Impaciência
Não tenho tato pra falar.
Sou impaciente pra ouvir.
Incrédula em confiar.
A ansiedade e a impulsividade,
Ainda vai me matar.
Necessito mudar!
Tolerância 0 pra joguinhos.
Sem tato pra falar.
Sou impaciente pra ouvir.
Incrédula em confiar.
A ansiedade e a impulsividade,
Ainda vai me prejudicar.
Necessito me controlar!
A impaciência na esperança
Às vezes a esperança é uma ilusão
Criada para continuarmos acreditando
Mas o tempo passa e ela não vem
O tempo certo está demorando
Paciência é uma virtude!
Já dizia um sábio paciente
Hoje permito-me o direito de não tê-la
De sentir a falta dela, mesmo sendo paciente
Hoje a tristeza bateu na minha porta
Um ar frio paira sobre meu coração
O silêncio da solidão ecoa nas palavras
Nas quatro paredes dessa prisão
Saudade dos momentos vividos
Lembranças de um passado recente
Com a esperança de poder revivê-los
Permace a vontade na minha mente
A palavras doces estão amargas
Sem alegria nesta poesia
A falta do calor de um abraço
Que tanta falta faz hoje em dia
Na vida, não desista de nada, muito menos de você! As vezes, a impaciência gera uma frustração tão grande, que nos faz desistir e pior: "acreditar que não somos capazes". Não se torture, acredite que somos feitos para vencer. Que o mundo pode até ser cruel, mas é só uma volta, um giro que a Terra faz sobre si mesma e pronto, ganhamos um novo dia. Uma nova chance, a oportunidade bendita de recomeçar e sorrir. Afinal de contas, você é mais do que especial, é ESSENCIAL e bendita. Amada e abençoada por Deus, pois a Tua Graça te alcançou e Teu amor te renovou para leva-lá aos mais lindos destinos e conceder os sonhos do seu coração. Acredite, por você valeu à pena morrer na cruz e ressuscitar! Por você vale a pena cada prece que Ele faz ao Pai por ti; por você Ele da o céu e terra. Por você Ele da a própria vida, tudo por você. Tudo pelo amor que tem por você, só por você! Pois você é virtuosa, valorosa e a joia preciosa Dele!
O Caos é impaciente. É aleatório. E, acima de tudo, egoísta. Ele destrói simplesmente em função da mudança, alimentando-se de si mesmo numa fome constante. Mas o Caos também pode ser atraente
Tenho encontrado a impaciência. Ela tem feito visitas frequentes acompanhadas com sua amiga tristeza. As duas andam unidas, mas uma só fala depois da outra. Eu tinha uma amiga chamada felicidade e bem, eu não sei se o problema foi eu ou se ela não gostou de mim, porque faz tempo que não a vejo por aqui. Agora a tristeza, ah! essa adora estar aqui! Talvez a felicidade da tristeza seja nos ver para baixo, impacientes. Até que a impaciência tem paciência, porque ela espera até o fim para nos ver na tristeza.
Minha sina... meu destino
Sôfrega de esperança.
Impaciente, inquieta...
enfrento o mundo.
Anoitece. Enoita...
Ajoelho-me
Faço minha prece.
Às vezes tenho a impressão de que, de quando em quando, Deus de mim se esquece.
Olvida-se de que cá estou...
Sem chão... sem Norte... sem direção.
E que de se esquecer se acostumou.
O frio gela meus ossos.
O sangue flui vagarosamente... tentando romper barreiras...
Furando obstáculos... por entre minhas veias se esgueira.
O desespero e a desesperança parecem tomar conta de tudo em mim.
Sono picado...
Acordo tão cansada.
Desesperação: tenho de continuar.
Abro vagarosamente a cortina.
Vejo o sol pela janela sorrateiramente se esgueirar.
Ávida de esperança, me armo.
Sôfrega de expectativa
Continuar a continuar... eis minha sina.
Caminhar e caminhar... sei que a vida ensina.
Arquitetura de Eternidade
Não nasceu de um sopro impaciente,
nem de um desejo que o tempo desfaz.
Foi amor plantado docemente,
em terra onde o silêncio é paz.
Não foi relâmpago em noite escura,
mas brasa quieta que acende o chão.
