Incentivo a Leitura

Cerca de 3391 frases e pensamentos: Incentivo a Leitura

⁠"Nós sabemos que sabemos, mas raramente questionamos nosso entendimento e leitura da realidade".

Inserida por HeliezerdeSouza

A leitura é o estímulo, é a imaginação, é o exemplo, é o prazer.

Inserida por NinoCarneiro

⁠Caminhar é uma ótima leitura.

Inserida por NinoCarneiro

⁠Viajar na leitura de um bom livro é uma das melhores coisa a fazer.

Inserida por jose_nilton_de_faria

⁠A Leitura nos eleva e nos faz enxergar o mundo com outros olhos.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN Terra dos Cordelistas
15 fevereiro 2025

Inserida por gelsonpessoa

⁠Se existir um remédio para viciados em leitura, ele deverá vir sem bula

Inserida por opoetizador

Será que o homem sabe ler ou apenas emite o eco, o som das palavras em seus lábios?! A leitura é um preparatório para tirar o ser humano de onde está e transportá-lo para um plano que faça parte do que é saber ler, interpretar, compreender o significado das palavras. Ler por ler é como ir a uma festa por ir, é como beijar para apenas tocar os lábios e não para sentir a espessura da carne, é como olhar por olhar para uma pessoa sem reparar se as suas pupilas estão foscas ou brilhosas. Ler é uma interpretação do coração, pelo o que ele sente ao sentir o efeito do alfabeto, das letras, das palavras em sua alma. Ler é belo, mas entender a fala de um livro é uma purificação, é sentir o toque da educação em sua vida. Para ler exige alguém escrever para lermos, sem escritores, autores, leremos aquilo que apenas conseguimos escriturar. A leitura é uma temperatura, um solo que aquece o coração, a mente e o corpo. É um submarino que nos conduz no oceano do escritor que nos permite acesso para conhecer o seu trabalho entre páginas de papéis e rascunhos transformados em em exemplares. Ler não é somente valorar quem escriturou com esforço, mas saber que ler é uma terra de ideias, é uma rosa que floresce, é uma bailarina que depois que aprendeu a desvincular os seus giros e torná-los dessemelhantes nunca mais parou de falar com os seus pés. Ler é resenhar, rasurar a ideia do literato e interpretá-la ao seu entender e saber.

Inserida por oxigenandoosvivos

Se a leitura não tocar a áurea do ser, tão pouco saíra coisas significativas e permanentes.

Inserida por oxigenandoosvivos

⁠Se você sabe ler, aproveite a leitura enquanto há tempo.

Inserida por LuizVentura

⁠Ninguém crescerá em intimidade com Deus, se não investir tempo no lugar secreto, na leitura diária da palavra e na consagração.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠No dia 24 de maio de 1738, numa pequena reunião na Rua Aldersgate, Wesley ouviu a leitura de um antigo comentário escrito por Martinho Lutero, sobre a carta aos Romanos, onde ele relata em seu diário que sentiu seu coração se aquecer. Essa experiência de Wesley não transformou somente ele, mas uma nação e posteriormente se espalhou pelos confins da terra aquecendo os corações de homens e mulheres por varias gerações, chegando até os nossos dias.
Testemunho de Wesley: “Cerca das nove, enquanto ouvia a descrição que Lutero fazia sobre a mudança que Deus opera no coração através da fé em Cristo, senti que meu coração ardia de maneira estranha. Senti que, em verdade, eu confiava somente em Cristo para a salvação e que uma certeza me foi dada de que Ele havia tirado meus pecados, e que me havia salvo da lei do pecado e da morte. Comecei a orar com todo meu poder por aqueles que, de uma maneira especial, me haviam perseguido e insultado. Então testifiquei diante de todos os presentes o que, pela primeira vez, sentia em meu coração”.
Nos 50 anos seguintes, Wesley pregou em média de três sermões por dia; a maior parte ao ar livre. Milhares saíram da miséria e imoralidade e cantaram a nova fé nas palavras dos hinos de Charles Wesley, irmão de John. Os dois irmãos deram à religião um novo espírito de alegria e piedade.
Eu sempre digo: Não basta dizer que é Metodista, é preciso ter também a experiência do Coração do Aquecido.
Em Levíticos Deus orienta aos sacerdotes que “o fogo deveria arder ininterruptamente no altar” (Lv 6.12-13). Devemos nos lembrar de que foi Deus quem acendeu o fogo no altar de bronze (Lv 9.24) e os sacerdotes tem a obrigação de garantir que essas chamas nunca se apaguem. O Apostolo Paulo recomenda ordena “não apagueis o Espírito” (1º Ts 5.19).
Assim, todos devem buscar essa experiência transformadora de ter um coração aquecido.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Qualquer um que faça uma leitura cuidadosa das doutrinas calvinistas e das Escrituras, perceberá facilmente que as doutrinas calvinistas se contradizem, contradizem a bíblia, e que as explicações que eles tentam oferecer não explicam coisa alguma, a não serem narrativas falaciosas.

