Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠O que seria do mundo se todo mundo tivesse a mesma opinião!?

Inserida por Joao_Marcos_Oliveira

⁠Apreender não é só na escola, mas a vida toda.

Inserida por Joao_Marcos_Oliveira

⁠Em uma nova versão

JĂĄ fiz muita questĂŁo.
Hoje vou na fé,
sempre florida,
faço e tomo meu café.

Minha resposta Ă© o sorriso.
Agradeço mais do que peço.
SĂł quero leveza...
Tudo que machuca, eu despeço.

Converso comigo mesma,
cuido da minha mente,
do meu coração.
NĂŁo busco quem Ă© ausente.

NĂŁo sigo regras fixas,
vou de acordo com os fatos.
Não puxo tapete de ninguém:
me ganham ou me perdem
pelos prĂłprios atos.
Autoria #Andrea_Domingues ©
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Todos os direitos autorais reservados

Inserida por AndreaDomingues

"⁠Que eu derradeiramente entenda,
Que eu sĂł devo querer,
Quem queira me querer."

Inserida por JPSNeto

⁠Diz a mãe em forma de deus e Deus por intermédio dela:
Cuidarei de vocĂȘ.
Vou cuidar do seu jeito, a cada gesto.
Vou ensinå-la a dançar, a cantar, a ler, a escrever.
Vou abraçå-la quando se sentir sozinha.
Vou ouvi-la quando quiser falar.
Vou protegĂȘ-la quando sentir medo.
Vou enxugar suas lĂĄgrimas e acolher seu pranto como meu.
Serei seu ombro amigo, sua conselheira, sua alma gĂȘmea, sua professora particular, sua guia
 Enfim, serei sua.
Assim diz a mĂŁe, com a voz de Deus.

Inserida por mairany

⁠O mundo se opÎs.
Eles viam semelhanças entre si —
havia uma comunidade significativa para eles,
mas nĂŁo era suficiente para convencer quem os cercava.

Ele despertou num berço de ouro,
enquanto ela cresceu na senzala sĂłrdida da pobreza.
Ele frequentava cĂĄrceres protegidos por nobres e ricos;
ela vivia no mundo da lua, distante e esquecido.

Ele degustava bons vinhos,
sabendo distinguir o valor de cada um;
ela se embriagava com lĂ­quidos baratos.

Ele pensava em tudo,
racionava emoçÔes,
expunha apenas o que parecia de bom senso.
Ela era adepta da loucura,
agia pelos impulsos do coração.

Ele aprendia algo novo a cada dia,
falava sobre qualquer assunto,
tinha embasamento cientĂ­fico e circunstancial para tudo.
Ela queria despir-se do conhecimento adquirido,
libertar-se da pressão que lhe impunham para acumular informaçÔes.

Contudo, com tantas diferenças escancaradas,
eles se assemelhavam — principalmente na afeição um pelo outro, o queparecia bastar.

Todavia, o mundo venceu.
O mundo era mais forte.
O mundo se opĂŽs!

Inserida por mairany

Tolos nĂŁo sĂŁo aqueles que se apaixonam perdidamente, mas sim aqueles que se negam a amar.
Como pode uma criatura dependente se recusar a sentir o sentimento mais puro e genuĂ­no?
O amor Ă© como o ar para a humanidade: precisamos dele tanto quanto os religiosos precisam de suas divindades, tanto quanto um filho precisa de sua mĂŁe.
É tolice se privar de sentir o amor — o dilacerĂĄvel e encantador amor — pois Ă© dele que viemos, e com ele esperamos partir.

SĂĄbios sĂŁo os poetas que escrevem livros sobre ele; sĂŁo tambĂ©m os bĂȘbados que mergulham na cachaça por sua culpa; as prostitutas, principalmente, que anseiam por senti-lo.
Mas não hå ser mais såbio que um jovem coração apaixonado, que ainda farå tolices por amor."

