Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"O EspĂrito Divino, te dar um dom; COM AMOR E SABEDORIA. Ă um SUCESSO contra OS ENCANTADORES que falam com TANTA habilidade".
Meu amor por vocĂȘ terminarĂĄ no mesmo dia em que o amor de Deus por vocĂȘ tiver Fim....Dedicado a Minha Mineirinha
Talvez nunca saiba justificar a razĂŁo do meu amor, mas mesmo em minha loucura, o tenho em minha Ășnica razĂŁo.
Somos alma gĂȘmea....
K. Mesmo com a distĂąncia jamais deixaram de ser amar...
O amor k. Sentimos um pelo outro e tĂŁo puro e verdadeiro....
Como as ondas do mar....
Como as flores sĂŁo da natureza...
Como as estrelas pertencem ao céu...
Como o sol tem seu calor....
Deus nos uniu e nos ungiu com sua benção celestial...
E lå do céu os anjos entoam noite e dia louvores e nosso amor.
AMOR DE UM CORAĂĂO - JoĂŁo Nunes Ventura-02/2017
Pobre violeiro na estrada da vida
Que cantou o amor a sua querida
Nas cordas da sua viola,
Hoje o seu canto Ă© o canto de dor
JĂĄ nĂŁo tem ao seu lado seu amor
De saudade o peito chora.
Lembro-me as estrofes de beleza
Hoje se ouve no canto a tristeza
Lembrança a doce flor,
Um dia ela saiu pegou a estrada
Levou pertences nĂŁo disse nada
Nem um adeus deixou.
Agora ele canta triste na calçada
Sem amor sĂł a viola Ă© sua amada
Um triste ébrio da rua,
Os beijos que tinha do seu amor
O vento na poeira também levou
Hoje amiga sĂł a lua.
HĂĄ tempo a sua ilusĂŁo foi embora
E na dor do amor cantando chora
O cantador do sertĂŁo,
Felicidade não é canção a chegar
Ă caminho pela vida a conquistar
O amor de um coração.
AMOR DA LUA
à nessa calçada...
Que um dia tivemos o abraço da lua
olhares serenos das estrelas
... Te quero, vocĂȘ me dizia...
Imenso Ă© meu querer,
e meu amor, por vocĂȘ,
amor meu... Se vocĂȘ me deixar,
de saudade eu vou morrer.
A noite com sua brisa
nos aconchegava em seu peito
e o seu cheiro inebriava a minha vontade,
enrolĂĄvamos, sobre o apetite do silencio
e só os suspiros dos nossos coraçÔes
apontava vida para o nosso amanhĂŁ.
O momento, pespontava o nosso amor medonho
nos trazia sonhos e trepidava nossos corpos,
com a felicidade dos nossos risos
e, dos nosso rostos risonhos.
Os segundos, minha querida...
Transformou-se em flechas cĂșpidas
Fixando a nossa uniĂŁo...
No eterno alvo da vida,
e no pulsar do nosso coração.
Antonio Montes
Dance comigo amor
Leve-me
Em teus braços sereno, deite-me em teu ombro
E me permita viajar num sonho sĂł nosso!
Onde a mĂșsica nos faz simplesmente
Flutuar....
Amor ou Capricho
Brinco de esconde, esconde.
por minhas própria vocação.
Tanto a perder seria? NĂŁo sei?
Machucar o coração?
Entregar o sentimentos?
Objetivo de vida?
Ver tudo desmoronar?
NĂŁo era aquilo , que queria?
Seria muito risco para correr?
Tanto de perder?
Tanto de se administra?
Seria mais fĂĄcil, nascer
numa tribo?
Sem nada a se cobrar.
Nada a perder.
Ao natural; onde a natureza,
ali me colocou?
São tantas idéias. Tanta construção.
Monumento de idéias.
Fluides de muitos.
Corpo em exposição.
Beijada. Feito bandeira do divino.
Segurada feito corrimĂŁo.
Objeto de afetos, projetados?
Seria amor. Ou nĂŁo?
Resolvi nĂŁo reclamar.
Inclui feito missĂŁo.
MissĂŁo; a ter que cumprir.
Mas: E meu coração?
Sobra para mim? Ou nĂŁo?
Por medo? De falar.
Por medo de perder?
Sei que tudo vai passar?
Mas, mesmo assim?
SĂł penso em me esconder?
Seria isso o certo?
Politicamente correto?
Tanta indecisĂŁo.
Correr até o tempo passar?
A Vida me esquecer.
Afinal. JĂĄ aprendi, a me esquivar?
