Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Eu acordei chateado, sem motivo. Conversando com o meu irmĂŁo, ele me perguntou:
â Ei, nĂŁo fica assim, o que te faz feliz?
Eu dei um grande sorriso e disse seu nome.
<3 viva sorrindo, nĂŁo entre prantos, viva vivendo e nĂŁo se preocupando, sua vida Ă© tĂŁo boa, nĂŁo tem o que reclamar, outras pessoas estĂŁo piores, Ă© sĂł observar. Mendigos morrendo de fome, vocĂȘ com o celular no jantar, pessoas que nĂŁo podem enxergar mais tentam cantar, pessoas sem dinheiro que morrem de trabalhar. Garota, por que estĂĄs Ă chorar?
âșGarotos TambĂ©m Choram
Eu queria uma amiga para conversar sobre tudo que estou pensando
Sobre a saudade que fica me atormentando
Sobre a solidĂŁo que fica me perturbando
Sinceramente nĂŁo estou aguentando, estĂŁo me mutilando
Eu estou lutando para nĂŁo me lembrar
Estou lutando para nĂŁo relembrar daqueles dias
Tento esquecer daquelas brigas ridĂculas
Criadas apenas para complicar as nossas vidas
Sinto falta de ti, Vitoria, sinto tua falta mesmo agora
E sei como estou sendo um completo idiota
JĂĄ deves ter esquecido que comigo teve uma pequena histĂłria.
No começo eu estava aceitando a despedida
Mas percebo como minha mente foi iludida
Escrevi aquela rima dizendo que estĂĄ feliz
NĂŁo menti, naquele momento foi o que senti
Mas agora me encontro aqui pensando em ti
Lembrando do seu sorriso destinado Ă mim
Das brigas que viravam alegrias, era sempre assim
Triste por ter chegado ao fim
E estou escrevendo esse texto para vocĂȘ
Infelizmente jamais irĂĄs ler
E as lĂĄgrimas da saudade tento conter.
Ah, se a Ana ainda estivesse na minha vida
Eu conseguiria suportar a perda daquela amada querida
Gostaria tanto que fosse esquecida
Pois assim eu nĂŁo teria essa recaĂda
E não tem ninguém aqui para me passar uma dica
Que a minha alegria seja devolvida
Eu nĂŁo posso mentir dizendo que jĂĄ superei, que Ă© passado
Gostaria de verdade de possuir um coração gelado.
Sinceramente, parece que não encontrarei alguém como ela
E jamais poderei por a culpa nela por terminarmos a nossa novela
Tantas coisas que precisam ser feitas, e nĂŁo sĂŁo
Meu pensamento entrou em convulsĂŁo, alerta
Para minhas perguntas gostaria de ter as respostas corretas
Mas serå que não mereço nem se quer uma brecha?
Vivo nessa cela, e na porta estĂĄ colado a foto dela
E como uma bruxa ela havia me enfeitiçado
E agora mais do que nunca me sinto solitĂĄrio
Se eu tivesse um diĂĄrio, registraria meus erros
E também os meus medos, estou aqui identificando eles.
Eu jĂĄ chorei por perdĂȘ-la, que babaquice nĂ©?
Quem conheço me chamaria de mané
Por chorar a despedida de uma mulher
Afirmando que existe muito mais, eu sei
Mas o que passei com ela serĂĄ, para sempre, Ășnico
E eu gostaria de poder encontrĂĄ-la e dizer que sinto muito
Por ter sido tĂŁo imaturo ao ponto de ser frio
Eu estava tĂŁo inseguro
Que acabei nĂŁo valorizando tanto o seu sorriso.
Queria tanto voltar ao passado e nĂŁo tĂȘ-la conhecido
Por que assim, vocĂȘ nĂŁo teria sofrido, nem eu.
Eu estou levando a vida, e ela me levando
Estou sempre tropeçando, e ela sempre me levantando
Eu jĂĄ mudei, mas tem um porem
Desejo que tu encontre alguém, sempre desejarei seu bem
Quem sabe meu amigo me apresente novamente para uma garota
Mas termino aqui ao cair da Ășltima gota
NĂŁo me chamem de trouxa por amar tanto uma pessoa
Garotos também choram, pela saudade que os destroem.
