Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"Os EspĂritos sĂŁo atraĂdos pela simpatia, pela similitude dos gostos e do carĂĄter, e pela intenção que faz desejada a sua presença. Os EspĂritos Superiores nĂŁo vĂŁo Ă s reuniĂ”es fĂșteis, como um sĂĄbio da Terra nĂŁo iria a uma assemblĂ©ia de jovens estouvados; diz o simples bom senso que nĂŁo poderia ser de outra forma. Se, por vezes, aĂ comparecem Ă© para dar um conselho salutar, combater os vĂcios e tentar reconduzir ao bom caminho; se nĂŁo sĂŁo ouvidos, retiram-se. Seria fazer idĂ©ia completamente falsa acreditar que EspĂritos sĂ©rios pudessem sentir prazer em responder a futilidades e a questĂ”es ociosas, que nem provam apego nem respeito por eles, nem real desejo de instruir-se e, menos ainda, que pudessem dar-se em espetĂĄculo para divertir curiosos. Se nĂŁo o fizeram em vida, nĂŁo o farĂŁo apĂłs a morte."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"A frivolidade das reuniĂ”es tem por resultado atrair os EspĂritos levianos, que apenas buscam ocasiĂŁo para enganar e mistificar. Assim como os homens sĂ©rios nĂŁo comparecem Ă s assemblĂ©ias levianas, os EspĂritos sĂ©rios sĂł vĂŁo Ă s reuniĂ”es sĂ©rias, cujo objetivo Ă© a instrução e nĂŁo a curiosidade. Ă nas reuniĂ”es desse gĂȘnero que os EspĂritos Superiores se comprazem em dar seus ensinos."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"Para ser proveitosa, a primeira condição de toda reuniĂŁo espĂrita Ă© a seriedade e o recolhimento; que tudo aĂ se deve passar respeitosamente, religiosamente e com dignidade, caso se queira obter o concurso habitual dos bons EspĂritos. NĂŁo se deve esquecer que se esses EspĂritos aĂ se tivessem apresentado em vida, por eles terĂamos dispensado consideraçÔes a que fazem jus ainda mais depois da morte do corpo fĂsico."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"Ă inĂștil alegar-se a utilidade de certas experiĂȘncias curiosas, frĂvolas e divertidas, para convencer os incrĂ©dulos, pois o resultado que se obtĂ©m Ă© completamente oposto. O incrĂ©dulo, naturalmente levado a zombar das crenças mais sagradas, nĂŁo pode ver uma coisa sĂ©ria naquilo de que se faz uma brincadeira; nĂŁo pode inclinar-se a respeitar o que lhe Ă© apresentado de maneira desrespeitosa. Ă por isso que as reuniĂ”es fĂșteis e levianas, aquelas em que nĂŁo hĂĄ ordem, nem gravidade, nem recolhimento, causam-lhe sempre mĂĄ impressĂŁo. O que o pode convencer, sobretudo, Ă© a prova da presença de seres cuja memĂłria lhe Ă© cara. Ă diante de suas palavras graves e solenes, de suas revelaçÔes Ăntimas que o vemos comover-se e empalidecer. Mas, assim como tem mais respeito, veneração e afeto pelo ser cuja alma lhe Ă© apresentada, fica chocado, escandalizado por vĂȘ-la comparecer a uma assemblĂ©ia irreverente, no meio de mesas que dançam e dos gracejos de EspĂritos levianos. Por mais incrĂ©dulo que seja, sua consciĂȘncia repele essa aliança entre o sĂ©rio e o frĂvolo, entre o religioso e o profano, razĂŁo por que tacha tudo isto de artimanha, saindo da reuniĂŁo menos convencido do que se achava ao entrar.
As reuniĂ”es dessa natureza fazem sempre mais mal do que bem, pois afastam da Doutrina mais pessoas do que a ela conduzem, sem contar que se prestam Ă crĂtica dos detratores, que nelas encontram fundadas razĂ”es para a zombaria."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O espiritismo em sua expressĂŁo mais simples e outros opĂșsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - BrasĂlia: FEB.)
"Se me permite ousar... e até seu primeiro nome revelar...
E expor um pensamento que a vocĂȘ nunca disse,
mas espero que ao saber... nĂŁo fique triste...
e que de mim nĂŁo queira esquecer...
Mas em meu peito ainda existe...
aquele amor singelo e inocenteđ, porem sempre ardente...đ
aquele realmente puro, sem as conotaçÔes deste mundo vulgar e duro...
e que serĂĄ eterno em minha mente, enquanto eu nesta continuar vivente...
mas como citei a pouco em outra conversa... Ă© eterno e sem pressa...đ
Que seja talvez em outra e nĂŁo nessa, as almas caminhem juntas pra sempređ..."
