Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"As evocaçÔes espĂritas nĂŁo consistem, como alguns imaginam, em fazer que os mortos voltem com o aparato lĂșgubre do tĂșmulo. Apenas nos romances, nos contos fantĂĄsticos de almas do outro mundo e no teatro Ă© que se vĂȘem os mortos enfurecidos saindo de seus sepulcros, enfarpelados de mortalhas, a estalar os ossos. O Espiritismo, que nunca fez milagres, tambĂ©m nĂŁo faz este e jamais farĂĄ reviver um cadĂĄver. O corpo que estĂĄ na fossa aĂ permanece definitivamente; mas o ser espiritual, fluĂdico, inteligente, nĂŁo foi posto na tumba com o seu envoltĂłrio grosseiro; dele se separou no momento da morte. Operada a separação, nada mais tem de comum com o corpo."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"As comunicaçÔes inteligentes recebidas dos EspĂritos podem ser boas ou mĂĄs, justas ou falsas, profundas ou levianas, conforme a natureza dos EspĂritos que se manifestam. Os que provam sabedoria e saber sĂŁo EspĂritos adiantados que progrediram; os que demonstram ignorĂąncia e mĂĄs qualidades sĂŁo EspĂritos ainda atrasados, nos quais, entretanto, o progresso se farĂĄ com o tempo. Os EspĂritos sĂł podem responder sobre o que sabem, de acordo com o progresso de cada um e, alĂ©m disso, sobre aquilo que lhes Ă© permitido dizer, porquanto hĂĄ coisas que nĂŁo podem revelar, uma vez que ainda nĂŁo Ă© dado aos homens tudo conhecer."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
A cura que todos buscam nĂŁo Ă© encontrada no que Ă© oferecido pelas indĂșstrias, pela comunicação, pelos prazeres da carne, ou desejos da mente egĂłica e alegĂłrica. A cura que todos buscam e nem fazem idĂ©ia de onde encontrar Ă© para que possam se reconectar ao amor da Criação e ao EspĂrito Santo e encontrarem o verdadeiro propĂłsito de estarem vivos em suas missĂ”es de alma. Para encontrar essa cura? NĂŁo precisamos ir muito longe. Ela reside em todos nĂłs. Procurem pelo despertar da sua kundalini e usar essa poderosa energia que habita em todos os seres de maneira produtiva. Pelo bem maior. Pelo Amor. Esse Ă© o maior mistĂ©rio da humanidade oculto por muitos sĂ©culos. Nos foi revelado. Seria um crime omitir isso. Essa Ă© a revelação CrĂstica. Somos Amor em Ação! Meditemos.
"Em virtude da diversidade nas qualidades e aptidĂ”es dos EspĂritos, nĂŁo basta dirigir-se a um EspĂrito qualquer para obter-se uma resposta justa a todas as perguntas, porque, sobre muitas coisas, ele sĂł pode dar a sua opiniĂŁo pessoal, que pode ser verdadeira ou falsa. Se for sensato, confessarĂĄ sua ignorĂąncia sobre o que nĂŁo sabe; se leviano ou mentiroso, responderĂĄ a tudo, sem se preocupar com a verdade; se orgulhoso, darĂĄ sua opiniĂŁo como verdade absoluta. HaverĂĄ, pois, imprudĂȘncia e leviandade em aceitar sem controle tudo quanto vier dos EspĂritos. DaĂ por que Ă© essencial conhecermos a natureza daqueles com os quais tratamos. ( O Livro dos MĂ©diuns, nÂș 267.)"
