Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â đuitos se falam de amor,ou seja, prega o amor, mas na prĂĄtica vemos que as coisas ficam sĂł em falar mesmo.A hipocrisia rola solto porque pregar Ă© fĂĄcil, difĂcil Ă© manter-se na coerĂȘncia da prĂĄtica. Ă mais ou menos isso; "quero ver vocĂȘ ser melhor que eu"O ego transborda e lĂĄ se vai a suposta humildade. Afinal o auto elogiar,nĂŁo deixa de ser uma soberba bem declarada.O ego faz parte, porĂ©m, o ego e o supremo ego deve estar ativo para fazerem as filtragem para que nĂŁo extrapolamos .O ego supremo Ă© a consciĂȘncia trabalhando o ego . AĂ vocĂȘ pergunta;o que tem a ver ego com amor? Bom, Ă© sĂł ir lĂĄ em CorĂntios 1; 13 - VersĂŁo catĂłlica.
Postado no falecido Orkut e outros sites de textos.
Di Diana Rios
â O pensamento pode ser cruel quando nĂŁo se torna executado, assim como o amor quando nĂŁo se pode ser alcançado.
â Deus concedeu-nos o amor para nunca nos sentirmos sozinhos; o Diabo deu-nos a inveja pelo mesmo motivo.
Quando encontramos a suave paz do amor,
a vida começa a fazer sentido...
A paz do amor faz com que a vida tenha mais calor...
NA SUAVE PAZ DO AMOR
Marcial Salaverry
Sinto um suave vento,
trazendo-me novo alento,
como se fosse um beijo de paz...
Essa paz que chega
quando sinto nos meus lĂĄbios,
do vento o roçar,
indicando que estĂĄs a me beijar,
trazendo-me toda a doçura,
quando me beijas com amor e ternura...
Esse amor que num repente apareceu,
é amor que através dos tempos,
jamais morreu e nem se esqueceu...
Por vidas, uma espera apaixonada,
uma espera quase desesperada...
Quem ama de verdade,
quer apenas felicidade,
e quer essa doce viagem,
nesta ou em outra passagem...
Quer sentir todos os carinhos,
trilhar do amor todos os caminhos...
Por vidas, na espera,
por vezes, se desespera,
mas sempre espera,
aguardando que o vento matinal
lhe traga o amor, afinal...
Vindo de outros tempos, de outras vidas,
que nĂŁo foram totalmente vividas...
Para finalmente o amor encontrar
no amor que estava por outras vidas a esperar...
Marcial Salaverry
â NĂŁo hĂĄ nada que vocĂȘ faça que altere o amor de Deus por vocĂȘ, do mesmo modo nĂŁo hĂĄ nada que vocĂȘ faça que altere o que vocĂȘ Ă© para Deus.
â Amor, o sentimento mais controverso que existe, um sentimento que move umas montanhas enquanto quebra outras, um sentimento complexo demais de se entender, e fĂĄcil de mais de se perceber, o sentimento simplesmente mais chato e gostoso de se ter, odiado por uns e adorado por outros.
â Minhas poesias sĂŁo feitas com consciĂȘncia, as vezes com amor e as vezes com saliĂȘncia
A tinta que corre pelo meu caderno Ă© como o sangue que corre nas
minhas veias
é um prova de que eu estou vivo e que meu coração ainda bombeia
â Ela Ă© de verdade
Que nĂŁo foge da luta por ter coragem
Uma flor regada de amor
Com espinho que marca uma dor
O perfume mais caro e Ășnico
Com um toque de orgulho
Cheia de gratidĂŁo mesmo diante da confusĂŁo
NĂŁo confunde a realidade com ilusĂŁo
Quanta fibra hĂĄ dentro de si
Encanta e nĂŁo se cansa
Grandiosa és tu que faz e refaz
Que leva alegria e a paz
Delicadamente foi desenhada
TĂŁo forte para ser frĂĄgil
Focada na sua caminhada
Faça chuva ou faça sol
Ă certa no que quer
Ela Ă© mulher
â Um dia eu morri
Acordei e era a espectadora
Nada mais podia ser feito por mim
Vi o amor fisicamente
A saudade tinha forma
A dor estava presente
As lĂĄgrimas escorriam dos rostos amados, eu nĂŁo podia secĂĄ las
Eu amava cada um daqueles rostos
Em um lapso de tempo voei tĂŁo alto que o mundo ficou pequeno
Vi a insignificĂąncia do meu tempo aqui
Senti a morte ao meu lado
Em silĂȘncio
Fui fisicamente para pensamentos que me ocuparam a vida e eles nĂŁo fazia mais sentido
Enxerguei a indiferença disfarçada de atenção
Os planos agora sĂŁo nuvens transparentes
Tudo o que vivi desfilou a minha frente
Fechei os olhos algumas vezes aceitando que o que estava feito feito estĂĄ
O que eu aprendi?