Para vocĂȘ Katia...
VocĂȘ sempre Ă©... e pra sempre serĂĄ a garota dos meus sonhos.
Usando a razĂŁo amo a solidĂŁo...
Inerte atrås de minhas muralhas de Pedras com minha velha amiga solidão,lembranças se misturando entre os livros e falsos sorrisos ... aprendendo a cada segundo que nunca esquecemos apenas nos damos o privilégio de nós calarmos...
entre um cigarro e outro me perco no labirinto da lembranças contidas escondidas e embriagadas pela razão de um tolo homem que um dia jå amou e deixou se afogar...
"Ă um erro crer-se que basta a certos incrĂ©dulos o testemunho de fenĂŽmenos extraordinĂĄrios, para que se tornem convictos. Quem nĂŁo admite no homem a existĂȘncia da alma ou EspĂrito, tambĂ©m nĂŁo a aceita fora dele; e, portanto, negando a causa, nega implicitamente os efeitos. Os contraditores se apresentam, quase sempre, com uma ideia preconcebida que os desvia de uma observação sĂ©ria e imparcial, e levantam questĂ”es e objeçÔes a que Ă© impossĂvel responder-se logo, de modo completo, porque seria preciso fazer-se, para cada um, uma espĂ©cie de curso, retomando as coisas desde o princĂpio.
O estudo prévio tem como resultado evitar-se essas objeçÔes que, na maioria, se originam da ignorùncia das causas dos fenÎmenos e das condiçÔes em que estes se produzem."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"Ainda que certos fenĂŽmenos possam ser provocados, eles, pelo fato de provirem de inteligĂȘncias livres, nĂŁo se acham absolutamente Ă disposição de quem quer que seja; e quem se disser capaz de obtĂȘ-los, sempre que queira, sĂł provarĂĄ ignorĂąncia ou mĂĄ-fĂ©. Ă preciso esperĂĄ-los, apanhĂĄ-los em sua passagem, e, muitas vezes, Ă© quando sĂŁo menos esperados que se apresentam os fatos mais interessantes e concludentes.
Aquele que seriamente deseja instruir-se deve, nisto como em tudo, ter paciĂȘncia e perseverança, e colocar-se nas condiçÔes indispensĂĄveis; doutra forma, Ă© melhor nĂŁo se preocupar com isso"
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"Nem sempre as reuniĂ”es que tĂȘm por objeto tratar de manifestaçÔes espĂritas se acham em boas condiçÔes, seja para obter resultados satisfatĂłrios, seja para produzir a convicção; de algumas mesmo, nĂŁo podemos deixar de convir, os incrĂ©dulos saem menos convencidos do que o eram quando entraram, lançando em rosto, aos que lhes falam do carĂĄter sĂ©rio do Espiritismo, as coisas, muitas vezes ridĂculas, de que foram testemunhas. Nisso nĂŁo sĂŁo eles mais lĂłgicos que aqueles que pretendessem julgar de uma arte pelas primeiras provas de um aprendiz, de uma pessoa pela sua caricatura, ou de uma tragĂ©dia pela parĂłdia. O Espiritismo tambĂ©m tem aprendizes; e quem quer esclarecer-se nĂŁo deve colher ensinos de uma sĂł fonte, porque sĂł pelo exame e pela comparação se pode firmar um juĂzo."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
Quem caminha com FĂ©, nĂŁo teme as pedras que se formam ao longo da estrada, pois sabe que independente do tamanho de cada uma delas, existe um Deus de Amor que estĂĄ te protegendo
"As reuniĂ”es frĂvolas tĂȘm o grave inconveniente de dar aos noviços, que a elas assistem, uma ideia falsa do carĂĄter do Espiritismo. Os que sĂł tĂȘm frequentado reuniĂ”es dessa espĂ©cie, nĂŁo podem tomar a sĂ©rio uma coisa que eles veem tratada irrefletidamente pelos prĂłprios que se dizem adeptos. Um estudo antecipado lhes ensinarĂĄ a julgar do alcance do que veem, a separar o bom do mau.
O mesmo raciocĂnio se aplica aos que julgarem o Espiritismo pelo que dizem certas obras excĂȘntricas que dele apenas dĂŁo uma ideia incompleta e ridĂcula.
O Espiritismo sério não pode responder por aqueles que o compreendem mal, ou que o praticam de modo contrårio aos seus preceitos; assim como não o faz a poesia por aqueles que produzem maus versos.