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"Reconhece-se a qualidade dos EspĂritos por sua linguagem. A dos EspĂritos verdadeiramente bons e superiores Ă© sempre digna, nobre, lĂłgica, isenta de contradição; exprime sabedoria, benevolĂȘncia, modĂ©stia e a mais pura moral; Ă© concisa e sem palavras inĂșteis. Nos EspĂritos inferiores, ignorantes ou orgulhosos, o vazio das idĂ©ias Ă© compensado quase sempre pela abundĂąncia de palavras. Todo pensamento evidentemente falso, toda mĂĄxima contrĂĄria Ă sĂŁ moral, todo conselho ridĂculo, toda expressĂŁo grosseira, trivial ou simplesmente frĂvola, enfim, toda marca de malevolĂȘncia, de presunção ou de arrogĂąncia sĂŁo sinais incontestĂĄveis da inferioridade de um EspĂrito."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"O objetivo providencial das manifestaçÔes Ă© convencer os incrĂ©dulos de que nem tudo acaba para o homem com o fim da vida terrestre e dar ao crente idĂ©ias mais exatas sobre o futuro. Os bons EspĂritos vĂȘm instruir-nos com vistas Ă nossa melhoria e ao nosso adiantamento, e nĂŁo para nos revelarem o que ainda nĂŁo devemos saber, ou que sĂł saberemos pelo nosso trabalho. Se bastasse interrogar os EspĂritos para obter a solução de todas as dificuldades cientĂficas ou para fazer descobertas e invençÔes lucrativas, qualquer ignorante poderia tornar-se sĂĄbio com pouco ou nenhum esforço e todo preguiçoso poderia enriquecer sem trabalho. Eis o que Deus nĂŁo quer. Os EspĂritos auxiliam o homem de gĂȘnio pela inspiração oculta, mas nĂŁo o isentam do trabalho e nem das pesquisas, a fim de lhes deixar o mĂ©rito."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"Seria fazer idĂ©ia muito falsa dos EspĂritos, quem neles vissem auxiliares dos adivinhos. Os EspĂritos sĂ©rios nĂŁo se ocupam com coisas fĂșteis; os levianos e zombeteiros se ocupam de tudo, a tudo respondem e predizem tudo quanto se queira, sem se inquietarem com a verdade; para eles Ă© um prazer mistificar as pessoas demasiado crĂ©dulas. Ă essencial que estejamos perfeitamente esclarecidos quanto Ă natureza das perguntas que podemos fazer aos EspĂritos."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"As manifestaçÔes, portanto, nĂŁo se destinam a servir a interesses materiais, cuja preocupação Ă© deixada Ă inteligĂȘncia, ao julgamento e Ă atividade do homem. Seria inĂștil tentar usĂĄ-los para conhecer o futuro, descobrir tesouros ocultos, reaver heranças ou encontrar meios de enriquecer. Sua utilidade estĂĄ nas conseqĂŒĂȘncias morais que resultam dessas manifestaçÔes; mas, nĂŁo tivessem elas como resultado senĂŁo fazer conhecida uma nova lei da Natureza, demonstrar materialmente a existĂȘncia da alma e de sua imortalidade, e jĂĄ seria muito: seria abrir larga estrada Ă filosofia."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"A vida Ă© como um funil
a medida que vamos atingindo a maturidade nos influenciamos cada vez menos pelo que brilha faz barulho ou pela quantidade.
Aprendemos a valorizar o silencio e o suficiente e passamos a enxergar as pessoas como elas realmente sĂŁo e nĂŁo pelo que possuem...
"As manifestaçÔes espĂritas, seja qual for a sua natureza, nada tĂȘm de sobrenatural ou de maravilhoso. SĂŁo fenĂŽmenos que se produzem em virtude da lei que rege as relaçÔes do mundo corporal com o mundo espiritual, lei tĂŁo natural quanto a da eletricidade, da gravitação, etc. O Espiritismo Ă© a ciĂȘncia que nos dĂĄ a conhecer essa lei, como a mecĂąnica nos revela a lei do movimento e a Ăłptica a da luz. Estando na Natureza, as manifestaçÔes espĂritas se produziram em todas as Ă©pocas; conhecida a lei que as rege, ficam explicados inĂșmeros problemas considerados insolĂșveis; Ă© a chave de uma imensidĂŁo de fenĂŽmenos explorados e amplificados pela superstição."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
As vezes Ă© necessĂĄrio abandonar o nosso porto e embarcar no rumo desejado.....
