Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
As pessoas julgam demasiadamente o que acham injusto, mas esquecem de apagar os vestĂgios de seus prĂłprios erros.
Ao virar da pĂĄgina
te vejo em cada verso
e se me deparo
com uma pagina em branco
eu nĂŁo me importo
pois a poesia esta em meu coração
que faço para ti
rimando o verso da canção
que nunca terĂĄ fim
E se o estado obtivesse uma ĂĄrea de terra , onde poderia produzir alimentos , para a população carente e necessitada , se cada municĂpio adotasse essa ideia , que custa relativamente pouco , seriamos um pais livre da fome e misĂ©ria , uma população que tem alimentos pra por na mesa , alimenta os seus sonhos , melhora a qualidade de vida , eleva o Ăndice de desenvolvimento humano , tirando o do mapa da fome , da pobreza , contudo ser modelo mundialmente , porque o mais importante ainda Ă© a vida .
Tem gente que a gente sente. Que temos saudade mesmo estando perto e temos medo sĂł do fato de ter que ir.
Tem gente abrigo, que acolhe e encolhe para nos caber no próprio coração. Gente que enlouquece de repente quando a gente fica cego tentando enxergar por outras lentes.
Tem gente que a gente pensa e sente alĂvio sĂł de pensar. Que estĂĄ ali, em algum lugar. Que nos acalma sĂł por estar.
Tem gente que a gente ri. E ri de gratidĂŁo por fazer parte daquele âsentirâ. Gente que nos faz imaginar durante um tempĂŁo sobre alguĂ©m pode ser assim. Desse jeito. Desse modo.
Tem gente que nĂŁo se perde no tempo. E tem gente que chega sendo surpresa, marcando seu prĂłprio relĂłgio comandado por intensidades e nĂŁo segundos.
Tem gente que acrescenta. Gente que nos frequenta todas as vezes que decidimos amar. Tem gente aviso. Que nos desperta para as verdades tĂŁo bem escondidas.
Tem gente real. Que vale mais que dinheiro e nos tira das vielas sujas das resistĂȘncias emocionais. Gente que nĂŁo mendiga e nem cobra. Tem gente que Ă© obra e doa toda arte que puder doar.
Tem gente que abraça de perto e que nos toca de longe. E assim, nas suas diversas formas de abraçar nós também nos descobrimos casa.
à assim⊠Tem gente que nos rouba só para nos ensinar a voltar a ser nosso próprio teto novamente.
Ah⊠Como eu amo essa gente.
NĂŁo se cobre pelas dĂvidas alheias, nem se compare ao que nĂŁo te faz crescer. Seja vocĂȘ POR vocĂȘ, aprenda a ter sensibilidade para entender isso. Muitas pessoas irĂŁo colocar um peso nas suas costas e simplesmente irĂŁo embora como se nada tivesse acontecido. NĂŁo aceite, recuse tudo aquilo que nĂŁo te fizer caminhar para frente.
VocĂȘ Ă© linda e pode ser ainda mais reconhecendo que nĂŁo precisa igualar-se a ninguĂ©m para isso. Olhe-se no espelho e veja-se como obra de arte, uma obra que Deus criou e que merece autorespeito, autocuidado e autoconsideração.
Sobre os seus limites sĂł vocĂȘ sabe, sobre suas dores sĂł vocĂȘ mede, sobre seus lamentos sĂł vocĂȘ sente. EntĂŁo nĂŁo se permita entrar no âmundoâ alheio apenas para carregar dores que nĂŁo sĂŁo suas e prestar serviços em troca de amor, sendo que este Ă© gratuito desde o inĂcio dos tempos. GratidĂŁo Ă© fruto de consideração, nĂŁo esqueça!
Doe ao outro aquilo que transborda em vocĂȘ. NĂŁo aquilo que te falta.
O maior amor da sua vida Ă© o seu.
Eu aprendi uma coisa sobre finais: que precisamos transformĂĄ-los. E nĂŁo serĂĄ diferente com vocĂȘ.
Dessa vez eu nĂŁo vou fazer milhares de perguntas para que eu possa entender o motivo do seu sumiço ou procurar uma forma de chegar atĂ© vocĂȘ, retornar nossas conversas diĂĄrias e, dessa forma, conseguir me sentir bem. Me sentir viva.
Não dessa vez. Agora eu decidi ficar no meu canto, esperando nada de nada, desconstruindo e reconstruindo o que tiver para ser. Vivendo os meus dias em reconciliação comigo mesma, pedindo perdão e me perdoando por todas as vezes em que achei que despedidas como esta, novamente eram somente por minha culpa.
