Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
LĂĄbios de cereja
â NĂŁo sei se fui de encontro a teu olhar
Ou vocĂȘ veio de encontro a mim,
SĂł sei que estĂĄ sendo assim.
SĂł sei que era pra gente se encontrar.
Pouco sei de encontros na calçada,
Mas quem sabe eu veja
Nos teus lĂĄbios de cereja
Um momento de arrepio na alma.
Que hĂĄ de ser bom te conhecer.
E mesmo que seja sĂł hoje,
Estas palavras gostaria de dizer:
Pra vida e felicidade diga sempre sim.
E quando ler este poema,
VocĂȘ possa se lembrar de mim.
â Sir. Thinho o Primeiro
Conhecei Sir. Thinho o Primeiro.
Que trazia o nome cavalheiresco até no nome.
O conheci quando, jå marcado pelas afliçÔes
da Vida. JĂĄ havia sido sequestrado pelo vicio,
que derriba, a maioria dos mortais.
O espirito alcoĂłlico.
Mas nĂŁo podia, podia se questionar
qualidade homem, e de ombridade.
Até em suas aparentes imperfeiçoes.
Um dia. Parecia um diabo. Com tez
escuras, e as vezes maltratar a sensibilidade
dos mais prĂłximos, por nĂŁo compreenderem,
que ele também sofria. Escravo de seu próprio
vĂcios dos degredados filhos de eva.
Outro dia , com cavalheiro amĂĄvel.
Que protegia até a ultima gota de sangue,
seus amigos. Porque; com o passar
dos dias. Compreendi melhor. O que Sir. Thinho-
o Primeiro. Dizia.
E me sinto honrado de ter sido seu pupilo.
Assim ensinava Sir. Thinho - o Primeiro.
Se gostarem de mim. Ă um favor.
Se nĂŁo gostarem Ă© dois favor.
Quando falavam algo que nĂŁo concordava.
Educadamente falava. NĂŁo fala bobagem.
JĂĄ experimentado na Vida.
Quando o convidavam para algum lugar.
Dizia. Prefiro minha parte em dinheiro.
E assim.
Minhoca esperta , nĂŁo atravessa galinheiro.
Galo em terreiro estranho. Vira galinha.
TrĂȘs palavras. DĂĄ licença, faça o favor e
vai pra PQP.
FDP era doce em sua boca.
E se, falassem mal, de um de seus amigos.
pode contar. Sir. Thinho o Primeiro.
partia para cima.
NĂŁo Ă© a toa que seus olhos eram disformes.
Um olhava para um lado. E outro para outro lado.
Apenas um acidente de um punhal, de um covarde
que perdeu uma luta de francesa.
O que aconteceu com batraqueo depois, nĂŁo sei.
Sabia que Sir. Tinho o Primeiro. Havia baixado hospital.
Quando mandou para o hospital. Quatro açougueiros.
No mesmo dia. Diziam que ele era bom de pernada.
E que , na época da Revolução amanava cavalos abandonados
No couro. Para vender.
Sir. Thinho o Primeiro. Ensinava tudo sobre a Vida e as coisas.
Tal formação , mais tarde , pode-se compreender.
Porque o mesmo estudou até o segundo ano primårio.
Quando pediu para a professora para ir ao banheiro.
Quando negado. Ainda ficou de castigo no intervalo.
HĂĄ isso nĂŁo era para um cavalheiro.
E cagou no balde de lixo da sala.
E deixou, na mesa da professora. Pulando a janela.
Nunca mais se viu Sr. Thinho o Primeiro.
Engolindo as besteiras de uma sociedade,
hipĂłcrita. Para ele a amizade e simplicidade
do tratamento com a Vida, Ă© o que valia.
Existe inĂșmeros ensinamentos, e historias
heroicas de Sir. Thinho - O primeiro.
A qual vivi para testemunhar.
Quando subiu na carroça de um filho de
fazendeiro, que chicoteava um negrinho
que andava apé atrås da carroça.
Subiu na carroça. Tomou o chicote e
E passou a chicotear o fazendeiro.
Falava : Gosta de bater nos outros né.
Foi o Cara.
Sir. Thinho - o Primeiro e Ășnico.
marcos fereS
â Escrevo rabisco e metĂĄforas que descrevem sentimentos...
No entretanto achas tem haver com quem lĂȘ ou dei um texto...
Embora sejam palavras mortas fazem todo sentido para meu ser...