Ultrapassando as incertezas do caminho desconhecido e obstĂĄculos nunca antes presumidos em nossos piores temores.
Mas queremos acreditar e atĂ© torcemos para que Aquela reta tomada nos leve ĂĄ algum lugar que um dia imaginamos, mas que nunca terĂamos alcançando, se nĂŁo tivĂ©ssemos saĂdo do lugar...
NĂŁo temos controle sobre tudo, ainda assim podemos controlar nossa mente e escolher nossas açÔes e quando negligenciamos isso recebemos a sentença penosa de ficar embaixo do banco quando deverĂamos sentar nele.
"Afastado completamente o maravilhoso, nada hĂĄ nesses fenĂŽmenos que repugne Ă razĂŁo, porque vĂȘm tomar lugar ao lado de outros fenĂŽmenos naturais. Nos tempos de ignorĂąncia eram reputados sobrenaturais todos os efeitos cuja causa nĂŁo se conhecia. As descobertas da CiĂȘncia restringiram sucessivamente o cĂrculo do maravilhoso; o conhecimento dessa nova lei vem suprimi-lo. Aqueles, pois, que acusam o Espiritismo de ressuscitar o maravilhoso, provam, por isso mesmo, que falam de algo que nĂŁo conhecem."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"O mĂ©dium nĂŁo possui senĂŁo a faculdade de comunicar, mas a comunicação efetiva depende da vontade dos EspĂritos. Se os EspĂritos nĂŁo quiserem manifestar-se, o mĂ©dium nada obtĂ©m; Ă© como um instrumento sem mĂșsico."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"Um dos maiores escolhos da mediunidade Ă© a obsessĂŁo, isto Ă©, o domĂnio que certos EspĂritos podem exercer sobre os mĂ©diuns, a eles se impondo sob nomes apĂłcrifos e os impedindo de se comunicarem com outros EspĂritos."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"O que constitui o mĂ©dium propriamente dito Ă© a faculdade. Sob esse aspecto, ele pode ser mais ou menos formado, mais ou menos desenvolvido. O que constitui o mĂ©dium seguro, o que de fato pode ser qualificado de bom mĂ©dium, Ă© a aplicação que faz de sua faculdade, a aptidĂŁo para servir de intĂ©rprete aos bons EspĂritos."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"A mediunidade Ă© uma faculdade essencialmente mĂłvel e fugidia, em razĂŁo de subordinar-se Ă vontade dos EspĂritos; Ă© por isso que estĂĄ sujeita a intermitĂȘncias. Tal motivo, e o princĂpio mesmo segundo o qual se estabelece a comunicação, sĂŁo obstĂĄculos a que se torne uma profissĂŁo lucrativa, visto que nĂŁo poderia ser permanente, nem aplicĂĄvel a todos os EspĂritos, podendo falhar no momento em que mais se necessite dela. AliĂĄs, nĂŁo Ă© racional admitir que EspĂritos sĂ©rios se ponham Ă disposição do primeiro que os quisesse explorar."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
Tudo acontece por uma razĂŁo. Aprenda com isso e siga adiante. NĂŁo se amargure pelo que passou, seja feliz pelo que estĂĄ por vir.
"De forma geral, os incrédulos tendem a suspeitar da boa-fé dos médiuns e do emprego de meios fraudulentos. Além do fato de tal suposição ser injuriosa em relação a certas pessoas, hå de se perguntar, antes de tudo, que interesse elas poderiam ter em enganar, em brincar ou em representar uma comédia. A melhor garantia de sinceridade estå no desinteresse absoluto, porque onde nada se tem a ganhar o charlatanismo perde sua razão de ser.
Cada um pode constatar a realidade dos fenÎmenos, desde que se coloque em condiçÔes favoråveis e, à observação dos fatos, se arme da perseverança e da imparcialidade necessårias."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
