Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

⁠VocĂȘ me intriga, JĂșlia Alves. Confesso que sou um bom leitor de pessoas (nĂŁo pense de maneira errada, se ligaaa). No entanto, nĂŁo consigo decifrar vocĂȘ. É uma incĂłgnita fascinante — nunca sei ao certo o que vai dizer, e isso Ă© simplesmente extraordinĂĄrio. Desperta em mim uma vontade ainda maior de te conhecer, de mergulhar mais fundo no mistĂ©rio que Ă© vocĂȘ.

VocĂȘ me instiga a querer me perder no brilho dos seus olhos cor de cafĂ©, a deixar meu coração se render completamente Ă s ondas hipnotizantes do seu cabelo. De fato, JĂșlia, vocĂȘ me intriga mais do que posso expressar.

Inserida por marcoantonio04

⁠Peça-me um abraço, junte-se ao meu espaço
Faça de mim seu refĂșgio, o seu relĂłgio sem fim
Deixa eu te viver, saber te convencer que perto de ti nĂŁo quero me mover
Quando meu peito encontra o teu, meu sangue ferve teu cheiro
Meu coração de apogeu, esquece que vais ser apenas passageiro

Inserida por carlosguilhermegds

Cinzas
Viver? Morrer?
Isso nunca foi culpa sua.
Mas, quanto a amar Pedro?
Isso, sim! Isso vocĂȘ poderia ter evitado.
Mas por que permaneceram?
Sinto falta de Pedro.
Sinto sua falta.
Sinto falta de nossos encontros,
E sinto muita mais falta de nossas despedidas.
Até mais!
Até mais...
Nada mais.

Inserida por TerezaDuzaiBrasil

⁠“A infñncia que vive em mim”

HĂĄ quem diga que crescer Ă© endurecer.
Que ser homem Ă© calar o choro, esconder o afeto, vestir a couraça da indiferença e marchar rumo a uma vida prĂĄtica, mecĂąnica, “funcional”.
Hå quem diga que o adulto de verdade não corre com crianças, não ri alto, não se importa demais, nem se curva ao sentimento.

Mas eu digo:
Que espécie de adulto é esse, que matou dentro de si a melhor parte da vida?
Que espécie de maturidade é essa, que exige sepultar a alegria sóbria, a leveza consciente, o riso genuíno?

Eu cresci.
Mas nĂŁo endureci.
Não porque minha vida foi leve —
mas justamente porque ela foi pesada demais.

Fui ferido cedo, por mĂŁos que deveriam me proteger.
Fui machucado por palavras que deveriam me ensinar.
A vida me mostrou seu lado mais cruel ainda na infñncia —
mas em vez de repetir o ciclo,
eu decidi quebrĂĄ-lo.

NĂŁo com raiva,
mas com carinho.
NĂŁo com revolta,
mas com escolhas firmes.

Hoje eu cuido.
Cuido da casa, do corpo, da mente.
Faço minhas obrigaçÔes, limpo o chão e a alma.
E quando tudo estĂĄ em ordem,
eu calço os tĂȘnis e vou correr com o vento.
No campo, entre crianças que ainda não sabem o que é dor profunda,
eu brinco, eu sorrio, eu permito que a luz entre.

Não sou um crianção.
Sou um adulto que carrega dentro de si uma criança viva, curada, acolhida.
Sou o reflexo do que eu gostaria que tivessem feito por mim.
Sou o abraço que eu não recebi, o riso que me negaram,
a presença que me faltou.

Brincar com uma criança, ouvir suas gargalhadas, ver seus olhos brilhando com algo tão simples quanto uma bolinha de plástico —
isso nĂŁo Ă© perda de tempo.
Isso é reconciliação com a vida.
É lembrar que ainda vale a pena viver.

A sociedade nĂŁo entende.
Rotula. Julga. Distorce.
Acha que maturidade Ă© viver cansado, seco, amargo.
Mas eu aprendi que viver de verdade Ă© manter a alma limpa, mesmo depois de toda a lama.
E que o amor, quando Ă© consciente, Ă© a forma mais elevada de sabedoria.

Minha mĂŁe talvez nunca entenda.
Talvez ninguém entenda.
Mas tudo bem.
Porque eu entendo.
E essa compreensĂŁo me basta.

Ser adulto, pra mim, Ă© ter responsabilidade sem perder a ternura.
É saber quando falar firme e quando calar em respeito.
É saber que a dor do outro importa, mesmo que ninguĂ©m veja.
É limpar uma casa e limpar uma alma no mesmo dia.
É correr atrás do vento sem fugir da realidade.

NĂŁo vou me tornar morto por dentro sĂł para caber no molde do que dizem ser "adulto".
NĂŁo vou me tornar frio porque o mundo se esfriou.
Vou seguir aquecendo coraçÔes com o que me restou de luz —
e com o que eu reconstruĂ­ com minhas prĂłprias mĂŁos.

E quando alguĂ©m me chamar de “bobo”, “infantil” ou “sensĂ­vel demais”,
eu sorrirei,
porque sĂł um tolo confunde pureza com fraqueza.