NĂŁo interessa mais
Somos o suficiente pra quem nos ama
Era sĂł o caminho
O fim chegou
Ana Cunha
â A nossa consciĂȘncia e muito estranha, quando sonhamos com o amor nĂŁo queremos acordar, mas se o amor Ă© realidade nĂŁo queremos adormecer. Preciso tomar cuidado, isso estĂĄ parecendo papo de poeta. Quem sou eu ? Ora bolas, um poeta !
â DUELO
Como Ă© triste a poesia sem um amor
Sem desprender as sensaçÔes do belo
Sem sedução, sem o carinho ao dispor
E no sussurrar um sereno tom singelo
Essa condição acende no verso o ardor
De emoçÔes sentidas e agrado paralelo
Deixando o poema com particular teor
EntĂŁo, assim, entre olhares, aquele elo
Sinto aperto, amarga rima esfarrapada
Com apoucada emoção na madrugada
Murmurando as questÔes de um flagelo
Digo, ao nada, do qual a poesia Ă© fadada
Pra se ter sentido numa prosa aperreada
E nĂŁo a ilusĂŁo e a solidĂŁo... em um duelo
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
08 outubro, 2022, 15â11â â Araguari, MG
â Estou triste, meu amor estĂĄ doente.
Doente cuidando de doentes e não sabe qual sua doença.
Dando amor a estranhos e sem amor prĂłprio.
Medicando tantos e não aceita médico ou medicamentos.
Conhece a doação de si e não aceita receber o que doa mesmo necessitando.
Meu amor estĂĄ doente na mente e a lilucidez estĂĄ ausente, enquanto a minha tudo entende e sente.
Enquanto ela nĂŁo sente amor apenas da amor e somente a estranhos.
Ela tem o aspecto de morfina e sintomas de Alzheimer, e os exames sĂŁo negativos enquanto meus sentimentos sempre ativos.
à dor de amor a falta de comunicação entre a mente e o coração.ALI.H.H
â A Vida de meus olhos vai morrendo -
Tanto Amor que fica por viver:
- abraços por dar, corpos por sentir,
coraçÔes por palpitar ...
E A VIDA DE MEUS OLHOS VAI MORRENDO!
Rubras manhĂŁs futuras por chegar,
gritos renovados e floridos, intimos, contidos, por Primaveras a chegar ...
E A VIDA DE MEUS OLHOS VAI MORRENDO!
Tanto caminho por andar
em calha de Terra Prometida,
tantas aves a debandar ...
E A VIDA DE MEUS OLHOS VAI MORRENDO!
Mares sem fim por nevegar,
paisagens olvidas, ocultas,
montes rios e vales por sentir,viver, tocar ...
E A VIDA DE MEUS OLHOS VAI MORRENDO!
Tanto silĂȘncio em minha Alma
em horas de calar e de sofrer,
amargura sem Esperança nem chama ...
E A VIDA DE MEUS OLHOS VAI MORRENDO!
Ă o medo das palavras recolhidas
que espera o amanhecer de cada dia
numa alegria tĂŁo fingida ...
E A VIDA DE MEUS OLHOS VAI MORRENDO!
Tanta presença por acontecer
no meu intimo cenĂĄrio!
E quanta pressa em sofrer
nos passos da partida que se adensam
quando a ultima jornada jĂĄ se vĂȘ ...
... PORQUE A VIDA DE MEUS OLHOS VAI MORRER!
â Aos que incessantemente oram pedindo Cura e SaĂșde, Dinheiro, Paz, Sorte, Amor aquele tudo que julga-se precisar.
E no entanto, se quer sabe, que todo anseio ou querĂȘncia, parte de um Ășnico princĂpio, o agradecer.
O compreender que o primordial Ă© tĂŁo somente entender que o nescessĂĄrio Ă© tĂŁo somente Viver.
â âO amor, nĂŁo Ă© algo que se possa mensurar. Conte toda a areia do deserto
Ou tire toda a ĂĄgua do mar
Meça todas as medidas
Some todas as quantias
E ainda vai faltar
SĂł o que se dĂĄ pra calcular SĂŁo as batidas que o coração dĂĄ.â
â Regresso -
Vem, meu Amor, estou Ă tua espera:
meus braços abertos, serão para Ti,
como prados floridos que te abraçam
numa doce Primavera!
E surge no peito um grito, um alvoroço,
surge nos montes um cantar,
um beijo, um abraço de saudade
que se espalha pelo ar ...
Nesse momento, recordaremos o que passou,
sonhos, promessas que fizemos,
a distĂąncia ofegante que nos afastou!
Lembra-te, meu Amor, das palavras lindas que dissemos!
E seremos um SĂł,
nova Chama, novo Fogo!
Pois na Vida,
tudo vem e tudo vai,
sĂł tu ficas,
meu amor, meu amor ...