Inserida por VerbosdoVerbo

"No Reiki, o conhecimento se adquire com os bons Mestres de Reiki e a boa leitura; a sabedoria na rotina da vida e observando o comportamento dos Reikianos humildes."

Inserida por JohnnyDeCarli

Imagine algo semelhante ao que lê, não está a usar a leitura do pensamento racional dentro do contexto que está escrito.

Inserida por Marceloassis

⁠Sua leitura agora é um portal: ela ativa seu poder, expande sua visão e envia ondas de riqueza que tocam milhares.

Inserida por isaqueramon

O vício da leitura nos levam ao sonho bom.

Inserida por Negreiros

O vício da leitura é o único que usa componentes químicos, criado pelo próprio organismo.

Inserida por Negreiros

⁠"O vício pela leitura é o único que enriquece o homem. "

Inserida por Negreiros

⁠Analisando...

Baseio a vida como uma correção de um texto, onde cada leitura encontra-se um erro, em cada leitura a vírgula é colocada no lugar certo. Tudo tem um reparo, tem vírgula que foi colocada em um lugar errado. Encontramos ponto que até deveria existir, mas a distração e a emoção; talves a ansiedade de expor a linha de raciocínio fez com que o ponto fosse colocado em um lugar errado. Tudo tem que ser analisado, até um certo tempo tudo tem um reparo. Como um texto avaliativo por exemplo, enquanto estar em seu domínio, ele pode ser analisado e corrigido, mas quando ele é passado para o analista, não poderá ser reparado .
Enquanto tiver forças, trabalhe, conquista, abrace, ame, cuida, cultiva, cativa, perdoe, abenço- e. Faça o bem , planta o bem.
Faça uma análise das suas ações e se encontrar falha...Até um certo tempo, ainda da tempo.. ainda da tempo.

Inserida por mira_neves

O BOM PASTOR, A COLHEITA E O TRABALHADOR FIEL.
UMA LEITURA BÍBLICA À LUZ DA CODIFICAÇÃO ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A expressão “Eu sou o bom pastor” situa-se no âmago da pedagogia moral do Cristo e encontra-se no Evangelho segundo João, capítulo 10, versículos 11, 14 e 15. Nela, Jesus não apenas se apresenta como guia espiritual, mas estabelece uma analogia viva entre o cuidado do pastor e a responsabilidade moral daquele que conduz consciências. O bom pastor conhece as suas ovelhas, vela por elas, antecipa perigos e, sobretudo, sacrifica-se quando necessário. Trata-se de um modelo de autoridade que não domina, mas serve, não explora, mas protege.

À luz do Espiritismo, essa imagem adquire densidade ainda maior. O pastor representa o Espírito que, já mais consciente da lei divina, assume compromisso com os que ainda caminham em graus iniciais de entendimento. Essa função não se confunde com privilégio, mas com dever, pois quanto maior o conhecimento, maior a responsabilidade moral. Tal princípio encontra respaldo em “O Livro dos Espíritos”, questões 614 a 621, quando se ensina que a lei de Deus se resume na prática do bem e que o homem responde pelo uso que faz do que lhe foi confiado.

Quando Jesus afirma “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos”, conforme o Evangelho segundo Mateus, capítulo 9, versículo 37, Ele desloca o olhar do indivíduo isolado para o campo coletivo da humanidade. A colheita simboliza o momento espiritual da Terra, madura para receber o ensino moral, enquanto os trabalhadores representam aqueles que se dispõem ao serviço desinteressado do bem. A escassez não é de recursos, mas de consciências verdadeiramente comprometidas.

Surge, então, a questão central. O que ocorre quando aquele que deseja servir ao Cristo com retidão não aproveita os ensejos oferecidos pelas analogias evangélicas. Aqui se impõe a enumeração das comparações utilizadas por Jesus, todas convergindo para a responsabilidade do servidor fiel.

