Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"Dar atenção para quem nĂŁo te dĂĄ a mĂnima...
Talvez esse seria um dos maiores erros da vida,Caso nĂŁo houvesse a mentira como um dos maiores erros a se cometer."
Como descrever vocĂȘ? de uma simples famĂlia,Ă© inspiração de melodia e cançÔes,tenho a certeza que mexeu vĂĄrios coraçÔes,emoçÔes fortes a flor da pele,esse sorriso feliz sincero ninguĂ©m esquece.mulher de fĂ©,Deus ouve suas preces,tem sonhos grandes a vida fortalece,ao ponto que a beleza rejuvenesce ,no sentido real e com muita noção ,competĂȘncia nĂŁo falta ,tem muita educação,pelo pouco que te conheço ,de uma coisa eu tenho certeza,continue assim,a vida vai propor a voce a nobreza,nobreza de uma mulher de sucesso,nobreza de uma mĂŁe de valor,seus filhos serĂŁo exemplos,tambĂ©m vc sendo uma flor,flor que por onde anda carrega a essĂȘncia de uma famĂlia decente e de verdade,a Deus pertence o futuro,desejo que vocĂȘ marque seu nome na histĂłria da humanidade
O tempo recorre a Deus toda sabedoria,para que todos vejamos quĂŁo errado somos,sĂł Deus Ă© perfeito e eterno.
Amoråvel lembrança
AmorĂĄvel e velha lembrança de um velho que ainda ama a esperança de voltar Ă mocidade, Ă quela bela idade onde se encontra com a felicidade, porĂ©m, com certa idoneidade, recheada de vaidade ao enamorar-se loucamente de uma beldade de sua idade. Na realidade um ano mais velha; aquela centelha qual incendeia a ilusĂŁo visionĂĄria de um futuro imaginĂĄrio, assim sonha o expedicionĂĄrio do amor ordinĂĄrio. A vida havida torna-se irreverente e completamente diferente, porĂ©m, sem abalar o amor de dois viventes quase inocentes. Aquela novela dura tambĂ©m, quase, para sempre. Dois jovens inexperientes casam-se contentes, e pensam tocar a vida para frente. A fila anda e atrĂĄs vem gente decente e inocente, logo aquele calor arrefece de repente, nasce o primeiro rebento, pra arrebentar aquela paixĂŁo estonteante, para nascer o amor verdadeiro de dois irmĂŁos-companheiros na evolução de se aprender a ser gente. Bem, nasce o primeiro e começa a guerra da sobrevivĂȘncia real, a responsabilidade apareceu mal, mas a grande verdade estĂĄ no condicional da vida, e o casal tem de se virar, enquanto, o segundo vem para habitar aquele particular mundo de luta desigual. Assim Ă© o aprendizado do amor, como uma flor que desabrocha e vai murchando, enquanto, o mundo vai caminhando. O tempo vai passando e forma-se uma bela famĂlia com trĂȘs filhos a encerrando, porĂ©m, vĂȘm os netos, tĂŁo discretos apĂłs dĂ©cadas a segurar a peteca. Assim o casal se separa, mas nĂŁo se precipite em pensar no azar, nĂŁo, foi Ă quela foice fatal a qual a todos espera na hora mortal. Ficou o velho na fila, Ă©... Na fila... Ficou a sĂłs, morreu JosĂ©, Joaquim e atĂ© a forte Dalila... O negĂłcio Ă© ter fĂ© na ciĂȘncia da paciĂȘncia em esperar, sempre amando, sem parar, e ir aparando as arestas que restaram desse arresto de vidas, aumentando as feridas desferidas pela vida, mas o amor fica a calejar mais a dor tĂŁo doĂda movida pela lembrança querida, pela qual atĂ© parece uma ressurreição real a revivificar a vida do amor incondicional.
Apesar do velho até hoje nada entender desse amor, seja como for, continua a esperar...