Eu tenho muito a aprender, entende? E eu nĂŁo deixo de ser capaz disso sem vocĂȘ. Eu continuo. Eu vou sorrir quantas vezes for preciso e vou chorar quantas vezes for necessĂĄrio chorar para entender que o foco dessa situação toda nĂŁo Ă© VOCĂ TER IDO e sim EU TER FICADO.
Sim! Eu fiquei. E agora a situação é sobre como eu vou me dedicar a mim, cuidar dos meus sentimentos, daquilo que eu mesma quero expulsar (eu tenho essa autoridade). Sua ida me confundiu. Mas eu não posso ficar o tempo todo tentando decifrar sua personalidade e seu tempo como se eles fossem meus.
A mim sĂł compete a tarefa de seguir em frente. A mim sĂł compete a tarefa (a ĂĄrdua tarefa) de nĂŁo me perder e de me encontrar quando os labirintos forem difĂceis demais. A mim me importa o seu desaparecimento repentino, mas nĂŁo serĂĄ mais essa despedida sem sentido que roubarĂĄ os risos que tenho que dar e os novos riscos que tenho que correr. Sua ida, novamente, nĂŁo me causarĂĄ mais o mesmo trauma.
Porque eu também aprendi outra coisa sobre finais: Eles precisam acontecer. Eles são senso comum da vida.
E eu nĂŁo vou morrer por isso.
De repente eu nĂŁo sinto mais nada.
Ă como se meu coração tivesse decidido se fechar e ponto. Ele jĂĄ nĂŁo aperta, jĂĄ nĂŁo bate mais forte ao te ver e sequer faz questĂŁo de fazer planos para o dia do seu aniversĂĄrio. E por mais incrĂvel que pareça eu atĂ© tento sentir saudade e falta, mas tudo que ele me diz Ă© que nĂŁo adianta. Que por mais que eu tente, ele nĂŁo vai mais tornar-se bagunça por alguĂ©m que nĂŁo me doava gratuitamente a mesma importĂąncia.
Que seja ansiedade, que seja medo da entrevista de emprego, que seja pelas fobias sem sentido, que sejam os transtornos que o prĂłprio jĂĄ tem. Mas ele, o meu coração, nĂŁo admite que o motivo pelo qual adoeça seja por causa de outra pessoa que comete erros como eu e pode ser tĂŁo vulnerĂĄvel quanto. Ele nĂŁo admite que seja por vocĂȘ.
Te deixou ir. E talvez vocĂȘ ainda esteja aqui na minha mente, admito. Mas, estranhamente, jĂĄ nĂŁo encontro o seu aperto no meu peito. Talvez ele tivesse criado paciĂȘncia um dia. E agora ela acabou.
Ă inĂștil tentar imaginar nossa famĂlia agora. Ă inĂștil pensar em vocĂȘ na forma de futuro, porque em nenhum momento meu coração diz que Ă© vocĂȘ que vale a pena, que Ă© por vocĂȘ que ele vai abrir as portas, que Ă© em vocĂȘ que confiarĂĄ o transbordar das minhas alegrias.
Acabou. Demorou, mas acabou. à estranho, repetitivo. Mas realmente acabou. Não hå sequer um vislumbre do nosso romance que eu sonhava, não hå nenhuma importùncia excessiva que me faça te ligar na madrugada.
De vocĂȘ, a Ășnica coisa que hĂĄ Ă© a informação de passado, a de que o coração tambĂ©m sabe quando NĂO Ă PARA SER.
O que te dĂłi agora Ă© um sentimento chamado verdade. O labirinto que vocĂȘ estĂĄ atravessando faz parte de um processo que termina em autoconhecimento e te farĂĄ descobrir quem vocĂȘ Ă© em primeira instĂąncia, quem foi adormecido pelas necessidades de se sentir aceito e plenamente bem visto por todos. O que te faz sentir perdido Ă© o fato de que quem costurava suas mĂĄscaras foi embora de sua vida e tudo o que restou foi vocĂȘ mesmo e o buraco no peito por saber que tantas vezes seguiu caminhos de olhos fechados permitindo que qualquer um enxergasse por vocĂȘ.
"HĂĄ um grito lacrado dentro de meu peito, que me sufoca todas as noites.
Ă grito de desejo em chamar por vocĂȘ, mas impedido de sair.
Sufoco a vontade de tĂȘ-lo em meus braços,
reprimindo o desejo de ser possuĂda por vocĂȘ.
Ă difĂcil apagar esse fogo que me queima, ter que reprimir meus sentimentos, impedindo minha mente de ser alucinada por vocĂȘ.
Minhas noites sĂŁo torturantes, nĂŁo tenho como matar esse desejo que vem em querer te amar.
A noite meus desejos sĂŁo impulsivos, fecho os olhos, abraço o travesseiro, e em meus pensamentos faço amor com vocĂȘ.
