Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"â Toda vez que eu ou vocĂȘ, leitor, cometemos algum pecado,
o EspĂrito Santo desempenha seu papel de âconvencer da
justiça, do pecado e do juĂzoâ (JoĂŁo 16:8). Ele nos convence
de termos ferido o coração de Deus com nosso pecado,
o que gera em nĂłs tristeza pelo pecado. Assim, Ele nos
aponta o caminho do perdĂŁo, que Ă© Jesus Cristo, pois Ele Ă©
âo caminho, a verdade e a vida; ninguĂ©m vai ao Pai senĂŁo por
Eleâ (JoĂŁo 14:6)." Justificação para Principiantes, pĂĄg.23.
â Querido Pai,
Agradeço pelas bĂȘnçãos.
Agradeço por me guiar.
à tão belo, em Ti, a fé buscar.
Meu amado Pai,
Só Vós para ouvirdes e preparardes meu coração.
Quero seguir com devoção.
Meu Pai querido,
SĂł VĂłs para mostrar o carinho por nĂłs.
Só Vós para me fazeres crescer na fé, enquanto crente.
Sabeis tĂŁo bem o que preciso, tĂŁo bem a quem eu amo.
Meu Pai,
Escutar-Te Ă© belo; rogar-Te Ă© necessĂĄrio para nossa paz e nossa vida.
Pai, conceda-me paz, amor, harmonia
E ilumine meus caminhos,
Para que eu faça o oposto do pecado
E louve a Ti, Senhor, com todo o meu coração.
Pai,
Peço que continues preparando o caminho que preciso trilhar,
Para que eu possa crescer na Tua Palavra
E na Tua linha orientadora.
Meu grande Pai,
Obrigado por estares sempre aĂ para mim,
Por me protegeres e abrigares no Teu coração.
Amém!
â E se o amanhĂŁ nĂŁo chegar?
Ă um pensamento que, por vezes, nos assombra, nĂŁo Ă© mesmo? A ideia de que o relĂłgio pode parar a qualquer momento e que o sopro de vida pode se esvair antes que o sol nos convide a um novo dia. Mas, paradoxalmente, Ă© justamente essa incerteza que deveria nos impulsionar a viver.
Se amanhĂŁ eu nĂŁo estiver mais aqui, o que terĂĄ restado do dia de hoje? Foram risos genuĂnos? Palavras de afeto ditas em voz alta? Um abraço apertado que transmitiu mais do que mil frases? Terei olhado para o cĂ©u e me deslumbrado com suas cores, ou estive com a cabeça baixa, distraĂdo nas trivialidades que no grande esquema das coisas, pouco importam?
A vida é um presente embrulhado em mistério. Não sabemos quando a fita serå desfeita. Por isso, cada respiração deveria ser um lembrete para estar presente. Para sentir o vento no rosto, o sabor da comida, o calor de uma mão amiga. Para olhar nos olhos de quem amamos e dizer, sem reservas, o quanto são importantes.
NĂŁo se trata de viver em desespero, mas em consciĂȘncia. ConsciĂȘncia de que cada momento Ă© Ășnico e irrepetĂvel. De que o tempo nĂŁo volta. De que as oportunidades de amar, perdoar, aprender e se arriscar sĂŁo finitas.
Que, se amanhã eu não estiver mais aqui, o hoje tenha sido um dia onde eu fui eu mesmo. Onde minhas açÔes tenham refletido meus valores. Onde eu tenha deixado uma pequena marca de gentileza, de compreensão, de amor. Que eu tenha vivido, de fato, em vez de apenas existido. E que essa reflexão nos sirva não como um lamento, mas como um convite urgente à vida.
â "Cristo tem demonstrado para todo o universo a terrĂvel
natureza do pecado e a perfeição do governo de Deus, que
lida com o mal de maneira justa até que seja finalmente
eliminado. " Justificação para Principiantes, påg.47.
â Escolher por nĂłs prĂłprios Ă©, antes de mais, um ato de coragem.
