Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
[Te Te Te]
"Te quero.
Te adoro.
Te amo.
Te quero na cama.
Te adoro nos sonhos.
Te amo na vida.
Te quero ao meu lado.
Te adoro nos beijos.
Te amo nos abraços.
Te quero.
Te adoro.
Te amo."
Quando uma pessoa especial mexe com nosso coração nĂłs simplesmente perdemos o compasso e passamos a andar bobos e meio sem sentido, vocĂȘ Ă© assim e nao me imagino ando pelas trilhas da vida sem vocĂȘ ao meu lado com esse seu sorriso perfeito sempre me encorajando a seguir em frente, passo as horas do dia a pensar em vocĂȘ e quando a tristeza me invade eu apenas penso que o simples fato de ter te conhecido jĂĄ Ă© o bastante pra eu sorrir. Amor nunca vai embora e nĂŁo se esqueça que vocĂȘ Ă© o tesouro mais precioso que existe na minha vida e que se for preciso darei a minha vida pra te ver feliz e te proteger mesmo que pra te ver feliz eu tenha que ver vocĂȘ feliz com outra pessoa
Ă mina, vocĂȘ atĂ© que Ă© linda
Mas nĂŁo entendo o que vocĂȘ fala
NĂŁo falo sua lĂngua
Ă, sua lĂngua tĂĄ afiada
Te falei uma pĂĄ de coisas lindas
Ă vc nĂŁo me falou nada
Dona dela mesma
Sem paciĂȘncia
Mas foi com a minha cara
Talvez, a escolha certa, Ă© sobre quem topa passar com vocĂȘ os piores momentos da vida.
Assim, os bons momentos serĂŁo belas recompensas!
Espiral
O que ser, quando descobrir na vastidĂŁo de diversas dimensĂ”es, que as estrelas correram atrĂĄs de ti, que elas dançavam com teu amor. Que o gigante caçador a natureza imitou, quando o universo surgiu em ti e as constelaçÔes espalhavam-se em teus olhos. O que ser, quando descobrir que o universo descansa em ti e as auroras colorem tua alma e mandam cartas em espiral, e um ser recebe cata-ventos no fim do começo, o azul Ă© o inĂcio de infinitos tons, tentado acertar o amor que as estrelas costumavam a dançar. EntĂŁo eu surgi no tempo, e o universo Ă© uma xĂcara de cafĂ©, praticamente composta com a mesma posição relativa na esfera celeste, com uns meteoritos doces dando a impressĂŁo de cair e as nebulosas pro que eu esqueci, quando vi o universo atravĂ©s de ti. E o que jĂĄ era tempo? Eu me perdi, no espaço-tempo em ti.
O que ser, quando se perde no espaço das estrelas e das galåxias...
O que ser, quando se perde na sucessão dos anos, dos dias, das horas [...] das estaçÔes...
Em ti.
ExatidĂŁo ou solidĂŁo
No momento prĂłprio, para alguma coisa, a permanĂȘncia do tempo Ă© uma estação. Ăs vezes dizem que pareço com as cores que absorvem a luz. Eu costumo gostar de azul, e no temporal de chuva e vento eu sempre perco o calor e um amor. Eu conservo a calma, e escrevo sobre a ausĂȘncia que se situa no tempo. O assentimento Ă© como um pedido de confirmação, a agitação violenta da atmosfera nĂŁo balança mais meu coração. O verde ainda habita em seus olhos, penso que a incĂłgnita Ă© se ainda floresce em meu coração, ela costumava a ser como um jardim de inverno, que eu envidraçava e enchia de luz. Aos poucos ela foi perdendo o brilho, o movimento ou a ação, foi afrouxando e cessando de viver, finar-se, o temporal era um mar intenso, marĂtimo sofrimento profundo, desaparecendo de mim. JĂĄ nĂŁo era quente, nem morna... Era o tempo com vocĂȘ. A pigmentação desaparecia em seu rosto. Eu queria cor, mas dava tempo ao tempo que a levou. Errei, acalmei, aceitei, esfrie, guardei, um pouco do que amei, e se amei. Ela desaparece em mim. Ah tempo que eu lembro, da impressĂŁo que a luz refletida em seus olhos dilatados, pelo seu corpo colorido, tom rosado de pele humana, era a expressividade de linguagem, realce e tom, feição coração profundo coral ornamental, vistosa flor era ela. E o vento, tempo ela levou com si. E eu aprendo a viver sem ti. ImpassĂvel de paixĂŁo, sĂł um calor comunicativo. Foi Ă intermediação de uma grande paixĂŁo. A quem diga que foi uma grandeza de amor.
Minha Caetité
Teu passado Ă© de glĂłria
Faz parte da histĂłria
Povo hospitaleiro
O sol brilha de Janeiro Ă Janeiro
Terra do amor
Tem o seu filho mais ilustre, um grande educador
Sua histĂłria e verdadeira
Ele Ă© o grande AnĂsio Teixeira
Deixou o seu legado
Caetité princesinha do meu estado
O povo Ă© soberano
Não a quem não conheça, Waldick Soriano
Tem garoa no mĂȘs de julho
Minha terra Ă© o meu orgulho
Pois digo com toda certeza
Aqui nĂŁo hĂĄ tristeza
O povo Ă© quem diz
Caetité cidade feliz
Quem aqui vem
Fala que nĂŁo tem
Um lugar que faça tão bem
Terra de muita fé
Essa Ă© minha terra
Essa Ă© minha caetite
VocĂȘ Ă© inexplicĂĄvel
Uma tempestade que devora
VocĂȘ estĂĄ aqui,
Ou nĂŁo foi embora
VocĂȘ Ă© assim
Cheia de surpresa
Mas sabia que muito especial pra mim
VocĂȘ Ă© o começo
Ou serĂĄ que Ă© o fim
Como vocĂȘ mesmo diz "enfim"
VocĂȘ Ă© a brisa do mar
Ă o seu jeito de amar
Ă o medo de dar
E nĂŁo receber
Mas quem te conhece
Vai perceber
VocĂȘ Ă© meiga
Em uma garota durona
VocĂȘ Ă© sim
SĂł basta enxergar
NĂŁo com os olhos
Mas com a alma
VocĂȘ Ă© o que devora
Mas também o que acalma
Tem seus defeitos
Mas me fala quem Ă© perfeito?
E vocĂȘ Ă© perfeita com os seus defeitos
Bem assim, do seu jeito
Meio desacreditada
Que nĂŁo foge de qualquer parada
Garota marenta
Que diz que nĂŁo gosta de frescura
Mas tu é um poço de doçura
Um pouco de tudo
De surpresa e loucura
Uma verdadeira formosura
O mundo pode ter feito vocĂȘ chorar
Mas sabia que nesse mundo vocĂȘ foi feita pra se alegrar
Basta apenas acreditar
VocĂȘ Ă© o doce mais doce que hĂĄ
VocĂȘ Ă© coisa mais linda
Que Deus colocou no mundo pra poder amar.
Tantas poesias e inĂșmeras mensagens... bem, tudo inĂștil! VocĂȘ nunca irĂĄ ler, porque nenhum verso meu lhe serĂĄ apresentado e nenhuma das tantas mensagens que escrevi serĂŁo enviadas....
Enfim, vocĂȘ jamais saberĂĄ que seus olhos castanhos, que me parecem muito peculiares aos de qualquer outro, Ă© minha inspiração ou que seu sorriso Ă© o motivo do meu...
Então, eu sei... são só bobagens poéticas, porém são tão verdadeiras que chegam a machucar!
(*...)