Inserida por AlanaMohr

⁠"Santa desgraça é a traição. A verdadeira sensação de ser apunhalado pelas costas por uma lùmina fria que perfura sua pele, e que lentamente vai rasgando seu coração, enquanto o veneno da mågoa se espalha pelas suas veias."

Inserida por Rnass

⁠Estava aqui pensando nos meus entes queridos, amigos, amigas, pessoas queridas, parentes, familiares que ja se foram para o outro lado da vida. a cada dia sinto cada um deles perto de mim, muito presentes. quando amamos alguém, eles não vão embora, porque se amamos eles vivem em nós, e nós vivemos neles. O amor é a força mais poderosa que esxiste atravessa fronteiras, oceanos e até mesmo o outro lado da vida...

Marco Antonio Amorim

Marco de Oxum

Inserida por marcodeoxum

A estrela de aquĂĄrio

LĂĄ, no infinito silencioso,
brilha uma estrela azul,
livre, etérea,
bailando a 175 anos-luz de tudo que sou.

Sua luz atravessa distĂąncias insondĂĄveis,
rompe o tempo com uma paciĂȘncia antiga,
e chega até aqui,
suave, mas firme,
como o amor que guardo em mim.

Somos como esse brilho:
não importa o espaço,
nĂŁo importa a ausĂȘncia,
hĂĄ sempre um feixe de luz
que insiste em atravessar o escuro
para encontrar quem ama.

A magnitude pode parecer pequena
aos olhos apressados,
mas quem sabe olhar o céu
sabe reconhecer o milagre
de uma luz que persiste,
mesmo frĂĄgil,
mesmo longĂ­nqua.

E assim sigo,
com o coração elevado ao firmamento,
sabendo que hĂĄ amores
que nĂŁo se apagam,
como estrelas antigas
que continuam a iluminar
mesmo quando jĂĄ partiram.

Sob a luz de Iota Aquarii,
reaprendo a beleza da espera,
o poder do silĂȘncio,
e a certeza serena
de que o amor verdadeiro
é, sempre, uma constelação
que nunca se desfaz.

Inserida por Zanatinha

MonĂłlogo em J

Jamais pensei que o jĂșbilo pudesse se transformar em jĂșbilo ferido,
em junção quebrada entre o que foi e o que nunca mais serå.

Janelas se fecharam lentamente,
sem gemido, sem gesto,
apenas o jazer silencioso
do que antes era jardim.

Jazem as palavras que nĂŁo disse,
jazem os abraços que não dei,
jaz, sobretudo, a alegria que um dia me justificou.

Jornada interrompida,
jamais concluĂ­da,
mas sempre revivida,
nos labirintos da memĂłria onde sĂł eu caminho.

Julgaria ser forte ao seguir adiante,
mas julgo ser mais sincero ao permanecer neste lugar,
onde o juĂ­zo vacila,
e sĂł a saudade Ă© justa.

Jardins secos se espalham por dentro,
flores que murcharam antes da primavera,
mas cujas raĂ­zes,
ainda assim,
persistem em doer.

Jogo-me, às vezes, na esperança
de que, em algum tempo além do tempo,
as janelas se abram outra vez,
e a jornada recomece,
mas sei

já sei


Junto ao que fomos,
resta apenas a sombra do que poderia ter sido.

Jorro lĂĄgrimas que ninguĂ©m vĂȘ,
junção líquida de um amor que jaz,
mas que, estranhamente,
jamais morreu.

Inserida por Zanatinha

A Trapezista

Tua presença sempre foi de altura,
leveza que desafia a gravidade,
um salto no vazio —
sem medo,
sem rede,
como quem nasceu para voar.

E eu, aqui embaixo,
no chĂŁo firme das palavras,
apenas te assisti:
dançar entre os arcos do ar,
girar entre os cabos invisĂ­veis,
flutuar como quem nĂŁo pertence a lugar nenhum.

Teu nome, nome de trapezista,
jĂĄ anunciava a tua sina:
voar, encantar, desaparecer.