Não prometeu juras de altura,
mas construiu com devoção.
Cada palavra, medida exata,
cada silêncio, um lugar sagrado.
Na planta da alma, linha reta,
traço firme de um cuidado.
Não foi paixão que devora e cansa,
mas presença que repousa e acalma.
É afeto que veste a esperança
e faz do outro um lar na alma.
Forjado em pedras de confiança,
cavado fundo onde o medo cessa,
é amor que em si mesmo se lança
sem precisar vestir promessa.
Ergue-se alto, com alicerce,
na leveza de um gesto nu.
Onde um tropeça, o outro oferece
a mão, o colo e a fé em cruz.
Não teme o inverno, nem se abala
com vendavais ou dias sem cor.
Pois quem se ama com alma embala
até o silêncio com calor.
Na rotina, acha poesia.
Na demora, cultiva o bem.
Ama até a melancolia
que todo coração também tem.
É templo e é estrada, é porto e é vela,
é vinho vertido, é pão repartido.
É sol quando o céu se revela,
é chão onde o passo é ouvido.
No rosto do outro, espelho e abrigo,
no peito, pulsa a mesma canção.
É estar inteiro, mesmo em conflito,
e escolher amar... em comunhão.
Porque amar não é ter só festa e flor,
é regar a raiz nos temporais.
É saber que um grande amor
não vive de instantes… mas de cais.
Cais onde se espera sem cobrança,
onde se chega e se é bem-vindo.
Onde o tempo vira esperança
e cada gesto é sempre lindo.
Assim se constrói — pedra por pedra —
um amor que nunca se desfaz.
Não é castelo de areia que quebra,
é arquitetura de eterna paz.
CORAÇÃO FERIDO (soneto)
A poesia geme e a saudade murmura
No verso. Tão impaciente que parece
Um cântico, árdua toada, uma prece
Atulhando o versejar com desventura
Largando a imprecisão como messe
Aonde nas rimas a cólera configura
Então, a inspiração ruge, ó amargura!
É um aperto que da tentação floresce
Soa tom túrbido, convulsivamente
Trêmulos versos saem ferozmente
Por entre as mãos, sombria aurora
Roga o sentido nestes versos feridos
Com lastimas, sentimentos partidos
De um coração que pulsa e chora!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
18 junho, 2025, 18’23” – Araguari, MG
Para mim talvez não tenha esperança, sofrer de impaciência a flor vermelha no jardim rodeada de brancas, por que isso? sofrer por tal insignificância é perturbador aos olhos de uma única pessoa, só os usuários desta luz sabem o real significado do sofrimento.
Você foi meu guia, me ensinou e caminhou comigo! Ora você foi impaciente,ora não... Por muitas vezes eu rebelde,eu maléfica. Mas permaneço indefesa! Porque ainda não aprendi defender-me...
Só existe saber na invenção, na reinvenção, na busca inquieta, impaciente, permanente, que os homens fazem no mundo, com o mundo e com os outros.
UMA SOLIDÃO
Solidão! Escrava eterna da agonia
Abafante como o calor escaldante
É impaciência de agrura constante
Um lamento em uma vazia utopia
Tens o jeito de irritar em demasia
E se fazer dum pranto sussurrante
Uma falta, a sensação dilacerante
Silêncio sem qualquer harmonia
Tudo vão, dá-nos a dor dolorosa
Dum gozo de uma tortura furiosa
Que das entranhas do ermo mana
E, tão cheia de repleta memória
Do acaso uma árdua palmatória
No modo de se achar soberana...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20 janeiro, 2022, 16’37” – Araguari, MG
O pessoa impaciente que está com os nervos a flor da pele, que está a procura de alguém de uma forma tão mas tão desesperadamente que está dando a entender que não dá valor nem mesmo ao seu próprio ser, e que pior ainda só estás a procurar o que não está em seu alcance e é por isso e apenas por isso que ler digo tome cuidado pois essa é uma jornada que só é percorrida uma vez, e que se feita de maneira errada trará consequências enestimaveis das quais não poderão ser apagadas.
Muitas vezes a impaciência traz consigo a desistência, fazendo com que desistamos no caminho, impedindo que alcancemos o alvo que estava tão próximo.