Como encantaste o mundo com esse sorriso magnifico, moça? o sorriso que tiraria o preto e branco para o colorido de qualquer um daltÎnico no mundo...
" Som ''
Hoje Estava ouvindo os som Que ecoa dentro de min,
E Lembrando disto Lembrei Que aquele seu som Ainda bate em min,
O som chama Batida
Batida de um coração
Coração forte e que grita grita chamando
Chamando um som...
Sob cada horizonte
Estive a sua procura
Correndo Montanhas a montanhas
Entre mil tempestades
E um milhão furacÔes
Sempre atrĂĄs de vocĂȘ
Mas nunca achando
As vezes penso em desistir
Mas me pego pensando em ti
NĂŁo consigo parar de pensar
Nao importa o quanto corra
Nem o quanto fuja
Estou amarrado a uma Ăąncora que Ă© vocĂȘ
SOBRE ELA
Ela soube, desde o começo ser:
Ser partĂcula no universo de versos.
E ser desigual Ă s partĂculas que sĂł sabem querer ser.
Ela tem a voz do Universo em seu ser.
Ouvindo-a, na enxada ou na patrola nivela caminhos...
Caminhos que a levam a aprender e fazer acontecer.
Sentindo-a ser uma partĂcula.
Sem saber, se de ĂĄtonos.
Se apassivadora ou se elementar.
Acharam ser ela, fragmento ou migalha.
Acharam que fora, podiam ela colocar.
PartĂculas desiguais sĂŁo analfabetas no sistema.
Ela Ă© mais que podiam achar.
E ante a tese perdida, dela ser partĂcula.
Conceberam ela ser, um cometa com calda extensa.
Precedendo o prĂłximo cometa passar.
E aspirantes Ă astronauta, hĂĄ anos...
Arquitetam planos, soberbos contra ela.
Sobre ela, aspirantes, nada hĂĄ de saber.
Ela Ă© partĂcula do universo de versos.
E ela Ă© conveniĂȘncia na decĂȘncia.
Até quando contrårio possa parecer.
E quando pensavam ela ser partĂcula:
Ela era antipartĂcula no conjunto de um todo.
Nos nomes prĂłprios que ela tem.
Ela Ă© vidro polido e metalizado.
Reflete luz e imagem reproduz.
Ela Ă© espelho que buscam se espelhar.
E quando pensam ela ser cometa: Ă© Ăłrbita.
Ora hipérbole, de distùncia fixa e constante.
Ora parabĂłlica antena que tudo captou.
E em eletricidade novamente se transformou.
Novos canais ela buscou e se reinventou.
E nela o Universo reverso do verso despontou.
Renasceu conjunto de todos os astros.
Com tudo que neles exista.
E Ăłrbita, se transformou em sistema solar.
Com planetas e satélites, sistema do mundo veio se tornar.
E ela Ă© o mundo, nada imundo.
Ela Ă© o sol, reluzente ofuscante aos olhos aspirantes.
Perto dela nĂŁo consegue chegar!
Ela é o céu, e às estrelas a brilhar.
Ela Ă© a lua, de luz refletida pelo sol.
Ela Ă© o ciclo lunar, nas suas fases de mudar.
E ela Ă© quarto crescente e minguante.
Que causa impacto cultural.
Ela Ă© lua nova, inova, no social.
E ela é lua cheia, equinócio de março.
Ela Ă© paixĂŁo e ela Ă© pascoal.
Na conveniĂȘncia que tem.
Em eletricidade transformada, ela Ă© no mundo reinventada...
O conjunto dos quatros elementos que na natureza hĂĄ:
E ela Ă© Cleuta e Ă© InĂȘz!
Ela Ă© Christina e Ă© PaixĂŁo!
E toda junto traz amor e paz no coração, na mente a razão.
E ela Ă© Cleuta, dominadora e soberana.
E Cleuta Ă© o elemento Terra no sistema solar.
E ela Ă© substĂąncia em seus habitantes a orquestrar.
E ela é terra pisoteada, e é fértil.
E nela tudo que planta, colher-se-ĂĄ.
E ela Ă© InĂȘz, pura.
E InĂȘz Ă© o elemento Ăgua no sistema natural.