Eu sou forte —
porque escolhi amar mesmo depois da dor.
Sou maduro —
porque cuido da vida que existe em mim e ao meu redor.
Sou feliz —
porque reconheci que ser adulto de verdade Ă© nunca abandonar a criança que sobreviveu dentro de vocĂȘ.

Inserida por Salatiel

⁠SAUDADES DE VOCÊ (soneto)

A saudade hoje me acordou
Com a solidĂŁo de tua voz
Nesta manhĂŁ fria que abortou
Uma dor dilacerante e feroz
Suscitou a ternura do teu beijo
Na ausĂȘncia do teu triste olhar
Anoitado no solitĂĄrio desejo
Dos carinhos em nosso amar

Alvoreceu os antigos sentidos
Dos abraços por nós jå partidos
Amarelados nos tempos antigos
Pra tal, alegou a minha razĂŁo
Nossos segredos em inspiração
Poesia que foi a nossa paixĂŁo.
(Saudades de vocĂȘ.... Arranha o meu coração).

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Maio, 14/05/2010, 08’07” - Rio de Janeiro, RJ
Laranjeiras

Inserida por LucianoSpagnol

⁠TEMPO REMOTO (soneto)

É bom que eu prose ao lĂ©u, assim acostumo
na solidão, da privação de um amor passado
pois a lembrança surrara no pesar suspirado
perdendo no versejar aquele rĂ­tmico prumo
TerĂĄ, e virĂĄ, um certo dia, entĂŁo, presumo
um sentido para o verso, o mais sonhado
talvez o que mais mime, o mais encantado
que anuncie juras, e sensação para o rumo

E, se ao chegar a hora de um verso absorto
que nĂŁo se apague o ardor, seja conforto
poético, velando a minha aflitiva soledade
Ouvidos não darei a inspiração sem alento
pois, poesia de saudade tem padecimento
mesmo que de boa lembrança, a saudade.

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
14 junho, 2025, 15’09” – Araguari, MG

Inserida por LucianoSpagnol

⁠**Diário de Aline Caira – 14 de Junho de 2025**

Queridos leitores,

Hoje, 14 de junho de 2025, o dia começou de forma tranquila. Despertamos por volta das 8h e, após um breve retorno à cama para um descanso adicional, desfrutamos de um café da manhã tardio, quase um almoço, às 11h15. Essa é uma tradição carinhosa que cultivamos nos fins de semana.

Após o café da manhã, dediquei-me às tarefas domésticas, enquanto minha filha explorava sua criatividade com vídeos no celular. Tive também uma conversa com um amigo do Rio Grande do Sul, que me auxiliou na locação do imóvel para nossa futura mudança. Graças a Deus, ele nos ajudou, enquanto todos nos viraram as costas.

Preparei então o almoço da minha filha, seguindo um cardåpio nutritivo e variado que ela iniciou na segunda-feira, 09/06/2025. Ele inclui abobrinha verde, chuchu, cabotia, agrião, batata, cenoura, berinjela, espinafre, repolho branco, repolho roxo, couve, cebola, frango desfiado, tomate, macarrão espaguete e um toque especial de creme de leite.

Após o almoço dela, permiti-me um breve descanso, mas logo fui impulsionada por uma energia revigorante, como se vinda diretamente do céu, e consegui realizar todas as tarefas pendentes: lavei a louça, limpei a pia, higienizei os banheiros, passei pano na casa, lavei a lavanderia e organizei o lixo na garagem. Para finalizar, coloquei os panos e chinelos para lavar.

Para o jantar, preparei para minha filha cereal com leite e achocolatado, enquanto eu optei por um simples miojo com dois dentes de alho. Hidratei-me bastante com ĂĄgua.

Minha filha estĂĄ agora no banho, ainda demonstrando alguma resistĂȘncia em realizar essa tarefa sem minha assistĂȘncia. Aos 11 anos, ela ainda sente que devo dar-lhe banho, mas estou sendo firme em ensinĂĄ-la a ser independente. Ela se mostra um pouco irritada no inĂ­cio, mas logo tudo se resolve.

Enquanto escrevo, ouço seus protestos do banheiro, alegando dificuldades em lavar algumas partes do corpo. Mas sei que é apenas uma birra passageira.

ApĂłs ela terminar, tomarei meu banho e descansarei para mais um dia que se aproxima.

Infelizmente, não foi possível levar as coisas para o apartamento hoje, pois minha vizinha Letícia, que gentilmente iria me emprestar seu carro, precisou ir ao hospital para receber medicação e realizar exames. Espero poder ir amanhã, se for da vontade de Deus.

Desejo a todos uma noite abençoada e tranquila na paz de Deus. Que o amor, a saĂșde, a paz, a tranquilidade, a fraternidade e tudo de bom invadam os lares de cada um de vocĂȘs.

Lembrem-se sempre: vocĂȘs nunca estĂŁo sozinhos. Deus estĂĄ ao lado de cada um.