Ă dizer: âPermito-me viver a minha verdade, mesmo que isso desaponte quem sĂł amava a minha versĂŁo editada.â
â "Em meio Ă s palavras que escolhi, vocĂȘ se tornou uma aula de
conhecimento. Um pensamento que nunca antes habitou minha mente. A vida, percebi, não se resume apenas a conhecer alguém, mas sim a envolver coração, corpo e mente."
(Publicado em 21/06/2025)
â O tempo e o vendaval
O tempo vem com um vendaval, e leva-se tudo...
Tudo se destrĂłi...
Algumas coisas se constroem.
E o tempo é amiga da perfeição
E se voltĂĄssemos ao passado,
Apenas, atravessando uma esquina.
De um lado, os nossos sonhos.
Em outro canto, uma estação...
As nossas lĂĄgrimas desgarram em nossos olhos.
Ă como uma paixĂŁo que nĂŁo envelhece...
Mesmo que permaneça algumas semanas,
O vendaval veio para ficar...
Ficaremos bem, meu amor?
E eu nĂŁo quero ficar sozinha.
E diante do espelho, nĂŁo quero mais chorar...
O tempo, geralmente, Ă© cruel conosco.
NĂŁo chora, meu amor! O mundo nos darĂĄ recompensas.
Essas lĂĄgrimas sĂŁo perdidas...
O tempo Ă© cruel conosco.
Ă capaz de transformar o paraĂso em cidades...
E sobre a mesa de bar...
As nossas lĂĄgrimas sĂŁo os goles interminĂĄveis.
O vento Ă© o tempo...
Que nos corrĂłi por dentro.
E a ideia de envelhecer sem vocĂȘ, nĂŁo me satisfaz.
Então, ser mais um no meio da multidão, também não satisfaz.
Mesmo que os nossos passos sejam diferentes,
Encontrara-me no mesmo bar...
SĂł o tempo seria capaz de modificar tudo...
O vendaval destruiu os nossos sonhos.
E Ă© por isso,
Que eu estou recomeçando, como a Chuva ensinou-me.
TitĂąnico Mello
â Lâamour
Oh! Minha amada porque estĂĄ tĂŁo distante?
Eu estou nesta profunda agonia...
NĂŁo penso na hipĂłtese de nunca mais vĂȘ-la!
O seu nome estĂĄ tatuado no meu corpo.
E espero que os dias passe e essa semana acabe...
De novo, eu quero encontrĂĄ-la...
Os meus lĂĄbios chamam pelo os seus...
E agora? Como devo fazer?
Eu a imagino aqui. Essa chuva que nĂŁo passa...
Talvez, eu vĂĄ me molhar. Tudo para encontrĂĄ-la...
Com a força do vento, a minh âalma tornada.
A força da tempestade irå buscå-la... E eu a encontro chorando.
Uma jovem perdida no tempo.
Com o vestido de vertigem. Ela havia perdido o amor.
Perdida estava com o tempo, A chuva era a canção.
Oh! Minha amada que que estĂĄ tĂŁo perto. Por que se mudou?
Quando vocĂȘ se foi, a cidade perdeu o brilho...
Hoje, eu estou aqui... Chorando, como uma criança, pedindo por vocĂȘ.
EstĂĄ solidĂŁo me causarĂĄ medo... E eu nĂŁo sei, se vou suportĂĄ-la.
Oh! Meu anjo, tĂŁo perto entre as flores do jardim.
Porque foi-se embora? E nĂŁo a entendo mais...
VocĂȘ ficarĂĄ ou vem comigo? E eu nĂŁo sei, qual Ă© uma decisĂŁo...
Nessas horas o amor Ă© uma aposta. Em que todos perdem.
E mesmo que fique, Ă© um jogo sem ganhadores.
Eu nĂŁo vou deixar vocĂȘ tĂŁo sozinha...
E eu vou voltar para te buscar...