Dessa febre, que dizem amar?
Muitos reclamam. Muitos se saboreia.
Mas passa , o tempo, e estou sempre.
Sozinha na cama. Chorando em silencio.
Por medo de merecer. Medo de sofrer.
Medo de me conhecer.
Medo de errar. Medo de acertar.
Medo de me limitar.
Ao que a vida deu para mim.
De me ajustar. O que a vida deu para mim?
Ou medo de perder?
Fracassar em dor, sem fim.
Dessa forma. Pinto o rosto.
Insinuo. Faço de conta.
Fujo pelas pontas.
E nĂŁo toco mais no assunto.
Esqueci o natural.
Acompanho a moda.
Venci na vida.
Provei para alguém no
passado. Que alguma coisa seria.
Mesmo que tivesse esquecido?
Coisa tĂŁo importante em minha vida.
A que desejei provar?
A que custo paguei?
SĂł desejava amar.
O que me tornei.
Até quando me enganar?
A suportar? Tanta exigĂȘncia
que criei?
E quando alguém me vil como
realmente era?
Me escondi. E o jogo começou.
NĂŁo seria mais fĂĄcil, nĂŁo rola.
NĂŁo sou, como vocĂȘ me imaginou?
Ou simplesmente? também dizer.
Me enganei. VocĂȘ nĂŁo foi o meu sonho.
Que meu coração desejou?
Ficou na insinuação. Simplesmente,
guardou. Na geladeira do destino.
Um pedaço de carne largou.
Mas essa carne.
Tinha seus sonhos também.
E guardar em silencio?
Também tinha sua limitação.
EntĂŁo o passarinho vĂŽo.
Cansado de construir seu ninho.
Que a passarinha, nunca pousou.
NĂŁo , nĂŁo era indecisĂŁo.
Era medo de perder.
Sonho, que construirĂĄ para viver.
O sofre, jĂĄ se acostumara.
E atribuĂa, a força superior.
Mais um engano.
A quem. A lampada apagou.
E o noivo passou, e nĂŁo parou.
NĂŁo havia azeite na lampada.
Em mil, afazeres se distraiu.
Não ouviu seu coração,
SĂł opiniĂŁo de mil.
E; assim se moldou.
A todos agradara.
Todos a admirara.
E esse caminho seguiu.
O natural, tornou-se.
Artificial.
E jĂĄ nĂŁo sabia quem era.
O poder? De tantas primaveras.
Levando suas folhagens ao vento.
Quem diria a verdade?
Era pura vaidade.
Coisa nĂŁo natural.
Aprendera a esconder sentimentos.
E; esquecerĂĄ seu prĂłprio tamanho.
Quem a aplaudira de baixo.
Nunca desconfiara.
Apenas queriam se alimentar,
daquela exposição.
E, depois , para casa voltar.
Retomar sua simplicidade.
E ter o direito de Amar.
No seu prĂłprio tamanho.
Na forma verdadeira de ser.
Sem vestes no corpo.
Na alma. No falar.
Apenas se entregar,
na solidĂŁo a dois.
E pela Vida.Mil caricias trocar.
Quem era realmente feliz?
Quem se enganava?
Se por todo esse tempo?
NĂŁo acreditaste?
NĂŁo era para ser mesmo.
Teria muito a perder?
Ficara em seu prĂłprio mundo.
Liberta. E libertada.
marcos fereS
O VERDADEIRO AMOR
Quem sempre vive em dĂșvidas entre dois ou mais amores, nĂŁo ama nenhum deles (se amasse nĂŁo viveria em dĂșvidas).
O verdadeiro amor te abduz de todos os outros ditos possĂveis amores; ele te torna visionĂĄrio para a felicidade e, sendo assim, te cega e te mortifica para os encantos de qualquer outra pessoa; ele despreza tudo o que nĂŁo seja o objeto do seu desejo.
O verdadeiro amor Ă© fiel nĂŁo por uma mera questĂŁo de carĂĄter, Ă©tica ou moral, mas porque Ă© da sua prĂłpria natureza sĂȘ-lo.
Dizem que a gente sĂł ama de verdade uma ou duas vezes na vida. Dizem que o verdadeiro amor Ă© eterno.
Penso diferente:
O verdadeiro amor acontece sempre, e em vĂĄrios momentos durante a nossa vida: Ă© quando vocĂȘ, ainda que por pouco tempo, quando estĂĄ com alguĂ©m sensacional, muito alĂ©m de especial, simplesmente nĂŁo lembra ou nĂŁo quer mais saber de ninguĂ©m.