E ela Ă© substĂąncia formadora de rios e mares.
E ela Ă© ĂĄgua pura para beber.
E dela regam plantam para crescer, frutificar e todos alimentarem.
E ela Ă© Christina, ungida do Senhor.
E Christina Ă© o elemento Ar no sistema natural.
E ela Ă© substĂąncia composta por nitrogĂȘnio e oxigĂȘnio.
E ela Ă© ar puro de se respirar.
E nela hĂĄ unção que abarca a Cleuta, a InĂȘz e a PaixĂŁo.
Ela Ă© PaixĂŁo, de nascimento e de intenso sentimento.
E PaixĂŁo Ă© o elemento Fogo no sistema natural.
E ela Ă© substĂąncia de combustĂŁo viva.
E ela Ă© Fogo ardente e explosivo.
E nela aspirantes não conseguem inflamar com difamação.
E ela, junto ou separada Ă© uma sĂł.
E ela Ă© conveniĂȘncia do domĂnio:
Material intelectual e moral.
E ela Ă© tudo e Ă© o estudo de tudo que hĂĄ.
E ela constituĂda com as outras substĂąncias...
Ă a razĂŁo da natureza em todo caminhar.
E ela em conjunto com elas Ă© jurĂdica.
E ela Ă© relato de ato legal:
Ato seu e de seus aspirantes de insano constante.
Que planos arquitetam, para ela prejudicar.
Ela Ă© o verso e Ă© o reverso,
para sua histĂłria contar e desenfardar.
As mais belas palavras se perdem diante da nobreza dos gestos puros, envolvidos por atitudes carregadas de amor.
Tarde de mais pra pedir perdĂŁo
Tarde de mais...
VocĂȘ magoou meu coração
Me fez sofrer, me fez chorar
E agora pedi pra voltar?
Meu......
Meu coração não é mais teu
VocĂȘ partiu e escolheu
Um aconchego em outro lar
E agora que se arrepeudeu
Chorando pedi pra voltar
NĂŁo da...
NĂŁo da...
NĂŁo vou sofrer de novo
O que jĂĄ sofri
Nem chorar de novo
O que jĂĄ chorei
NĂŁo tem outra vez
Acabou pra mim
O nosso amor
Chegou ao fim.
Deus olhou para mim, se aproximou, segurou em minhas mĂŁos, sorriu em silĂȘncio, me fez lembrar que o amor se cala quando o silĂȘncio Ă© necessĂĄrio, nĂŁo havendo nada em mim que o atraĂsse, mesmo assim, simplesmente me amou e com o olhar disse tudo que eu precisava ouvir. Tocou os meus pĂ©s e me fez ter certeza de que Ele nunca esteve longe.
Preciso do seu aconchego, preciso acordar e te ver do meu lado, preciso saber que enquanto eu estiver lå na França alguém do Brasil numa cidadezinha vai estar me amando.
Para mim , se apaixonar era um ato tĂŁo simples , da mesma forma como despejar palavras em um papel. NĂŁo existia rejeição , distancia e muito menos incertezas. Ao sentir um aperto no peito , como se algo estivesse se quebrando , me dei conta que a reciprocidade Ă© mais possĂvel nas simples palavras em uma folha rasgada.
Vai-te toda sorte de maldade,
Nem que custe minha prĂłpria sangria,
Que reste somente a saudade,
Aquela que respeite minha alegria.
JĂĄ fartei-me do algoz,
Rude escravo do amor,
Agora, quero ficar a sĂłs,
Trazer de volta minha cor.
Fosse outrora a despedida,
Adiaria, outra vez, sua ida.
Agora, jĂĄ fartei-me desta lida.
Quero o peso da leveza,
O brilho da destreza,
E o desprezo Ă tristeza.
Outrora o mel era amar,
A nobreza estava em se doar,
Agora Ă© pra mim mui amaro,
Esse ofĂcio ficou muito caro.
Amar ficou mais desumano,
NĂŁo passa de um pensar insano,
Do amor tentei me desarmar,
QuĂŁo difĂcil Ă©, porĂ©m, desamar!
Amar era uma completude,
O deslizar sobre a amplitude,
Virou jogo de mera destroca,
Um status de gente matroca.
