos livros
Sem saber o que é que estava escrito
Correr até ficar sem ar
Parava, dava uma respiradinha
E novamente estava pronto pra brincar
Brincando a gente se machucava
cortava o dedo e chorava
No outro dia, tudo havia passado
E meu medo era de coisas imaginárias
Hoje os cortes são bem mais profundos
Feridas, que apesar de imaginárias
No outro dia não passaram
Eu aprendi a ler o escrito
E não gosto das coisas que eu leio
O tempo da falta de inocência veio
As peças não parecem ser mais assim;
Tão coloridas
Meus medos são reais
Nada mais se encaixa
Observa-se que, há uma inocência no ar; possibilidades jorrando e se não fazer não será, não terá.
A natureza e seu fluxo prossegue e oferecendo.