Ei... Meu amor me espere, por favor, um dia hei de chegar para amĂĄ-la com ardor.
jbcampos
Na mais fria das madrugadas me sinto sĂł, procuro um sentimento real pra amenizar essa dor, mas aos poucos ela surge na transparĂȘncia de lagrimas revelando a realidade cruel e singular que paira sobre mim. O que me conforta nessa solitĂĄria insĂŽnia Ă© saber que em algum lugar a minha metade repousa serena e doce. Resta me esperar o sol no horizonte com a ideia de um dia novo levantar-me e continuar.
No Ăąmbito da solidĂŁo nunca sonhei ser tĂŁo difĂcil fazer se expressar, nem que seja um simples esboço de alguĂ©m que diz que jĂĄ amou um dia. Como as incertezas de uma tormenta procuram abrigo no mais inseguro dos lugares, um peito que jĂĄ nĂŁo pulsa com o mesmo fervor, nĂŁo sinto mais o doce nos beijos, minha garganta esta seca, sufocada de incertezas. Com a maior das dores surrando meu peito frĂĄgil e grande coração repouso na esperança de dias melhores.
Na ausĂȘncia de suas palavras imagino o que poderia ser dito, palavras essas belas se pronunciadas trariam sossego para um coração. Palavras dolorosas, humildes, mas quando pronunciadas com amor se tornam indiscutivelmente as mais belas jĂĄ ditas
Tem pessoas que fazem um bem para os outros, nĂŁo porque sabem como Ă© a necessidade, nem muito menos porque sabem que um dia poderĂŁo estar em necessidade, e sim porque querem se sentir bem com a gratidĂŁo do outro. Essas pessoas transformam a caridade num gesto de amor prĂłprio.
Em um degrau debruço minha cabeça e na procura de relembrar momentos em que vivemos. Momentos esses felizes e tristes que soubemos compartilhar incondicionalmente, momentos que por mais obscura que esteja minha mente jamais se apagarão. Mente essa que procura encontrar em palavras jogadas ao vento uma base, uma sustentação para que não se desmorone em idéias banais e melancólicas. Atenho-me a esperança de que na mais improvåvel das distancias bate no peito um coração que ainda suspirå por mim.
Deuses não choram, mas o meu DEUS chora e chora comigo nas minhas afliçÔes, porque o meu DEUS é de AMOR.
As vezes por força do habito acabamos dizendo tanto Eu te Amo que nos esquecemos ou nĂŁo percebemos a força que essa palavra tem. Quando vocĂȘ diz que ama alguĂ©m vocĂȘ estĂĄ dizendo que nĂŁo ama apenas as qualidades, a beleza, mas tambĂ©m os seus defeitos, e as manias da outra pessoa. Amar alguĂ©m vai muito alĂ©m da atração fisica, das alegrias compartilhadas, dos sonhos e planejamentos. Amar alguĂ©m envolve todos os seus esforços, toda sua dedicação, todos os seus sentimentos. O amor se difere muito da paixĂŁo, pois esta Ă© avassaladora, Ă© inconstante, adora os momentos romanticos e intensos, porĂ©m nĂŁo possui consistencia, na primeira dificuldade se esvaneia atrĂĄs de outras emoçÔes. JĂĄ o amor Ă© "paciente, benigno, tudo suporta, tudo espera, tudo crĂȘ" O amor suporta as dificuldades, suporta a distancia, o tempo, e as circustancias contrĂĄrias. Ao contrĂĄrio do que se pensa o amor nĂŁo Ă© expressado apenas em palavras ou grandes atos, na maioria das vezes estĂĄ em pequenos gestos , pequenas atitudes mas que fazem toda diferença. A vida a dois, a rotina, os problemas, muitas vezes podem fazer pensar de que nĂŁo existe mais amor, mas na verdade ele estĂĄ adormecido. O amor Ă© como uma planta que precisa ser regada e cuidada todos os dias, para que floreça e produza frutos. Ă necessĂĄrio querer lutar pelo amor, Ă© preciso dedicação e força de vontade para fazer ele dar certo. E com certeza vale muito a pena.