... E como a chuva que lhe trouxe,
NĂŁo vou dividir o nosso amor,
Uma parte ficarĂĄ comigo,
... E a outra, levarĂĄ com vocĂȘ.
TitĂąnico Mello
â Eu vi vocĂȘ.
Vi a menina que sorria tĂmido, mas tambĂ©m a que se escondia por dentro.
Vi os olhos cansados de noites ruins, de palavras duras, de brigas que nĂŁo eram suas, mas te atravessavam.
E mesmo assimâŠ
Vi beleza.
NĂŁo de fora, mas de dentro.
Vi coragem por acordar todo dia e continuar.
Vi o esforço de parecer leve quando tudo pesava.
E mesmo sem saber como te curar, eu fiquei.
Fiquei quando ninguém via.
Fiquei mesmo nervoso, atrapalhado, mas inteiro.
Eu sei que vocĂȘ teve que partir.
E talvez nunca vĂĄ me contar tudo que sentia.
Mas tĂĄ tudo bem.
Porque hoje, olhando pra trĂĄs, eu nĂŁo vejo um fim vazio.
Eu vejo um capĂtulo lindo.
E se vocĂȘ estiver lendo isso em algum plano invisĂvel, eu sĂł quero que saiba:
Eu tenho orgulho de ter te amado.
E tenho mais ainda por estar seguindo.
Com tudo que aprendi com vocĂȘ.
Pode ir em paz.
Eu vou ficar bem.
E vou continuar sendo esse homem que ama de verdade â
até que alguém saiba ficar.
â "AmarĂĄs o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma e de todo o teu pensamento. E amarĂĄs o teu prĂłximo como a ti mesmo." Mateus 22:37-39.
â PRISĂO (soneto)
Ă meu verso, meu falto verso que choras
As lĂĄgrimas tĂŁo sentidas de uma saudade
Na qual as estrofes que amargam as horas
E, deixam o suspirar cheio de profanidade
NĂŁo quero sentido que o desejo imploras
O suave amparo de uma cĂĄustica vaidade
Quero o perfume suave das ternas auroras
De outrora: o beijo, o olhar... e a vontade
Ă prisĂŁo, ah infortĂșnio, ah cĂąntico pobre
Que tira o tom do coração poético e nobre
Inspirando as lembranças só com rancor
Ă solidĂŁo, junta ao enredo nostĂĄlgica cena
Sussurrando versos com sensação pequena
Onde um tempo grassou o manifesto amor!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
22 junho, 2025, 14â49â â Araguari, MG
O amanhĂŁ Ă© um mistĂ©rio, e o ontem, uma lembrança que jĂĄ ficou para trĂĄs. Tudo o que temos Ă© este breve sopro chamado agora â e ele pode cessar a qualquer instante. NĂŁo permita que orgulho ou mĂĄgoas silenciem o amor que vocĂȘ sente, nem o amor que alguĂ©m sente por vocĂȘ. Ame com verdade, perdoe com leveza e viva com presença. Porque o hoje pode ser o Ășltimo capĂtulo... e quem pode garantir que nĂŁo seja?
â đȘ O Peixinho e o Quadrado
Nas quebradas do céu da favela,
Sobe o peixinho na linha singela.
Feito de jornal, varetas tortinhas,
Mas voa ligeiro, cortando as linhas.
LĂĄ do asfalto, vem todo montado,
O tal do quadrado, pipa de âabastadoâ.
Colorido, pomposo, de corte preciso,
Mas falta-lhe arte, coragem e riso.
O peixinho dança, ele gira no vento,
Desvia, mergulha, ataca no tempo.
NĂŁo tem carretel de alumĂnio brilhando,
Mas tem o menino que vai controlando.
Com olho afiado e alma de guerreiro,
Solta na manha, recolhe ligeiro.
O quadrado se exibe, achando-se rei,
Até que o peixinho då o golpe da vez.
Num rasante ousado, feito passarinho,
CRĂ! â vai-se embora o quadrado no ninho.