Sejamos fortes e resilientes. Deus no comando.

Inserida por AlineCairaG

⁠Seus pequenos gestos de afeto são grandes demais para o meu coração.

Inserida por eleno_carvalho

⁠A intensidade de algo que sinto, mas nĂŁo consigo medir, Ă© algo sentimental, quase sem consentimento — intenso como o Ăłdio, vil como o desdĂ©m e, em contraparte, puro como a gentileza. Tudo que envolve esse sentimento Ă© vida. Mas logo eu, dono de tal sentimento, estou morto — nĂŁo por tĂȘ-lo, e sim por nĂŁo ter vocĂȘ.

Inserida por Levensten

⁠Ser solteiro é como dançar livremente sobre as estrelas,cada passo é um momento de descoberta, cada giro é uma nova chance de se encontrar e a jornada é repleta de possibilidades infinitas

Inserida por dunga_trismegisto

⁠Sou a engraçada.
A mimada que ri alto demais,
que fala sem filtro,
que abraça pra não desabar.
A que sonha pelos outros,
e aconselha mesmo quando ninguém escuta.
Mas no final...
quem Ă© que fica?
O que me leva ao cinema
na intenção de não ver o filme?
Ou o ex que diz que ama, Que eu sou a mulher da vida dele mas nĂŁo tem coragem de falar isso sem visualização Ășnica?
Ninguém fica.
Ninguém.
VĂȘm, arrancam uma pĂ©tala,
levam um pedaço,
e vĂŁo embora como se nada fosse.
Até quando serei só lembrança?
A amiga de todos,
a Ășltima a ser lembrada,
a que sempre ajuda, mas nunca Ă© chamada?
Cansei.
Agora tem espinho no lugar da flor.
Agora, quem vem, sangra.
Agora, quem tenta colher, se fere.
Porque nĂŁo levo mais flores nos dedos.
Levo cicatriz.
Levo silĂȘncio.
Levo tudo o que me deixaram.
E nĂŁo...
não leva mais pétala.

⁠Sou o fogo que arde em teu ser
Sou ĂĄgua que mata tua sede
O castigo da tua presunção
As espada caudal sem razĂŁo

Sou a torre mais alta de fel
As estrelas lĂĄ do cĂŁo maior
O alpendre da anunciação
Um papado de um bispo sĂł

Sou o ar que repiras na dor
O calor que ressoa no ar
Uma flor que insiste em florar
E o vento que nĂŁo quer soprar

Sou reflexo de lua no mar
Infinito e eterno esplendor
Dia quente em puro calor
Um deserto de ilhas sem fim

Sou uma ilha deserta em mim
Uma histĂłria feliz sem amor
Um amor infeliz a durar
A tristeza do riso sem fim

A pintura de um riso sem cor
Um inverno trovejando em si
Dialeto latino ou tupĂ­
Sou um peito repleto de amor

Inserida por jmsrosa

⁠Ela estava lå
Inébria, sombria
Frígida como uma mulher em puerpério

Seus cabelos acobertos
Em capuz de feutro negro
Davam o tom em branco e preto
Clima de cemitério

Enquanto eu escrevia
Me sussurrava aos ouvidos
Palavras, estalidos
InspiraçÔes de cortesia

Era sim, a prĂłpria morte
Do meu lado a gargalhar
Afagava-me os cabelos
Entre vida e pesadelo
Inspirando meu desabafar

Ali estava ela, ao menos mais uma vez
É que ando morrendo demais
Um poeta morre vez ou outra
E aquele era sĂł mais um dia
Entre escritas e agonia
Entre letras mortas e vazias
O meu Ăłbito de nĂșmero trinta e trĂȘs

Inserida por jmsrosa

⁠Descobri na dança, a poesia que a minha alma precisava.

Inserida por rafael_tolentino

⁠Ame enquanto estiveres em vida.

Inserida por kupota_cipriano

⁠Impossível calcular os passos que damos... AME e não se importe!

⁠Demorei tempo demais pra entender que tentar ser tudo pra todo mundo só me destruía. A necessidade de ser aceito me fez esquecer quem eu era.

Inserida por RonnieLeite

⁠Eu estudo a alma humana e existem motivos para que uma pessoa aja de uma derminada maneira, mas quando se trata de amor, parece não ter lógica nenhuma.

Inserida por eleno_carvalho

⁠“Ela”

NĂŁo sei se sĂŁo seus olhos,
um brilho tĂŁo radiante.
Ou o sorriso, que me revigora.
Låbios tão vermelhos quanto meu coração,
Acelera tantas batidas em mim, que me perco.
Um amor policromĂĄtico, sempre brilhante,
Com seu jeito, nenhuma palavra consegue te descrever por completa,
Apenas apreciando vocĂȘ toda, com os meus olhos,
E pensando em nĂłs juntos,
Faz meu dia perfeito.

Inserida por matheus_salasario

⁠De todas as maneiras que hå de amar nós jå nos amamos.

Chico Buarque

Nota: Trecho da mĂșsica De todas as maneiras.

Inserida por pensador