Constranger, querer muito e exigir de outrem simplesmente sĂŁo palavras que nĂŁo se encaixam na sutileza imanente ao amor.
A vida chama as situaçÔes de momentos,as intençÔes de pensamentos,as vontades de desejos,do sonho de histĂłria a conquistar,do amor o aprender e o compreender com quem esteja,do coraçao a realidade da nobreza,do amanha o dia que pode mudar,do olhar a visĂŁo do encontrar,do querer sĂł depende de vocĂȘ,o que escolher,entenda que toda paisagem tem uma visagem,todo poder tem um motivo,e o alerta Ă© um aviso.O futuro Ă© uma semente.o que voce tem plantado,usando a coerencia para ter ou ser,amar ou ser amado.
Aquilo que era sofrer,
virou prazer.
As dificuldades,
sanadas por sua bondade.
A dor,
acabou com seu amor.
E nĂŁo caminhar jĂĄ nĂŁo fazia falta,
aprendi com vocĂȘ a sorrir e bailar!
"Se eu soubesse que nĂŁo tiraria vocĂȘ da cabeça. Teria te interrompido em meio aos seus amigos, perguntado seu nome, sobrenome, endereço, caixa postal. Tiraria uma fotografia, sĂł para ter a certeza que nĂŁo esqueceria seu rosto. Maldito platonismo, pra que que o meu olhar cruzou ao seu destino. PlatĂŽnico eu, mais uma vez."
Veio, me levou quando nĂŁo teve mais jeito ganhou. Veio como chuva fininha, como trem na estação, como paixĂŁo aos quinze e primeiro beijo aos doze, como chĂĄ antes das quatros, como caderno com o fundo rabiscado, como o tempo que Ă© tĂŁo sem noção. De imediato, de antemĂŁo, imediatamente me desfiz dos negĂłcios e mandei tudo Ă china, aguardando meramente que vocĂȘ fosse a solução. Levou o azedume que havia dentro do peito, os malditos clichĂȘs, o som do meu riso, meu livro de estorinhas, o meu suĂ©ter preferido, aquela canção junto de brinde o meu coração. Ganhou uma vĂĄlvula de escape, uns verĂ”es, umas mĂĄgoas de artefatos. PorĂ©m, pequenas palavras, uma mala recheada de planos, um punhado de gripe, o pote de ouro no fim do arco- Ăris, histĂłrias recordadas, coragem aprumada, o meu sexapil, alguns traços e retalhos, uma famĂlia desajeitada, cumplicidade armazenada e ainda extra um mapa com as curvas do meu corpo. E eu ?! Eu que nada sabia, de repente sĂł sabia te amar. Ah, meu amor! Meu tĂŁo doce amor, vocĂȘ me floresceu da maneira mais bonita, me plantou e me regou, me colheu e acolheu, eu que sempre fui aperto doĂdo , perto de vocĂȘ sou abraço cultivado.
O Bem maior.
E de volta o sorriso,
Que outrora perdido,
Que por "n" motivos,
Fez o sol de esconder.
E de volta a esperança,
No caminhar da criança,
Que me guia na dança,
Desta valsa que Ă© vida.
E agora sem peso,
Com os mesmos desejos,
Eu me ponho em joelhos,
A espera do abraço.
Com sorriso de menina,
Frente a frente ao amor,
Quero sua vida a minha,
Em nome do bem maior.
Pedi a Deus vocĂȘ para mim...
Ele me mandou seu cheiro pelo vento
O calor de seu corpo através do sol...
Seus olhos com o brilho das estrelas...
A lua em forma de seu rosto...
e amanha avisou que manda vocĂȘ inteira
para mim!
Sergio Fornasari