O silĂȘncio da noite me impede de sussurrar teu nome, meus delĂrios sĂŁo sufocados por meu travesseiro, meu corpo rola embaixo de meus lençóis querendo que tudo seja real.
Vontade imensa de soltar esse grito, gritando ao mundo que quero vocĂȘ, que te amo..."
(Roseane Rodrigues)
Deus, atravĂ©s de Jesus e sendo quem ele Ă©, jamais desistiu de querer te mostrar quem vocĂȘ pode ser. E quanto mais vocĂȘ buscĂĄ-lo, mais vocĂȘ se acharĂĄ.
Aquela Garota
Eu observo o tempo de quando te vi passar
De quando eu sentei do seu lado uma vez no ĂŽnibus
Quem diria que veria aquela garota de novo
Uma colegial e seus sonhos
Um rapaz adulto e seus problemas
Eu senti que te vi em outra vida
Em uma vida que talvez sonhei
Ou que talvez nĂŁo vivi
Mais senti que era vocĂȘ quando te vi chegar
Mas vocĂȘ nĂŁo se lembrou que era eu
O moço do Înibus que sentou do seu lado
E que disse que ser adulto nĂŁo era bom
Que ser adolescente era demais
E ela dizia que nĂŁo, que ser adulto era demais
E cå estamos nós dois adultos em seus mistérios
Te ver chegar assim tĂŁo grande e eu assim ainda tĂŁo pequeno
Me fez ver que andamos em caminhos opostos
VocĂȘ aprendia a crescer e eu aprendia a ser vocĂȘ...
E quem diria que o destino tem dessas coisas...
Eu teria que aprender a te amar.
E quem diria que teu rosto beijaria
E mais ainda sorrindo (...)
@cicerolaurindotextos
Eu estou caindo,
eu estou caindo em uma queda livre
em que nĂŁo vejo meios ou galhos
para me segurar e não cair estilhaçada no chão.
E, nessa queda me falta o ar,
um arrepio percorre por todas as minhas veias
e a falta de um toque faz com que meu coração palpite de angĂșstia,
palpita, clamando sua causa de palpitação
palpita, como se fosse um chamamento,
um pedido de socorro,
para tirĂĄ-lo da solidĂŁo que nele Ă© instalada em um tĂŁo curto perĂodo de tempo de ausĂȘncia.
Qualquer tentativa de foco, em qualquer mĂnima tarefa,
Ă© desculpa do pobre palpitador se distrair
com a imagem daquele que outrora estivera habitado tĂŁo prĂłximo a ele.
Eu estou caindo, sim, estou
mas do contrĂĄrio que pensei,
dessa vez acredito que nĂŁo preciso de galhos ou qualquer meio para interromper a minha queda,
pois o chão que cairei, dessa vez, terå um colchão almofadado e o clamamento do coração atendido.
Assim espero.
Na estrada da vida sempre encontramos desencontros em nĂłs mesmos, por vezes caĂmos e levantamos, por vezes somos atacados e nĂłs defendemos, por vezes atacamos e sofremos o contra ataque alheio, por vezes erramos, por vezes aprendemos ou nĂŁo...
Mas o que é mais interessante, é que sempre iremos enfrentar os mesmos problemas de forma diferentes, seja com pessoas ou situaçÔes diferentes, mas sempre iremos acertar e errar...
Por mais que achamos que aprendemos, sempre hĂĄ muito que aprender. Por mais que nos achacamos autossuficientes, percebemos que somos dependentes de varias pessoas, coisas e situaçÔes, percebemos que a soberba e a intolerĂąncia sĂł nos levam ao caos da prĂłpria existĂȘncia...
Praticar a resiliĂȘncia e o perdĂŁo, sem viver o rancor e os sentimentos de alguma ferida incurĂĄvel Ă© uma tarefa muito difĂcil, porĂ©m, Ă© a Ășnica chave de buscar a âtal felicidadeâ.
Viver o hoje de hoje em diante, sem retrovisores, usando só os faróis, é um ótimo começo...
Vida que segue...
Aprendam uma coisa, nada levamos dessa vida! O que podemos fazer Ă© mostra-la a cada dia que podemos lidar com ela sem nunca desistirmos dos tombos e erros que ela nos traz. Isso me da vontade de continuar, pois me faz querer mostrar para ela que posso ser melhor a cada dia; a cada dia uma nova oportunidade de se reerguer e mostrar pro mundo quem e como vocĂȘ Ă©, fazer seu nome... fazer sua histĂłria...mostrar ao mundo e a vida que sua determinação Ă© a tua herança da humanidade e, apesar de vivermos em caos, somos um e ainda nĂŁo desistimos de lutar dia apĂłs dia com ela.