Fui plateia e fui aplauso,
fui silĂȘncio e fui espera.
Olhei teus saltos,
teus riscos,
tua beleza suspensa,
sabendo que, um dia,
o espetĂĄculo acabaria.

E acabou

mas o picadeiro da memĂłria permanece armado,
as luzes seguem acesas,
e teu vulto, tão etéreo,
ainda atravessa os meus pensamentos
num voo perfeito,
num giro interminĂĄvel.

Se um dia voltares,
nĂŁo precisas de rede,
nem de cordas,
basta o espaço entre meus braços
pronto,
aberto,
para te acolher no pouso
ou te lançar,
outra vez,
ao céu.

Inserida por Zanatinha

Zilda — Mãe, Artesã e Guerreira

Zilda, nome forte, de mulher decidida,
MĂŁe que fez da arte o fio que tece a vida.
Com linhas, pincéis, agulhas e cores,
Transforma o simples em eternos amores.

Suas mĂŁos, pequenas fĂĄbricas de ternura,
Tecem crochĂȘ com paciĂȘncia e doçura.
No tecido, costura nĂŁo sĂł panos, mas histĂłrias,
Cada ponto, um pedaço das suas memórias.

Com tintas pinta flores que nunca murcham,
Modela o biscuit como quem esculpe a alma,
E entre um artesanato e outro, dĂĄ risada,
Mesmo quando a vida foi dura e pesada.

Ah, Zilda
 mulher de mil batalhas vencidas,
Suportou as dores, curou feridas,
Mas nunca, nunca perdeu a fĂ© —
Na esperança, no amor, no que vier.

Exemplo de caråter, de ética, de bondade,
Honesta, Ă­ntegra, exemplo de verdade.
Cuida dos filhos como quem rega jardim,
E agora acolhe os netos, com o mesmo amor sem fim.

É colo, Ă© conselho, Ă© oração silenciosa,
É força, Ă© coragem, Ă© presença amorosa.
NĂŁo se cansa, nĂŁo desiste, nĂŁo recua,
Seus passos seguem firmes, sua alma continua.

Nos dias difĂ­ceis, ensinou a resistir,
Nos dias felizes, ensinou a sorrir.
E quem a vĂȘ, trabalhando com tanto carinho,
Sabe que Zilda Ă© luz, Ă© afeto, Ă© caminho.

Mãe, te celebramos com orgulho e emoção,
Tua vida é poesia, é arte, é inspiração.
E no crochĂȘ invisĂ­vel que tece nosso destino,
Sabemos: teu amor Ă© o mais belo artesanato divino.

Inserida por Zanatinha

⁠Poesia de um beijo

Seus olhos fixos nos meus
Sua mĂŁo na minha , e derrepente
Seus lĂĄbios encostados no meus
O coração acelerado a mais de mil
O gosto da sua boca na minha
A lua e as estrelas como testemunha
E o vento ao redor dançando e celebrando
O nosso amor

Inserida por Pacula2025

⁠A nossa história parece trågica.

Adoraria nĂŁo ser atropelada por um caminhĂŁo quando vocĂȘ passa
"Estar embaixo Ă© melhor", eu acho
Eu espero ele sair, o semĂĄforo se abrir
O quĂȘ sĂŁo minutos parecem horas,
a Ășnica coisa que resta Ă© o meu batimento acelerado e meu rosto corado
Parece uma tortura estar aqui, mas quem estĂĄ, sabe que nĂŁo quer sair
NĂŁo posso rir, nem chorar
Muito menos gritar
A Ășnica coisa que resta Ă© esperar
Fechar os olhos, enquanto imploro: "venha aqui embaixo me encontrar".