Primeiramente, a analogia do pastor e das ovelhas ensina vigilância, cuidado e renúncia pessoal. Em seguida, a analogia da colheita remete à urgência do trabalho, pois o tempo oportuno não se repete indefinidamente. A parábola do trabalhador fiel e prudente, presente em Mateus capítulo 24 versículos 45 a 47 e em Lucas capítulo 12 versículos 42 a 46, reforça a ideia da constância no dever, mesmo na ausência aparente do senhor. Já a advertência “Dá conta da tua administração”, registrada em Lucas capítulo 16 versículo 2, amplia o sentido da prestação de contas para todos os recursos morais e espirituais confiados ao Espírito.

A imagem do sal da terra, exposta em Mateus capítulo 5 versículo 13, introduz uma analogia de natureza profundamente ética. O sal conserva, dá sabor e impede a corrupção. Quando perde suas propriedades, torna-se inútil. Sob o prisma espírita, isso significa que o conhecimento espiritual sem aplicação prática degenera em estagnação moral. Tal ensinamento é confirmado em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo 17, item 4, ao afirmar que o verdadeiro espírita reconhece-se pela sua transformação moral e pelo esforço que faz para domar suas más inclinações.

A própria formação natural do sal oferece uma lição silenciosa. Os depósitos salinos resultam de processos lentos e graduais, decorrentes da dissolução das rochas ao longo de milhões de anos. Essa lei natural do tempo e da maturação espelha o princípio da evolução progressiva dos Espíritos, exposto em “O Livro dos Espíritos”, questões 114 e 115, segundo as quais os Espíritos não são criados iguais em adiantamento, mas destinados a alcançar a perfeição por esforço próprio e sucessivas experiências.

No contexto hebraico antigo, o sal simbolizava aliança, fidelidade e compromisso moral. Toda oferta deveria ser temperada com sal, conforme Levítico capítulo 2 versículo 13, representando a incorruptibilidade do pacto com Deus. A chamada aliança de sal, mencionada em Números capítulo 18 versículo 19, reafirma a estabilidade da lei divina, que não se altera, mas se revela progressivamente à consciência humana. Essa permanência da lei moral encontra eco em “O Livro dos Espíritos”, questão 617, quando se ensina que a lei de Deus é eterna e imutável em seu princípio.

A parábola dos trabalhadores da última hora, narrada em Mateus capítulo 20 versículos 1 a 16, dissipa a falsa ideia de injustiça divina. O trabalhador não estava fora do campo, aguardava durante todo o dia no local de contratação diária, mas aguardava oportunidade que embora parecidamente tardia ela lhe chegou e ele fiel foi realizá-la. Segundo “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo 20, item 5, Deus considera a intenção reta e o esforço sincero, e não apenas a duração aparente do serviço. Cada Espírito é chamado segundo seu grau de adiantamento, sem privilégios arbitrários.

Entretanto, muitos trabalhadores, embora aptos, não são ou não se deixam aproveitar no momento da colheita. Por temor, orgulho ou apego a conveniências pessoais ou de daqueles que deviam mesmo lhes impulsionar onde mourejam , assim ambos acabam por comprometerem a própria tarefa. Assim, não é a ausência de capacidade que os inutiliza, mas a resistência moral, tal como o sal que perde o sabor por influência externa. Reflexões análogas encontram-se na “Revista Espírita”, ao tratar da responsabilidade individual e da influência moral dos Espíritos.

A formação da pérola, fruto de longa e silenciosa elaboração, oferece outra analogia instrutiva. Assim como ela não se produz instantaneamente, o Espírito não se aperfeiçoa em uma única existência. Esse princípio está claramente estabelecido em “O Livro dos Espíritos”, questões 132 e 167, ao tratar da finalidade da encarnação e da pluralidade das existências. Nada se perde do que pertence ao Espírito, pois as conquistas morais são patrimônio intransferível, conforme ensina “O Céu e o Inferno”, primeira parte, capítulo 7.

Dessa forma, o ensinamento “Vós sois o sal da terra” não se reduz a figura retórica. Ele convoca cada consciência à fidelidade prática ao bem, à coerência entre saber e agir, e à perseverança no serviço. O sal salga por natureza, assim como o bem se manifesta espontaneamente quando o Espírito se encontra afinado com a lei divina, mediante a reforma íntima contínua.

Assim compreendido, o Evangelho redivivo apresenta-se como chamado permanente ao trabalho consciente, no qual cada analogia de Jesus se converte em espelho moral. A colheita prossegue, os campos permanecem vastos, e o convite ao serviço fiel ecoa através dos séculos, conduzindo o Espírito, passo a passo, à sua elevação moral e à realização plena do destino que lhe cabe na ordem divina da vida espiritual.

Inserida por marcelo_monteiro_4