Tudo que fui dentro desta alma
NĂłs delĂrios que me acompanham sois a luz que morre dia apĂłs dia....
No extremo dessa vida clamo por vocĂȘ espĂrito que morreu dentro de mim...
Exploro cada virtude que ressoa em cada discurso ao vento...
Cala frio...
Do seu desejo nunca quis atenção ou mediar uma relação pois o espĂrito Ă© livre para sonhar.
â Sinto a sua presença, mesmo que da sua ausĂȘncia Ă© o que me acompanha. VocĂȘ chega atravĂ©s de nuvens azuis enfeitando o meu cĂ©u branco, dando cores de sonhos e vontades, alterando o sentido do Ăłbvio e tornando a vida mais completa e bela. Os ventos jogam ares perfumados, vistos pelos meus olhos quando eu os fecho e penso em vocĂȘ; coração acelera, um sorriso tĂmido de saudade surge na face, seu nome pronuncio em silĂȘncio. E concluo: tudo que existe no amor te pertence, porque tudo que existe em mim pertence ao amor que hĂĄ em vocĂȘ.
As Mulheres, na sua aparente fragilidade, superam o Homem pela sua força interior. SĂŁo couraçados vestidos de seda e pĂșrpura. SĂŁo guerreiras revestidas de sol e orvalho. Castelos fortificados recheados de sonhos e searas. SĂŁo a Terra donde brota o Amor de ĂĄgua lĂmpida e transparente. SĂŁo florestas de labirintos se nĂŁo as escutas. SĂŁo as dores do Mundo e a cura da ferida. O arco e a flecha. A terra gĂ©lida esperando o nascente. A voz do silĂȘncio e o canto da ave. O sorriso na lĂĄgrima. O Sul e o Norte. O sal e o mel. A semente e a raiz. O mar e o areal. O beijo e o abraço. O teu braço. A tua luz. Ă ela!
Bom te ver hoje
TĂmida assim
Bem menos da metade
Escondida atrĂĄs do escuro azul
Do céu fazendo parte
FinĂssima linha curva, branca
Tornando a saudade
Um jeito bom de fazer do amor
A mais bela arte.
JĂĄ nada guardo.
Celebro cada momento
sem apego.
Extraio de cada gota da vida
o néctar que ela me oferece
e devolvo-me ao mundo
como se fosse
o primeiro
e Ășltimo dia...
2017, Aldeias em Mim
Elizabeth: â Acho que sei qual Ă© o meu negĂłcio inacabado.
David: â Qual?
Elizabeth: â VocĂȘ.
Levemente leve a mente
A caminhos diferentes
Explorando o imaginĂĄrio
E mudando o cenĂĄrio
Da dor para o amor.
AusĂȘncia
Quando te encontro o coração pula
Me desperta o desejo de te abraçar
Dois corpos que jĂĄ se encontram
NĂŁo consegue se separar.
O que fazer com tanta paixĂŁo
Que transborda a emoção
O desejo de ficar lado a lado
Fica cada vez mais claro.
Ficar distante , doi bastante
A espera machuca
Terei de amiga a angustia
Com tanto sofre serĂĄ difĂcil sobreviver.
âșQueridas Minhas
Minha querida Carolina
Hoje acordei pensando em vocĂȘ, fiquei tĂŁo feliz
Hoje senti que viveria um dia maravilhoso
Querida Carolina, jĂĄ estĂĄ se aproximando o ano novo
Comecei a pensar se nĂłs nos veremos de novo,
Ou se a verei apenas em meus sonhos Ă noite.
Minha querida Ana VitĂłria
Hoje eu escrevo um pouco mais sobre a nossa histĂłria
Ana minha, minha vida, jĂĄ estou ficando sem palavras
Estou caçando, no dicionårio, mais apelidos para a minha amada.
Minha querida RosĂąngela
Escrevo em segundos nossas doces semanas
Como um garoto miĂșdo, lembro-me de suas lindas tranças
Ah, Rosùngela, quem me dera chamå-la em dança
Quem me dera vĂȘ-la se requebrar ao samba
Oh, RosĂąngela.
Minha querida Amélia
Neste pedacinho rasurado escrevo que és a mais bela
Aquela, que em meus sonhos me congela
Sempre serĂĄs ela, amada donzela, estou enamorado
Minha timidez me deixa todo desconcertado
Mas, escute, Amélia, por ti, somente para ti
Estou apaixonado.
