Individualismo e Egoísmo no Relacionamento
A humanidade evolui coletivamente no amor e individualmente no egoísmo
A sociedade não sobrevive ao indivíduo
O amor é o que nos faz ser humano. Enquanto o egoísmo, nos leva a um estágio primitivo. Encha sua vida de amor e seja um exemplo para muitos.
O amor, em sua forma mais pura, é capaz de cantar ao coração. Porque, despojado de egoísmo, ele acalma e transborda de significados.
"O amor, entre todas as paixões, é o mais ardiloso em seu egoísmo, pois não repousa senão na certeza da posse, e só encontra sossego quando se vê senhor daquilo que deseja."
Amor de coração ou amor decoração
Muitos corações estão mergulhados no abismo do egoísmo, esperando serem salvos pelo altruísmo. No entanto, as orações vazias de amor carecem da força necessária para resgatá-los. É por isso que decorações ainda não são substitutos para a verdadeira energia transformadora da amorosidade.
"O amor pelo próximo é a luz que dissipa a escuridão do egoísmo, iluminando o caminho para um mundo mais justo e compassivo."
Chorar por si é o maior gesto de amor-proprio...
Chorar por outro é o maior ato de
egoísmo...
extravasando a dor da sua alma...
O amor verdadeiro é esquecer o que já deu e dar de novo. Até eliminar todo o egoísmo, não podemos parar de nos doar. Tal coração de sacrifício é o amor verdadeiro.”
Mas o amor é complicado, é enrolado. Pode inspirar altruísmo, egoísmo, nossas maiores realizações e nossos erros mais difíceis. Ele nos une e pode nos separar com a mesma facilidade.
“Viver uma vida sem amor e prazer - por medo ou egoísmo - é se apegar à dor. O apego à dor mantém vivo tudo o que já não existe mais. É viver infeliz, numa zona de conforto que se criou.”
Incorporar o amor é viver sem julgamento, egoísmo e maldade. É desejar o bem não importa a quem. É compartilhar mesmo com pouco. É ajudar independente de quem.
A doação de quem ama é um sol que se irradia. O amor que pede retribuições é egoísmo. O amor que exige pagamento é avareza. O amor que busca reconhecimento é vaidade. O amor que recebe para dar é usura. O amor que calcula o resultado é interesse. O amor que tem medo do mundo é covardia. O amor que ordena e impõe é tirania. O amor que sente ciúme é mesquinhez. O amor que mede o que dá é cobiça. O amor que espera receber é ambição. Amor para ser amor tem que dar-se, sem nada pedir... assim como o Sol.
– O ciúme traz a astúcia, mas o amor traz a sabedoria. Aquilo que você não fez por egoísmo, quando o egoísmo morrer nunca mais poderá fazer. O tempo não volta e a mágoa da falta do perdão é eterna.
“O amor não está no prazer desvairado de adoração por si próprio, muito menos no egoísmo e interesse irrefutável por suas próprias vontades... há de se reconhecer que amar a si mesmo é o início de um romance baseado na autoconfiança, segurança e lealdade. Porém, maior ainda é reconhecer que o amor não está intrínseco essencialmente nesse ego, e sim, que um relacionamento entre dois seres mutuamente dispostos deve ser lapidado na dedicação recíproca, nos interesses comuns, na descoberta e reconhecimento do outro... deixando assim, a singularidade para torna-se plural, pedindo e oferecendo algo em troca. Afinal, quando se dá demais e não se recebe, algo acaba secando....”
O próprio egoísmo de se querer manter a paz, causa guerras e assim o ódio nasce para proteger o amor. É uma relação de coexistência que não pode ser evitada.