A criançada grita, a favela aplaude:
âFoi o peixinho que fez mais um baude!â
Porque não é o preço que faz campeão,
à a coragem, a ginga e o coração.
E o céu lå de cima jå sabe a verdade:
Quem corta com arte⊠não compra vaidade.
Entre o nĂŁo querer e o nĂŁo poder hĂĄ uma linha tĂȘnueâŻâ frĂĄgil como bruma ao vento. Quando mal interpretada, essa linha pode se romper e abrir um abismo de desentendimentos irreversĂveis.â
Amar Ă© aceitar a simplicidade do seu prĂłximo, se sentirem realizados com pouco e, juntos, fazerem muito.
â Cabelos caindo
Dentes lascando
LĂngua sangrando
Cansaço frequente
Fraqueza anormal
Alimentação ruim
Unhas fracas
Dentes ficando amarelos
Higiene regredindo
Impulsividade fora do controle
Apatia...
Esperança de te encontrar na próxima pågina desse caderno velho...
Esperança de te reencontrar na av sete de setembro
Esperança de sentir seu calor novamente, seu amor, sua saudade
A gente sĂł sente saudade de algo quando a gente perde algo, e quando foi mesmo que eu te perdi? Eu nem me lembro mais...
Eu ainda te amo
VocĂȘ soa como palavras nĂŁo ditas num discurso de Ăłdio, ou melhor, de amor...
Melhor ainda... VocĂȘ apenas soa como palavras nĂŁo ditas dentro da minha cabeça
VocĂȘ ainda vive dentro de mim
Tudo ainda tĂĄ aqui, o que mudou Ă© que o tudo que era nosso nĂŁo tĂĄ mais com vocĂȘ.
VocĂȘ ainda vive aqui dentro de mim, naquele sĂtio que eu te prometi, de como vocĂȘ me contava de quando vocĂȘ e sua mĂŁe brigavam, e sem pensar duas vezes eu te prometia te tirar daquele inferno cotidiano assim que vocĂȘ completasse 18 anos, mas como ditado diz...
Quem jura, mente...
Eu nĂŁo estava mentindo, sĂł que o destino nĂŁo queria isso pra gente.
VocĂȘ ainda vive dentro de mim...
VocĂȘ e a Millena e o sĂtio, e a briza fria da manhĂŁ num dia ensolarado, era assim que eu te descrevia meu doce girassol.
Eu te amo, não se esqueça nunca de mim girassol
Eu nunca vou te esquecer, vou te levar pra sempre comigo, com a gente....
VocĂȘ ainda vive dentro de mim.... E vou levar vocĂȘ, a nossa linda filha e o nosso momento pra sempre dentro do meu peito.
Viva com ele, como vocĂȘ nunca viveu dentro de mim...
â Deus,
Como vocĂȘ Ă© misericordioso.
HĂĄ como viver longe de vocĂȘ?
HĂĄ como ficar um dia inteiro sem vocĂȘ?
Hå como não querer te abraçar?
Vou comigo guardar esse desejo, até o dia que te encontrar.
Ai de Mim, Idealizadora!
(Raissa Santos)
â Creio em conexĂŁo
Vivo de amores e paixÔes
NĂŁo sei suportar o tĂ©dio de NĂO amar.
De nĂŁo buscar.
Mal de nĂłs: idealizadores!
Pecado meu:
Querer com tanta verdade.
Encontrar...
O que?
Talvez nem eu sabia!
Ai de mim!
Descobrir que existem outras formas de respirar.
Imagina sĂł,
Falar e nĂŁo sair poesia:
Das mais cruas,
Mais duras e cruéis,
Dessas que rasgam o peito
E nenhum curativo Ă© suficiente.
Ai de mim, se ei nĂŁo tivesse cicatrizes de amores passados.
Dores vivas que nĂŁo me largam.
Como vivem os nĂŁo poetas?
Os avisados?
Os ateus?
Como pulsam?
Ai de mim saber!
O que me restaria viver?
Nada!
SĂł a vida.
E a vida anda meio desvivida pra mim.
