Indivíduo Singular
O enredo do amor
Cada história desenrola um enredo singular,
De um indivíduo que não soube cultivar
O apreço, o desejo, o saber que é amar.
Tudo envolve pensamento,
Emoções e o momento
De poder recomeçar:
Uma vida, uma história,
Um prazer que vira memória,
De um amor que há de voltar.
Para isso acontecer,
É preciso união,
Dois corpos que se fundem
Com prazer e paixão.
Fluidos se misturam,
Num desejo insano,
De amantes quase loucos,
Perdidos nessa sofreguidão.
Cada indivíduo é único, e o modo de vida acaba ditando a forma como seu consciente responderá a cada ação de maneira a satisfazer o que achar correto, e irá reprovar quando achar satisfatório fazê-lo.
O trabalho educativo é o ato de produzir, direta e intencionalmente, em cada indivíduo singular, a humanidade que é produzida histórica e coletivamente pelo conjunto dos homens.
"Ao lutar por direitos e privilégios, não podemos ignorar o fato de que cada indivíduo é único e merece ser valorizado independentemente do seu gênero. Quando permitimos que as mulheres usem seus direitos para prejudicar os homens, estamos perpetuando a ideia de que a justiça e a igualdade são ideais inatingíveis. Devemos trabalhar juntos para reconhecer e combater todas as formas de opressão, para que possamos criar uma sociedade verdadeiramente justa e igualitária para todos."
Se somos todos diferentes, realmente somos indivíduos e como indivíduos somos únicos, somos exclusivos.
Somos realmente singulares!
Não existe o casal perfeito porque cada indivíduo é único, com suas próprias experiências, personalidade e valores. Entretanto, é possível alcançar um convívio perfeito.
Se cada indivíduo é único, de que forma ele pode ser 'igual' aos outros sem destruir a maior parte do que é humano nele?
Você pode ser o único indivíduo do Universo, um Deus louco dominado pelos seus pensamentos desordenados... Tudo que o cerca pode ser produto de seu cérebro borbulhante.
Somos indivíduos, únicos em essência, portanto, não queiras medir uns pelos outros, porque não somos instrumentos de aferição da vida alheia.
Devemos sempre nos lembrar, que somos indivíduos únicos e totalmente diferentes.
As vezes o que para um é elogio ao outro ofendi; Tudo que podemos fazer caso alguém leve a mal o que fazemos como bem, é ter a consciência limpa para dizer: "Desculpe, mas tenha certeza que eu só ofereço aos outros o que também gostaría de receber. "
Não há igualdade nos talentos de cada indivíduo. Todo ser é incrivelmente singular no seu potencial.Cada dom tem sua peculiaridade e são as diferenças que impulsionam a evolução. Ninguém é bom por ser igual o outro, mas por ser único ...
Cada indivíduo viveu perdas singulares em sua própria "cabana". A obra A Cabana, de William P. Young, convida à reflexão sobre a cura emocional ao longo do ciclo da vida. Nessa perspectiva, a fé, o tempo e o perdão se revelam como ferramentas poderosas para interromper ciclos de sofrimento. Por isso, revisitar os acontecimentos passados com um olhar introspectivo pode ser a chave para cicatrizar feridas profundas.
Em primeiro plano, é válido ressaltar que a fé se destaca como uma força real capaz de oferecer orientação nos momentos de incerteza. Nessa linha de pensamento, depreende-se, que ela não elimina a dor neste mundo, mas sua presença suaviza a sobrecarga no coração. Prova disso é que muitos encontram nela um refúgio, mesmo em meio às adversidades.
Em segundo lugar, verifica-se que o tempo se apresenta como aliado silencioso no processo de cura. Sob essa ótica, após honrar as próprias lágrimas e atravessar o período de luto, torna-se natural refletir sobre a permanência da mágoa no coração. De maneira análoga, o tempo atua como escultor da alma — não apagando o passado, mas moldando sentimentos brutos para seguir adiante em formas compreensíveis, ainda que imperfeitas.
Além disso, o perdão é outro importante instrumento de libertação, visto que este pode interromper traumas e desfazer amarras que impedem o crescimento espiritual, ao mesmo tempo em que abre espaço para a renovação interior. Ademais, o pecado, por si só, já representa um castigo para quem o comete, por configurar um afastamento da plenitude do amor. Dessa forma, exercer o perdão é um ato de compaixão primordialmente consigo, apesar de, muitas vezes, o agressor não o merecer.
Conclui-se, portanto, que a dor emocional, embora invisível, não deve ser negada, mas acolhida e compreendida. Destarte, ao reconhecer esse sentimento de inquietação, o processo de libertação tem início. Concomitantemente a isso, a fé, o tempo e o perdão revelam-se como instrumentos eficazes para amenizar feridas da alma e abrir espaço para novas possibilidades de vida. Dessa forma, a superação da dor emocional poderá, enfim, ser o encerramento de um capítulo — e não mais uma prisão eterna.
Normal é algo que corresponde a uma norma, um padrão.
Mas cada indivíduo é único, não somos padrões.
Podemos ter características em comum, gostos em comum,
vivências em comum, traumas e sentimentos em comum,
mas no geral cada um de nós é um composto único,
com porções próprias de todos esses componentes
A pluralidade tem um som ensurdecedor, faz com que a singularidade do indivíduo se perca por entre a multidão;
"Em toda regra há exceção,ninguém é igual a ninguém,somos indivíduos únicos,então não se classifique em estereótipos,nem todo homem ou toda mulher são iguais como se pensa!"
O TEMPO
O tempo é único para cada indivíduo — uma experiência íntima, subjetiva, impossível de padronizar. Mas o sistema neoliberal construiu uma instituição imaginária do tempo, regulada por servidores do relógio, que impõem engrenagens invisíveis sobre nossos dias.
Dentro dessa prisão simbólica, o tempo deixa de ser vivência e vira moeda, produtividade, controle. Quando o povo se liberta desse tempo artificial, ele volta a ver o passarinho, a sentir o cheiro da flor, a estar presente.
O tempo, então, se revela como ansiedade e depressão na mente de quem não consegue se libertar dele. O tempo é muita coisa — menos uma definição simples, menos um ideal absoluto.
A vida em Deus nos basta, deixamos de ser um desajeitado individuo operador singular e passamos a ser parte ínfima mas eficiente da perfeita engrenagem de tudo.