Inserida por skyly

Namorados no mirante

Eles eram mais antigos que o silĂȘncio
A perscrutar-se intimamente os sonhos
Tal como duas sĂșbitas estĂĄtuas
Em que apenas o olhar restasse humano.
Qualquer toque, por certo, desfaria
Os seus corpos sem tempo em pura cinza.
Remontavam às origens – a realidade
Neles se fez, de substĂąncia, imagem.
Dela a face era fria, a que o desejo
Como um hictus, houvesse adormecido
Dele apenas restava o eterno grito
Da espĂ©cie – tudo mais tinha morrido.
CaĂ­am lentamente na voragem
Como duas estrelas que gravitam
Juntas para, depois, num grande abraço
Rolarem pelo espaço e se perderem
Transformadas no magma incandescente
Que milĂȘnios mais tarde explode em amor
E da matéria reproduz o tempo
Nas galĂĄxias da vida no infinito.

Eles eram mais antigos que o silĂȘncio...

Vinicius de Moraes
Para viver um grande amor. SĂŁo Paulo: Companhia das Letras, 1991.
Inserida por Valeriateixeira

⁠"É fĂĄcil confundir inveja com admiração, porĂ©m a inveja acompanha a antipatia e o desafeto, enquanto a admiração antecede o amor "

Inserida por sadicacarvalho

⁠Norma é o norte que aponta o começo,
É base firme, Ă© chĂŁo que sustenta o acesso.
Sem ela, o passo se perde no espaço,
Com ela, o gesto se alinha com o traço.

É a regra interna, o código da alma,
Que traduz o propĂłsito e acalma.
NĂŁo Ă© prisĂŁo, Ă© trilho de escolha,
É guia do sĂĄbio, Ă© voz que acolha.

Norma Ă© clareza no meio do ruĂ­do,
É direção sem que haja alarido.
Quem casa com ela, planta estrutura,
Colhe excelĂȘncia com alma e ternura.

Inserida por ronaldo_jose_damaceno

⁠Constùncia é o compasso da alma que insiste,
É força serena que nunca desiste.
Ela levanta quando tudo fraqueja,
É chama acesa que o tempo não apaga ou despreza.

É ritmo firme, sem pressa ou demora,
É presença diária que nunca vai embora.
Constùncia é o elo entre o sonho e a ação,
É quem constrói castelos com o tijolo da repetição.

NĂŁo grita, nĂŁo salta, apenas permanece,
E no silĂȘncio, tudo ela tece.
É no gesto que se repete com fĂ© e razĂŁo,
Que se ergue a ponte para a superação.

Inserida por ronaldo_jose_damaceno

COMO É DIFÍCIL...
Como Ă© difĂ­cil me afastar,
quando tudo em mim, ainda quer ficar.⁠
Como Ă© difĂ­cil desistir,
quando meu coração ainda sussurra: insiste!
Como Ă© difĂ­cil soltar a Ășltima esperança,
aquela que a gente guarda bem escondida, sabe?
Como se fosse possĂ­vel salvar um futuro
que vocĂȘ nunca, nem quis.

Como Ă© difĂ­cil fazer o que precisa,
quando o que eu gostaria era simplesmente, viver.
Estar contigo. Amar vocĂȘ.
Mesmo que sĂł eu estivesse inteira nisso.
Como Ă© difĂ­cil aceitar que,
a presença sem entrega, Ă© ausĂȘncia disfarçada.
E que acolhimento sem intenção de ficar,
Ă© sĂł mais um jeito bonito de me abandonar devagar.
Eu nĂŁo queria partir,
mas precisei.
Porque antes de te amar, eu precisei me amar o suficiente pra entender que,
eu nĂŁo caibo nos teus limites.
O meu caminho eu sigo,
e a ti desejo, amor.
Porque apesar do silĂȘncio que carrega no peito,
hĂĄ em vocĂȘ uma alma sedenta por amar sem medo.

HĂĄ lugares lindos
a tua espera,
Mas sĂł chegarĂĄ lĂĄ quando nĂŁo temeres,
a tua prĂłpria intensidade.

E quando esse dia chegar,
que saiba reconhecer o milagre de sentir,
sem precisar se esconder.
Ah, como Ă© difĂ­cil...

Inserida por FranBonetti