Ă deplorĂĄvel, dizem, que existam tais obras prejudicando a verdadeira ciĂȘncia. Sem dĂșvida, seria preferĂvel que sĂł as houvesse boas; o maior mal, porĂ©m, consiste em nĂŁo se darem ao trabalho de estudĂĄ-las todas. Todas as artes, todas as ciĂȘncias, alĂ©m disso, estĂŁo no mesmo caso. NĂŁo vemos, sobre as mais sĂ©rias coisas, aparecerem tratados absurdos e cheios de erros?
Por que seria privilegiado, nesse sentido, o Espiritismo, sobretudo em seu começo?
Se os que o criticam nĂŁo tomassem as aparĂȘncias por base do seu juĂzo, saberiam o que ele admite e o que rejeita, e nĂŁo lhe lançariam em conta o que ele repele em nome da razĂŁo e da experiĂȘncia."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"Os EspĂritos nĂŁo sĂŁo, como supĂ”em muitas pessoas, uma classe Ă parte na Criação, porĂ©m as almas, despidas do seu invĂłlucro corporal, daqueles que viveram na Terra ou em outros mundos.
Aquele que admite a sobrevivĂȘncia da alma ao corpo admite, pelo mesmo motivo, a existĂȘncia dos EspĂritos; negar os EspĂritos seria negar a alma."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"Faz-se geralmente uma ideia muito errĂŽnea do estado dos EspĂritos; eles nĂŁo sĂŁo, como alguns acreditam, seres vagos e indefinidos, nem chamas semelhantes a fogos-fĂĄtuos, nem fantasmas como os pintam nos contos das almas do outro mundo. SĂŁo seres nossos semelhantes, tendo como nĂłs um corpo, mas fluĂdico e invisĂvel no estado normal."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"Quando a alma estĂĄ unida ao corpo, durante a vida, ela tem duplo invĂłlucro: um pesado, grosseiro e destrutĂvel â o corpo; o outro fluĂdico, leve e indestrutĂvel, chamado 'perispĂrito'."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"HĂĄ, pois, no homem trĂȘs elementos essenciais:
1Âș A 'alma' ou 'EspĂrito', princĂpio inteligente em que residem o pensamento, a vontade e o senso moral;
2Âș O 'corpo', invĂłlucro material que pĂ”e o EspĂrito em relação com o mundo exterior;
3Âș O 'perispĂrito', invĂłlucro fluĂdico, leve, imponderĂĄvel, servindo de laço e de intermediĂĄrio entre o EspĂrito e o corpo."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"Quando o invĂłlucro exterior estĂĄ usado e nĂŁo pode mais funcionar, tomba e o EspĂrito o abandona, como o fruto se despoja da sua semente, a ĂĄrvore da casca, a serpente da pele, em uma palavra, como se deixa um vestido velho que jĂĄ nĂŁo pode servir; Ă© o que se designa pelo nome de 'morte'."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"A morte Ă© apenas a destruição do envoltĂłrio corporal, que a alma abandona, como o faz a borboleta com a crisĂĄlida, conservando, porĂ©m, seu corpo fluĂdico ou perispĂrito."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"A morte do corpo desembaraça o EspĂrito do laço que o prendia Ă Terra e o fazia sofrer; e uma vez libertado desse fardo, nĂŁo lhe resta mais que o seu corpo etĂ©reo, que lhe permite percorrer o espaço e transpor as distĂąncias com a rapidez do pensamento."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"A uniĂŁo da alma, do perispĂrito e do corpo material constitui o homem; a alma e o perispĂrito separados do corpo constituem o ser chamado EspĂrito.
A alma Ă© assim um ser simples; o EspĂrito um ser duplo e o homem um ser triplo.
Seria mais exato reservar a palavra 'alma' para designar o princĂpio inteligente, e o termo 'EspĂrito' para o ser semimaterial formado desse princĂpio e do corpo fluĂdico, mas como nĂŁo se pode conceber o princĂpio inteligente isolado da matĂ©ria, nem o perispĂrito sem ser animado pelo princĂpio inteligente, as palavras 'alma' e 'EspĂrito' sĂŁo, no uso, indiferentemente empregadas uma pela outra; Ă© a figura que consiste em tomar a parte pelo todo, do mesmo modo por que se diz que uma cidade Ă© povoada de tantas almas, uma vila composta de tantas famĂlias; filosoficamente, porĂ©m, Ă© essencial fazer-se a diferença."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
"Os EspĂritos revestidos de seus corpos materiais constituem a humanidade ou mundo corporal visĂvel; despojados desses corpos, formam o mundo espiritual ou invisĂvel que povoa o espaço e no meio do qual vivemos, sem disso desconfiar, como vivemos no meio do mundo dos infinitamente pequenos, de que nĂŁo suspeitĂĄvamos, antes da invenção do microscĂłpio."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
(O que Ă© o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] â 56. ed. 1. imp. â BrasĂlia: FEB, 2013.)
